Ainda Há Arraial Na Mouraria (2024) #1 – Miguel Orama (entrevista 13-05-24)
Ainda Há Arraial Na Mouraria 2024 #1 – Miguel Orama (entrevista 13-05- 24)
Miguel Orama apresenta na Radio Olisipo a nova edição do Arraial Renovar a Mouraria de 2024.
Autor:
Francesco Valente
O arraial mais esperado dos Santos Populares está aí à porta! Ainda estamos aqui e por isso ainda há arraial na Mouraria. A nossa intervenção pauta-se por acreditar que o cultural é social e por isso o nosso arraial é um momento de dinamização social e integração cultural, sendo também importante para a nossa sustentabilidade financeira.
Uma programação musical diversa, preocupação com a sustentabilidade ambiental, colaboração com outras entidades, gastronomia variada… São pilares que tornam este arraial tão especial!
De dia 30 de Maio a 15 de Junho vem ter connosco ao Largo da Rosa! Veio-nos lá?
Promovido pela Associação Renovar a Mouraria, em parceria com @mensagem.lisboa , @radiolisipo , “jfsantamariamaior , @valorsul.pt , @biataki , @eco_brasa , @gergran_delifrance
Músicas que ouviram na entrevista:
Filipe Sambado – Um Lugar na Mouraria (2023) – Do último álbum, a própria vista da janela do Filipe Sambado nesta canção. Pode ser óptima para fechar.
Braima Galissa – (sem nome, 2019) : não tenho o nome, porque foi gravada ao vivo. É super difícil encontrar gravações dele e então peguei nesta gravação e dei-lhe uma masterização simples mas eficaz.
Zenilton – Bacalhau à Portuguesa (1989): Este ano, agora que é um apoiante assumido da extrema-direita, não vou obviamente passar Quim Barreiros. No entanto, é o último dos meus problemas porque nenhuma das músicas dele é original. A maioria foi escrita por este génio do forró, o Zenilton. Eu pensava que as pessoas sabiam isto, mas tenho percebido ultimamente que ninguém faz ideia que todas estas músicas super famosas não são da autoria dele. Só este tema merecia outra entrevista no âmbito de DJ, pois o Quim Barreiros nunca deu destaque aos verdadeiros artistas originais. Irónico que um apoiante da extrema-direita tenha tido os seus maiores sucessos com covers de música brasileira! Enfim, esta música pode fazer uma ponte fixe quando falamos sobre as festas e a gastronomia.
Marinella: Stelios Kazantzidis, Marinella – Oi Megales Epitychies (1995)
Marinella: Stelios Kazantzidis, Marinella – Oi Megales Epitychies (1995)
Memória de Elefante 20/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
1 Álbum 100 Palavras #42: Slim Harpo – The Best of Slim Harpo (1989)
1 Álbum 100 Palavras #42: Slim Harpo – The Best of Slim Harpo (1989)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“James Isaac Moore, em arte Slim Harpo, foi um bluesmen que suscitou o interesse dos jovens rockers britânicos que, na década de 1960, redescobriram os pioneiros do blues e incorporaram estas influências sonoras em seu trabalho criativo. Um exemplo são os Rolling Stones, que nos seus primeiros álbuns gravaram covers de Slim, como “I’m a King Bee” e “Exile on Main Street”. James Brown gravou uma versão soul/funk de “Baby, Scratch My Back”, e muitos outros exploraram o seu repertório, como os Yardbirds, os Kinks e Jeff Beck. Esta coletânea reúne uma parte do repertório deste grande bluesmen. Boa escuta!”
Dreia – Traz O Que É Meu (2024) (single) Id
Dreia – Traz O Que É Meu (2024) (single)
DREIA APRESENTA SINGLE DE ESTREIA ‘TRAZ O QUE É MEU’
Tema que apresenta o primeiro EP da artista foi escrito com Rita Onofre e produzido por Choro
Dreia, cantora e compositora, disponibilizou o primeiro single ‘Traz o que é meu’. Com letra e música coescrita pela própria com Rita Onofre e produção de Choro, esta é uma música indie-pop eletrónica sobre autodescoberta e a libertação de uma narrativa que a artista não sentia como sua.
“Esta canção é a viagem da minha evolução interna, o primeiro capítulo do percurso de redescoberta da minha voz e identidade artística. Simboliza o meu renascimento e é um grito de libertação de tudo o que me limitou, de todas as partes de mim que fui calando para caber em sítios e pessoas onde não pertencia”, revela Dreia.
“É uma honra poder trabalhar com a Rita Onofre e o Choro que, desde o primeiro dia, se preocuparam em servir da melhor forma a minha identidade artística e as minhas canções. Em ‘Traz o que é meu’ encontrámos o equilíbrio entre a voz doce e os elementos eletrónicos que trazem a força da transformação. É uma sonoridade que revela a vulnerabilidade como força, num ambiente etéreo e contemplativo, mas também de resiliência e superação”, conta ainda.
‘Traz o que é meu’ foi a primeira canção escrita pela cantora e compositora e, por toda a simbologia de renascimento que encerra, é editada a 13 de maio, dia em que completa 28 anos de idade. O tema é acompanhado por um videoclipe cinematográfico realizado por Diana Mendes, inspirado no universo de “Alice No País Das Maravilhas”.
“A principal referência visual foi a “Alice no País das Maravilhas”, que nos permite brincar com os conceitos de proporções — aumentar e diminuir — e evocar um espaço de transformação, dando lugar à inocência e maravilhamento, mas também à tomada de consciência da importância da escolha e da afirmação de para onde quero ir. Foram muitas horas de gravação e um cuidado exímio na composição de cada imagem”, afirma a artista.
O single ‘Traz o que é meu’ é o primeiro de vários lançamentos de Dreia previstos para 2024. O tema antecede o EP de estreia da cantora e compositora, que será editado em breve.
Dreia é o alter-ego artístico de Andreia Monteiro. Ligada emocionalmente à música desde cedo, sempre acalentou o sonho de ser cantora, no entanto, a timidez fez com que esse desejo ficasse em segundo plano. Teve aulas de guitarra e de piano e, posteriormente de piano jazz.
Entre as suas maiores referências musicais estão Billie Holiday, Chet Baker, MARO, Sarah Vaughan, Nina Simone, Billie Eilish, Lana Del Rey, iolanda, Rita Onofre, Jacob Collier, Mimi Froes, Milhanas ou Slow J, entre outros.
Ao trabalhar como jornalista, Dreia entrevistou vários músicos e essas conversas despertaram o desejo de concretizar o seu sonho maior. Decidiu, então, frequentar a escola de jazz Luiz Villas-Boas, do Hot Clube de Portugal, onde estudou piano e voz.
Posteriormente começou a trabalhar com Rita Onofre, com o propósito de melhorar a expressão das suas demos que, até então, sentia que não expressavam, ainda, a mensagem que pretendia passar. As palavras são profundamente importantes para a artista e um dos seus objetivos é transportar isso mesmo para a composição e para a forma como interpreta as canções, dando, a cada palavra, o seu peso.
Das sessões na Great Dane Studios nasceu o primeiro single, ‘Traz o que é meu’, que, segundo Dreia, conta a sua “história de transformação e superação de forma justa e bela”. Este é o tema que antecede o EP de estreia da artista, do qual serão, ainda, reveladas outras faixas no decorrer de 2024.
Prazeres Interrompidos #262: A. do Canto Machado, A.M. Cardoso, A Guerrilha do Remexido (1981)
Prazeres Interrompidos #262: A. do Canto Machado, A.M. Cardoso, A Guerrilha do Remexido (1981)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
A figura de José Joaquim de Sousa Reis, conhecido pela alcunha de Remexido, suscitou grande repercussão, merecendo abundantes referências jornalísticas, literárias e históricas, que primam na quase totalidade pelo seu pendor apaixonado. Encarado por uns como herói romântico, que tudo sacrificou ao serviço da causa de D. Miguel, foi por outros considerado como chefe cruel de bandos de salteadores, que desde 1833 ensanguentaram o Algarve com as suas atrocidades. Atraído pelas dramáticas vicissitudes da sua vida, também Camilo lhe dedicou algumas páginas num dos seus mais notáveis romances, A Brasileira de Prazins.
A presente obra debruça-se, de forma empolgante, sobre uma das mais combativas guerrilhas miguelistas, abrindo clareiras de luz no nevoeiro espesso que ainda envolve a nossa história do século XIX.
Grace Jones – Nightclubbing (1981)
Grace Jones – Nightclubbing (1981)
Memória de Elefante 19/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Catman Plays The Blues #122
Catman Plays The Blues #122
Autor:
Manuel Pais
No programa desta semana destaque para a audição alargada do novo disco de Rick Estrin & the Nightcats.
Congratulamos ainda o cantor e guitarrista Guy Davis na passagem do seu aniversário.
Manifesto Sonoro #45
Manifesto Sonoro #45 – Best Youth – Change your Life
Autor: Carlos Cleto
Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de música nacional ou em língua portuguesa, com a realização de Carlos Cleto e a produção de Nuno Selvagem Duarte
Esta semana a viajar por Zanzibar, na Ilha da Reunião no Índico e em Manipor no Tibete Indiano.
Esta Semana subscreveram o MANIFESTO:
Best Youth – Change your Life
North Clear Bush – Speed Your Mind Away
Casseta Pirata – Na Na Nada
emmy Curl – City Of Choices
Momma T – HEADSPIN (feat. B Ghost)
Nile Valley – new beginning
Zanibar Aliens – Rejoice
Clã & Mangka – Nura Pakhang (Eu e Tu)
Maro & Nasaya – Lifeline
Luis Capitão – Fogo Fátuo
Pluto – Quadrado
Unsafe Space Garden – How Beautiful life is
Meses Sóbrio – AVA
Girls 96 – Ficas no Chão
Clear eyes e Vaarwell – Not Awake
Branko – Leve (feat. Tuyo)
Adam Bałdych: Adam Bałdych Quintet, Paolo Fresu – Poetry (2021)
Adam Bałdych: Adam Bałdych Quintet, Paolo Fresu – Poetry (2021)
Memória de Elefante 18/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Marilia Duarte E Leo Middea – Negra Menina Que Dança (2024) (single)
Marilia Duarte E Leo Middea – Negra Menina Que Dança (2024) (single) Id
Marília Duarte reflete o amor e os mistérios da noite em single com Leo Middea
“Negra Menina que Dança” antecipa o disco de estreia da cantora e compositora
A cantora e compositora Marília Duarte se une com Leo Middea na envolvente “Negra Menina que Dança”, que chega com um single e clipe via ybmusic. A faixa representa uma dança entre o sol e a lua, explorando os mistérios da noite de um modo apaixonado.
Ouça “Negra Menina que Dança”: https://lnk.fuga.com/mariliaduarte_negrameninaquedanca
Assista ao clipe “Negra Menina que Dança”: https://youtu.be/1IKouS2m2mQ
“Acredito que esta canção sintetiza bem o disco que lançarei neste primeiro semestre, junto da qualidade sonora que ele traz. É como se fosse o recheio do bolo, mas pode ter certeza que esse bolo está cheio de surpresas”, conta Marília, sobre o novo single.
Assista ao clipe “Infinito Particular”: https://youtu.be/FC-EgY5O7BI
Assista ao clipe “Tente Entender”: https://youtu.be/PDDJJ_3LWnw
Assista ao clipe “Mandinga”: https://youtu.be/MS4sk5a1egQ
Essa faixa é um ponto central do “Lado D / Lado A, Dois Lados do Amor”, seu debut. Cada faixa do álbum trará uma jornada própria pelos diferentes aspectos do amor, desde a paixão até a superação de desafios, proporcionando uma catarse emocional e promovendo o autoconhecimento aos ouvintes. Um bom exemplo desta sensação é a parceria com Middea. Ele, que é um cantor e compositor brasileiro que conquistou destaque recentemente ao ser finalista do Festival da Canção em Portugal, foi uma colaboração que surgiu naturalmente, quase como magia.
“Conheci o Léo em um sarau e nossa afinidade musical foi instantânea. A partir disso, compor com ele foi como beber água e a canção surgiu numa espécie de transe musical. Eu comecei a canção explorando alguns acordes e logo já veio a letra e melodia da primeira parte e logo o Léo trouxe um colorido um pouco diferente para a parte B encontramos o refrão juntos surpreendendo em alguns caminhos harmônicos, mas foi quase como um jogral em que cada um pôs uma pitada de tempero, a gente foi chegando junto no resultado”, ela conta.
“Negra Menina que Dança” e singles que estarão no álbum de estreia de Marília estão disponíveis em todas as principais plataformas de streaming.
Sogranora – Sereias Do Mal (2024) (single)
Sogranora – Sereias Do Mal (2024) (single) Id
Os Sogranora disponibilizaram o novo single ‘Sereias do Mal’. Com letra de Ricardo Sebastião e Tomás Andrade e música e produção da autoria da banda, esta canção indie pop apresenta o EP “Dançar Sobre Arquitetura”, que será editado no final deste mês de maio.
“Este tema representa uma nova estética sonora e lírica dos Sogranora. É o single que introduz o próximo EP, que relata histórias e pensamentos sobre o desamor. Ao contrário das restantes canções, que são mais íntimas e sentimentais, ‘Sereias do Mal’ é mais em tom de brincadeira e conta a história de umas sereias que nos seduziram e embalaram, apenas para diversão pessoal”, revela o trio. “Esta é, talvez, a nossa música mais ambiciosa a nível de produção e foi um quebra cabeças conseguir com que todos os elementos tivessem o seu espaço”, contam ainda.
Escrita na Lagoa de Albufeira, perto de Sesimbra, e gravada em Viseu, com mistura de instrumental por João Gomes, mistura e captação de vozes feita pelos estúdios Next Level Productions e masterização por Rui Dias, nos estúdios Mister Master, ‘Sereias do Mal’ apresenta-se com um videoclipe realizado por Camilla Ciardi.
Este single marca uma nova etapa na carreira dos Sogranora e é o primeiro que a banda edita em antecipação ao EP “Dançar Sobre Arquitetura”.
Nas palavras do grupo, o próximo curta-duração é composto por “músicas de introspeção amorosa e de corações partidos ou rachados. É o primeiro projeto em que todos cantamos voz principal, com temas escritos pelos três. O Frank Zappa disse uma vez que “falar sobre música é como dançar sobre arquitetura”. Gostámos muito deste conceito e achámos que faria sentido para estas músicas, que são canções sem grandes preconceitos ou racionalizações. São apenas para se sentir e levam-nos a dançar sobre a arquitetura complexa dos nossos pensamentos e sentimentos”.
“Dançar Sobre Arquitetura“ é o terceiro EP dos Sogranora, sucedendo a “Amarílis”, de 2023, e “Altivez e Castigo”, de 2020. Esses lançamentos deram a conhecer temas como ‘Qualquer Impasse’, ‘Alguém’, ‘Cá Pra Ver’, ‘Semilisboeta’ ou ‘Se Ficares Sem Chão’.
African Roots #45
African Roots #45
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.