Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
1. Beastie Boys — Sabotage
2. Beastie Boys — Get It Together
3. Eugene McDaniels — Headless Heroes
4. The Moog Machine — Aquarius / Let the Sunshine in
5. James Brown — Escape-Ism (Pts. 1 & 2)
6. Fred Wesley & The Horny Horns — Four Play (Mike E. Clark remix) [ft. Maceo Parker]
7. Biz Markie — One Two
8. Leroy ‘Horsemouth’ Wallace — Herb Vendor
9. Spoonie Gee — Spoonie Is Back
10. Beastie Boys — Sure Shot
11. Jeremy Steig — Howlin’ for Judy
12. Run–D.M.C. — Rock the House
Monnette Sudler: The Sounds Of Liberation – New Horizons (1972)
Monnette Sudler: The Sounds Of Liberation – New Horizons (1972)
Memória de Elefante 05/06/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Wave – Viver (2024) (single)
Wave – Viver (2024) (single)
André, Diogo e Gonçalo formam os WAVE, uma banda de rock,
natural de Barcelos. Juntaram-se em 2018, sem grandes objetivos
traçados, para tentarem fazer música juntos. 6 anos depois, lançam
finalmente o primeiro EP – “MATÉRIA”.Em 5 faixas, a banda explora questões existenciais e distópicas, comsonoridades mais energéticas e maduras. Estas músicas são consequência do projeto “Criar a Criatividade”, organizado pelas Guitarras de Manhente: Escola de Rock. Aí nasceu a música“Finalmente”, a primeira em português escrita pela banda.Perceberam que o português resultava com o tipo de música quecriavam, e continuaram a escrever. O EP conta com três músicas emportuguês e uma em inglês. Em comparação ao que faziam anosatrás, este EP marca um capítulo muito mais energético e madurodos WAVE.Uma das maiores inspirações criativas da banda passa muito pelaprópria cidade de Barcelos, de onde nasceram tantas outras. OsWAVE consideram urgente continuar a fazer música rock, sobretudopara não deixar morrer a tendência de aparecerem todos os anosbandas novas.
Luís Braz Teixeira – Sonhos (2024) (single)
Luís Braz Teixeira – Sonhos (2024) (single)
Luís Braz Teixeira estreia o novo single “sonhos”
Cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista com influências de R&B, Indie Pop e Soul, Luís Braz Teixeira começou a aprender música com 4 anos e desde 2020 conta com 26 temas originais e 2 EP’s.
Quando queremos deixar a realidade para trás, existe uma melodia que nos leva para longe, sem sair do lugar: “sonhos”, a segunda música do primeiro projeto em português de Luís Braz Teixeira
Com uma fusão entre o Pop e o R&B, “sonhos”, a segunda música do primeiro projeto em português de Luís Braz Teixeira, tem uma atmosfera calma e letra profunda, transmitindo uma mensagem triste e introspectiva, perfeita para momentos em que nos queremos fugir à realidade.
Uma bonita dualidade entre o significado da música e as melodias vibrante torna este tema ainda mais reconfortante.
Ainda Há Arraial Na Mouraria (2024) #6 – Toupeira – João Berhan (entrevista 24/05/24)
Ainda Há Arraial Na Mouraria (2024) #6 – Toupeira – João Berhan (entrevista 24/05/24)
João Berhan apresenta na Radio Olisipo o projeto Toupeira que vai se apresentar no do Arraial Renovar a Mouraria de 2024, no dia 06/06/24 às 19h.
A Toupeira trata-se de um projecto que, tratando-se de um projecto, Zé Mário nunca aprovaria. Conjunto sem membros, sem pés nem cabeça, a Toupeira tem corpo, taninos arreganhados e final de boca polifónico, ideal para marinar carnes fracas.
Parida na Gare de Austerlitz, é criada por uma família de tamagochis latifundiários e aprende tudo o que sabe sobre amor e criptomoeda numa sessão de ayahuasca no parque de campismo de Sines. É avistada pela primeira vez em Abril de 1974, no vagão-bar do Sud-Express, a googlar “coisas p fazer no dia da revolução”.
Que caminho tão longo: 50 anos depois da madrugada inicial, inteira e limpa, a Toupeira fura-fura, sai da toca e canta as alvoradas que ficaram por raiar. Ou seja, canções de José Mário Branco e Zeca Afonso, com arranjos de Teresa Campos, Olmo Marín, Inês Melo, Diogo Picão, Ricardo Ribeiro e João Berhan.
Mikey Dread – African Anthem (The Mikey Dread Show Dubwise) (1979)
Mikey Dread – African Anthem (The Mikey Dread Show Dubwise) (1979)
Memória de Elefante 04/06/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Trovador Urbano #2
Trovador Urbano #2
Autor:
David Calderon
(episódio de 21 De Mayo 2024)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
sús – Abdolmen (2024) (single)
sús – Abdolmen (2024) (single)
“Entre” é o álbum de estreia de sús
Depois dos singles, “Primavera Deserta”, “Cicatriz” e “Além do Tempo”, sús edita o seu álbum de estreia “Entre”, um álbum que é tanto um convite como uma ode à impermanência das transições.
Para sús, foi um “processo longo e muito empoderador” assinar pela primeira vez a produção, composição, gravação e performance de todo o disco cujas canções foram escritas na Dinamarca, mas terminadas em diversos lugares.
A forma como percecionamos o conceito de interior, de casa, de útero e de tudo que nos é íntimo e que tem como consequência a demanda pelo exterior, é a reflexão que a artista nos propõe no seu primeiro longa duração a solo.
“É nesta reflexão que me deparo com o “Entre”, com as membranas ou paredes que nos confrontam com o facto de estarmos unidos pelo que nos separa.”
É um disco sobre processos, transições, relações consigo e com o outro, com lugares, memórias, ideias, palavras, e sobre o encontro com os lugares de calma entre as tempestades. Num tom contemplativo e melancólico, “Entre” fala também sobre o amor, a perda e o afeto.
Com uma sonoridade que se acerca do folclore, do misticismo e do realismo mágico, “Entre”, é um disco que abraça o experimentalismo, a música eletrónica e a art-pop mas com a palavra em evidência.
No fundo são “canções sem receita, mas com uma vaga memória daqueles livros de culinária que percorrem gerações”, como nos explica a artista. Na música de sús, subsiste um paralelismo entre os saberes antigos, a música tradicional portuguesa no alto da sua ritualidade e um fascínio da artista pela tecnologia, a eletrónica e uma estética avant-garde.
Esta pluralidade marca o ponto de partida para a busca incessante de uma sonoridade que procura o novo, transportando consigo o antigo. sús bebe da tradição mas olha a vanguarda nos olhos.
Contradição – Carlos Sanches, Filipe Keil (2024) (single)
Contradição – Carlos Sanches, Filipe Keil (2024) (single)
Dois cantautores Flavienses, Carlos Sanches e Filipe Keil, juntaram-se e combinando as suas habilidades musicais distintas, criaram “Contradição”, uma obra que é um mergulho na complexidade e dualidade dos relacionamentos. Esta canção retrata a desconfiança e o ceticismo dos afetos de uma forma que é ao mesmo tempo pessoal e universal. É um convite para uma reflexão sobre a intimidade.
Carlos Sanches é conhecido pelas suas canções introspetivas de indie folk, que capturam a essência do amor, desamor e solidão. Com a sua habilidade única de traduzir emoções em palavras, Sanches conquistou a crítica com o segundo EP – “A Migração das Andorinhas” – e recebeu uma menção honrosa nos Novos Talentos Fnac 2023 com o tema “Clara em Contraluz”.
Filipe Keil, também nascido em Chaves, é um músico multifacetado que, desde cedo, demonstrou talento para a música, escrita e produção musical. Com um corpo de trabalho diversificado, que inclui diversos singles e EPs, Keil não tem medo de explorar temas profundos e diversificados nas suas composições. O seu mais recente lançamento foi o EP, “Artificial”. Para Keil, a composição e a escrita são exercícios diários, uma paixão que transporta para cada projeto.
A produção musical de ‘Contradição’ ficou a cargo do músico Gustavo Almeida (Guss What) e está disponível em todas as plataformas digitais.
CONTRADIÇÃO
Carlos Sanches, Filipe Keil
Composição: Carlos Sanches, Filipe Keil
Letra: Carlos Sanches, Filipe Keil
Direção e Produção musical: Carlos Sanches, Gustavo Almeida
Mixagem e Masterização: Diogo Costa – MLN Studios
Distribuição: Morada
Jimmy Rogers – That’s All Right (1992)
Jimmy Rogers – That’s All Right (1992)
Memória de Elefante 03/06/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
“Quantos é que nós somos”
O Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos em Música e Dança
celebra a Revolução dos Cravos
No contexto da celebração da Revolução dos Cravos, o INET-md organiza o lançamento oficial da Linha Temática Poder, Política e Ativismo no dia 8 de junho.
“Andamos a ver se vemos
O caminho a percorrer
Entre o Abril que fizemos
E o que está por fazer”
Começa assim a canção “Quantos é que nos somos” de José Mário Branco, publicada pela primeira vez em 1987 no álbum “Festa de Abril”. Palavras que, hoje, soam ainda mais atuais, quando Abril celebra 50 anos e os desafios sociais e políticos se acumulam, uns sobre os outros, de forma incessante e preocupante.
Pensar no que “está por fazer”, na perspetiva da investigação em música e dança, significa refletir sobre temas tais como a canção de protesto ou de intervenção, a atividade de artistas em contexto de exílio ou asilo político, o papel das coletividades e associações como lugares de resistência, as artes participativas como instrumento de construção de cidadania, entre outros. Temas que estão no centro das preocupações de várias pessoas da equipa do Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos em Música e Dança, bem como da sua recém-criada linha temática Poder, Política e Ativismo e que constituem o foco das três mesas redondas propostas nesse encontro.
“O caminho a percorrer só o fazemos a andar
Mas p’ra ninguém se perder
Temos mesmo que saber
Quem nos vai a acompanhar”
Pensar no que está por fazer é fundamental, nomeadamente para refletir sobre com quem fazê-lo. Entre as diversas iniciativas de celebração do 50º aniversário do 25 de Abril em que o INET-md vai participar ao longo do ano, esta jornada destaca-se pela vontade de estimular ações mais estreitas entre a academia, o mundo associativo, artistas, instituições culturais e as comunidades mais diversas. Pelas atividades e valores que defende, que melhor lugar do que a Casa de Achada – Centro Mário Dionísio para acolher esta iniciativa!?
Este será um encontro na fronteira entre simpósio académico, debate público, almoço coletivo: uma das “Festas de Abril”, que com certeza nos vai permitir “sentir que não estamos sós”!
Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, R. da Achada 11, 1100-004 Lisboa
Evento gratuito e aberto a todos os públicos. Informações: inet@fcsh.unl.pt
1 Álbum 100 Palavras #44: John Scofield – Groove Elation (1995)
1 Álbum 100 Palavras #44: John Scofield – Groove Elation (1995)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Este guitarrista possui uma ampla discografia de sucesso. Neste disco homenageia os Organ Combos, que se destacaram na cena do jazz dos anos ’60 do século XX, com discos de compositores como Wes Montgomery e com influências de blues e soul. Scofield neste disco é acompanhado por músicos de grande valor, como Larry Goldings no orgão, Dennis Irwin no contrabaixo e Irvis Muhammad na bateria. Temos ainda Don Alias nas percussões e uma secção de sopros de sonho, com Steve Turre no trombone, Randy Brecker no trompete, Billy Drews no sax e Howard Johnson na tuba. Tanta coisa! Boa escuta!”