Trovador Urbano #9

Trovador Urbano #9

Autor:

David Calderon

(episódio de 22 De Julio)

Trovador Urbano

Presentador:  David Calderón

Inicio emisiones:  Año 1994

Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)

Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am

Tipo: Directo

Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!

Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com

País: Madrid (España)

Nowhere To Be Found – Who We Are (2024) (single)

Nowhere To Be Found – Who We Are (2024) (single) Id

“Foi um prazer trabalhar com os rapazes dos Nowhere To Be Found em ‘Who We Are’. Cativante, intenso, com ótimos vocais!”. É assim que Ste Kerry, mastering engineer responsável pelo álbum do ano, “Take Me Back To Eden” dos ingleses Sleep Token, descreve numa frase o novo single da banda portuguesa de metal alternativo.

‘Who We Are’ foi produzido, gravado e mixado nos estúdios da banda na Ericeira e depois masterizado em Manchester, nos SoundBetter Studios, pela mão de Kerry. “Who We Are” sucede a “Medicate Me”, single que os Nowhere To Be Found tocaram ao vivo a primeira vez no palco principal do Festival Vilar de Mouros em 2023. Recentemente a banda marcou presença no Comendatio Music Fest.

O lançamento de “Who We Are” é acompanhado do videoclip oficial, construído totalmente a partir de participações gravadas por fãs e amigos da banda e serve também para lançar um passatempo nas redes sociais da banda, que ultrapassou recentemente os 2 milhões de audições nas plataformas digitais.

Instagram: ntbfofficial

Facebook: ntbfofficial

FAROL MÚSICA, LDA.

Don Patterson – Goin’ Down Home (1967)

Don Patterson – Goin’ Down Home (1967)

Memória de Elefante 22/07/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

1 Álbum 100 Palavras #51: Poly e Seu Conjunto – Porto de Luz (2017)

1 Álbum 100 Palavras #51: Poly e Seu Conjunto – Porto de Luz (2017)

Um podcast de Francesco Valente: 

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“Porto de Luz,” lançado em 2017, é um álbum de Poly e Seu Conjunto que celebra a rica tradição musical brasileira. O disco apresenta uma fusão de choro, samba e outros ritmos brasileiros, capturando a essência da música popular do país. Poly, um talentoso guitarrista, lidera o conjunto com maestria, trazendo arranjos vibrantes e melodias cativantes. Faixas como “Choro da Saudade” e “Samba do Porto” destacam-se pela virtuosidade instrumental e pela profundidade emocional. “Porto de Luz” é uma homenagem à cultura musical brasileira, combinando tradição e contemporaneidade, e solidificando Poly e Seu Conjunto como importantes intérpretes do gênero. Boa escuta!”

Prazeres Interrompidos #280: Rupi Kaur – O Sol e as Suas Flores (2018)

Prazeres Interrompidos #280: Rupi Kaur – O Sol e as Suas Flores (2018)

Autor:

Octávio Nuno

Participação especial: 

Ana Rita Cardoso

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

o sol e as suas flores é uma

coletânea de poesia sobre

a dor

autoabandono

honrar as raízes

o amor

emancipação

está dividido em cinco capítulos

murchar. cair. criar raízes. crescer. Florir

Ben Colton – Shine (2024) (single)

Ben Colton – Shine (2024) (single)

O talentoso cantor e compositor Ben Colton acaba de lançar o seu novosingle “Shine”, uma faixa vibrante e inspiradora, que é o terceiro single extraído do seu mais recente EP “Chasing Planes”. 

Josep. H – Feno Trino (2024) (single)

Josep. H – Feno Trino (2024) (single)

O tema foi inspirado num momento crítico de um amigo próximo do artista, que sofre de insuficiência crónica das supra-renais.

“Feno Trino” é o novo single de JOSEP.H. e fala àqueles que, de alguma forma, são ou foram abusados – é uma canção e um apelo para reunir forças e resistir aos momentos difíceis, ultrapassar os traumas deixados pela dor, pela humilhação e pela suscetibilidade.

Este novo single foi inspirado num período crítico de Luís, seu amigo próximo, que sofre de insuficiência crónica das supra-renais. Apesar de tudo, Luís sempre lidou relativamente bem com o seu problema grave de saúde, assim como todos os que o rodearam ao longo do seu percurso. Quando ingressou no mercado de trabalho, aquando da sua entrada na vida adulta, iniciou, em simultâneo, uma das fases mais difíceis da sua vida: os seus colegas de trabalho não aceitaram lidar com as suas limitações e sofreu de assédio psicológico por parte de pares e superiores. A intensidade dos abusos foi de tal ordem que teve de abandonar a empresa e procurar novos rumos para a sua vida profissional. Conseguiu trabalho como camera man num canal de televisão, onde se sentiu integrado, aceite e realizado, e hoje é assistente de produção num canal de notícias português. No entanto, as sequelas perduraram e teve que procurar acompanhamento psicológico durante alguns anos.

Luís é alentejano e foi na paisagem alentejana, tão presente na sua infância e juventude, que alimentou a sua esperança nesse período mais difícil. Conseguiu superar o trauma que lhe fora infligido, sonhando para além do momento que se apresentava tão difícil e acreditando naquilo que ele sabia de si próprio – quem era e sempre fora.

O Alentejo é a terra que JOSEP.H. chama de casa. A abertura das suas planícies, o dourado das suas searas, o azul fundo do seu céu foram também palco das suas próprias superações. O Alentejo está sempre presente nas suas canções, mas em “Feno Trino” essa presença é mais vívida e tangível.

A faixa e o videoclipe que a acompanha já se encontram disponíveis digitalmente.

Eivør – Room (2012)

Eivør – Room (2012)

Memória de Elefante 21/07/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Naomi Falcon & The Dub Collective – Dream (2024) (Single)

Naomi Falcon & The Dub Collective – Dream (2024) (Single)

Naomi Falcon & The Dub Collective  play a unique yet accessible style of reggae, influenced by soul, dub, afrobeat, ska and folk.

The quintet around the swedish-suisse singer/composer/ukulelist Naomi consists of international musicians from Portugal, Tanzania and Italy, and often plays with additional special guests 

– a typical Algarvian culture clash line-up. 

Naomi once wrote “I go, I’m gone, I’m long away”, a lyric line that drove her to live and tour all over Europe, before choosing to stay in southern Portugal for good, where the Dub Collective was born in 2016. A real love match!

Naomi’s compositions impress with poetry and her unique and powerful voice.

Her honest lyrics come with a message of importance, while her great band provides authenticity, good vibes and a multicultural world groove that will drag you to the dance floor. 

To quote them again:

“I might see you there, I might see you there, I might.”

You can’t resist, promise!

Catman Plays The Blues #131

Catman Plays The Blues #131

Autor:

Manuel Pais

Neste mês de Julho o Blues sobe ao palco.

Ficamos esta semana com a grande cantora Shemekia Copeland ao vivo no Crescent City Blues & BBQ Festival em New Orleans num concerto registado a 15 de outubro de 2023.

Tony Allen: Tony Allen, Hugh Masekela – Rejoice (2020)

Tony Allen: Tony Allen, Hugh Masekela – Rejoice (2020)

Memória de Elefante 20/07/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Fernando Ferreira – Eh Pá (2024) (single)

Fernando Ferreira – Eh Pá (2024) (single)

TEMPO de Fernando Ferreira, vem convocar o seu e os nossos diferentes tempos. Tempos individuais e colectivos. Recupera canções e textos originais de um passado construído na primeira pessoa. Interpreta composições e autorias de cantautores e poetas maiores de diferentes imaginários (Sérgio Godinho, Jorge Palma, Caetano Veloso, Chico Buarque, Ary dos Santos), imprimindo neles a sua textura, densidade e plasticidade.

TEMPO é produzido e arranjado por Gonçalo Alegre, que também assume a direcção musical ao vivo. Fernando Ferreira é acompanhado por quatro músicos multi-instrumentistas com quem revisitará os seus dois trabalhos anteriores Mestiço (2010) e Mantenhas(2020).

Este concerto é um projecto financiado pela DG Artes, com várias apresentações marcadas para 2024 em território nacionaL.

Ficha Artística:

Fernando Ferreira: Voz

Gonçalo Alegre: Guitarras, Electrónica e Vozes

Joaquim Rodrigues: Piano

Miguel Rodrigues: Bateria e Percussões

Yami Aloelela: Baixo e Vozes

Anabela Botinas: Gestão do Projecto

Duarte Moita: Booking e Direcção Técnica

Cândido Esteves: Técnico de Som

António Martins: Técnico de Luz

Fernando Ferreira

Sai da Guiné aos 5 anos, rumo a Cabo Verde na companhia dos pais e das irmãs. O pai, cantor de mornas, influencia a forma como ouve e sente a música. A música brasileira entrou na vida do futuro cantor ainda na adolescência pelas mãos de suas irmãs, sendo influenciada por grandes compositores e intérpretes: Caetano, Djavan, Gil, João Gilberto entre outros. Com a mãe descobre a nostalgia do fado e da canção. Durante o ensino secundário forma com alguns colegas diferentes projectos de música popular portuguesa, acedendo assim à música de José Afonso, Fausto, Sérgio Godinho, José Mário Branco e ainda à colecção de Giacometti e Lopes-Graça, entre outros.

Um artista multifacetado entra no mundo do teatro trabalhando com: Filipe la Féria, Juan Font (Els Comediants), Guilherme Filipe, Fernando Gomes entre outros através de vários géneros, desde musicais ao drama. Fez televisão participando em séries, e também cinema, em filmes como “O Ralo” (de Tiago Guedes e Frederico Serra) ou “O Herói” (de Zezé Gamboa – prémio Sundance).