
Thornetta Davis – Sunday Morning Music (1996)
Memória de Elefante 1/08/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Thornetta Davis – Sunday Morning Music (1996)
Memória de Elefante 1/08/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Catman Plays The Blues #134
Autor:
Manuel Pais
Esta semana partimos á descoberta do novo disco de Kid Andersen e evocamos a memória do guitarrista Son Seals na passagem do seu aniversário.

Toumani Diabate’s Symmetric Orchestra – Boulevard De L’Indépendance (2006)
Memória de Elefante 10/08/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Tiago Vilhena – Tempo Para Chillar (2024) (single)
Uma música de verão e de inverno para dançar e sorrir. Fácil de ouvir sem deixar de lado o carácter, o experimentalismo, a essência da música alternativa e a personalidade do artista. Pop para alguns e para todos!
A música é uma forma de entrar no mundo da fantasia dentro da cabeça de quem a ouve. Um mundo tão próximo da magia quanto possível. Não é a magia que conhecemos do mundo do cinema, mas sim um mundo perfeito à medida de quem o vive. “Tempo Para Chillar” é um tema que surgiu deste conceito. Uma música para viver a melhor vida que temos. Tão perfeita que para ser abordada em palavras precisa de metáforas e de comparação ao mundo dos sonhos. Na verdade, não é mais do que uma justificação para chillar. E para quê mais do que isso? Aproveita o dia e confia o mínimo possível no dia de amanhã. Esse ainda está para vir.
Para chegar aqui, o Tiago Vilhena compôs o que parece ser um uma música disco portuguesa. Uma canção para todos os ouvidos que dá vontade de mexer o corpo e que ao mesmo tempo nos permite deitar numa cadeira na praia. Para a noite e para o dia, para dançar sozinho ou rodeado de pessoas. Culmina num solo de trompete que faz sentir um pouco do mundo jazz, faceta pouco explorada pelo artista até agora.
Assim, o Tiago Vilhena, como já nos mostrou até agora, surge com mais um tema que prova que ele não está preso a estilos musicais, mas sim à música na sua base. No propósito de ela existir que é ser ouvida, dançada, interpretada, partilhada e sentida.
Tempo Para Chillar (Letra)
Para escolher
uma forma de eu me entreter
Corro à volta do meu bairro até ter
um sonho
Um sonho é um espaço
Entre a vida a sorte e o acaso
Onde tudo surge sem programar
Azar
Encontro a carta que
Me dá a morada do tempo pra chillar
E sigo até encontrar
Em branco a morada está
Vou seguir a rota com tempo pra chillar
Sem nada no radar
Voar é normal
Para quem não passa de um animal
Não tem medo de ser levado a mal
Num sonho
Sem compreender
O enredo vive do imprevisto
O infinito existe se eu não resisto
Num sonho
Encontro a carta que
Me dá a morada do tempo pra chillar
E sigo até encontrar
Em branco a morada está
Vou seguir a rota com tempo pra chillar
Sem nada no radar

Psychophono #4: Mediterranean Waves
Vinyl selection around the Mediterranean countries, with folk, jazz, fusion and psychedelic sounds from Gibraltar to Istanbul.
Graphic Cover by : SBRAMA http://sbrama.tumblr.com/

Juanes – Origen (2021)
Memória de Elefante 09/08/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Toni Peres – De(coração) A Sépia (2024) (single) Id
TONI PERES lança o álbum “A Um Compasso do Abismo”
Como que uma desconcertante encruzilhada musical entre a queda e a ascensão, “A Um Compasso do Abismo” do produtor e compositor Toni Peres revela melodias que entrelaçam a esperança e o desalento, tecendo uma tapeçaria sonora que revela os abismos da nossa mente.
Um álbum que ecoa a banda sonora para acompanhar uma viagem interior cheia de altos e baixos.
“De (coração) a Sépia” é o título do single.


Robert Randolph & The Family Band – Lickety Split (2013)
Memória de Elefante 08/08/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Prazeres Interrompidos #285: António Jorge Gonçalves – Eu quero a minha cabeça! (2015)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Céu é uma menina que gosta muito de andar de baloiço. Um dia, quando o pai a chamou para casa, disse “Não” com tanta força que a sua cabeça saltou e voou para longe.

O Homem Que Fugiu Do Mundo – Por Cada Passo Atrás (2024) (single)
O Homem que Fugiu do Mundo edita “Por cada passo atrás”, single de estreia e primeiro de antecipação ao futuro EP.
Apesar de ter chegado a dar um concerto no antigo “Canhoto”, na baixa do Porto, O Homem que Fugiu do Mundo é um projeto com 11 anos, idealizado por Vítor Pinto, um dos membros integrantes dos Malibu Gas Station, e que nunca foi mais do que isso, uma aparição; o resto ficou num quarto. Hoje, ganha um corpo e estreia-se oficialmente com o tema “Por cada passo atrás”.
O single fala sobre a análise excessiva do passado, especialmente quando esta se transforma num obstáculo para fazer decisões no presente. Há a tendência de deixarmos muitos “mas” no caminho, mas há circunstâncias tão especiais nas nossas vidas que simplesmente nos fazem perceber que tudo tem de ser como foi, e tudo acaba por fazer mais sentido.
A produção, gravação, mistura e masterização, assim como o artwork e a realização do videoclipe, ficaram a cargo do próprio músico, num registo DIY. A gratificação começa nele e espera que se multiplique por entre quem encontrar na canção alguma coisa de bom.

Immanuel Wilkins – The 7th Hand (2022)
Memória de Elefante 07/08/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Maya Blandy – Nas Tuas Māos (2024) (single)
Depois do single de estreia em português, “Calor”, a cantautora Maya Blandy apresenta o novo tema “Nas tuas Mãos”. A canção explora a poesia da música portuguesa e as nuances nostálgicas que definem a sua cultura. É uma balada escrita por Maya Blandy e pelo guitarrista britânico Bruce Dent que retrata um sonho de amor. Não segue nenhuma estrutura e flui livremente para realçar o efeito onírico da música. Conta com a produção de Jake Wherry, conceituado produtor e fundador da banda de jazz/hip-hop, The Herbaliser.
Maya Blandy nasceu na Austrália mas tem vivido grande parte da sua vida na Madeira. A sua infância foi influenciada por várias culturas e estilos de música criando assim o estilo único da artista que explora jazz, soul, funk e música portuguesa.
A artista de 21 anos lançou o seu álbum de estreia no início deste ano, “Stardust”, mas pretende agora apostar na música cantada em português.
Maya Blandy vai atuar já no dia 20 de Julho no Summer Opening Madeira; e no Algazarra Festival, em Porto Santo, no dia 15 de Agosto.