
Daro Behroozi – Clarinets I (2018)
Memória de Elefante 30/06/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Daro Behroozi – Clarinets I (2018)
Memória de Elefante 30/06/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Catman Plays The Blues #128
Autor:
Manuel Pais
injustamente pouco conhecidos :
o cantor e harmonicista Dustin Arbuckle e o guitarrista Willie Lomax.
Evocamos ainda a cantora e harmonicista Annie Raines na passagem do seu aniversário.

Manifesto Sonoro #48
Autor: Carlos Cleto
Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de música nacional ou em língua portuguesa, com a realização de Carlos Cleto e a produção de Nuno Selvagem Duarte
Os manifestantes desta semana foram:
Mathilda – For You
Old Jerusalem – High high up that hill com Peter Broderick
Da Chick – New Day
Humana Taranja – Deixa Arder
Wraygunn – Dont you wanna dance
Belle Chase Hotel – Sunset Boulevard
Mas Foice – Coca Cola Billy
Mito – TV
Sal – Mentira Viral
The Legendary Tigerman – New Love feat. Best Youth
Peter Suede – Downtown Drugs
Panda Bear & Sonic Boom – Edge Of The Edge
The Weatherman – Gentrification Rhapsody
Branko & Mayra Andrade – Reserva Pra Dois
Moullinex & Selma Uamusse – Ngoma Nwana

Alexandre Lagoya – The Alexandre Lagoya Edition – Complete Philips Recordings With Orchestra (2019)
Memória de Elefante 29/06/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

ALSO – The Unknown (2024) (single)
“the unknown” é o segundo single a sair do esperado álbum de estreia dos ALSO programado para sair em Junho de 2024. Este é uma viagem às memórias das histórias de vida dos avós de Alex e Sofia, membros do duo.
Esta canção conta a história do avô de Sofia que fugiu de casa com apenas 10 anos, indo sozinho de uma pequena aldeia para o “desconhecido”.A viagem de Santar a Lisboa que foi feita escondido num camião de laranjas é contada pela voz de Sofia, as guitarras de Alex e a bateria gravada por Francisco Santos.
Com este single ALSO aproximam-se da nova onda de UK Jazz fazendo uso de progressões harmónicas pouco comuns, um refrão que faz uso do “scat singing” e harmonias vocais fora do universo Pop.
Disco de estreia da dupla é uma mistura elegante de pop, jazz, R&B e neo soul
Os ALSO editaram o álbum de estreia “water lilies and other stories”, já disponível em todas as plataformas digitais. O disco, inteiramente escrito, composto e produzido pela dupla portuguesa – formada pelo guitarrista e produtor Alex Sweeney e a vocalista Sofia Costa – é uma homenagem aos avós dos dois artistas e apresenta uma mistura elegante de sonoridades pop, jazz, R&B e neo soul.
“Este álbum é muito importante para nós porque, além de ser o primeiro que lançamos, falamos de histórias muito pessoais, como nunca fizemos antes. É uma homenagem aos nossos avós e todas as músicas foram criadas em honra deles. À exceção de ‘A.S.C’, todas as faixas foram concebidas tendo como inspiração histórias que eles nos contaram e que partilhamos agora com o mundo. A primeira canção a surgir e que deu origem a este conceito foi a ‘water lilies’ e, por isso, acabámos por chamar ao disco “water lilies and other stories””, revelam os ALSO.
“Em “water lilies and other stories” conseguimos visualizar o nosso progresso e foi com este conjunto de canções que encontrámos a sonoridade que melhor reflete quem somos enquanto artistas. Estamos muito orgulhosos do nosso caminho e especialmente orgulhosos deste álbum”, conta a dupla.
O primeiro disco dos ALSO foi escrito entre o conforto da casa e do estúdio de Alex e Sofia, num processo de composição orgânico, com as músicas a surgirem gradualmente. Reunidas todas as maquetes juntaram-se a Choro, nos Great Dane Studios, para gravar as vozes finais, tendo a mistura e masterização ficado a cargo de Alex Sweeney. O alinhamento de “water lilies and other stories” inclui os singles ‘water lilies’, ‘the unknown’, ‘always’, ‘walls’, ‘more’ e ‘dance’.

Lilboy Bruce – Processo (2024) (single)
LilBoy Bruce acaba de lançar o seu mais recente single ‘Processo’, o cartão de visita para uma nova etapa da sua carreira musical.
Depois de nos dar a conhecer o seu EP de estreia ‘Black Mind’ e mais de 10 singles originais, como Zoom, Julieta e EX, que contam com mais de 52 mil visualizações no YouTube, o artista encontra-se a preparar o seu novo projeto e abre o véu com este novo tema, produzido por VMBEATZ e escrito na totalidade por LilBoy Bruce.
Este novo single ‘Processo’ vem propor uma reflexão sobre a importância de lutarmos e acreditarmos no processo, num discurso autobiográfico, destacando-se como a figura central no seu desenvolvimento e abordando a luta constante contra nós mesmos. “Esta música transmite também a necessidade de jamais esquecermos o ambiente e as pessoas que nos rodeiam, e exalta a todos que acreditem num futuro melhor, para si e para a comunidade.” acrescenta o artista.
LilBoy Bruce, artista revelação no afropop/afrobeat, é natural de Guiné-Bissau, e cresceu entre a Nigéria e o Senegal, de onde traz influências únicas que podemos comprovar ao escutar os seus temas. O artista bebe das mais variadas fontes de inspiração, salientando alguns dos grandes nomes da música de África: Fela Kuti, Salif Keita, Baaba Mal, Youssou Ndour, entre outros.
O artista conta já com várias colaborações, ‘Céu Azul’ no projeto Versos & Poesia com vários artistas, ‘Alma Gémea’ com DJ Mandas, ‘Live My Life’ com Rony Fuego e ainda ‘Bin Sinam’ com a cantora Eneida Marta.
Todo o trabalho de LilBoy Bruce vem de um desejo e compromisso com a comunidade africana e, com isso, fala de amor, da união entre os povos e da luta pela liberdade de expressão. Traz-nos também na sua figura humana e artística um romper de paradigmas sobre o que é a mistura de estilos e tendências, não existindo o masculino nem o feminino, e sim uma harmonia entre todas as cores, texturas e pensamentos
‘Processo’ já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

African Roots #47
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Chief Commander Ebenezer Obey – Eyi Yato
2 – Tinyela – Summer’s Here
3 – Pat Thomas – Onfa Nkosi Hwee
4 – Daba Makourejah – Afreekan Roots
5 – The Kora Band – Serifu Sidi
6 – Sura Susso – Chorobai Samba
7 – Musa Mboob – Gegainy Africa
8 – juffureh band – Fa-Nyamo
9 – António Paulino – Mana Colela
10 – Marcos – Na Mundo Deos Quita Manda
11 – Tony do Fumo – Du Fumo Uafua
12 – Bandé-Gamboa – Pé Di Bissilon
13 – Lulas da Paixão – Nguami Maka
14 – Kavita Shah – Amor di mundo

Honeyboy Edwards – Delta Bluesman (1992)
Memória de Elefante 28/06/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

canalzero – Mazelas (2024) (single)
Descubra as “Mazelas” de canalzero
canalzero vai de férias durante um período indeterminado. Antes disso, porém, deixa uma prenda aos fãs na forma de um novo single, “Mazelas”, disponível a partir de hoje em todas as plataformas digitais.
Sobre “Mazelas”
“Mazelas” não perde tempo a revelar aquilo que é. Uma faixa carregada de emoção, exagerada no seu sentimento, sem quaisquer medos de assim ser. Se é para chorar, é para chorar. Se é para rir, é para rir. Se a pop é suposto ser maluca, então canalzero é a nossa maior estrela pop escondida.
O lançamento de “Mazelas” segue o lançamento dos dois singles anteriores, “Popstar” e “Babsi”, e antecipa uma breve período de hiato para canalzero preparar novas canções e projetos a sair em breve.
O teledisco de “Mazelas” foi realizado por Camilla Ciardi.
canalzero é a persona musical que Bernardo Ramos escolheu assumir para apresentar-se a solo. Para chegar a este momento, a carreira do músico lisboeta tem sido construída por etapas, cada uma a acrescentar uma camada de maturidade que lhe permite agora assumir esta nova etapa.
Entre 2015 e 2017, por entre os estudos, Bernardo começou experimentar com alguns métodos de gravação DIY com bandas que integrava na altura, o que o levou a desenvolver um interesse particular pelas áreas do som e produção em musical.
Em 2018, com dois colegas de faculdade, funda a Chinfrim Discos, editora, agência e promotora independente, de onde surgiram artistas como Bia Maria, RAKUUN, Biloba ou Ana Lua Caiano.
Desde então que Bernardo Ramos divido o seu tempo entre múltiplas funções, assumindo a sua polivalência como cartão de visita na música portuguesa. Toca guitarra com Chinaskee (desde 2017), é o técnico de som ao vivo e colaborador de artistas como Vaiapraia, bbb hairdryer ou xtinto, e responsável pela gravação, mistura e master de diversos artistas, incluíndo Ana Lua Caiano, Bonança, Polivalente ou Bergalgo.
Desde 2022, Bernardo desempenha o papel de formador na Escola Profissional de Recuperação do Património de Sintra, no curso de Produção Musical. Agora, a partir de 2023, Bernardo é também canalzero, estrela pop.

João Gonçalves – Deixem Me Ir (2024) (single)
João Gonçalves, é mais que um nome próprio, que acredita na força das palavras que se vão soltando nas suas músicas. Se existe arte, esta emerge como o veículo de reais mensagens e um verdadeiro caminho de sentimentos despidos.
As suas ideias centram-se em temas contemporâneos que, na verdade, são intemporais: na emoção humana, na bondade, na esperança, na felicidade e na gentileza, porque o hoje só será um amanhã mais rico e puro – uma história por escrever, uma história por cantar. Diz-se e escreve-se que as somas dos pequenos passos produzem grandes feitos e são as singelas ações que levam à diferença.
Permite que o conheçam, palavra a palavra, revelando a sua luz aos ouvintes, com ambiência intimista. Cada mensagem é apresentada como uma pequena história cantada, distintamente para quem as ousar ouvir e interpretar. Assim, os concertos são uma autêntica viagem, sendo o simples intuito passar a palavra e a sua marca intemporal.

Analog Dakar Club #8 – Boribana
It’s a focus on Guinean artists from the 1970’s mostly on the Syliphone label, devoted to instil a sense of national identity by reigniting the arts and cultural practices of Guinea by president Ahmed Sékou Touré. To fulfilling these aims was the government’s cultural policy of authenticité, which saw the creation of a network of arts troupes across the nation. Guinean musicians were encouraged to create modern versions of the traditional songs of their respective regions and the authenticité policy produced many outstanding recordings. Formed in 1967, the Syliphone label became the central distributor of Guinean music. I didn’t resist to the pleasure of playing the full A side of Bembeya Jazz National “Regards sur le passé” who tells the story of the great Almamy Samoury Touré, the last emperor of the Wassoulou.
Here’s the tracklist :
Virtuoses Diabaté : “N’Fa”
Vicky Blain : “Yoni Conakry”
Super Boiro Band : “Sokho Yo”
Camayenne Sofas : “Gbamuyale”
22 Band : “Atoni Yarabi Lema”
Keletigui et ses Tambourinis : “Kebakele”
Bembeya Jazz National : “Regard sur le passé” (part one)
Les Amazones de Guinée : “Tayesala”
Mory Kanté : “Mariam N’Kanou”

R. D. Burman: Usha Uthup e R. D. Burman – Kolkata (2022)
Memória de Elefante 27/06/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.