Sue – Pulse (2024) (single)

Sue – Pulse (2024) (single)

Sue convida ouvinte a observar a si e a sua relação com o tempo no álbum “Quando Você Volta?”

Obra é um autorretrato em câmera lenta que vai se desmanchando aos poucos, na contracorrente da aceleração promovida pelo mundo capitalista.

Depois de apresentar a faixa-clipe “Gigantesca”, a produtora musical autodidata e multi-artista de origem francesa, residente no Brasil desde 2013, Sue, mostra seu segundo álbum de estúdio, “Quando Você Volta?”. O disco tem participações de Dharma Jhaz, com flauta e voz na faixa “First steps” e saxofone na faixa “Alias”, e Desirée Marantes, com sintetizador na faixa “Pulse”. O lançamento vem reafirmar a vontade da artista de desenvolver uma sonoridade própria e um trabalho consistente. A obra chega às plataformas digitais no dia 10 de outubro, quinta-feira. Escolha onde escutar.

Na contracorrente da aceleração promovida pelo mundo capitalista, Sue nos traz um álbum de 12 faixas instrumentais, com músicas contemplativas e que convidam ouvintes à observação, de si mesmos e de sua relação com o tempo. O disco segue uma narrativa que, pouco a pouco, vai revelando o universo sonoro de Sue, entre batidas eletrônicas, samples, gravações de campo e arranjos orgânicos que bebem da música eletrônica ambiente, música abstrata, trip hop, downtempo e da composição de trilha sonora. 

Fotógrafa de formação, Sue tem uma relação quase sinestésica com as imagens ao produzir música. Seu som tende a entregar imagens adormecidas. “Muitas das estruturas das músicas nasceram de improvisos nos palcos e nas lives, e aos poucos a necessidade de ter um registro dessas canções e poder compartilhá-las se fez cada vez mais presente. Mas sendo mulher, artista e imigrante é difícil começar, imagine continuar?”, comenta a artista.

Por isso, durante o processo de gravação, fez questão de se cercar de pessoas próximas e generosas para fazer acontecer, e aos poucos, foi produzindo e reunindo as faixas que iriam compor o álbum. “Quando Você Volta?” é um autorretrato em câmera lenta que vai se desmanchando, abrindo as fendas e mostrando os desafios da vida como ela é, nua e crua, uma montagem de cenas, por vezes aleatórias, para terminar num belo travelling com final suspenso, que nem filme francês. Uma imagem possível ou impossível. Uma imagem latente. O título do disco remete à pergunta que a artista mais ouviu desde que mora no Brasil. 

O álbum teve apoio do produtor e músico Renan Vasconcelos, aka Dramón, ofertando um feedback precioso sobre a produção musical como um todo, e da artista sonora Desirée Marantes, que cedeu seu estúdio para a gravação dos sopros e também participou da faixa “Pulse”. A mixagem e masterização ficaram por conta de Matheus Câmara, aka Entropia, responsável pela produção musical do projeto Teto Preto.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #180

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #180

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Gianluca Vigliar → Music, the Answer

Andrea Veneziani  →  Bop-Be

Charlie Christian → Stompin’ At the Savoy

Caterina Valente & The Count Basie Orchestra → Stompin’ At the Savoy

David Murray → Ninno

Luke Stewart → Seek Whence

Marta Sanchez → The Absence of the People You Long For

Chet Baker → But Not for Me

Nusrat Fateh Ali Khan & Party – Love & Devotion (2013)

Nusrat Fateh Ali Khan & Party – Love & Devotion (2013)

Memória de Elefante 13/10/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #179

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #179

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Dave Douglas → Take the A Train

James Brandon Lewis, Aruan Ortiz, Brad Jones, Chad Taylor → Transfiguration

Kahil El Zabar & Ethnic Heritage Ensemble → All Blues

Kenny Garrett & Svoy → Trascendence

Miles Davis → Hannibal

John Coltrane → Giant Steps

Kevin Sun →  Elden Steps

Don Grolnick Joe Henderson Randy Brecker Eddie Gomez Victor Lewis →  Genie

Horace Silver with Michael & Randy Brecker→ Song for My Father

Andy & the Bey Sisters → Hallelujah, I Love Her So

Catman Plays The Blues #143

Catman Plays The Blues #143

Autor:

Manuel Pais

Novos trabalhos de Jantso Jokelin e da Bruce Katz Band marcam a emissão desta semana. Espaço ainda para recordarmos o LP East-West da Paul Butterfield Blues Band.

Spok: Spok Frevo Orquestra – Passo De Anjo (2004)

Spok: Spok Frevo Orquestra – Passo De Anjo (2004)

Memória de Elefante 12/10/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Duarte Pádua – Never Late (2024) (single)

Duarte Pádua – Never Late (2024) (single) id

O jovem artista Duarte Pádua lança hoje o novo single nas plataformas digitais. 

Com uma mensagem motivadora, “Never Late” lembra-nos que nunca é tarde para perseguirmos os nossos sonhos, e que tudo acontece no momento certo. Mesmo com o fim do verão, Duarte Pádua procura manter a energia positiva e a boa vibe entre os seus fãs, apresentando uma sonoridade fresca e distinta dos seus lançamentos anteriores.

Duarte Pádua começou a escrever e a compor durante o confinamento. Este período foi um momento de descoberta e criatividade. Duarte encontrou na música uma forma de se expressar e conectar com o mundo. A sua paixão antiga pela guitarra, aliada à descoberta do gosto por cantar, levou-o a compor o primeiro original aos 16 anos, “Don’t Wait for Me”. O tema foi escolhido para integrar a banda sonora da série Morangos Com Açúcar, o que marcou um ponto de viragem na sua carreira.

Seguiram-se os temas “Pensar” e “Roadtrip”.

“Never Late” tem os ingredientes certos para conquistar os ouvintes e entrar nas suas playlists.

Don Pie Pie – Chairy (2024) (single)

Don Pie Pie – Chairy (2024) (single)

Os Don Pie Pie, trio de ataque que se uniu pelo amor ao rock (disruptivo e não só), regressam aos palcos no próximo dia 20 de dezembro, com uma atuação no XMAS ROCK FEST, em Penafiel. Este será o primeiro concerto da banda desde a sua última apresentação ao vivo no GentriFest, a 3 de abril de 2023, marcando, assim, o início de uma nova fase para o projeto, composto por Leonardo Rocha, Pedro Rafael e Miguel Moura.

Além deste espetáculo no norte do país, a banda irá anunciar, ainda este ano, uma nova tour e promete também novidades e surpresas para 2025.

Desde o lançamento do seu álbum de estreia, “The Life of Pie”, em 2020, pela editora independente Monster Jinx, os Don Pie Pie têm vindo a afirmar-se no panorama musical com uma sonoridade marcada pela fusão de elementos progressivos e pela mistura entre o analógico e o digital. Faixas como “Chairy”, o último tema do álbum, destacaram a versatilidade e o espetro sónico da banda, com arranjos que exploram tanto a vertente técnica como momentos mais melódicos.

O regresso aos palcos será uma oportunidade para o trio voltar a apresentar “The Life of Pie”, enquanto preparam novos projetos que darão continuidade à evolução sonora que têm vindo a desenvolver.

Os bilhetes para o concerto de 20 de dezembro no XMAS ROCK FEST já se encontram disponíveis, com mais informações sobre a nova tour e outras novidades a serem divulgadas nas próximas semanas nas plataformas oficiais da banda.

Sobre Don Pie Pie

Don Pie Pie formam um trio guiado pelas desafiantes combinações infinitas da música, sempre com partida na boa disposição. Na sua génese está o amor pelo rock, daquele efervescente e em crescente progressão. O som é disparado à velocidade da luz e em direções incertas; outras vezes, é lançado com delicadeza e em doses bem servidas (tudo isto a acontecer na dinâmica de uma só música). Os instrumentais que DPP constroem são permeáveis ao que cada um dos membros consome: sejam os ritmos quentes do afrobeat ou a mecânica dos beats eletrónicos, há sempre espaço para alimentarem as suas criações com as mais recentes descobertas sonoras, sem deixarem nada de lado no prato. Mesmo sem ligações evidentes, não duvidem, os DPP estudam as possibilidades de conectar toda a música no seu rock matemático ou no seu funcore ou no seu ________________ (adicionar o melhor termo para catalogar a banda).

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #178

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #178

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Shabaka Hutchings → Breathing

Alina Bzhezhinska & Tony Kofi →  Anima – Breathe

Pharoah Sanders → Wise One

Sao Paolo Underground → Primative Jupiter

Rob Mazurek Exploding Star Orchestra → Shape Shifte

Thelonious Monk → Just You, Just Me

Stanley Cowell → Blues for Vietcong

Shorty Rogers → Martians Go Home

Pasquale Grasso & Samara Joy → Solitude

African Roots #55

African Roots #55

 Nº55 (EDIÇÃO ESPECIAL SÓ DISCOS DA HABIBI FUNK ONDE EXPLOREI MAIS O TERRITÓRIO DO NORTE DE ÁFRICA) :

Autor:

Gil Santos 

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

TRACKLIST:

1 – Magdy Al Hussainy – Music de Carnaval

2 – Ibrahim Hesnawi – Only World

3 – Fadoul – Bsslama Hbibti

4 – Sharhabil Ahmed – Argos Farfish

5 – Zohra – Badala Zamana

6 – The Free Music – Hawelt Nensa Ghalaak

7 – Freh Kodja – La Coladera

8 – Al Massrieen – Men Awel Deqiqa

9 – Carthago – Hanen

10 – Maha – Orkos

11 – Ahmed Maleke – Thème Rythme Léger

12 – Sal Davis – Quaboos

13 – Hamid El Shaeri – Ayonha

14 – Munir Khauli – Heik ha Nishtghil

15 – Charif Megarbane – Allarme

Tom Zé – Tom Zé (1972)

Tom Zé – Tom Zé (1972)

Memória de Elefante 11/10/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Mlk Mau Aluno – John Travolta (2024) (single)

Mlk Mau Aluno – John Travolta (2024) (single)

Mau Aluno, já é um dos nomes consistentes e respeitados da cena Hip-Hop nacional e lança hoje o seu mais recente single, “John Travolta”, marcando o início de uma nova fase na sua carreira. Conhecido pela sua habilidade única na rima e pela produção autêntica das suas faixas, Mau Aluno continua a elevar o nível da música rap em Portugal com este lançamento impactante.

“John Travolta” é mais do que apenas uma nova música; é um símbolo de transformação e evolução artística. Neste single, Mau Aluno canaliza a energia icónica de uma das maiores estrelas de Hollywood, combinando referências culturais com a sua marca registada de rimas afiadas e beats cativantes. A faixa reflete a confiança, a atitude e o estilo inconfundível de John Travolta, transportando essas qualidades para o universo do Hip- Hop.

Este lançamento sinaliza uma nova era na carreira de Mau Aluno, onde o artista explora novas sonoridades e conceitos, sem nunca perder a essência que o tornou um nome de destaque na indústria. Como produtor e letrista, Mau Aluno continua a demonstrar a sua versatilidade, criando faixas que não só ressoam com os seus fans, mas que também desafiam as convenções do género.

Com vários anos de carreira e inúmeros trabalhos lançados, Mau Aluno construiu uma reputação sólida como um dos rappers mais habilidosos e criativos da cena musical atual. A sua capacidade de jogar com as palavras, aliada a uma produção sofisticada, faz de “John Travolta” uma faixa que promete conquistar tanto os fans de longa data como novos ouvintes.

“John Travolta” já está disponível em todas as plataformas digitais, e promete ser a banda sonora de um novo capítulo na carreira de Mau Aluno, um capítulo onde a ambição e a inovação continuam a ser os principais motores da sua arte. Preparem- se para balancear ao ritmo de Hollywood!