António Norton Novo single – O meu país Edição 20 de Setembro
“Somos domados pelos senhores da ilusão”
Esta canção é um retrato musical trágico-cómico do estado em que o nosso país se encontra.
O texto duro e contundente é servido disfarçadamente numa espécie de fanfarra jocosa, leve, brincalhona, solta e alegre, trazida pela tuba, trompete, trombone e saxofone.
A canção tem uma toada alegre, que convida a um pulo de dança, trazido pelo balanço da percussão, do piano e da guitarra eléctrica.
E, tal como os ratos da história do flautista de Hamelin, lá seguimos hipnotizados, a eterna ladainha dos lugares comuns dos mestres da ilusão.
Dos fanfarrões que cegamente entoam as suas palavras, rumo ao precipício.
Um país que não sabe para onde ir, moribundo, confuso e domado…
A euforia fiscal, a pensão de invalidez, o desnorteio…
A canção de tom irónico e crítico, tem um refrão forte, que remete para a ideia de nos mantermos sóbrios para expulsar os impostores.
A canção termina com a entrada das cordas que convidam a uma evocação do sonho como motor de mudança para voltarmos a ser uma nação.
Uma canção forte e actual para nos arrebitar de um sono hipnótico e preocupante.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #160
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #160
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Isaiah Thompson → Great Pumpkin Waltz
Anthony Hervey → Crystal Stair
Chiara Orlando & Danielle di Majo → Relaxin at the Vastillo
Choice quartet → Asintote
Phil Woods → Souvenir
Benny Carter → Body and Soul
Count Basie → Vine Street Rumble
Miles Davis → The Man I Love
Frank Sinatra → That’s Life
1 Álbum 100 Palavras #60: Don Cherry – Hear & Now (1977)
1 Álbum 100 Palavras #60: Don Cherry – Hear & Now (1977)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Hear & Now,” lançado em 1977, é um álbum do trompetista de jazz Don Cherry, conhecido pela sua abordagem experimental e sua fusão de estilos globais. Este disco reflete a busca contínua de Cherry que integra elementos de jazz com influências da música africana, asiática e folclórica. As músicas são uma mistura vibrante de ritmos e melodias exóticas, onde o trompete de Cherry se destaca em meio das percussões, flautas e vocalizações, criando uma atmosfera espiritual e improvisada. “Hear & Now” é uma obra inovadora que amplia as fronteiras do jazz, refletindo a visão cosmopolita e criativa de Don Cherry.
Boa escuta!
Prazeres Interrompidos #299: Buzzy Jackson – A rapariga de cabelo vermelho (2023)
Prazeres Interrompidos #299: Buzzy Jackson – A rapariga de cabelo vermelho (2023)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Amesterdão, 1940.
Hannie é uma estudante de dezanove anos que, apesar de viver na Holanda ocupada, tem grandes ambições para o futuro. No entanto, rapidamente percebe que, à medida que a ameaça nazi se alastra, os seus entes queridos correm cada vez mais perigo.
Movida pelo amor e pela indignação, junta-se à Resistência e descobre dentro de si uma coragem e frieza que a levam a usar todas as suas armas, incluindo a sensualidade, para combater os inimigos. E embora coloque em causa os seus valores, Hannie encontra uma nova família e um amor inesperado entre os rebeldes.
Enquanto mergulha num mundo de conspirações e assassinatos, os rumores espalham-se como fogo entre inimigos e aliados. Todos sabem da sua existência, mas não sabem o seu nome: ela é “a rapariga de cabelo vermelho” – uma rival digna de qualquer nazi.
Camila Ribau – Última Noite De Agosto (2024) (single)
Camila Ribau – Última Noite De Agosto (2024) (single) Id
“Última Noite de Agosto” é o single de estreia de Camila Ribau.
Com apenas 18 anos, a jovem atriz e cantora começa o seu percurso na música a solo com uma história pessoal e apaixonante.
O dia em que a pequena inocência de aprender a amar pela primeira vez se revela em descobrir aquilo que nos move e nos faz querer continuar a viver intensamente a vida.
A noite em que tudo passou a fazer mais sentido porque afinal o que seria de nós sem o amor?
Este primeiro avanço de um EP de estreia a ser lançado em 2025 faz-nos também perceber que estamos perante uma jovem promessa da música portuguesa.
Para em breve também nós questionarmos: afinal, o que seria de nós sem a Camila?
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #159
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #159
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Jalal Zolfonun: Ali Reza Eftekhari, Jamshid Andalibi, Jallal Zolfonoon – Mehman E To (2019)
Jalal Zolfonun: Ali Reza Eftekhari, Jamshid Andalibi, Jallal Zolfonoon – Mehman E To (2019)
Memória de Elefante 22/09/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #158
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #158
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Joey Alexander → Blue Lage Lund With Sullivan Fortner, Matt Brewer & Tyshawn Sorey → Cigarettes Geri Allen & Kurt Rosenwinkel → Simple #2 Paul Motian & Electric be-bop band → Reincarnation of a Lovebird Chet Baker → Nardis Freddie Hubbard → Time After Time Keith Jarrett → Bremen, July 12, 1973 Part IIb Oscar Peterson → It Ain’t Necessarily So Stacey Kent → Corcovado
Catman Plays The Blues #140
Catman Plays The Blues #140
Autor:
Manuel Pais
Partimos esta semana ao encontro de novos discos de Chris Cain, The Fabulous Thunderbirds, Justin Golden e Sonny Gullage. Felicitamos ainda o obscuro guitarrista Tarheel Slim na passagem do seu aniversário.
Jesse “Ed” Davis – Keep Me Comin’ (1973)
Jesse “Ed” Davis – Keep Me Comin’ (1973)
Memória de Elefante 21/09/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Fabiola Beni – O Céu Da Minha Cabeça (2024) (single)
Fabiola Beni – O Céu Da Minha Cabeça (2024) (single)
A talentosa musicista Fabiola Beni, conhecida por seu estilo único de tocar viola e por suas composições cativantes, lança seu novo EP “O Céu da Minha Cabeça” no dia 30 de agosto de 2024. Este trabalho reflete sua maturidade artística e aborda temas contemporâneos com uma perspectiva otimista e esperançosa.
Detalhes do EP
“O Céu da Minha Cabeça” é composto por quatro faixas: “O céu da minha cabeça”, “100%”, “Vôo Livre” e “Como é bom estar viva”. O EP apresenta uma sonoridade que mistura folk, blues e rock, com uma atmosfera acústica e pop. Os instrumentos incluem viola, guitarra slide, baixo acústico e elétrico, coro de vozes e percussão. Fabiola desenvolveu um estilo particular de tocar viola, combinando elementos regionais da música caipira com influências adquiridas da guitarra.
Temática e Conceito
As letras das músicas abordam questões emocionais e mentais contemporâneas, como ansiedade, confusão mental, baixa autoestima e depressão. Fabiola propõe soluções através do distanciamento das redes sociais, proximidade com a natureza, contatos reais, celebração da vida, autoconhecimento e autocuidado. “O Céu da Minha Cabeça” simboliza um espaço interno de paz e criatividade, onde a artista encontra suas respostas para os desafios emocionais.
Declaração da Artista
“A ideia do céu da minha cabeça, além de ser o meu universo imaginativo e lúdico, também é uma imagem daquele lugarzinho interno, dentro de todos nós, que devemos buscar em momentos tão caóticos quanto este que vivemos das redes sociais e do mundo digital. A música, a poesia, o acolhimento de si, o contato com a natureza, o autoconhecimento e o amor próprio são alguns dos meus antídotos para muitos dos problemas emocionais que enfrentamos.”
Processo de Criação
Produzido na Gravadora Experimental FATEC Tatuí, o EP contou com a colaboração de estudantes do curso de Produção Fonográfica, sob a direção musical de Fabiola Beni e supervisão do guitarrista e professor José Pires. A mixagem e masterização foram realizadas por Gustavo Koshikumo, renomado produtor que já trabalhou com Ekena e Mel Gonçalves.
Lançamento e Promoção
O EP “O Céu da Minha Cabeça” estará disponível nas principais plataformas de streaming a partir de 30 de agosto de 2024. Além disso, o disco físico poderá ser adquirido através das redes sociais da artista. Na mesma data, será lançado o videoclipe da faixa-título no Youtube, canal Fabiola Beni, e ainda divulgação em portais de notícias, podcasts e rádios.
Sobre a Artista
Fabiola Roberta Ognibeni, artisticamente conhecida como Fabiola Beni, tem raízes musicais profundas que remontam à sua infância no sítio onde cresceu, influenciada pela música caipira das rodas de violeiros e das festas de São João. Na adolescência, expandiu suas referências para a MPB e o pop rock, tocando diversos instrumentos como o violão, a guitarra e, anos depois, a viola. Com 15 anos de carreira, Fabiola participou de várias bandas e projetos musicais, abrangendo gêneros como MPB, pop rock, soul, samba-funk e blues. Sua formação em Letras (UNESP) e seu amor pela poesia moldaram sua identidade como compositora, resultando, a partir de 2019, em diversos singles, três EPs e um álbum instrumental.