
Violeta Dinescu – Lebenszeiten (2016)
Memória de Elefante 13/07/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Violeta Dinescu – Lebenszeiten (2016)
Memória de Elefante 13/07/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Krazye Loko – Carta (feat. Jess) (2024) (single)
Pedro Miguel dos Santos Castro nascido em Setúbal a 11 de Agosto de 1990, Krazye Loko é filho de mãe portuguesa e pai angolano. Começou como rapper em Setúbal, na mesma cidade onde nasceu e viveu a sua vida inteira.
Krazye Loko iniciou a sua carreira musical em 2003 apenas com 13 anos de idade, mostrando desde cedo o seu interesse pela cultura e a vontade de se expressar através da música. Entregando-nos um rap inspirado nas suas experiencias de vida, sem filtros e com muito sentimento. Inspirando-se nas camadas multifacetadas da sua história pessoal e nas lutas e triunfos diários que encontra. Inicialmente formando um grupo de hip-hop constituído por quatro elementos (Mc Produções). Conseguindo nessa época alcançar o primeiro lugar no concurso Bocage Rap em 2005, organizado pela Camara Municipal de Setúbal e tendo como júri Boss AC, um dos grandes nomes da música em Portugal. Algum tempo depois, em Agosto de 2006 Krazye Loko saiu do grupo para seguir a sua carreira solo. Em 2008, derivado a problemas pessoais, manteve-se inativo por um extenso período de 3 anos.
Krazye Loko, regressou em 2011, na exploração do seu passado abraçando graciosamente a noção de uma vida vivida sem arrependimentos, reconhecendo que cada reviravolta contribuiu para a sua evolução atual como artista e como indivíduo. Esta visão profunda confere novamente à sua música autenticidade, oferecendo uma narrativa profunda que fala ao coração dos seus ouvintes, mas agora desta vez bem mais maduro. Lançando assim algumas faixas de destaque na sua carreira musical como “Mafia Family”, a música que lhe deu vida novamente e abriu portas para novos projetos. Com essa faixa concorreu ao concurso Rock Rendez Worten 2011, com um júri composto por Paula Homem, directora geral da Arthouse, uma editora de novos talentos do grupo Valentim de Carvalho, e por Nuno Calado, locutor da Antena 3 e comentador assíduo da SIC Radical. Passando na primeira fase e conseguindo conquistar a semi-final do concurso. Em meados de 2013 Krazye Loko partiu para França, onde gravou as faixas que deram forma ao álbum ”O meu espaço (álbum)”.
Depois de feita a pré-produção e a gravação do disco em Brive-la-Gaillarde, Krazye Loko regressou a Portugal, onde registou as vozes que participaram em ”O meu espaço (álbum)”. O artista convidou nomes como Player, Black Mastah, Prophecy, Dani Xito, Bishop, Maliman. ”O meu espaço” chegou às distribuidoras digitais ainda em 2013.
Entre os vários concertos que Krazye Loko deu de norte a sul do país (Portugal), a 15 de Março de 2014 em um concerto na Amora, Seixal no clube Roots, cruzou-se com Allen Halloween que era cabeça de cartaz nessa mesma festa, trocaram palavras no backstage e recebeu um convite para participar em “Hibrido” album de Allen Halloween lançado um ano após o convite, em 2015, participando dessa forma na faixa “O Último mundo”.
“Haterz” foi outra grande faixa que marcou a carreira de Krazye Loko, lançada em 2018 com a participação de Allen Halloween, em que retratam a desconfiança, traição e maldade do própio ser humano mas lutando contra isso e com vontade de progredir na paz, protegido do mal e com foco nos objetivos.
Alguns anos depois, já em 2022, Krazye Loko decidiu começar a trabalhar no seu album “Viagem” totalmente produzido, misturado e masterizado por Split_86. O album “Viagem” é composto por uma coleção de dez faixas meticulosamente selecionadas, o álbum promete uma experiência auditiva imersiva que mergulha nas profundezas do espírito humano, servindo como um veículo para profunda introspecção e catarse emocional.
Atualmente em 2023, Krazye Loko já lançou 2 faixas extraídas do seu album, “Salvação” e “Viagem”, estas músicas podem ser ouvidas nas plataformas digitais habituais como Spotify, Apple Music, YouTube… O mesmo informou que soltará faixa-a-faixa as restante 8 que faltam e inclusive uma saíra ainda neste ano de 2023, “Virei Cinza” será o próximo lançamento marcado para dia 15 de Dezembro.

African Roots #48
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Lucia de Carvalho – Saeli
2 – Teta Diana – Umugwegwe
3 – David Zé – Mona Ku Jimbe Manhen
4 – Norberto Tavares – Mundo Sta Di Bonita
5 – Gyedu-Blay Ambolley – Simigwa Soca
6 – The Founders 15 – I Can’t Be Satisfied
7 – Lobi Traoré – Mali Ba
8 – Okavango African Orchestra – Kele Magni
9 – The Strangers – Onye Ije
10 – Zézé Nha Reinalda – Djokina
11 – Mokoomba – Nzara Hapana
12 – Jeannette Ndiaye – Makom Ma Bobe
13 – Kina Zoré – Awu Duhalanga
14 – Bassekou Kouyate – Bassekou
15 – António Paulino – Kamba Ba Laumba

Liz Mitchell: Boney M. – Take The Heat Off Me (2007)
Memória de Elefante 12/07/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Carolina Zingler – Transformando O Céu (2024) (single)
Transformando o Céu antecipa o próximo disco da artista criadora da Esquina do Jazz, que vive entre Brasil e Portugal
“A toda hora somos atravessados por forças contrárias que tentam nos tirar do nosso caminho e que nos fazem desacreditar de quem somos”, divide a brasileira Carolina Zingler sobre a experiência que inspirou a composição de Transformando o Céu, canção que lança neste 12 de Julho. “Foi um momento bem duro o que vivi. Mas peguei meu caderninho e a letra saiu flutuando pela caneta. Logo o meu violão já me mostrou o resto. Transformo sentimentos em música e isso transforma tudo”, conta. Oiça aqui.
É com o single que a artista responsável por criar a chamada Esquina do Jazz, em São Paulo, inicia os trabalhos do seu próximo disco, Eu viro bicho, com produção musical própria e no qual tem trabalhado desde 2022.
A canção, ainda que remeta a um desconforto, é um grito de liberdade e se desenrola de maneira crescente, com instrumental e backing vocals cheios de energia e com a mensagem final de que ‘chorar às vezes faz bem’. “Temos que encarar e sentir as coisas, colocar para fora e se firmar no caminho que queremos trilhar. Essa música sempre me acolhe quando alguma coisa me tira o chão”, comenta a artista, que em Transformando o Céu é acompanhada por Bárbara Mucciollo (bateria e percussão), Fernando Lima e Rafael Lorga (percussão), Tomás Gleiser Oliveira (baixo), Cisco Vasques (guitarra), Eloiza Paixão e Estela Paixão (backing vocals).
Com cerca de 15 anos de carreira e muitas esquinas percorridas mundo afora, a artista vive atualmente entre Brasil e Portugal, país que receberá o show que marca o lançamento de Transformando o Céu. No dia 12 de Julho, em Lisboa, a partir das 20h30, no Camones Artes Bar, Carolina Zingler vai atuar ao lado de Vanessa Garcia na percussão e Erica Freo no violino.
FICHA TÉCNICA
Direção Artística: Carolina Zingler e Vanessa Garcia
Produção Musical e Mistura: Carolina Zingler
Masterização: Arthur Joly
Captação: Gustavo Breier
Edição: Tomás Gleiser Oliveira
Processamos Analógicos e Pós-produção: Raul Misturada
Arranjos: Carolina Zingler em colaboração com os músicos que gravaram
Guitarras e Vocais: Carolina Zingler
Bateria e Percussão: Bárbara Mucciollo
Percussão: Fernando Lima e Rafael Lorga
Baixo: Tomás Gleiser Oliveira
Guitarra: Cisco Vasques
Backing Vocals: Eloiza Paixão e Estela Paixão

Brazilian Caribbean Music #2: Lambada Uma ExplosaÌo De Amor Vol. 1
Autor:
Daniel Cantagalo
Mais do que um estilo musical, lambada é a sintetização entre os ritmos caribenhos e a música do norte do Brasil. Surgido no final dos anos de 1970, no Pará, se espalhou pelo norte e nordeste do Brasil. Fez sucesso no país e mundo afora no final dos anos 1980, mas toca nossos corações sempre.

Suzanne Vega – Solitude Standing (1987)
Memória de Elefante 11/07/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Prazeres Interrompidos #277: José Mattoso – D. Afonso Henriques (2007)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Personagem oculta por inúmeras e sucessivas camadas de interpretações ideológicas, quer eruditas quer populares, a figura verídica do nosso primeiro Rei só muito hipoteticamente se pode reconstituir nas suas dimensões históricas. O mito sobrepõe-se, teimosamente, à história.
Mas pode-se tentar descobrir como nasceram as narrativas tecidas em torno da sua personalidade, examinar o sentido que tinham quando apareceram e reconstituir os sucessos de que Afonso Henriques foi protagonista principal.
Se não é possível traçar-lhe o retrato preciso, pode-se, ao menos, estudar as suas orientações políticas e administrativas, conhecer os seus principais auxiliares e justificar o êxito da sua obra.
Apesar de assim desaparecer o herói sobrenatural, toma inegável relevo o seu talento político e militar e, por conseguinte, o seu direito a ser de facto considerado o rei fundador de Portugal.

Mário Lopes – Hidromel (2024) (single)
Mário Lopes, baterista e compositor eborense, acaba de disponibilizar um documentário sobre o seu disco de estreia, “QUIMERA”, trabalho associado a valores ecológicos e de proteção e preservação animal.
Neste documentário, Mário Lopes, músico ligado a grupos como Orquestra Jazz de Évora, Monda, Cantadores do Alentejo, SevenDixie e Manuel Guerra, e que já trabalhou com artistas como Rui Veloso, Vitorino, José Cid, entre outros, convida o público a conhecer a história, conceito e imaginário por detrás do seu primeiro trabalho, “QUIMERA”, a partir de imagens e testemunhos captados durante o dia em que o disco foi apresentado ao vivo no Teatro Garcia de Resende, em Évora.
Filmado e produzido por Danilo Miranda Cares, o documentário acompanha Mário Lopes e os seus músicos ao longo do dia 13 de abril de 2024, mostrando momentos da preparação do concerto, entrevistas e apresentando os elementos-chave das aventuras de diversas criaturas que, em jeito de retaliação pela opressão sofrida às mãos da humanidade, se unem para criar uma supercriatura — Quimera. Este registo é uma viagem pelo universo do imaginário de Mário Lopes, da sua música multifacetada, com influências variadas que atravessam tempos, culturas e geografias.
“QUIMERA” é um disco de fusão instrumental e uma proposta musical composta por oito temas, onde se podem escutar sonoridades de rock progressivo, metal, jazz, música cubana, brasileira, do Médio Oriente e também dos Balcãs, resultando numa paisagem sonora de cariz cinematográfico. Esta paisagem sonora pretende transmitir uma história de vários animais que, após sofrerem às mãos da humanidade, se unem formando esta “Quimera” que irá levar a cabo um ajuste de contas. “QUIMERA” encontra-se disponível nas plataformas digitais desde abril de 2024.

Coffee Breakz #85 — Ils ne passeront pas
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
“No Pasarán” — 20 rappeurs en 9’43 contre le RN
Sean — Nique un facho
Filest — Mayday
Jeebs — 747
Ibrahim Maalouf & Oxmo Puccino — Les conseils d’une chenille
Guru & MC Solaar — Le Bien, Le Mal
Stupeflip — Nan?….Si?
Akhenaton — Bad Boys de Marseille, Pt. 2 (ft. Fonky Family & Shurik’n)
Suprême NTM — Seine-Saint-Denis Style
Zola & Koba LaD — Temps en temps
Orelsan — La terre est ronde
Cut Killer — La Haine
Gaël Faye — Ma femme
Fonky Family — Art de rue
Luidji — Miskine
Stupeflip — La menuiserie (ft. Cocolino)
Abd Al Malik — 12 septembre 2001

Amalia Mendoza – Amalia Mendoza Y Gabriel Ruiz (1966)
Memória de Elefante 10/07/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

SLR – Moving (2024) (single) Id
Terceiro curta duração da dupla é um conjunto de canções enérgicas e positivas e inclui os singles ‘No Time To Cry’, ‘Never Just Friends’, ‘Better Lover’, ‘On My Way’ e o tema título, cujo videoclipe acaba de ser disponibilizado
Os SLR acabam de editar o novo EP “Moving”, já disponível em todas as plataformas digitais. O terceiro curta duração da dupla formada por Bruno Moreira (voz, composição) e Luís Água (voz, teclas, composição, produção) é uma coleção de canções pop, tendo como fio condutor a ideia de libertação e a vontade de explorar, evoluir e avançar.
“Este EP surgiu com o propósito de ser o Lado B de “Losing”, que editámos em 2022, e em que o “Moving” representa o lado luz da sombra que existia no antecessor. Assumimos uma postura mais extrovertida, ao explorar emoções positivas e ritmos mais dançáveis e enérgicos. É um EP para ouvires enquanto corres, numa festa ou numa viagem de carro às tantas da madrugada”, revelam os SLR.
“Moving”, conta a banda, tem como conceito central “a libertação de amarras aliada à vontade de explorar e uma vontade de avançar e evoluir. Essa libertação acabou, também, por acontecer no nosso processo de compor, de produzir e de cantar, em dinâmicas novas nas vozes, em letras mais relacionáveis e sítios que não tínhamos explorado, até então, e aos quais quisemos mesmo ir. “Moving” soa mais vivo, mais feliz, mais provocador do que tudo o que já tínhamos lançado”.
O vídeoclipe da canção, realizado por Bruno Moreira e Luís Água com Fernando Donadeli, acompanha a narrativa da letra.
O novo EP volta a trazer para o universo da pop bandeiras que a banda segura com orgulho, como a coragem de pôr em causa quem somos para encontrar cura na mudança ou o romance queer. “Moving” conta com as colaborações de RIVA em todas as faixas e de Kikomori e oputovitor em duas canções. Do alinhamento fazem parte os singles ‘No Time To Cry’, ‘Never Just Friends’, ‘Better Lover’, ‘On My Way’ e o tema título.
Nas palavras dos SLR, ‘No Time To Cry’ é um tema sobre “sair do conforto da dor e da lamentação para arregaçar as mangas e seguir em frente sem tempo para lamentos”; em ‘Never Just Friends’, “embora a mensagem seja universal, é uma canção sobre um romance queer que se prende entre a impossibilidade e o desejo de o concretizar”; ‘Better Lover’ é “sobre ter a certeza de que somos capazes de tudo para nos provarmos merecedores de ser amados”; ‘On My Way’ fala “de empoderamento e sobre querer fazer um caminho com a certeza que será melhor do que o sítio onde nos encontramos”; e em ‘Moving’ “somos desafiados a pôr em causa quem somos termos coragem de encontrar a cura na mudança”.
“Moving” sucede aos EPs “Losing”, de 2022, e “Losing Together”, editado em 2023.