Michael Naura Quartett – Call (1971)

Michael Naura Quartett – Call (1971)

Memória de Elefante 19/08/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

1 Álbum 100 Palavras #55: Bonga – Angola 72 / 74 (2024)

1 Álbum 100 Palavras #55: Bonga – Angola 72/74 (2024)

Um podcast de Francesco Valente: 

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“Angola 72/74” é uma compilação que reúne os álbuns “Angola 72” e “Angola 74” do cantor angolano Bonga, lançados respectivamente em 1972 e 1974,. Esses discos são marcos da música angolana, mesclando semba, música tradicional do país, com influências da música africana e portuguesa. As letras abordam temas de resistência, exílio e a luta pela independência de Angola, refletindo o contexto político da época. Com canções icônicas como “Mona Ki Ngi Xica” e “Uengi Dia Angola,” Bonga tornou-se uma voz poderosa da identidade angolana. A compilação celebra a força cultural e histórica da sua música, mantendo-a relevante até hoje.

Boa escuta!

Prazeres Interrompidos #288: Libório Manuel Silva – Praias Maravilhas de Portugal (2024)

Prazeres Interrompidos #288: Libório Manuel Silva – Praias Maravilhas de Portugal (2024)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Com prefácio de Rui Reininho, o rei da pop-rock nacional e escritor de excepção, prólogo pelo eminente cientista Prof. António Galopim de Carvalho e poema de abertura de Mafalda Veiga, Praias Maravilhas de Portugal | Beaches Wonders of Portugal é o novo livro de Libório Manuel Silva, numa edição de luxo, bilingue, cartonada, com sobrecapa, resultado de uma longa e aturada pesquisa ao longo de toda a nossa costa atlântica (continente e ilhas), apresentada na forma de viagem, de Norte para Sul, com mais de 500 fotografias exclusivas relativas às nossas 40 praias mais deslumbrantes e a mais de 300 sugestões de património cultural local a visitar e a degustar.

Acid Acid – Live @ Barracuda, Porto (14​.​04​.​2023)

Acid Acid – Live @ Barracuda, Porto (14​.​04​.​2023)

Acid Acid, projeto a solo do músico e radialista Tiago Castro, lança agora nas plataformas digitais uma versão ao vivo de “Jodorowsky”, gravado num concerto a 14 de abril de 2023 na Barracuda, Porto.

“Jodorowsky”, lançado em 2020, ganha uma nova edição nas plataformas digitais. São perto de 40 minutos de uma viagem sonora que aconteceu no contexto de uma performance ao vivo de Acid Acid no Porto o ano passado. Em abril de 2023 a programadora, DJ e artista plástica Bunny O’Williams organizou duas noites com concertos de Cavernância e Acid Acid. No Porto aconteceu no Barracuda e em Braga no Lustre. Pedro Roque (Cavernância) propôs gravar os concertos do Barracuda. Na mesa de som estava Miguel Azevedo (Cobrafuma, Plus Ultra, O Bom, o Mau e o Azevedo), que captou os espectáculos dessa noite. E é assim que nasce esta nova edição de Acid Acid.

Na sala portuense, a reinterpretação de dois momentos do álbum “Jodorowsky” de 2020, com Tiago Castro sozinho em palco com guitarra, sintetizadores e camadas de loops, numa sequência contínua, sem paragens.

O artista volta em breve à estrada com concertos a passar por várias localidades de Portugal. Só em agosto a guitarra, os sintetizadores e toda a restante parafernália elétrica de Acid Acid atua em Lisboa (08 agosto, Digraça), Paredes de Coura (15 agosto, Vodafone Paredes de Coura – Jazz na Relva) e em Alenquer (30 agosto, Festival ExtremaPura).

Acid Acid promete edições de música nova até ao fim do ano e novas datas a anunciar em breve.

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Quem é Acid Acid?

 Acid Acid é uma criação do músico e radialista Tiago Castro (RADAR / Rádio SBSR e autor do premiado programa “A FLORESTA ENCANTADA”). 

Esta aventura arrancou no final de 2014 quando aceitou um desafio da promotora lisboeta Nariz Entupido para um concerto. 

Desde então as coisas desenrolaram-se rapidamente, com sucessão de vários concertos e participações em festivais, ao mesmo tempo que Tiago Castro começava a gravar o primeiro álbum. Recrutou para a produção Tiago Raposinho, que entretanto se tem destacado no Cinema como Director De Som, sendo mesmo galardoado com o Prémio Sophia pelo filme “Variações” em 2020. 

O álbum de estreia é editado em 2016 com selo da Nariz Entupido. Para além da produção de Tiago Raposinho, o registo tem também a contribuição das percussões de Baltazar Molina. Segue-se uma edição ao vivo (na verdade o segundo lançamento em concerto, depois de um CD-R em 2015), fruto da parceria com o lendário músico Vítor Rua (G.N.R.; Telectu). Tudo aconteceu no palco do extinto Sabotage Club em Lisboa em 2016, um concerto que conheceu edição digital em Abril de 2018 (e em 2023 em formato físico, em K7 áudio). 

O mais recente álbum é “Jodorowsky”, criado em estúdio depois de um concerto a convite do MOTELX – Festival Internacional de Terror de Lisboa, a propósito de uma homenagem ao realizador chileno Alejandro Jodorowsky. O espectáculo, no Largo da Rua da Moeda em Lisboa, contou com a colaboração de Violeta Azevedo (flauta e manipulação de efeitos) e da produtora Droid – I.D. que contribuiu com os visuais. Após o concerto, Tiago Castro rumou ao estúdio Spring Toast onde trabalhou com o produtor Rui Antunes e com Violeta Azevedo. O resultado é “Jodorowsky”, aplaudido pela crítica em 2020 (e colocado mesmo entre os melhores do ano para o site BLITZ, por exemplo).  

Créditos:

Promotora: Bunny O’Williams

Gravação – Miguel Azevedo

Masterização – José Lourenço @ Viriato Studios

Capa – Filipa Ferreira

Régine Chassagne: Arcade Fire – We (2022)

Régine Chassagne: Arcade Fire – We (2022)

Memória de Elefante 18/08/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Catman Plays The Blues #135

Catman Plays The Blues #135

Autor:

Manuel Pais

A nossa proposta para esta semana e também para  os 2 próximos programas passa pela transmissão integral do National Downhome Blues Festival, um festival realizado entre os dias 19 e 21 de outubro de  1984 no Moonshadow Saloon em Atlanta, no estado da Geórgia e que reuniu  alguns dos maiores nomes do Blues tradicional do século passado.

Linas Rimša & Folk Group – Old Faith (2012)

Linas Rimša – Линас Римша, Folk Group Arinushka Фольклорный Ансамбль Аринушка – Old Faith  Стараѧ Вѣра  Старая Вера (2012)

Memória de Elefante 17/08/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Putto – Volátil (2024) (single)

Putto – Volátil (2024) (single)

Na alma vibrante do hip-hop português, surge um luminar cujos versos ressoam com o próprio ritmo da vida. Nascido e criado no encanto costeiro de Leça da Palmeira, este virtuoso músico foi batizado de MC’Putto no início do seu percurso. No entanto, recentemente ele optou por se reinventar, abandonando o apelido de “MC” para simplesmente abraçar a essência de sua arte – Putto.

A evolução de Putto como artista transcende meras palavras; é uma prova de seu compromisso inabalável com a autenticidade e o crescimento. A cada verso, ele convida os ouvintes a um mundo onde emoções cruas dançam ao ritmo de suas batidas, tecendo histórias que falam da sua essência como ser humano.

Dos becos da sua cidade natal aos grandes palcos de Portugal, a proeza lírica de Putto pinta retratos vívidos das suas experiências e das da sua comunidade. As suas rimas, uma mistura melódica de introspecção e comentários sociais, servem como espelho para as paisagens urbanas que ele chama de lar.

Na atmosfera eletrizante de um local lotado, Putto comanda o palco com energia e carisma incomparáveis. A cada verso, a sua destreza lírica hipnotiza a multidão, atraindo-a para um mundo onde a rima e o ritmo reinam. À medida que as batidas pulsam no ar, a performance de Putto torna-se uma experiência transcendente, unindo o público numa viagem partilhada de emoção crua e paixão desenfreada. O seu nome pode ter mudado, mas a sua capacidade de cativar e inspirar permanece inabalável, solidificando o seu lugar na cena rap portuguesa.

No seu último EP “Clima”, Putto explora a intrínseca paisagem das emoções, focando particularmente na montanha-russa do amor. Através de melodias comoventes e licismo comovente, ele navega pelos altos da paixão e pelos baixos da dor, convidando os ouvintes numa jornada catártica de autodescoberta e ressonância emocional. A cada faixa, a capacidade de contar histórias de Putto brilha, solidificando a sua reputação como uma voz profunda no rap português.

Bandidos Do Cante – Amigos Coloridos (2024) (single)

Bandidos Do Cante – Amigos Coloridos (2024) (single)

‘Amigos Coloridos’ é o primeiro single de um percurso que promete ter um caminho singular e muito especial, que não podia ter começado da melhor forma. 

Depois da participação no single de quinta platina ‘CASA’ dos D.A.M.A com Buba Espinho, o grupo alentejano colaborou também na canção ‘Um Dia Hei de Voltar’, do segundo álbum de Buba Espinho. Com estes sucessos e a participação nos Coliseus, surgem os Bandidos do Cante e, um ano depois, nasce a primeira canção original do grupo. 

Com foco nas novas sonoridades, esta canção traz-nos a tradição única do Alentejo com muitas influências Pop, invocando sempre a identidade do Cante Alentejano, sendo este, Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO. O grupo de música popular entrega-nos assim um single repleto de referências à sua região, de sonoridades muito particulares e com uma produção muito própria. Rico em vivências de um Amor que podia ter sido só isso, mas que protegido e sem compromisso podia ter sido Colorido sem ecoar num fim. 

Neste primeiro tema, a banda fala-nos sobre alguém que ao longo de uma relação foi criando indiferença e desinteresse, apercebendo-se demasiado tarde que a amizade “colorida” lhe traria mais felicidade que uma relação assumida com responsabilidades.

“A música CASA que fizemos com os nossos amigos Buba Espinho e DAMA fez nascer este projeto, após isso gravamos o “Um dia hei-de voltar” com o Buba, foi muito importante para nos impulsionar a fazer também originais. Trazemos o Alentejo na voz, com uma perspetiva mais atual, de evolução e transformação do cante alentejano até aos dias de hoje.” afirmam os Bandidos do Cante.

A banda colaborou ainda no EP “Canções Bonitas em Português Vol.I” dos D.A.M.A e começam agora o percurso de originais com ‘Amigos Coloridos’ que conta com composição própria e de Jorge Benvinda, e co-produção da banda com Eduardo Espinho.

‘Amigos Coloridos’ já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

African Roots #50

African Roots #50

Autor:

Gil Santos 

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

TRACKLIST:

1 – África Negra – Povo milagrosa

2 – José Carlos Schwarz & Le Cobiana Djazz – Tiu Bernal

3 – Damily – Zaho va

4 – Madalitso Band – Lenisa

5 – Group Bwazan – Wajouma Yia

6 – Thabang Tabane – Richard

7 – Rift Valley Brothers – Mucang’ang’o Ugiraga Mukindirio

8 – Kate Griffin – Mgueniso

9 – Jess Sah Bi – Katin

10 – Keyboard – Think About It

11 – The Black Star Band – Obaa Amponsa Pandogo

12 – Ginger Folorunso Johnson & His Afro-Cuban Band – Highlife N.5

13 – The Bahari Boys – Simba Yuna Nguruma

14 – Awa Poulo – Poulo Hoto Ngari

Eddie Kirkland – Pick Up The Pieces (2011)

Eddie Kirkland – Pick Up The Pieces (2011)

Memória de Elefante 16/08/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Analog Dakar Club #10 – Palm Wine Jazz

Analog Dakar Club #10 – Palm Wine Jazz

To those who listen to jazz while drinking palm wine.
Too much sun kills love.
You have nothing to fear from the poet, except the truth.

Babatunde Olatunji : Kıya Kıka “Why Do You Run Away?”
Guy Warren of Ghana : Ours, This Is Our Land (Yenare Asasi Ni)
Georges-Edouard Nouel “Merci Bon Dieu”
Henri Guédon : Mazouk Djoukouk
Alfred Panou et The Art Ensemble of Chicago : Le Moral Nécessaire
N’Kouri : Congo Expressions
Sory Bamba du Mali : Kanaga 78
Demon Fuzz : Hymn to Mother Earth
Akido : Awade (We Have Come)
Matata : Talking Talkin’
BLO : Do it you’ll like it
The Cranes : Joy
Ikwezi : Flip Side