1 Álbum 100 Palavras #58: Ólafur Arnalds – Some Kind Of Peace (2020)
1 Álbum 100 Palavras #58: Ólafur Arnalds – Some Kind Of Peace (2020)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
Em “Some Kind of Peace,” lançado em 2020, o compositor islandês Ólafur Arnalds mistura música clássica contemporânea com elementos eletrônicos e minimalismo. O disco é uma exploração pessoal de temas como vulnerabilidade, conexão e autorreflexão. Com colaborações de artistas como Bonobo e Josin, o álbum cria uma atmosfera emocional e introspectiva através de camadas suaves de piano, cordas e texturas eletrônicas. Faixas como “Woven Song” e “Back to the Sky” destacam a delicadeza e a intensidade emocional que caracterizam o trabalho de Arnalds. “Some Kind of Peace” é uma obra meditativa, que oferece conforto e tranquilidade em tempos de incerteza.
Boa escuta!
Prazeres Interrompidos #294: Umberto Eco – Confissões de Um Jovem Escritor (2011)
Prazeres Interrompidos #294: Umberto Eco – Confissões de Um Jovem Escritor (2011)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
O brilhante escritor italiano leva-nos numa viagem aos bastidores do seu método criativo e recorda como arquitetou os seus mundos imaginários: partindo de imagens específicas, fez sucessivas escolhas ao nível da época, da localização e da caracterização do narrador – o resultado foram histórias inesquecíveis para todos os leitores.
Fernanda Abreu – Raio X – Revista E Ampliada (1997)
Fernanda Abreu – Raio X – Revista E Ampliada (1997)
Memória de Elefante 08/09/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Manifesto Sonoro #51
Manifesto Sonoro #51
Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, com a realização e produção de Nuno Duarte e Carlos Ramos Cleto
Para ouvir em: radiolisipo.com/
Os manifestantes desta semana foram:
Beautifull Junkieards – Black Cape
Lisa Sereno – Mystery
Alek Rein – Everything’s Changing
Clara Bicho & Exclusive Os Cabides – Árvores do Fundo do Quintal
Wolf Manhattan, Jenna-Marie Laine — Breathe
Pluto – Quadrado
Too Many Suns, Surma — 1974
Captain Boy & Surma – True Love Will Find You In The End
Ana Lua Caiano – Adormeço Sem Dizer Para Onde Vou
Ana Lua Caiano – Olha Maria
Marvel Lima – Fever
La Chanson Noire – Enforca o fascista que ha dentro de ti
Miúda – Com quem eu Quero
Mel – Summer Song
Slowburner – All the possibilities of the universe
Rodrigo Leão – O Ovo do Tempo feat Surma
Márcia feat. J.P. Simões – A Pele Que Há Em Mim (Quando O Dia Entardeceu)
Latimore – Latimore III (1975)
Latimore – Latimore III (1975)
Memória de Elefante 01/09/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Lisa Sereno – Mystery (2024) (single)
Lisa Sereno – Mystery (2024) (single)
LISA SERENO LANÇA SINGLE DE ESTREIA “MYSTERY”
ARTISTA ATUA NO MIL LISBOA A 26 DE SETEMBRO
Lisa Sereno, cantautora de Leiria que se estreia nas edições, lança o seu primeiro single “Mystery” com o selo Omnichord e um vídeo realizado por Martim Braz Teixeira. Em setembro sobe ao palco do MIL Lisboa, para uma primeira apresentação ao vivo em festival.
“Mystery” é a canção que nos introduz ao universo de Lisa Sereno, um cosmos nostálgico, repleto de inbuências da folk e referências da pop americana dos anos 1960-70. É uma nova aposta da Omnichord, editora que lança este seu single de estreia e que promete mais música nova até ao [nal de 2024.
“Mystery” é uma canção-poema, uma declamação ao desejo de se ser misterioso. Segundo a artista a letra fala-nos de uma espera eterna por alguém que se esconde por detrás de uma aura de mistério, nunca revelando demasiado de si, apenas o su[ciente para despertar um desejo e curiosidade que acabam por nunca ser correspondidos. Envolvida por uma atmosfera de nostalgia, para a qual as cordas e o som aproximado ao de um cravo contribuem, “Mystery” invoca velhas memórias e faz-nos sonhar com o que poderia ter sido. É uma viagem inegavelmente dramática e triste, mas que, quando acaba, se sente como aceitação.
Lisa Sereno estreia-se também ao vivo já no próximo mês de Setembro, fazendo uma pequena digressão de apresentações ao vivo até culminar no seu primeiro concerto em festival, a acontecer a 26 de setembro no MIL Lisboa. A digressão, em modo “Road to MIL”, passará, ao longo de um [m de semana, por uma livraria de Leiria, uma varanda de uma estação de rádio em Coimbra e um espaço de restauração no Porto.
Lisa Sereno integrou, em 2023, o processo de capacitação de novos talentos das primeiras Academias MIL, realizadas em Leiria, em parceria com a Omnichord.
Lisa Sereno ao vivo:
20 Setembro LEIRIA – Livraria Arquivo (18h00)
21 Setembro COIMBRA – Varanda da RUC (15h30) 21 Setembro PORTO – Apuro (22h30)
26 Setembro LISBOA – FESTIVAL MIL
Quem é Lisa Sereno?
Cresceu em Leiria, onde, no coro da igreja local, se familiarizou com os louvores e o culto da música ao transcendente. Hoje, secularizou este louvor e dedica-o a episódios que a marcaram, enquanto encerra capítulos e aprende a lidar com a sua visão sensível do mundo, através de canções inbuenciadas pelo universo da música folk.
Catman Plays The Blues #138
Catman Plays The Blues #138
Autor:
Manuel Pais
Esta semana apresentamos novos discos de Guy Davis e de Shemekia Copeland e celebramos o nascimento do cantor Texas Alexander.
African Roots #52
African Roots #52
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Simentera – Serpentinba
2 – Ndedi Dibango – Épapala
3 – Joey Etondey – Diboa La Kame
4 – Paul Ngozi – Ba Yowo Yenge
5 – Ondeno Rebieno – Mayolye
6 – Lazarus Kgagudi – Bafana Bafana
7 – Ricky Banda – Pano Calo Chapanshi
8 – Carlos Burity – Tona Caxi
9 – C.K Mann – Medze Makoma Ma Wo
10 – Quirino Do Canto – Tributo a Talaia
11 – Abakhwenyana – Zikhethele
12 – Benis Cletin – Instant Boogie
13 – Mangue Konde – Pop Kondé
14 – Abdul Raheem – Alaiye
15 – Os Úntués – Chi bo sa migu di vede
Eddie Duran: Vince Guaraldi Trio – The Latin Side Of Vince Guaraldi (1964)
Bonga – Angola 76 (1976)
Memória de Elefante 05/09/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Quatro Anos de Cultura Lugar de Resistência #1: Marcos Cerejo – Nova Era Schola (entrevista 26/08/24)
Quatro Anos de Cultura Lugar de Resistência #1: Marcos Cerejo – Nova Era Schola (entrevista 26/08/24)
Autor da entrevista: Francesco Valente
– Equinox | Nova Era Schola
A conexão com o ciclo da Natureza traz-nos alento, sentido de pertença e encontro. Mergulhamos de mente aberta na procura da resposta à questão que nos acompanha: quem sou eu?
O Nova Era Schola apresenta EQUINOX, uma viagem musical e poética pelas 4 estações: Outono, Inverno, Primavera e Verão. Quatro fases, quatro tempos.
Esta viagem proporciona-nos um encontro com nós mesmos: uma reflexão sobre a nossa conexão com a Natureza e de que forma as mudanças que nela existem nos influenciam e moldam.
A procura da identidade é um exercício constante do ser humano. Deixamo-nos levar pela corrente cultural e intelectual que nos envolve, procuramos uma resposta em fontes externas do nosso ser. Através da exploração de repertório simbólico e invocativo de paisagens sonoras do nosso imaginário, da conexão a outra formas de arte e da colaboração com novos e promissores artistas da área da música e poesia, o Nova Era Schola apresenta este concerto conceptual:
um convite, um desafio à exploração dos sentimentos e sensações que o ciclo das estações tem para nos oferecer.
A conceção do espetáculo, criada em parceria entre Marcos Cerejo e Mónica Beltrão, conta com a colaboração criativa e artística de membros do Nova Era Schola, tornando-se assim um concerto que encontra a sua própria identidade, na partilha.