Após nomeação nos Prémios Play da Música Portuguesa para Melhor Videoclipe da canção ‘Escura Noite’ de Peculiar, MALLINA convida o artista, num concerto esgotado, para juntos cantarem o tema ‘Escura Noite’. Foi após essa noite que o tema ganhou uma nova luz: emerge, então, uma versão renovada da canção onde os dois artistas se juntam.
A letra e a história da canção são exatamente as mesmas: ‘Escura Noite’ é uma conversa entre uma mãe e o seu filho. A mãe tem medo que o seu filho saia de casa, tem medo sobretudo que ele cresça e deixe de precisar dela, que deixe de ser o seu menino. O filho diz-lhe para não ter medo, diz-lhe que, para crescer e se tornar um homem, precisa de se aventurar e descobrir o mundo sozinho, mesmo que se magoe pelo caminho.
Tal como um passarinho que saltou do ninho para aprender a voar, também ele segue o seu próprio caminho, mas nunca está sozinho pois sabe sempre como voltar. A nível sonoro esta colaboração, e nova versão da canção, vai buscar inspiração à música tradicional portuguesa, os coros alentejanos sobre o tal passarinho, num balanço muito mais acústico e despido do que a versão original.
Esta nova versão surge da vontade dos dois artistas em colaborar juntos e numa co-produção de Bruno Mota e do próprio artista Peculiar. O mix e o master ficou a cargo de Janga e o resultado final é este embalo nostálgico e emotivo sobre sair debaixo das asas da mãe, voar, aprender mas nunca esquecer o sítio onde, de facto, pertencemos.
“A Escura Noite é uma canção muito especial para mim, para além de abordar o sentimento que muitos de nós temos ao sair de casa dos pais para procurar o nosso futuro e realizar os nossos sonhos, trouxe-me muitas alegrias como a conquista de uma nomeação nos Prémios Play.” afirma Peculiar.
“Sinto que a junção das nossas vozes nesta versão, tornou a canção mais quentinha, com sabor a casa dos pais com lareira acesa. Tal como o João, eu sendo do Algarve, também sai de casa e voei, mas é lá que quero sempre voltar. Fez-nos muito sentido juntar forças neste poema, podemos chamar-lhe assim, que tão bem define a nossa história.” acrescenta MALLINA.
É quase num agradecimento ao ninho de onde vieram que estes dois passarinhos voam juntos em direcção a um futuro onde cada um possa voar mais alto, mais longe. Que este sabor a casa vos recolha e vos abrace sempre que de lá saem, e sempre que para lá voltam. Saberá sempre a saudade.
‘Escura Noite’ uma colaboração de Peculiar e MALLINA, já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Jaco Pastorius – Invitation (1983)
Jaco Pastorius – Invitation (1983)
Memória de Elefante 01/12/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #192
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #192
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Enrico Rava → Spider Blues
Gato Barbieri → Nardis
La Rive Gauche → A Fine Tunnel
Jaco Pastorius → Happy Birthday / Liberty City
Lou Donaldson → Alligator Bogaloo
Keith Jarrett → All Of You
Brad Mehldau → Things Behind the Sun
Kenny Barron Trio & Ralph Moore → ‘Round Midnight
Sheila Jordan → These Foolish Things
Catman Plays The Blues #150
Catman Plays The Blues #150
Esta semana damos a conhecer novos discos de dois valores seguros do Blues inglês, Ian Siegal e Mississippi MacDonald, e celebramos a memória do guitarrista Robert Nighthawk na passagem do seu aniversário.
Jorge Negrete – Fiesta Mexicana (1959)
Jorge Negrete – Fiesta Mexicana (1959)
Memória de Elefante 30/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Acácio – Tempo (2024) (single)
Acácio – Tempo (2024) (single)
Acácio, artista que agora se lança no panorama musical português, apresenta o seu primeiro single, “Tempo”. Este tema faz parte do EP intitulado “M.A.C.”, um trabalho profundamente pessoal e emotivo, cujo lançamento está previsto para meados de Janeiro.
O EP nasce de uma homenagem ao tio-avô de Acácio, Manuel Acácio Cunha (M.A.C.), cujos poemas, escritos durante o período em que serviu na Guerra do Ultramar, em Angola, desde 1968 até 1970, ano em que faleceu, são o cerne inspirador deste projeto.
Os manuscritos dos poemas, guardados durante décadas, chegaram às mãos de Acácio em Abril de 2024. Desde então, o artista empreendeu um intenso processo criativo, transformando esses testemunhos poéticos em cinco canções. Cada composição é uma imersão sensível nas palavras de M.A.C., refletindo emoções e memórias que, embora distantes no tempo, ressoam com uma profundidade intemporal.
Acácio, na sua execução vocal e instrumental, junta-se a um quarteto de cordas, contrabaixo, guitarra portuguesa, percussão e clarinete, tecendo uma sonoridade envolvente e sofisticada, onde o passado e o presente se entrelaçam. A sua voz e guitarra conduzem a narrativa, mas é a fusão dos elementos clássicos, tradicionais e contemporâneos que enriquece a textura musical deste trabalho.
O single “Tempo” oferece uma reflexão íntima e profunda sobre esta coisas que passa por todos nós que só lhe damos conta quando observamos a vida desde fora, e é a primeira janela aberta para o universo que o EP “M.A.C.” revela.
Samuel Mor – Espaço (2024) (single)
Samuel Mor – Espaço (2024) (single)
O jovem compositor samuel mor, nome artístico de Samuel Moreira, apresenta “espaço”, o seu mais recente single, onde reflete sobre a necessidade de encontrar distanciamento e clareza em momentos de incerteza emocional. Conhecido pela sua versatilidade, o artista natural do Grande Porto regressa ao panorama musical com uma faixa introspectiva, cuja melodia cativante e letra emocional ressoam com todos aqueles que já sentiram a necessidade de se afastar para se reencontrarem.
Em “espaço”, samuel mor explora a tensão entre o amor e o desgaste, narrando o processo de distanciamento emocional para lidar com os desafios pessoais. Com versos como “preciso de espaço, estou tão tonto já não sei o que faço”, o artista deambula por sentimentos de perda e cansaço, numa busca contínua de autoconhecimento. A sonoridade do tema, onde o indie pop encontra nuances eletrónicas, transporta o ouvinte para um ambiente de contemplação e reflexão, reforçando a conexão entre a melodia e a narrativa.
Produzido em colaboração com os produtores SALVA e Dave Okneprake, e gravado no estúdio HYPERION, o tema “espaço” conta com mistura e masterização a cargo de SALVA. O single é uma criação genuína e sensível de samuel mor, evidenciando a capacidade do artista em traduzir emoções complexas em música que transcende géneros e convida o público a uma viagem interna.
Samuel Moreira, que se apresentou ao público em 2017 com o single “Broken Heart”, segue agora um percurso em português, assumindo-se como uma das novas vozes promissoras no cenário indie pop nacional. Ao longo dos anos, o músico tem demonstrado uma abordagem experimental e versátil, que reflete a sua evolução artística e uma perspetiva autêntica sobre a expressão musical.
O single “espaço” já está disponível em todas as plataformas digitais.
• Música/Produção: SALVA; samuel mor; Dave Okneprake
• Letra: samuel mor
• Mistura e masterização: SALVA
• Estúdio de produção: HYPERION
African Roots #60
African Roots #60
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Pigeon – Backslider
2 – Cesária Evora – Angola (versão carnaval)
3 – Ruy Mingas – XI Amye
4 – Voz De Cabo Verde – Carinha di Bo Māe
5 – Virgilio Massingue – Xadula Xibomba
6 – Leonel Almeida – Ês Matá Cabral
7 – Bonga – Kaxexe (Arp Frique Remix)
8 – Blackman Akeeb Kareem – Oya A (Eje Kajo)
9 – International Soleil Band – Ta Lassa
10 – Keyboard – Think About It
11 – Zasha – Arrow Dub
12 – Charles Lembe et Son Orchestra – Quiero Wapatcha
13 – Pierre Didy Tchakounté – Ma Fou Fou
14 – Soki Ohale – Wumaya Awuma
Coleridge Goode: Joe Harriott And John Mayer Double Quintet – Indo -Jazz Fusions I & II (1967)
Coleridge Goode: Joe Harriott And John Mayer Double Quintet – Indo -Jazz Fusions I & II (1967)
Memória de Elefante 29/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Esteves – Os Fortes Não Choram (2024) (single)
Esteves – Os Fortes Não Choram (2024) (single)
“Fortes Não Choram” marca o regresso de Esteves com o primeiro single do seu próximo álbum, previsto para 2025.
Após o lançamento do seu disco homónimo em 2019, do bem recebido O Alpinista em 2022, e da gravação ao vivo Ao Vivo na Av. da Boavista em 2023, Esteves, letrista e vocalista dos Trêsporcento, está de regresso, com um hino à resiliência, que chega às plataformas digitais no dia 15 de novembro.
Neste novo tema, Esteves conta com a colaboração da sua banda habitual, formada por João Gil (SAL, You Can’t Win, Charlie Brown), David Santos (Golden Slumbers, Márcia) e João Sousa, além das participações especiais de Pedro Branco na guitarra elétrica e João Capinha nos sopros.
Esteves refete: “Os fortes choram, os homens choram, os pais choram, os músicos ainda mais. Mas, não serve a música para cantarmos não só aquilo que somos como aquilo que queremos ser?”.
“Os Fortes Não Choram” vem acompanhado de um vídeo de Miguel Esteves, >lmado durante as gravações do tema nos Estúdios Namouche, em Lisboa.
No seu último álbum, O Alpinista , abordou questões contemporâneas como o drama dos refugiados (Que o Mar Leve ), a pandemia (Ter Onde Ficar ) e a celebração da beleza natural de Portugal (Caminho Plano). Agora, prepara-se para continuar a explorar, através da sua música, temas que capturam a realidade humana, social e cultural do país (e não só), fundindo a tradição da música popular portuguesa com a folk anglo saxónica, sempre com a sua inconfundível escrita em português.
Ficha Técnica:
Letra e música por Tiago Esteves
Vídeo por Miguel Esteves
Esteves: Vozes e guitarra acústica
João Gil: Piano
David Santos: Contrabaixo
João Sousa: Bateria
Pedro Branco: Guitarra elétrica
João Capinha: Sopros
Gravado nos estúdios Namouche e Louva-a-Deus, por Diego Salema Reis, Nelson Carvalho e Tiago Correia.
Produzido por Esteves, misturado por Nelson Carvalho e masterizado por Diego Salema Reis.
Sempraleste – Ha Outro Lugar (2024) (single)
Sempraleste – Ha Outro Lugar (2024) (single) Id
Após o single de estreia, “Princesa do Aladdin” que nos fez recordar quão bom rock nasce nas garagens escondidas de Portugal, os SemprAleste lançam-se para o Outono/Inverno com uma canção que apresenta ao Mundo a voz doce e juvenil de uma convidada improvável, a atriz Inês Aires Pereira.
“Há Outro Lugar” convida-nos em toada acústica e ao compasso do vagar, a refletir sobre as consequências diretas dos nossos estados de espírito nas decisões que tomamos.
Prazeres Interrompidos #318: Daniel James Brown – The Boys in the Boat: by Daniel (1936)
Prazeres Interrompidos #318: Daniel James Brown – Summary of The Boys in the Boat (1936)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
The Boys in the Boat is about the University of Washington eight-oared rowing crew that represented the United States in rowing at the 1936 Summer Olympics – Men’s eight in Berlin, and narrowly beat out Italy and Germany to win the gold medal. The main character is Joe Rantz.