Lorsqu’il habitait encore à Paris, Nuno Estevens m’a invité pour faire un concert de fusion entre le Cante Alentejano, le chant polyphonique du sud Portugais, et le Fado, le chant lisboète qui est devenu l’emblème musical populaire du peuple de Camões. Nous sommes restés amis depuis, et nous nous sommes croisés par ci et par là, sur des scènes musicales, à la radio – lui avec ses projets de Fado, moi avec l’ensemble vocal que je dirige. À l’époque, Nuno donnait des cours de guitare à l’Académie de Fado, du côté de Vincennes, et était un musicien respecté dans les cercles du Fado en région parisienne. En 2018, il a déménagé à Lisbonne, et est devenu guitariste professionnel de la scène du Fado. C’est avec lui, l’été dernier à Lisbonne, que j’ai découvert Mr. Manuel, un mendiant qui passe dans les terrasses des restaurants en jouant de l’harmonica et en chantant des petits fados.
À 22h30, le lundi 2 janvier 2023 sur Radio Campus Paris (93.9 FM) et sur podcast sur le site de la radio.
Groupes et artistes :
– Sr. Manuel Fadista/Músico ;
– Carlos Paredes ;
– Amália Rodrigues ;
– Camané ;
– José Manuel Neto ;
– Fernando Maurício ;
– Carlos do Carmo ;
– Max (Maximiano de Sousa) ;
– Lucília do Carmo ;
– Mísia ;
– Ricardo Ribeiro ;
– Fado Clandestino ;
– Isabel de Oliveira ;
– Armandinho ;
– Berta Cardoso ;
– Alfredo Marceneiro ;
– Marco Rodrigues ;
– Carnet sonore avec : David (serveur), Yannick Lopes (guitariste/accordéoniste), José Manuel Duarte (guitare portugaise), Maurício Cordeiro (chanteur) et Nuno Estevens (viola fado – guitare classique).
Maria Farantouri / Cihan Türkoğlu – Beyond The Borders (2019)
Maria Farantouri / Cihan Türkoğlu – Beyond The Borders (2019)
Memória de Elefante 28/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Luis Pucarinho – Animal (2024) (single)
Luis Pucarinho – Animal (2024) (single)
“Animais” é o nome do primeiro single de avanço do novo álbum de Luís Pucarinho “Só as perguntas abrem portas” que será editado a 15 de Novembro.
“Animais” sintetiza nas palavras do cantautor o que este novo álbum nos oferece.
“Animais” designa metaforicamente o comportamento quase generalizado, humano ou desumano, que a atualidade espelha socialmente. Na sequência desta reflexão, surge a necessidade urgente de um virar de página que responsabiliza cada um de nós, a compreender que a sociedade é só um reflexo das nossas ações. Afinal somos mais que “Animais”, se em cada gesto pessoal, acrescentarmos valor coletivo.
Luís Pucarinho nasceu no ano de 1976 na cidade de Alcácer do Sal. Iniciou os seus estudos musicais aos 10 anos de idade e o seu primeiro instrumento foi o clarinete. A partir dos 14 anos iniciou- se no conservatório nas classes de Oboé, Guitarra Clássica, Classes de conjunto (coro e orquestra), história da música, práticas de teclado e acústica. Começou a escrever canções e a cantar com 15 anos de idade. Aos 21 anos mudou-se para a cidade de Évora onde fundou o grupo “Sons de Cá” cujas canções escritas por si (música e letra) cruzavam estilos entre a música tradicional até ao Rock. Esta formação que perdurou 10 anos, editou um EP “ Sons de Cá 2003” e gravou um outro álbum “Liberdade Condicional” inédito até aos dias de hoje. Destacaram-se algumas atuações como; Festival Vilar de Mouros; Festival Tejo; Queima das Fitas de Leiria, com passagens por programas televisivos e radiofónicos que por si promoveram inúmeras atuações por todo o país. No ano de 2011 edita com o nome de Pucarinho e escreve o disco “Na Rua Amarela” com edição a cargo de Vachier & Associados. Este disco promoveu o seu trabalho além fronteiras com atuações por todo o país, passando ainda por Espanha, França e Itália. Seguiram-se os álbuns “Orgânica Mente Humana” (2015) e “Saia Rodada” (2018) com edição por AVM Music Editions e distribuição por Altafonte. Estes últimos dois trabalhos são resultado das experiências de pré e pós produção formativas que o autor prestou em África (São Tomé e Príncipe) e Oriente ( Timor) onde também atuou com músicos locais. Todos os discos contam com mais de 12 músicos diferentes que acompanharam o autor desde a criação até ao palco. “Só as Perguntas Abrem Portas” é o quarto álbum em nome próprio de Luís Pucarinho com edição marcada para 15 de Novembro (2024).
Trovador Falcão – Vai Embora (2024) (single)
Trovador Falcão – Vai Embora (2024) (single)
Depois do seu regresso a solo com ‘Talvez Um Dia’, Trovador Falcão, elemento da banda Hércules, volta a dar cartas e lança ‘Vai Embora’ um Psych-Rock Retro que vem no seguimento da sua sonoridade já bastante vincada.
O artista que já havia apresentado um Disco e um Ep, a solo, bem como dois álbuns com a sua banda Hércules, surge agora com outro levantar do véu para o seu próximo projeto ‘Pedra, Papel, Tesoura’ que tem lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2025.
Nesta nova canção, Trovador Falcão apresenta uma sonoridade e letra soltas e sedutoras, num enaltecimento do próprio Eu perante uma relação ou algo que nos está a acontecer. Neste caso, e nas palavras do próprio, “este single fala sobre sair ou passar a noite com alguém que se deseja, numa altura da vida ou da noite que nos sentimos os donos do mundo”.
‘Vai Embora’ antecede uma nova e ousada jornada criativa: um álbum de originais que já revelou ecos da sua essência em faixas como ‘Talvez Um Dia’. O projeto promete uma fusão intrigante onde a aura de outras eras encontra o pulso do contemporâneo. Esta composição, em particular, veste-se de ritmos de Drum & Bass, resultado da sinergia artística de David Simões, responsável pela composição e escrita, e de Bernardo Ramos, que, ao lado de Simões, molda as camadas sonoras que dão vida à obra.
Trovador Falcão, heterónimo de David Simões, assegura um lugar na música portuguesa desde 2017, mas é com ‘Talvez um dia’ e ‘Vai Embora’ que nos serve o mote para ‘Pedra, Papel e Tesoura’ que definirá, certamente, o seu lugar no contexto indie pop-rock em Portugal.
O novo single de Trovador Falcão já se encontra disponível em todas as plataformas de streaming.
Coffee Breakz #93: Chromakopia
Coffee Breakz #93: Chromakopia
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
1. Kendrick Lamar — Man at the Garden
2. Tyler, The Creator — Tomorrow
3. Rosinha de Valença — Summertime
4. Tyler, The Creator — Take Your Mask Off (ft. Daniel Caesar & LaToiya Williams)
5. People’s Pleasure & Alive and Well — A Feeling Inside
6. Tyler, The Creator — Noid
7. Ngozi Family & Paul Ngozi — Nizakupanga Ngozi
8. Fakemink — Givenchy
9. Quantacious — Lyrical Kung Fu
10. Koko Tai — The Villain (ft. Chester Watson)
11. Ho99o9 — New Noise
12. BadBadNotGood & Tim Bernardes — Poeira Cósmica
13. Ethel Cain — Punish
Jimi Hendrix: The Jimi Hendrix Experience – Axis Bold As Love (1967)
Jimi Hendrix: The Jimi Hendrix Experience – Axis Bold As Love (1967)
Memória de Elefante 27/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Dullmea – Outro Outro (2024) (single)
Dullmea – Outro Outro (2024) (single)
Que outro vive dentro do outro? Desafiei o Pedro Galiza a escrever sobre esta pergunta que me inquieta, sobre este novelo de problemáticas tão vastas, tão complexas e tão antigas como a própria humanidade. Do papel à partitura, este texto maravilhoso foi ganhando forma enquanto se respondia a si mesmo. A minha única tarefa foi manter viva a pergunta: Que música vive dentro das próprias palavras? Por isso, daí em diante, foi o escrito que decidiu tudo o resto: pediu-me que fosse a voz do Jaime Coelho da Silva Barreiros a dizer a abertura; fez-me abrir a caixa do violino e da viola novamente; e quis ser misturado, masterizado e polido pelo Ricardo Pinto até brilhar. Ao fim de meses de trabalho, chegámos a este objecto que convida à reflexão sobre a experiência da alteridade e também sobre as consequências da sua instrumentalização enquanto fator de exclusão.
“O estudo do outro é, forçosamente, o estudo do eu. Todas as fronteiras são imaginárias e a separação é uma ilusão que, ainda que amiúde útil ao poder, à tradição ou à estase, diz muito mais de quem aparta do que de quem é apartado. Escrevi outro outro com essa ideia em mente: quem aparta, define-se; quem é apartado, permanece, talvez, sempre indefinível. Livre, ainda que ostracizado.
Fora os devaneios literários e apocalípticos do texto, ouço a voz desta mulher excluída por ter uma “pele assim meio de uma cor assim meio” a ecoar por todo o lado na nossa contemporaneidade. E a sua solidão é tão comum, tão nossa, tão urgente, que mais vale dar-lhe ouvidos do que ficar à espera do fim do mundo.”
Pedro Galiza
Créditos:
Texto de Pedro Galiza. Música de Dullmea. Voz infantil de Jaime Coelho da Silva Barreiros captada por Rui Barreiros. Mistura e masterização de Ricardo Pinto. Capa de Dullmea e Ricardo Pinto.
Apoios: República Portuguesa – Cultura I DGARTES – Direção-Geral das Artes Antena 2 Arte Institute – Portuguese Contemporary Culture Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura
Møborg 2 – Social Distance Song (2024) (single)
Møborg 2 – Social Distance Song (2024) (single)
Møborg 2
Lars Arens trb/comp, João Moreira trp, Paulo Bernardino clar , Mário Delgado guit, Sara Abreu v-cl
participação espiritual: o narrador fantasma – (a voz da) Débora King
Falling Silent – Album von Møborg 2 | Spotify
Falling Silent – Album by Møborg 2 – Apple Music
Møborg 2 Discography – Download Albums in Hi-Res – Qobuz
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Trovador Urbano #27
Trovador Urbano #27
Autor:
David Calderon
(episódio de 26 De Novembro)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
Chandi – Oxalá (com Celina Da Piedade) (2024) (single)
Chandi – Oxalá (com Celina Da Piedade) (2024) (single)
Chandi, cantoautora e voz recente no panorama artístico nacional, apresenta Oxalá, o primeiro single do seu disco de estreia. Uma canção folk contemporânea, adornada com laivos de world music e fusão, onde diversos universos e estórias dialogam.
Oxalá manifesta a esperança na reconexão com uma sensação interna de lar – “almoços de domingo”, um convívio à volta da mesa, a escuta de um disco em conjunto, a observação da natureza e dos seus ciclos, a urgência de ser em detrimento do parecer ou ter.
Numa era em que as polarizações se apresentam de forma tão radicalizada, a artista almeja o estabelecimento de pontes de encontro, mas também a provocação e agitação de consciências: como, onde e o que nos faz “sentir realmente em casa”?
A letra remete para um amor intemporal que une o Norte ao Sul, num encontro destas polaridades ao Centro. Convida-nos, ainda, para o processo de apaziguamento e enraizamento da cantautora na sua terra MATER (Portugal). Este encontro, por conseguinte, sustentado por outro(s) chão(s) potencia a descoberta de outros territórios como os da sua terra PATER (Índia). Estas indagações manifestam-se na musicalidade diversa e com influências assumidamente distintas.
Oxalá conta com a participação de Celina da Piedade no acordeão e na voz.
Durante o processo de produção e arranjos musicais, o produtor do disco, Nilson Dourado, sentiu que o tema se desenvolveu num caminho que ia ao encontro da estética de Celina da Piedade, cujo convite foi respondido com uma calorosa participação.
No seguimento da edição de Oxalá, o álbum de estreia Portal sairá para o Mundo em 2025.
Sérgio Onze – Por Saudade Ou Por Memória (Disse – Te Adeus) – Ao Vivo (2024) (single)
Sérgio Onze – Por Saudade Ou Por Memória (Disse – Te Adeus) – Ao Vivo (2024) (single) Id
Sérgio Onze acaba de editar o single ‘Por Saudade Ou Por Memória (Disse-te Adeus)’. Composto por Raul Pinto, com letra de Manuela de Freitas e produção de Ricardo Ribeiro, o tema foi gravado ao vivo na Casa de Fados Tasca da Bela, em Lisboa, e encerra o alinhamento do álbum de estreia do fadista, “NÓS”,
CITAÇÃO SÉRGIO ONZE
‘Por Saudade Ou Por Memória (Disse-te Adeus)’ é, ainda, acompanhado por um videoclipe filmado no mesmo espaço do bairro de Alfama, da autoria de Sebastião Vences.
Considerado um dos novos artistas que estão a marcar a música portuguesa em 2024 pelo Expresso/Blitz, o fadista Sérgio Onze lançou este ano o disco de estreia “NÓS”. O álbum foi produzido por Ricardo Ribeiro e Agir, inclui canções da autoria de artistas como CONAN OSIRIS, Joana Espadinha, Agir e Teresinha Landeiro e é editado pelo Museu do Fado.
“O disco chama-se “NÓS” e nenhuma música tem esse título, propositadamente. Cada faixa é um nó fortalecido pelo laço e o seu desenlace – tanto desafio como processo, tanto pergunta como resposta”, conta Sérgio Onze. “A base é firme e concreta: o fado inequívoco. E é com ele que se desatam outras luzes. São “NÓS” que ligam produções tão antagónicas como Ricardo Ribeiro e Agir, é no seu centro que coexistem composições tradicionais e poemas clássicos ao lado das visões estelares de CONAN OSIRIS ou Joana Espadinha”, revela ainda o fadista.
“NÓS” conta com a participação dos músicos Bernardo Romão (guitarra portuguesa), Luís Guerreiro (guitarra portuguesa), Bernardo Saldanha (viola), Rodrigo Correia (viola), Manuel Oliveira (piano) e Daniel Pinto (viola Baixo). O álbum foi antecipado pelos singles ‘Canto Ainda Por Alguém’ – produzido por Ricardo Ribeiro e com base no poema com o mesmo título, da autoria de Manuel de Andrade – e ‘Sapatinhos’ – com produção de Agir e música e letra de CONAN OSIRIS.
Sérgio Onze já apresentou o álbum “NÓS” em salas e festivais nacionais como o Centro Cultural de Belém, Museu do Fado, Sol da Caparica e Caixa Alfama. O fadista passou, ainda, pela FNAC Chiado no início deste mês e marca presença na FNAC Colombo no próximo dia 24 de novembro, pelas 17h00, com entrada gratuita.
Sérgio Onze começou a cantar aos seis anos. Venceu vários concursos nacionais – entre eles a Grande Noite do Fado, em 2003 -, estudou guitarra clássica no Conservatório de Setúbal porque a voz ainda não tinha amadurecido tanto como as suas ambições e aos 17 anos começa a viver de noite, nas Casas onde ainda se sente Fado. Passou pelas Jovens Vozes de Lisboa no São Carlos, atuou no Belém Art Fest e já pisou palcos como o Campo Pequeno, o CCB, o Salão Preto e Prata, o São Luiz, o São Jorge e o Tivoli. Internacionalmente, já fez espetáculos na Alemanha, França, Finlândia, Itália e Roménia. Em simultâneo, cultivou a sensibilidade artística na Faculdade de Belas Artes e explora a multidisciplinaridade da Moda enquanto stylist, concretizando uma elevada consciência conceptual e a exigência de um propósito em tudo o que faz.
Sérgio Onze não vem do Fado, não carrega um legado ancestral nem antepassados para honrar. O Fado foi, por isso, uma decisão. Uma escolha que pareceu intrínseca, natural, como se tivesse sido encontrado, ou nele se encontrasse. Como se só a noite, a vulnerabilidade e o espanto soubessem a casa. Começar a cantar desde cedo e construir-se em contacto direto com os grandes mestres fez com que se deslumbrasse por todos os mundos que cabem dentro do Fado tradicional. Com o Fado enquanto fim para um meio e uma voz profunda e retumbante, cheia de certezas mesmo quando só se pergunta, Sérgio Onze entrega-se ao precipício que é cantar sem deixar os pés em terra firme. Na viagem, leva-nos a todos com ele com tanta firmeza que, quando nos vemos de volta ao cais, temos o corpo virado do avesso e sentimo-nos, finalmente, inteiros.
Após várias oportunidades e convites surge finalmente o seu primeiro disco “NÓS”. Uma resposta a várias perguntas que o foram assaltando durante o processo ao qual se foi enleando, fazendo, desfazendo: o próprio caminho. Não um lugar, não uma referência, mas ele por inteiro. Os nós criados com as pessoas, os processos porque passou, os caminhos que decidiu ou não escolher, refletem a sua personalidade e os mais diferentes lugares do fadista. Desde a própria produção, que conta com o cruzamento do fadista Ricardo Ribeiro e Agir; fados tradicionais, a poetas populares; a composições de CONAN OSIRIS e Joana Espadinha são pequenos mundos que se cruzam, entrelaçam e dão vida ao seu primeiro trabalho.