Trovador Urbano #1

Trovador Urbano #1

Autor:

David Calderon

(episódio de 21 De Mayo 2024)

Trovador Urbano

Presentador:  David Calderón

Inicio emisiones:  Año 1994

Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)

Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am

Tipo: Directo

Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!

Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com

País: Madrid (España)

Human Natures – The Meaning Song (2024) (single)

Human Natures – The Meaning Song (2024) (single)

Pela voz de Maria Roque (recém-vencedora do Festival Termómetro com o projeto Mazela, onde irá atuar nos festivais NOS Alive, Bons Sons e Vodafone Paredes de Coura) e entoada em coro, The Meaning Song expressa o turbilhão de emoções que é sentido ao longo da vida. Desde a paixão ao ódio, descrevendo os altos e baixos da experiência humana. Aprender a saber amar, e deixar partir. A música foi gravada nos Estúdios da EMA (Coimbra), misturada e produzida por Buga Lopes, masterizada por Miguel Pinheiro Marques na Arda Recorders (Porto) e conta com videoclip realizado pela We Are Frames (Lisboa).

A criação de HUMAN NATURES, alter-ego baseado em Lisboa, surge a partir das ideias que João Ribeiro criou ao longo da última década, encontrando na música uma forma de expressar as suas emoções, culminando com o lapidar das canções com um novo grupo de artistas provenientes de vários projetos nacionais emergentes, tais como Eigreen, Líquen, LVI, Masena, MaZela e Peixinhos da Horta, nomeadamente: Alexandre Loureiro, Carlos Serra, Constança Ochoa, Francisco Frutuoso, José Santos, Luísa Levi, Maria Roque e Vasco Faim.

Os primeiros singles The Now e The Road foram bem recebidos pelo público, rádios ibéricas e norte-americanas (Antena 1, Antena 3, RUC, RADAR, FUTURA, RUM, SBSR, esRadio, WPRK, entre outras) sendo a banda selecionada a integrar o CD de Novos Talentos FNAC 2023, a Mostra Nacional de Jovens Criadores 2023 do Gerador e ainda o Festival Emergente 2023 no Musicbox, Lisboa.

Surge assim o LP de estreia ELECTRIC DREAMS (TBR 2024), através da fusão de diversos géneros musicais – desde o dream rock, trip hop, indie eletrónica e shoegaze – tendo como principais influências nomes tais como Beach House, David Bowie, Fleet Foxes, Hania Rani, Massive Attack, Radiohead ou Slowdive, onde são exploradas texturas melódicas, criadas através de guitarras elétricas, vozes e coros modulados, pianos, sintetizadores, e ainda contando com a participação do quarteto de cordas Almedina Ensemble e septeto de sopros Coimbrass Band.

O novo single The Meaning Song, pertence ao Capítulo II do álbum que contará com 12 faixas, divulgando assim as músicas que farão parte dos 2 capítulos iniciais. Ao longo dos próximos meses serão desvendadas um total de 4 músicas, todas acompanhadas por videoclipes criados pela filmográfica WE ARE FRAMES com realização e produção por Laura Couto e Júlio Droguetti.

ELECTRIC DREAMS – CAPÍTULO I & II:

ELECTRIC DREAMS I

THE ROAD

STRINGS

ELECTRIC DREAMS II

THE MEANING SONG

SKIES

FICHA TÉCNICA

COMPOSIÇÃO & LETRA: João Ribeiro

INTÉRPRETES:

Alexandre Loureiro – Bateria, Voz

Carlos Serra – Baixo, Voz

Constança Ochoa – Voz

Francisco Frutuoso – Guitarra, Voz

João Ribeiro – Baixo, Guitarra, Teclados, Voz

José Santos – Teclados, Voz

Luísa Levi – Voz

Maria Roque – Voz

GRAVAÇÃO & EDIÇÃO:

João Ribeiro

Buga Lopes – Estúdios EMA 

MISTURA & PRODUÇÃO:

Buga Lopes

MASTERIZAÇÃO:

Miguel Marques Pinheiro – Arda Recorders

Catarina Branco – Se Passares Pelo Adro (2024) (single)

Catarina Branco – Se Passares Pelo Adro (2024) (single)

Catarina Branco acaba de disponibilizar “Se Passares Pelo Adro”, segundo e último tema em antecipação ao EP “Não me peças mais canções”, agendado para o dia 31 de maio.

A canção é um original de Francisco Carrilho, compositor e músico caldense, e surgiu a partir do poema de António Botto, sendo a mesma composta para o Grupo Coral e Musical da Casa de Pessoal do Hospital das Caldas da Rainha, que acompanhará Catarina Branco ao vivo no dia 7 de junho na Escola Básica e Secundária de São Martinho do Porto e no dia 9 de junho no Coreto do Parque D.Carlos I nas Caldas da Rainha.

Foi no refrão de “Se Passares Pelo Adro” que a artista retirou o título do EP “Não me peças mais canções”, futuro disco que celebra as suas raízes: “Não me peças mais canções / Porque a cantar vou sofrendo / Sou como as velas do altar / Que dão luz e vão morrendo”; Catarina Branco revela ainda que escolheu esta frase como forma de calar a voz intrusiva que a teimava em convencer que a única forma de existir enquanto música seria compondo originais. “Não me peças mais canções porque tinha de me debruçar nas que já existiam”, sublinha.

“O segredo do equilíbrio destes arranjos está na própria exploração do novo instrumento, aliado a um conhecimento vasto em sintetizadores”: A necessidade deste trabalho interior de reconhecimento individual e artístico em material que já existe, serviu para consolidar a sua sonoridade e identidade musical. Foi também um pretexto para aprender a tocar um novo instrumento: a viola amarantina; e procurar inserir esse mesmo instrumento, a uma linguagem de teclados já presente. Permitindo assim alargar os extremos e limites da electro synth-pop, a folk e o tradicional.

“Não me peças mais canções” conta ainda com mais um original de Francisco Carrilho e dois outros temas do cancioneiro popular.

“Se Passares Pelo Adro” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

Festival A Porta – Mariana Lois (entrevista 15 – 05 – 24)

Festival A Porta – Mariana Lois (entrevista 15 – 05 – 24)

Mariana Lois apresenta a programação do Festival A Porta na Radio Olisipo.

Autor:

Francesco Valente

Festival A Porta anuncia cartaz para 2024

Com entrada gratuita e nova localização nas ruínas de um convento do séc XVII, a edição deste ano dá destaque a artistas da região Centro, como iolanda e King Kami.

O Festival A Porta 2024, que decorre de 9 a 16 de junho em Leiria, vai contar com concertos de iolanda, que este ano venceu o Festival da Canção, B Fachada, compositor, multi-instrumentista e produtor, figura única na música popular portuguesa, e La Furia, o projeto da rapper espanhola Nerea Lorón Diaz. Destaque ainda para os nomes de King Kami, 800 Gondomar, Maria Reis e Hause Plants. As escolhas vão da Pop ao Spoken Word, do Indie ao Rap, passando ainda por sonoridades inspiradas no Fado e na Música Tradicional Portuguesa.

Segundo Mariana Lois, Diretora de Programação do Festival A Porta 2024, “o cartaz deste ano reflete uma preocupação de sempre, mostrar ao nosso público artistas que, muito provavelmente, se não atuassem n’A Porta, dificilmente iam a Leiria. Procuramos programar artistas emergentes, como é o caso de Hause Plants, MALVA ou MEIA/FÉ, que certamente muitos irão ver n’A Porta pela primeira vez. Demos também uma atenção especial à programação de bandas e artistas da região, como é o caso de King Kami, de Fátima, iolanda, de Pombal, margô e Diadorim, que vivem em Leiria, ou ainda bandas nativas da cidade, como Wheels e Dispirited Spirits.”

Concertos nas Ruínas

A maioria dos concertos decorre no novo recinto do festival, nas ruínas do Convento de Santo António dos Capuchos, estando alguns já confirmados para o Stereogun, clube de som que nos últimos anos tem acolhido algumas das atuações mais memoráveis do Festival A Porta e finais de noite épicos, com DJ sets após os concertos. 

A programação musical distribui-se entre o domingo, dia 9 de junho, que será marcado pelas atuações de 800 Gondomar e margô, e o fim de semana seguinte, com La Furia, King Kami, Hause Plants, Hetta e Sónia Trópicos a marcar a programação de sexta-feira, dia 14, e B Fachada, iolanda, Lua de Santana, Diadorim e Casal Maravilha a animarem a noite de sábado, dia 15.

O Festival continua para domingo, dia 16 de junho, com diferentes rubricas destinadas a toda a família, nomeadamente A Portinha, que oferece espetáculos e workshops para bebés, crianças, jovens e suas famílias.

1001 Rubricas de Programação

Durante todo o Festival, de 9 a 16 de junho, para além das centenas de atividades da Portinha dedicadas a um público infanto-juvenil, decorre também a Feira Bandida, que funde os conceitos de mercado, feira de autores e venda de garagem de cariz comercial, artístico ou social.

Nos dias de semana, haverá Jantares Temáticos, que juntam públicos que não se conhecem em casa de pessoas que se voluntariam para serem anfitriãs, em torno de uma refeição cozinhada por um chef convidado, com direito a uma “sobremesa cultural”, que pode ou não ser um concerto.

Outra rubrica em destaque são as 1001 Portas, com atividades mais direcionadas para adultos, como workshops de cocktails, provas de vinho, ateliers de escrita de música, ou debates sobre sexualidade. 

Na secção transPORTA-te, os participantes no festival podem inscrever-se para atividades misteriosas, num formato mais intimista. Ao comparecerem num ponto de referência, são transportados para locais a descobrir, na cidade ou no meio natural.

Destaque ainda para o Serviço Educativo, que reúne um conjunto de atividades ao longo da semana que abrem o recinto do festival à comunidade, oferecendo atividades e experiências pedagógicas a grupos de escolas e instituições de solidariedade social.

A programação pode ser consultada em detalhe em https://2024.festivalaporta.pt/.

https://www.facebook.com/festivalaporta

https://www.instagram.com/festivalaporta

Siouxsie Sioux: Siouxsie And The Banshees – Kaleidoscope (1980)

Siouxsie Sioux: Siouxsie And The Banshees – Kaleidoscope (1980)

Memória de Elefante 27/05/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

1 Álbum 100 Palavras #43: Zap Mama – Adventures in Afropea I (1993)

1 Álbum 100 Palavras #43: Zap Mama – Adventures in Afropea I (1993)

Um podcast de Francesco Valente: 

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“Zap Mama residente em Bruxelas, é composto exclusivamente por vozes femininas. Inspira-se à tradição africana, em particular, às tradições vocais de Zaire, Rwanda, Tanzania, e mistura estes elementos com influências cubanas, sirianas e melodias ibéricas. A líder do quinteto é a vocalista Marie Daulne. Este é o álbum de estreia, que amostra sofisticadas composições, ricas de contrapontos e seções rítmicas energicas. As cinco cantoras demostram todo o seu potencial vocal em temas como “Brrrrlak”, “Abadou”, “Bottom”, “Plekete” e cantam a raiva contra o apartheid em “Guzophela”. Este álbum precede o “Sabsylma” que consagrou o grupo a nível mundial. Boa escuta!”

Prazeres Interrompidos #264: Dale Peterson – Jane Goodall: The Woman Who Redefined Man (2006)

Prazeres Interrompidos #264: Dale Peterson – Jane Goodall: The Woman Who Redefined Man (2006)

When Louis Leakey first heard about Jane Goodall’s discovery that chimps fashion and use tools, he sent her a telegram: “Now we must redefine tool, redefine man, or accept chimpanzees as human.”

But when Goodall first presented her discoveries at a scientific conference, she was ridiculed by the powerful chairman, who warned one of his distinguished colleagues not to be misled by her “glamour.” She was too young, too blond, too pretty to be a serious scientist, and worse yet, she still had virtually no formal scientific training. She had been a secretarial school graduate whom Leakey had sent out to study chimps only when he couldn’t find anyone better qualified to take the job. And he couldn’t tell her what to do once she was in the field— nobody could—because no one before had made such an intensive and long-term study of wild apes.

Dale Peterson shows clearly and convincingly how truly remarkable Goodall’s accomplishments were and how unlikely it is that anyone else could have duplicated them. Peterson details not only how Jane Goodall revolutionized the study of primates, our closest relatives, but how she helped set radically new standards and a new intellectual style in the study of animal behavior. And he reveals the very private quest that led to another sharp turn in her life, from scientist to activist.

Capão – Blackjack (2024) (single)

Capão – Blackjack (2024) (single)

Capão é natural de Comenda, no concelho de Gavião, distrito de Portalegre. Desde muito cedo descobriu o seu gosto e talento pela música, sobretudo pelo trap. Tudo começou numa noite em que os amigos decidiu fazer uma batalha de rimas, tendo-se apercebido como o próprio conta, “que tinha jeito para rimar”. Impulsionado por esta descoberta, procura saber mais e começa a ouvir Teto, raper brasileiro que o influencia musicalmente e o leva a apaixonar-se pelo trap.

Decidido que queria fazer música a sua vida, dedica bastante do seu tempo a rimar e a aperfeiçoar-se enquanto raper e artista, trabalho que culmina com o lançamento da sua primeira música, intitulada “Lágrimas”, em janeiro de 2023.

Estava dado o primeiro passo de um percurso ainda jovem, mas cheio de talento. Apostando toda a sua dedicação e esforço para tornar a sua música cada

 vez melhor, seguiu-se o lançamento do tema “Vida Controversa” e, logo de seguida, foi apresentado “Sopro”. Em agosto foi o momento de mais um lançamento, novo tema de Capão, desta vez, com maior impacto do que os temas anteriores. O single “Série” atingiu as 7 mil streamings no Spotify, tornando-se no seu tema de maior sucesso. Capão fechou o ano com o lançamento do seu primeiro EP, intitulado “Dupla Personalidade”, num trabalho íntimo e muito pessoal. Já em 2024, o artista lança “Bruxo” e “Blackjack”, dois novos singles com um conceito repartido, mas ligados entre si através de uma mensagem.

O rapaz que queria ser ciclista, deixou esse sonho pela música, na procura pela perfeição naquilo que mais gosta de fazer, rimar.

BLACKJACK

Este single não se trata de um só tema, pois é a continuidade do single anterior “Bruxo”, um conceito repartido em duas partes, ligados entre si, através de uma mensagem. “Blackjack” é a segunda música de duas que o artista lança neste mês de abril, partes diferentes de uma mesma história, início e fim de uma mensagem. Dois temas interligados entre si, que se complementam.

“Blackjack” é o segundo single deste ano de 2024, um tema que fala do seu irmão mais velho, “Bruxo”, o primeiro tema a ser lançado. Com um refrão forte, “Blackjack”, em contraste com o seu irmão, é um tema mais completo e com maior carga energética, numa ligação onde ambos se completam. Dois temas irmãos, que compartilham entre si a sonoridade e a energia. O single “Blackjack” foi lançado no dia 19 de abril e está disponível nas principais plataformas digitais.

Moondog – Elpmas (1991)

Moondog – Elpmas (1991)

Memória de Elefante 26/05/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Catman Plays The Blues #123

Catman Plays The Blues #123

Apresentamos esta semana  um olhar pormenorizado sobre o BB Blues Fest e o Festival Interncional de Blues de Faro dois festivais que estão aí á porta, e escutamos alguns temas de obras dos músicos participantes.

José Mário Branco – Mudam-se Os Tempos, Mudam-se As Vontades (1974)

José Mário Branco – Mudam-se Os Tempos, Mudam-se As Vontades (1974)

Memória de Elefante 25/05/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

E.Se – Galope (2024) (single)

E.Se – Galope (2024) (single)

“Hubris” é o terceiro longa duração de E.se. Sendo verdade que o nome do disco significa arrogância, este é acima de tudo um símbolo de autoconhecimento. Num álbum mais “escuro” que o seu antecessor, Mangrove (2022), em Hubris é clara a maturidade criativa de E.se, cada vez mais confortável na sua fragilidade, abordando temas como a saúde mental, separações relacionais, solidão e crescimento.

Nos singles de antecipação – “Gravito” e o tema homónimo ao disco -, o músico e rapper almadense já revelava o que é consolidado no álbum: E.se dá liberdade às suas emoções e obsessões para fluírem pelas paisagens sonoras que lhes dão o contexto adequado. Uma viagem mental que o leva às ambiências pop, ao jazz contemporâneo, ao r&b ou à música electrónica. O resultado desta mescla adere na perfeição a um álbum hip hop atrevido e característico, composto por 15 faixas onde E.se, além da sua escrita e interpretação, intervém também como produtor pela primeira vez.

A produção ficou a cargo de nomes como Lunn, Minus & MrDolly, E.se, NED FLANGER e Mei Rose, conta com colaborações vocais de xtinto, L-ALI, Mei Rose, Minus & MrDolly e Matheus Paraízo e mistura e masterização por Beiro (excepto na faixa ângulo morto por Pedro Borges). O álbum é editado pela Produções Hipotéticas.

O disco irá ser apresentado ao vivo no Porto no Maus Hábitos a 14 de Junho e em Lisboa no Musicbox a 15 de Junho. Nessas datas marcarão presença vários dos convidados que podem ouvir em Hubris.