Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Jim Snidero → Love For Sale
Bob Mover & Walter Davis jr.→ Star Eyes
Charles McPherson → Blues for Lonnie in Three
Benny Carter → Malibu
Lee Konitz → Invitation
Gerry Mulligan → Night Watch
Stan Kenton & Bill Holman → Invention for Guitar and Trumpet
Bill Holman → Bye Ya
Lizz Wright → I Concentrate on You
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #181
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #181
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Dayna Stephens → E.S.P.
Bill Frisell → Electricity
Kenny Burrell → Lotus Land
Joe Lovano & Jim Hall → Slam
Sonny Rollins → Old Devil Moon
Sarah Vaughan → Nice Work If You Can Get It
Jimmy Jones → Easy to Love
Beverly Kenney → Old Buttermilk Sky
Astghik Martirosyan → Summer Nights
Charles Aznavour → Il Faut Savoir
DISCO VOADOR: Jazznewbloodtapes #29
DISCO VOADOR: Jazznewbloodtapes #29
JazznewbloodTAPES é um projecto de Patricia Pascal criado a partir da plataforma Jazznewblood que desde 2015 suporta e promove novos talentos do Jazz Europeu com enfase na cena Londrina/UK.
É um projecto em formato radiofónico/podcast que visa dar visibilidade a novos nomes em inicio de carreira, nova musica divulgada na cena Jazzista contemporânea e outras musica inspiradas no Jazz a surgir em UK e pelo mundo fora.
O programa é transmitido mensalmente, desde 2020, em lingua Inglesa na Radio AlHara na Palestina, na Radio Resonance em Uk, na Radio Pacoul em França e em lingua Portuguesa na Radio Nacional de Cabo Verde.
Está também disponível em streaming em todas as principais plataformas de podcasts como Apple podcasts e Amazon podcasts, etc. Destacamos o facto deste podcast ter ganho posições no Top 50 da Apple podcast charts, na categoria de Musica comentada em mais de 27 Paises. #1 Portugal, #1 Chile, #1 Bosnia and Herzegovina, #2 Antigua and Barbuda, #4 Spain, #5 Italy, #5 Cameron, #6 Mexico, #6 South Africa,#6 Vietnam, #9 Netherlands, #10 Côte d’Ivoire.
Patricia Pascal
(patriciapascal.com)
Portuguesa, de mãe Cabo Verdiana, está radicada em Londres desde 2007 e desenvolve trabalho na Industria da musica em todo o mundo desde 2001. É manager de Carmen Souza, desde o inicio da sua carreira, e de Theo Pascal para além de ser formada em Live Arts Management pela London Metropolitan University. Paralelamente á gestão da carreira de Souza e Pascal desde 2015 tem vindo a investir na sua paixão por fotografia e promoção de novos talentos através do seu projecto Jazznewblood.org.
Este projecto inclui, entre várias iniciativas, um Showcase anual parte do London Jazz Festival e uma editora digital que
lança musica gravada ao vivo por jovens talentos do Jazz em inicio de carreira.
Durante o London Jazz Festival, faz também a curadoria do Festival WledJazz focado em projectos liderados por Instrumentistas. Uma parceria com a sala Woolwich Works em Londres.
Recentemente passou também a fazer parte da equipa por trás da conceituada organização Inglesa – Tomorrow´s Warriors.
Em Portugal é co-fundadora e residente Internacional no Espaço/studio – thisissessions.com
Links:
Jazznewblood.org/jazznewbloodtapes
Patriciapascal.com
Dr. N. Ramani – Fabulous Flute Melodies Sangita Kalanidhi (2024)
Dr. N. Ramani – Fabulous Flute Melodies Sangita Kalanidhi (2024)
Memória de Elefante 15/10/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Trovador Urbano #21
Trovador Urbano #21
Autor:
David Calderon
(episódio de 15 De Outubro)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
André Mourão – Cansaço (2024) (single)
André Mourão – Cansaço (2024) (single)
André Mourão revisita “Cansaço”, composta por Zécarlos Ribeiro para o Grupo Rumo, no duplo Cansaço/So Tired
Pensado como um compacto dos tempos do vinil, contendo “Lado A” e “Lado B”, lançamento tem novo arranjo feito por Márcio Nigro, interpretação de André Mourão e produção executiva de Zécarlos Ribeiro, autor da obra original
Deve ser um sentimento particular
E então eu saí pela cidade
Mas a violência de seus dias é tamanha
Espantou a esperança que eu trouxe da última viagem
E ela foi embora
São Paulo tem seus movimentos amplos, particulares entretanto – três anos após a estreia de Câmera Analógica (2021), debut de estúdio do cantor, compositor e músico paulistano André Mourão, o artista apresenta o duplo Cansaço/So Tired. Cansaço é uma canção de Zécarlos Ribeiro e foi lançada em 1981 no clássico álbum de estreia do Grupo Rumo, importante conjunto da cena que ficaria conhecida, ainda há época, como Vanguarda Paulista, marcando definitivamente a música feita na capital paulista. Depois de 40 anos, André Mourão revisitou a canção e, não só deu um sabor mais folk à faixa – se diferenciando da gravação original do Rumo, que experimentava uma espécie de bossa nova desconstruída – como também incorporou a ela uma versão em inglês. O duplo chega às plataformas digitais no dia 19 de setembro, quinta-feira. Escolha onde ouvir.
Versando acerca desse sentimento moderno que dá nome à canção com poesia e interpretação marcante na voz de Ná Ozzetti, a faixa original ficou um tanto escondida no álbum Rumo, sendo a penúltima dentre outras 19 faixas. Mas está tudo ali: o modo independente, franco e destemido que caracterizou os “novos paulistas”, narrando com graça e certa melancolia as contradições da vida metropolitana. Sobre o processo de construção da nova versão, André conta que propôs a Zécarlos uma revisita à obra, primeiro em relação ao arranjo, e ele trouxe na jogada o experiente produtor e músico Márcio Nigro, que criou um elegante arranjo em seu estúdio Buraco Nigro.
Somando a faixa, Márcio convidou Luciano Vieira para gravar o contrabaixo fretless e Adair Torres, músico de referência no Brasil quando o assunto é pedal steel, instrumento típico da sonoridade folk/country. “Depois de uma conversa com Zécarlos em que ele me revelou que uma das inspirações para a composição de Cansaço havia sido I’m’ So Tired, de John Lennon (para o álbum Branco, dos Beatles), tive vontade de versionar a canção para o inglês”, explica André. Veio então a versão So Tired – que se encaixou como uma luva no novo arranjo, nascendo assim o duplo, pensado como um compacto/single dos tempos do vinil, contendo no “Lado A” a letra original e no “Lado B” a versão em inglês. Ambas as faixas tem o novo arranjo feito por Márcio Nigro, interpretação de André Mourão e produção executiva de Zécarlos Ribeiro.
Ficha Técnica:
André Mourão – voz
Márcio Nigro – produção, arranjo, violão
Adair Torres – pedal steel
Luciano Vieira – contrabaixo fretless
Lado A – Cansaço (Zecarlos Ribeiro)
Lado B – So Tired (Zecarlos Ribeiro/versão: André Mourão)\
Beatoven apresenta novo single single “M&H”, uma colaboração com Carla Prata e o produtor Dj Lycox. Este é o segundo single do projeto “ALGO(ritmo)”, depois de nos ter dado a conhecer “Owner”.
A relação artística entre Beatoven e Carla Prata solidificou-se após o sucesso de “Owner” – também colaboração com a artist – e “M&H” (Money & Honeys) é a prova disso. A canção narra, através da letra de Carla Prata, a história de uma jovem no Reino Unido que se encontra numa procura ativa e constante de ‘’Money & Honeys’’. Nesta letra a artista reforça a mensagem de empoderamento feminino.
“Quando ouvi a batida de ‘Money & Honeys’, soube imediatamente que queria que resultasse numa música divertida. A energia no estúdio estava leve e tudo fluiu de forma natural. Quem conhece meu trabalho sabe que sou totalmente a favor do empoderamento feminino, então era essencial adicionar esse toque e fazer um tributo às mulheres que buscam a independência enquanto perseguem seus objetivos.” afirma Carla Prata
A produção musical é responsabilidade de Beatoven, Dj Lycox e GOIAS. “Neste EP, busco a colaboração e a surpresa ao longo da audição. Este Rn’Jersey elevou-se musicalmente a partir do momento que teve o balanço do Lycox. Ele é incrível.” acrescenta Beatoven sobre o EP e a sonoridade deste novo trabalho.
“Às vezes, músicas com mensagens conscientes são associadas a instrumentais sem vida, sem groove. A intenção deste projeto é oferecer uma narrativa envolvente, mas com uma sonoridade funky e dançante, desafiando a norma. Nós somos o que consumimos.” ressalva Beatoven.
Nos últimos dois anos o artista e produtor dedicou-se a um autoconhecimento profundo, definindo a sua direção artística e cultural. “Vivemos numa era dominada por algoritmos, e é crucial que as pessoas estejam conscientes do seu uso e entendam as suas vantagens e desvantagens. O objetivo do EP, que chegará em breve, é fazer um ‘WAKE UP CALL’ à sociedade de uma forma leve e dançável.”
“ALGO(ritmo)” representará uma mudança significativa tanto na sonoridade artística quanto na identidade do artista. Beatoven descreve o seu novo estilo como “Black Tropical House”, incorporando também influências de UK House, Jersey e Kuduro.
O videoclipe de “M&H” foi produzido em formato POV para capturar a perspectiva da jovem descrita na canção, com a realização a cargo da equipe 35 Silver Visuals, e com a participação de pessoas da indústria musical e da cultura, desde: André Oticas, Dj perez, Tarik, Mar, etc.
Este single é uma peça fundamental do próximo curta-duração de Beatoven, com mais detalhes e easter eggs a serem revelados nos próximos lançamentos. A masterização é de Mixedwinesse e a artwork é de Flav Ferreira. O EP “ALGO(ritmo)” será lançado no próximo mês, com distribuição pela Universal Music Portugal, e o novo single “M&H” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Sue – 9 De Setembro (2024) (single)
Sue – 9 De Setembro (2024) (single)
Sue convida ouvinte a observar a si e a sua relação com o tempo no álbum “Quando Você Volta?”
Obra é um autorretrato em câmera lenta que vai se desmanchando aos poucos, na contracorrente da aceleração promovida pelo mundo capitalista.
Depois de apresentar a faixa-clipe “Gigantesca”, a produtora musical autodidata e multi-artista de origem francesa, residente no Brasil desde 2013, Sue, mostra seu segundo álbum de estúdio, “Quando Você Volta?”. O disco tem participações de Dharma Jhaz, com flauta e voz na faixa “First steps” e saxofone na faixa “Alias”, e Desirée Marantes, com sintetizador na faixa “Pulse”. O lançamento vem reafirmar a vontade da artista de desenvolver uma sonoridade própria e um trabalho consistente. A obra chega às plataformas digitais no dia 10 de outubro, quinta-feira. Escolha onde escutar.
Na contracorrente da aceleração promovida pelo mundo capitalista, Sue nos traz um álbum de 12 faixas instrumentais, com músicas contemplativas e que convidam ouvintes à observação, de si mesmos e de sua relação com o tempo. O disco segue uma narrativa que, pouco a pouco, vai revelando o universo sonoro de Sue, entre batidas eletrônicas, samples, gravações de campo e arranjos orgânicos que bebem da música eletrônica ambiente, música abstrata, trip hop, downtempo e da composição de trilha sonora.
Fotógrafa de formação, Sue tem uma relação quase sinestésica com as imagens ao produzir música. Seu som tende a entregar imagens adormecidas. “Muitas das estruturas das músicas nasceram de improvisos nos palcos e nas lives, e aos poucos a necessidade de ter um registro dessas canções e poder compartilhá-las se fez cada vez mais presente. Mas sendo mulher, artista e imigrante é difícil começar, imagine continuar?”, comenta a artista.
Por isso, durante o processo de gravação, fez questão de se cercar de pessoas próximas e generosas para fazer acontecer, e aos poucos, foi produzindo e reunindo as faixas que iriam compor o álbum. “Quando Você Volta?” é um autorretrato em câmera lenta que vai se desmanchando, abrindo as fendas e mostrando os desafios da vida como ela é, nua e crua, uma montagem de cenas, por vezes aleatórias, para terminar num belo travelling com final suspenso, que nem filme francês. Uma imagem possível ou impossível. Uma imagem latente. O título do disco remete à pergunta que a artista mais ouviu desde que mora no Brasil.
O álbum teve apoio do produtor e músico Renan Vasconcelos, aka Dramón, ofertando um feedback precioso sobre a produção musical como um todo, e da artista sonora Desirée Marantes, que cedeu seu estúdio para a gravação dos sopros e também participou da faixa “Pulse”. A mixagem e masterização ficaram por conta de Matheus Câmara, aka Entropia, responsável pela produção musical do projeto Teto Preto.
Dusko Goykovich – Sketches Of Yugoslavia (2019)
Dusko Goykovich – Sketches Of Yugoslavia (2019)
Memória de Elefante 14/10/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
1 Álbum 100 Palavras #63: Miles Davis – On The Corner (1972)
1 Álbum 100 Palavras #63: Miles Davis – On The Corner (1972)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“”On the Corner” de 1972, é o álbum mais experimental e polêmico de Miles Davis. Explorando as fronteiras do jazz, o disco incorpora elementos de funk, música indiana, rock e sons eletrônicos, criando uma sonoridade densa e inovadora. Davis, sempre em busca de novas direções musicais, utilizou grooves repetitivos, batidas pesadas e improvisações desconstruídas, desafiando as convenções do jazz tradicional. Embora inicialmente criticado, o álbum foi mais tarde reconhecido como um álbum à frente de seu tempo, influenciando o jazz fusion, o hip-hop e a música eletrônica. Faixas como “Black Satin” e “One and One” são exemplos dessa fusão visionária.”
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Fenómeno literário em Espanha, Caruncho (2021) narra o regresso de uma neta, acusada de um crime, à casa rural da família e mergulha o leitor no coração de uma Espanha vazia, marcada por resquícios do franquismo, uma terra tão agreste e estéril como o destino a que condena as mulheres que nela vivem. Contada a duas vozes, pela jovem e pela avó, esta história de rancor e vingança é indissociável da memória do lar assombrado, de espectros que clamam justiça, entre quatro paredes sobre as quais pesam traumas herdados e décadas de violência e opressão. Um aclamado romance de estreia, com ecos de Pedro Páramo, de Juan Rulfo, e de alguns contos de Silvina Ocampo, em que se entrelaçam terror, injustiça social e uma pesada herança familiar que, como o caruncho, corrói as protagonistas.
Dora Maria – Saias Que Agita (2024) (single)
Dora Maria – Saias Que Agita (2024) (single)
Dora Maria apresenta o novo single de sua autoria “Saias Que Agita”.
É através da música que a artista celebra uma história de vida, e neste tema cantado e contado na primeira pessoa, profundamente autobiográfico, Dora Maria leva-nos numa viagem emocional, em que combina a tradição riquíssima da música popular portuguesa com subtis toques de fado – género musical que a caracteriza, transmitindo a essência das suas raízes e a alegria de viver que Dora Maria transmite em palco.
Em “Saias Que Agita” reconhecemos uma verdadeira homenagem às terras que moldaram a forma de ser e de estar de Dora Maria e que a caracterizam. O Alentejo e o Ribatejo estão presentes, assim como a alegria contagiante expressa na letra que reflete o espírito livre da autora, que encontrou inspiração nas vastas planícies alentejanas e nas lezírias ribatejanas. A canção exalta o seu amor pela vida, pela terra que a viu crescer, e pelo ato de cantar, sempre com um sorriso nos lábios e vestida com as suas saias coloridas, que agita ao ritmo da música.
Um tema vibrante e envolvente que promete conquistar o público pela sua autenticidade e energia.