Prazeres Interrompidos #258: Elizabeth Strout – Tudo é possível (2017)
Prazeres Interrompidos #258: Elizabeth Strout – Tudo é possível (2017)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Depois do sucesso de O Meu Nome É Lucy Barton, Elizabeth Strout regressa com um mosaico delicado da vida de todos os dias, um retrato íntimo das pessoas comuns que tentam entender-se e entender os outros, esforçando-se por ultrapassar o sempre crescente abismo entre o desejar e o ter.
Lançando um olhar sobre as ambiguidades e ambivalências da alma humana, Tudo É Possível é um hino à sensibilidade e à compaixão.
Bonança – Reflexos (2024) (single)
Bonança – Reflexos (2024) (single)
Já te sentiste desconectado da realidade? Como se estivesses a olhar para o mundo visto de fora, enquanto a vida passa diante dos teus olhos como um reflexo distorcido? Se sim, então prepara-te para uma experiência musical que desafia os limites entre a fantasia e a realidade. Bonança está de volta com o seu mais recente single, “Reflexos”, uma viagem sensorial com notas vulneráveis e tom profundo.
Não se enganem, “Reflexos” não é apenas uma canção para ser escutada passivamente. É uma introspecção de peito aberto que nos convida a olhar para dentro: “Eu não sou eu / Imagens são corpos que sentem mais do que eu / E se mais alguém souber que não me sei reconhecer?”. Em jeito de purga, Bonança cria a sonoplastia dos dias modernos: A existência desligada do corpo, um retrato de desconexão emocional ao mundo real que vem de dentro para fora e de fora para dentro, onde nos encontramos como meros espectadores da nossa própria vida.
Com influências que vão desde os clássicos do rock até à vanguarda da música contemporânea, Bonança cria uma experiência que é ao mesmo tempo familiar e inovadora. Cada acorde é como uma pergunta, desafiando-nos a encontrar as nossas próprias respostas.
Composição por Bonança, captação e gravação por Bernardo Ramos e mistura e masterização por Metamito. Estará disponível a partir do dia 19 de Abril em todas as plataformas digitais.
Sobre o artista:
Bonança começa a ganhar forma em 2018 num quarto de Massamá Norte, quando Ricardo Barroso decide tentar materializar as ideias musicais que lhe vêm à cabeça. O nome que iria adoptar não surge logo, mas quis a contingência que se cruzasse com ele esquecido numa parede de um estabelecimento comercial devoluto. Em 2020 lançou o primeiro EP “Mui Nobres Intenções” e em 2021 o EP “Exorcício” onde a música “Oceanário” fez parte da coletânea de 2021 dos Novos Talentos Fnac. Desde o seu nascimento, o projecto já passou por salas como Musicbox, Sala 6, Titanic Sur Mer e Centro Cultural Malaposta.
Ola Gjeilo – Night (2020)
Ola Gjeilo – Night (2020)
Memória de Elefante 05/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Catman Plays The Blues #120
Catman Plays The Blues #120
Autor:
Manuel Pais
Recuperamos esta semana, do nosso baú de memórias, o registo do reencontro, em 1957, do cantor Jimmy Witherspoon com a bem oleada e swingante orquestra do pianista Jay McShann.
Manifesto Sonoro #44
Manifesto Sonoro #44
Autor: Carlos Cleto
Emissão especial comemorando as revoluções, na rua, em casa e na cabeça.
Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de música nacional ou em língua portuguesa, com a realização de Carlos Cleto e a produção de Nuno Duarte.
Os manifestantes desta semana foram:
B Fachada, Minta e João Correia – Que Força é Essa
A Naifa – A Tourada
Os Tubarões – Venham mais cinco
Manuel João Vieira – Ser fascista
A Garota não – O dilúvio
Aníbal Zola – Liberdade mentirosa
Capicua – Que força é essa amiga
Duques do Precariado – Lacerda
Fado Bicha – Povo pequenino
Ganso – Gino (O Menino Bolha)
Camané e Dead Combo – Inquietação
chica – Brincar com o cão
JP Simões – Cada dia são 100
Luta Livre – O problema é o sistema
Dino D’Santiago, Rita Vian, Branko – A Noite Passada
#radiolisipo
#manifestosonoro
Sharon Jones And The Dap-Kings – Naturally (2005)
Sharon Jones And The Dap-Kings – Naturally (2005)
Memória de Elefante 04/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Nina R.A.E. – Noite Clara (2024) (single)
Nina R.A.E. – Noite Clara (2024) (single)
Após lançar os seus primeiros singles “Fica” e “Chama”, a artista abre o seu coração. Amar e saber deixar ir é a base do seu novo tema “Noite Clara” que estará disponivel em todas as plataformas dia 24 de Abril. Uma música sensorial e emocionante com um video igualmente intenso com a direção da artista.
A mesma prepara-se então para o lançamento do seu segundo EP, “(Ch)ama”, que nos traz desta vez R&B em português.
Nina prepara-se então para um verão cheio de novidades e terá o seu EP disponivel em todas as plataformas dia 2 de Maio.
Freddy Locks – Bring Up The Feeling (2024) (single)
Freddy Locks – Bring Up The Feeling (2024) (single)
Freddy Locks comemora 20 anos de carreira em 2024 com um lançamento especial, o álbum Infinite Roots, uma regravação original dos seus maiores sucessos. “Bring up the Feeling”, “Pure smile”, “Living inna city”, “Iration”, “Earth”, “Healing of the Nation”, “Fazuma”, “Freedom is my god”, “Don’t lose you” e “So Nice” são os 10 temas escolhidos por Fred Oliveira para assinalar a data.
O disco é co-produzido pelos incríveis produtores de Reggae que há muito partilham palco com Freddy Locks, Mighty Drop e Dynamike, em colaboração com o produtor holandês Jori Collignon (COLLIGNON/ Skip & Die).
Para celebrar este marco, e depois de fechar o ano de 2023 com uma passagem pelo festival Le Guess Who? U? (NL), Freddy Locks regressa à estrada com um novo álbum pronto para espalhar as suas vibrações positivas por todo o país.
“Bring up the Feeling” (Infinite Roots) é o novo single que antecede o álbum de celebração, uma nova versão de “Bring up the Feeling” (2006) com novos arranjos vocais e instrumentais. A música “Bring up the Feeling” saiu em 2006, impulsionando o início da carreira a solo de Freddy Locks. O single ganhou destaque na Antena 3, onde alcançou o primeiro lugar nas tabelas nacionais, e tornou-se uma presença constante na playlist da MTV Portugal.
Acompanhado pela talentosa banda Groove Missions, Freddy Locks rapidamente se destacou como um dos artistas mais promissores, sendo selecionado entre 13 artistas para tocar no 13º aniversário da Antena 3 (2007). A sua digressão subsequente, que durou até o final de 2008, incluiu performances memoráveis no Festival Med e no Festival Mestiço na Casa da Música, compartilhando o palco com nomes consagrados da música global como Amadou & Mariam, Danny Silva, Timbila Muzimba, Azagaia, Maytals, Lee Scratch Perry, Gladiators, Fat Freddys Drop, Alborosie entre outros.
A nova versão de “Bring up The Feeling” (Infinite Roots) devolve-nos a alegria de escutar um grande clássico nacional, surpreendendo com a frescura dos novos arranjos instrumentais e os suportes vocais de Loki (NL) e Anastácia Carvalho (PT/STP). “Bring up The Feeling” (Infinite Roots) reafirma o amor e o respeito de Frederico Oliveira (Freddy Locks) pela música tradicional e contemporânea de raiz africana e o compromisso com a autenticidade das palavras que ela transporta, ao ritmo das composições originais de Freddy Locks.
A produção da música ficou a cargo do baterista de Fred, Mighty Drop, e foi finalizada pelo produtor Jori Collignon (COLLIGNON/ Skip & Die). A mistura e masterização foram realizadas por Beat Laden, uma equipa notável que se une à consistência artística de Freddy Locks.
Freddy Locks é um artista no cenário da música reggae, conhecido pela sua paixão pela música africana e pelas suas poderosas mensagens. Com uma carreira que se estende por duas décadas, Freddy Locks continua a cativar audiências em todo o mundo com sua autenticidade e talento inegável.
Infinite Roots, a editar dia 7 de junho, promete marcar um verão sem tempo e de muitas liberdades.
Para celebrar os 20 anos de carreira, Freddy regressa à estrada para espalhar suas vibrações positivas por toda a Europa: 12 de julho em La Cham (GER), 15 de julho no Tollwood Festival (GER) e 31 de agosto em Vendas Novas (PT).
Myriam Fares – من عيوني (Min Oyouni) (2011)
Myriam Fares – من عيوني (Min Oyouni) (2011)
Memória de Elefante 03/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Pedro Khan – Só Amado (2024) (single)
Pedro Khan – Só Amado (2024) (single)
O tema é uma visão minha mais dançante do clássico e hit “I feel love” Donna Summer.
“Pedro Khan é Pedro Espírito Santo: DJ, produtor e artista plástico de Lisboa. Com uma carreira de DJ superior a 20 anos, evoluiu naturalmente para a área de sound design que lhe permitiu a criação de uma imagem de marca.
Atualmente trabalha com marcas de reconhecida notoriedade no mercado. Presente na Paris Fashion Week e também em passadeiras nacionais, o seu contributo na moda, teatro e pistas de dança tem sido marcado pela versatilidade e originalidade da sua música. O artista formou-se em produção musical pela escola ProDJ, e trabalha ainda em conjunto com outros artistas na Diff Records.”
Papisa – Vai Passar (2024) (single)
Papisa – Vai Passar (2024) (single) Id
Brasileira PAPISA edita seu segundo disco, Amor Delírio, com um grito de afeto
Álbum tem produção musical de Felipe Puperi (Tagua Tagua), participação de Luiza Lian em faixa homónima e é um lançamento do selo espanhol Costa Futuro.
Após revelar os singles Melhor Assim, Dores no Varal e Amor Delírio – tema que dá nome ao álbum e tem a participação de Luiza Lian –, a compositora e multi instrumentista brasileira PAPISA apresenta o disco, Amor Delírio, sucessor de Fenda (2019) e do EP Papisa (2016), com produção assinada por Felipe Puperi (Tagua Tagua). Amor Delírio é um lançamento do selo espanhol Costa Futuro, que tem em seu casting nomes como Queralt Lahoz (Espanha), Lucia Tacchetti (Argentina) ou El Culto Casero (Paraguai), entre outros. Oiça aqui.
Falar sobre o amor é a abertura de um novo caminho temático para Rita Oliva, a PAPISA, que nos trabalhos anteriores abordou elementos místicos e relativos ao inconsciente, como a morte e a ciclicidade do tempo. Conhecida por realizar shows ritualísticos e sensoriais – Rita é também astróloga e chegou a desenvolver um oráculo complementar ao disco Fenda –, e pela sonoridade dream-indie-pop que a consagrou como “uma espécie de Cat Power psicodélica” (Lúcio Ribeiro, Popload), a artista agora investiga o poderoso sentimento que move as marés humanas.
É nesta abordagem sentimental que Amor Delírio se sustenta, a passar pela sedução, pelo desejo, pelas ilusões e pelas desilusões amorosas. É também retratada a vontade e a inevitabilidade do reencontro, além da fluidez das relações e das possibilidades. Por fim, o desejo a se manifestar de várias maneiras.
“Em 2020 passei a me questionar sobre o amor romântico, e comecei a observar as minhas relações e de outras pessoas sob essa ótica. Estava tentando entender a influência da convenção social na forma como nos relacionamos, mas também investigando como o desejo e a sedução são forças motrizes importantes nas nossas conexões, sejam elas românticas ou não.
Essa forma mais objetiva de pensar no amor inevitavelmente trouxe à tona questões subjetivas das experiências que vivi ao longo dos anos, ou que presenciei pessoas próximas vivendo. Então fui me dando conta de que o disco tinha uma narrativa, retratando fases distintas que alguém pode viver dentro das relações, incluindo a excitação dos começos, a angústia da falta, o processo de ilusão e desilusão quando colocamos expectativas em uma situação e também as formas como nos ligamos e nos desligamos de algo ou alguém”, comenta a artista.
O álbum foi produzido em uma imersão de duas semanas em uma casa em São Francisco Xavier, cidade no distrito de São Paulo, e contou ainda com gravações de Alejandra Luciani, Felipe Puperi, Fabio, Fabio Pinczowski e Pepeu JC no Estúdio 12 Dólares e Sid Souza no Artsyclub Studios. A mixagem é de Tiago Abrahão e a masterização é de Brian Lucey (que já trabalhou com nomes como The Black Keys, Lizzo e Cage the Elephant).
Brazilian Caribbean Music: Synth Forest #1
Brazilian Caribbean Music: Synth Forest #1
Autor: Daniel Cantagalo
A introdução dos sintetizadores transformou a música mundial. Músicas de todo mundo foram influenciadas por essa novidade. A música produzida na década de 1980 nas grandes cidades do entorno da floresta amazônica também foi influenciada por essas mudanças. Os teclados usados nas festas do Beiradão, às margens do rio Amazonas, foram transplantados para estúdios de gravação em Belém, Manaus e incorporados à discografia amazônica. Esta mixtape traz um resgate, dentro das produções fonográficas da região amazônica, com músicas gravadas em sua maioria nas décadas de 80 e 90 onde os teclados e sintetizadores têm destaque.