Prazeres Interrompidos #273: Daniel Silva – O Colecionador (2023)
Prazeres Interrompidos #273: Daniel Silva – O Colecionador (2023)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
No mais recente e trepidante thriller de Daniel Silva, autor n.º 1 da lista dos mais vendidos do The New York Times, Gabriel Allon embarca na busca de um quadro roubado de Vermeer e descobre uma conspiração que poderia levar o mundo à beira do Armagedão nuclear.
Na manhã seguinte à gala anual da Venice Preservation Society, Gabriel Allon, restaurador de quadros e espião lendário, entra no seu bar preferido da ilha de Murano e aí encontra o general Cesare Ferrari, comandante da Brigada de Arte, que aguarda, ansioso, a sua chegada.
Os carabinieri tinham feito uma descoberta assombrosa na villa amalfitana de um magnata sul-africano morto em circunstâncias suspeitas: uma câmara acouraçada secreta que continha uma moldura e um esticador vazios cujas dimensões coincidiam com as do quadro desaparecido mais valioso do mundo. O general Ferrari pede a Gabriel para encontrar discretamente a obra-prima antes que o seu rasto se volte a perder.
— Esse não é o vosso trabalho?
— Encontrar quadros roubados? Teoricamente, sim. Mas o Gabriel é muito melhor a fazê-lo do que nós.
O quadro em questão é O concerto de Johannes Vermeer, uma das treze obras roubadas do Museu Isabella Stewart Gardner de Boston, em 1990. Com a ajuda de uma aliada inesperada, uma bela hacker e ladra profissional dinamarquesa, Gabriel não demora a descobrir que o roubo do quadro faz parte de uma tramoia ilegal de milhares de milhões de dólares na qual está implicado um indivíduo cujo nome de código é o colecionador, um executivo da indústria energética estreitamente vinculado às altas esferas do poder na Rússia.
O quadro desaparecido é o eixo de um complô que, caso seja bem-sucedido, poderia submeter o mundo a um conflito de proporções apocalípticas. Para o desmantelar, Gabriel terá de perpetrar um golpe de extrema audácia enquanto milhões de vidas estão presas por um fio.
Menino Manequim – Peso Certo (2024) (single)
Menino Manequim – Peso Certo (2024) (single)
Rock Progressivó-Teatral para agradar a todos
Menino Manequim é um quarteto que gosta de fazer barulho com química, humor e atitude.
A música nasce do acaso, trazendo ao de cima instabilidades rítmicas, melodias memoráveis e letras introspectivas, perfazendo um bolo recheado de Rock, Jazz e Fusão.
Dando os seus primeiros passos, o Menino procura mostrar uma sonoridade autêntica e um espectáculo sem igual pelo país fora.
Formação:
Gonçalo Almeida: Voz e Bateria
Guilherme Sequeira: Voz e Guitarra
Henrique Oliveira: Voz e Baixo
Kenny Caetano: Voz e Saxofone
“Gula”, o álbum de estreia de Menino Manequim, estará disponível em todas as plataformas em 2024. Os singles “Escravos”, “Peso Certo” e “Estranhos” são o convite para visitar o seu universo em expansão.
Rumia – Desfado (2024) (single)
Rumia – Desfado (2024) (single)
Usando a letra da música ‘Desfado’ de Ana Moura, Rumia apresenta seu novo single.
Rumia vê “Desfado” como uma canção cheia de contradições. Embora os fados sejam tradicionalmente canções portuguesas, Rumia interpreta “Desfado” de forma diferente. Para ela, a canção desafia os fados convencionais e canta sobre algo que não te pertence inherentemente.
Como artista meio espanhola, meio portuguesa, esta perspetiva ressoa profundamente com ela – “É como se não tivesse nenhum fado em mim; de qualquer forma, canto-o. Mas no final, embora não me pertença, sinto-o como qualquer outra pessoa”.
A versão de Rumia destaca-se com ritmos energéticos de drum and bass, criando uma cativante e inovadora canção eletrónica.
Este é o single de estreia de Rumia em português, e marca o primeiro lançamento do seu aguardado segundo álbum. O single vem acompanhado de um vídeo musical gravado no norte de Portugal.
Coffee Breakz #84 – All Flows Reach Out
Coffee Breakz #84 – All Flows Reach Out
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
1. Greetings From Joon — Cascading Rainbows Through Caterpillar Wings and Glowing Like the End of Time
2. The Jesus and Mary Chain — Second of June
3. Chelsea Wolfe — Place in the Sun
4. Gustavo Portes & Italo Trento — Temporal
5. The Alchemist — Seasons Change
6. Mavis Staples — Worthy
7. Chester Watson & Elaquent — Katana
8. TOBi & Kojey Radical — Ego Slide
9. Open Mike Eagle — Password (Tiny Man Raps)
10. Fred — The Block
11. madLib — Goated Moshpit (prod. by Veraz Beats)
12. DR. Moriarity — Super Villains (ft. MF DOOM & A-F-R-O)
Big Bill Broonzy – Blues Singer Vol N°1 e Nº2 (1952)
Big Bill Broonzy – Blues Singer Vol N°1 e Nº2 (1952)
Memória de Elefante 26/06/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Mallina – Nas Tuas Mãos (2024) (single)
Mallina – Nas Tuas Mãos (2024) (single) Id
Depois do lançamento de ESPELHO, o seu EP de estreia, a ‘‘moura encantada do sul” traz-nos o irreverente single ‘NAS TUAS MÃOS’ que nos mostra a raça de que é feita esta ‘moça’ MALLINA.
Conquistou o público de Lisboa, num quente e cheio Musicbox, no final do ano passado, e está desde então a preparar o próximo grande projeto que inicia com este Pop Eletrónico para soltar os corpos e dançar, mas sempre com a chamada de atenção habitual da artista, temas delicados mas dançados e cantados, para que se tornem leves mas nunca ignorados.
‘NAS TUAS MÃOS’ é um beat Jersey misturado com influências de Fado e Pop Eletrónico que, nas palavras da artista, “usa para dançar até os sentimentos mais reprimidos”.
“Esta música nem era para ser escrita. Mas em conversa com amigas apercebi-me que não estava sozinha no tema ‘assédio’. Na verdade, já nos tinha acontecido a todas de alguma forma. Assim nasceu esta canção, que fala de um par de mãos que ultrapassa o limite que lhe é permitido e que anula, tira, magoa e muda para sempre, com o impacto que tem no corpo de quem lhe é roubada a liberdade.” afirma a artista sobre o novo single.
É no mote “dançar as nossas dores” que a artista enaltece a força de que podemos ultrapassar até mesmo os desafios mais sombrios e ainda dançá-los e cantá-los. Para que isto seja possível, e na tentativa de ser essa VOZ que fala por todos os que de alguma forma já passaram pelo mesmo, MALLINA juntou-se a DØR e Alex Sweeney para chegar à sonoridade de produção que pretendia para a canção, e contou com a ajuda de Brisa, na letra da música.
Tal como já nos tem habituado, MALLINA nunca nos entrega a sua arte apenas a nível sonoro mas sempre com uma componente visual impactante e distinta. A produção fotográfica e o videoclipe têm como inspiração estátuas e objetos inanimados, para mostrar a sensação de ser-se objetificada. O vídeo é todo ele passado num libertar de tensão e conta com planos onde mãos de várias pessoas com muita vida, ultrapassam o seu limite do toque, mostrando assim, mãos que tiram sem perguntar e que nos marcam para sempre. Para cobrir o seu corpo em grande parte do vídeo, e também na foto de capa do single, MALLINA utiliza um tecido longo e metálico, que para além de trazer o efeito industrial e polido, simboliza a proteção e defesa, em caso de risco.
É assim que percebemos que, esteticamente, a artista tenta cruzar o bizarro com o editorial, tentando dar sempre a sua nota de Cultura Pop e Moda às imagens que produz. Para que este videoclipe e toda a estética acontecessem contou com a preciosa visão da fotógrafa Tatiana Saavedra, e de Andreia Pereira da Silva, no vídeo e edição.
“Quero muito dançar esta música com todas as pessoas a quem um par de mãos lhes roubou o que quer que fosse. Seja isso, consentimento, respeito, espaço pessoal, saúde mental. Uso muito o mote “dançar para avançar! Usem-no também” é o desejo de MALLINA com este novo single.
MALLINA vai apresentar este single pela primeira vez ao vivo já no próximo dia 20 de junho, num concerto único no ESPAÇO MOCHE, com curadoria de Estúdio Zeco e três convidados especiais: Lázaro, Peculiar e Alex D’alva. Uma onda do sul invadirá novamente Lisboa, trazendo a boa hospitalidade que tanto a caracteriza.
‘NAS TUAS MÃOS’ já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e ao longo do ano de 2024 podemos esperar vários lançamentos, a culminar num projeto com saída em 2025.
Wave Flow – Storms Arise (2024) (single)
Wave Flow – Storms Arise (2024) (single)
Os Wave Flow, originários de Braga, são uma banda influenciada pelos grandes nomes do Rock/Hard Rock, e marcados pelo seu irreverente espírito jovem.
Fundada em 2017 pelos seus membros originais Zé (guitarra e voz), Esteves (baixo) e mais tarde Quim (bateria), os Wave Flow contam hoje com 3 álbuns na sua discografia, caracterizada por uma tendência crescente de intensidade, dinâmica e groove.
O seu álbum de estreia “Big Bang” foi lançado em versão demo ainda no ano de fundação, e reeditado em abril de 2018. Em dezembro do mesmo ano, é lançado o segundo disco “Electric Breath”, melodicamente mais maduro, centrado na mensagem crítica e de revolta.
Com vontade de dar mais corpo ao seu som, dá-se a entrada de Miguel (guitarra solo) no início de 2019, trazendo consigo uma dualidade de power chords e solos melódicos.
Com a chegada do ano de 2020, chegou também um momento negro da história da banda, e da amizade que os caracteriza. O falecimento de Esteves, membro fundador, marcou os restantes integrantes com uma ferida que nunca irá cicatrizar. Após meses de incerteza, Zé, Quim e Miguel decidiram que a única forma de honrar o legado de Esteves seria continuar a fazer o que sempre fizeram juntos e continuar a batalhar pelo objetivo que os uniu. Assim, Zé passou da guitarra para o baixo, e um novo álbum, que viria a definir o seu som enquanto trio, começou a ser trabalhado.
O processo de composição e gravação do novo disco serviu como anestesia para a dor que ainda pairava sobre todos, e é então que é lançado o terceiro e mais recente album dos Wave Flow, “Freak Out”, em julho de 2021, no seu concerto de apresentação, num esgotado Auditório do IPDJ, em Braga.
Chegado o ano de 2022, a banda lançou dois novos singles “Stargaze” e “Value Of Time”, descolados de qualquer álbum ou EP, no sentido de mostrar a nova vertente musical da banda, abraçando um som mais progressivo, sem deixar morrer a personalidade crua e agressiva do Rock, que tanto os caracteriza.
Com o intuito de continuar a evoluir nesse sentido, no inicio do ano de 2023, a banda admite um novo membro, Acácio, incorporando novas harmonias vocais e na guitarra.
Joey Alexander – Warna (2020)
Joey Alexander – Warna (2020)
Memória de Elefante 25/06/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Trovador Urbano #5
Trovador Urbano #5
Autor:
David Calderon
(episódio de 25 De Junio 2024)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
Ela Li – Metamorfose Feat Azart (2024) (single) Id
Ela Li – Metamorfose Feat Azart (2024) (single) Id
A cantora e compositora ela li editou o novo single ‘Metamorfose’, uma parceria com o rapper Azart. Já disponível em todas as plataformas digitais, via Warner Music Portugal, esta é uma canção sobre o tema desafiante da mudança.
“Sinto esta música como uma canção quente, que mistura as sonoridades afro e eletrónica de uma maneira dinâmica e divertida. É sobre a mudança, um tema que, para muitos, pode ser desafiante, mas que abordamos de uma maneira leve. Muitas vezes resistimos à mudança por medo e ansiedade, por não sabermos o que esperar ou por receio de sair da nossa zona de conforto”, afirma ela li.
A cantora acrescenta que “‘Metamorfose’ é sobre o facto de não podermos aceitar que o que já não nos preenche nos prenda. Como diz o Azart num dos versos: ‘tudo vai, tudo vem, tudo sai, tudo bem’. É um chegar à conclusão de que ‘toda a tristeza é feita pela natureza’, onde nada se perde, ‘tudo acaba por se transformar’, conforme canto no tema. Essa metamorfose é inevitável, só temos de enterrar o que já não nos faz falta e esperar a mudança que virá”.
A canção é acompanhada por um visual 3D de Santiago Caiado, que segue a inspiração na metamorfose da natureza para expressar o conceito de mudança.
A cantora conta que “o processo de composição foi muito bonito. Eu sabia que queria falar sobre este tema, já tinha escrito alguns versos soltos no computador, bem como o sample que queria incorporar, um pedacinho de ‘Deixa A Gira Girar’, que a banda de MPB Os Tincoãs editou em 1973. Encontrei-me no estúdio com os Mogno – o Luís Sanches e o Bernardo Gonçalves – e começámos a trabalhar na música. Enviei a demo ao Azart e ele adorou e escreveu os versos dele quase de rajada. Estamos muito orgulhosos do tema que construímos”.
‘Metamorfose‘ tem letra da autoria de ela li e Azart, música e produção com assinatura da artista, Luís Sanches e Bernardo Gonçalves e mistura e masterização a cargo do colaborador habitual Tayob Juskow.
Este novo tema é o primeiro que ela li edita após o álbum de estreia, “Choradeira”, de 2023, que deu a conhecer os singles ‘Apaixonei’, ‘Coisa Boa’, ‘Faltam-me as Cores que Nunca Vi’ e o tema título.
“Lancei o álbum “Choradeira” há uns meses e, agora que estou a compor músicas novas, sinto que estou numa fase de mudança e que nada acontece por acaso. Sabia que queria falar sobre este tema nesta música mas sem saber muito bem porquê. Agora faz todo o sentido porque, de alguma maneira, parece que, inconscientemente, eu estava a dizer a mim própria para aceitar todas as mudanças que aí vêm”, revela ela li.
Além de ‘Metamorfose’, a artista está a trabalhar em novas canções e promete mais lançamentos ainda durante 2024.
Jau Mur – Anfitriã (2024) (single)
Jau Mur – Anfitriã (2024) (single)
O músico, cantor e compositor Jau Mur disponibilizou o novo single ‘Anfitriã’. Com letra, música e produção da autoria do artista, esta é uma canção sobre a nostalgia de recordar um lugar que foi importante numa determinada fase das nossas vidas.
“A ‘Anfitriã’ é uma música sobre aquele momento e espaço que nos foi importante num determinado momento da nossa vida e a sensação agridoce que é saber de saber que aquele período de tempo, apesar de ter terminado, será sempre bom recordar”, revela Jau Mur. “É, mais concretamente, sobre o período em que vivi na Covilhã onde, além de ter sido estudante universitário, descobri e reafirmei quem sou e o que quero fazer. Tentei que a música oscilasse entre o minimalista e o grandioso, porque a peculiaridade da cidade foi para mim, precisamente, a mistura de momentos pacatos e momentos intensos”, conta ainda.
Formado em cinema, Jau Mur idealizou e realizou o videoclipe que acompanha a faixa ‘Anfitriã’, que foi filmado, precisamente, na cidade da Covilhã.
O novo single e vídeo sucedem a ‘Em Contratempo’, um tema igualmente escrito por Jau Mur e cujo videoclipe foi, também, realizado pelo artista.
Nas suas próprias palavras, esta é uma canção autobiográfica sobre “a procura de equilíbrio entre trabalho, lazer, responsabilidades e o quotidiano, partindo do caos e desordem total até se tentar ter tudo sob controlo. Eventualmente encontramos o nosso próprio ritmo, seja ele no tempo ou em contratempo”.
O videoclipe da música segue a narrativa da letra, “retratando pequenas peripécias do meu dia a dia, e acrescentando um contexto narrativo aos momentos da música exclusivamente instrumentais”, diz Jau Mur.
‘Anfitriã’ e ‘Em Contratempo’ fazem parte do álbum de estreia do músico, “Mundano”, marcado por uma sonoridade indie-rock. Inteiramente composto, escrito e produzido pelo artista, este é um conjunto de canções sobre temáticas ligadas ao quotidiano, às quais deu um toque dramatizado.
“Este é um álbum que fala não só de peripécias e acontecimentos da minha vida que senti que davam uma boa história mas, também, de situações do dia-a-dia de outras pessoas que chamaram a minha atenção. Assim surgiu o título, nessa ironia de encontrar relevância no que é mundano. Gosto de pensar que o disco convida o ouvinte a desfrutar de um outro ângulo sobre o que é vulgarizado, seja este um ângulo mais leve, mais atento, mais contemplativo, ou mais nostálgico”, afirma Jau Mur.
“Mundano” conta com a participação de vários intérpretes e instrumentistas, como Yara Mara, Maria Moura, Filipa Pinto ou Zé Moreira, e, por isso, Jau Mur considera-o um trabalho de parcerias. O disco inclui os singles ‘O Carmo e a Trindade’, ‘Crias e Progenitores’, ‘−£10,000’, ‘Em Contratempo’ e ‘Anfitriã’.
Ariel Pink – Dedicated To Bobby Jameson (2017)
Ariel Pink – Dedicated To Bobby Jameson (2017)
Memória de Elefante 24/06/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.