1 Álbum 100 Palavras #39: Astor Piazzolla – Tango Zero Hour (1986)
1 Álbum 100 Palavras #39: Astor Piazzolla – Tango Zero Hour (1986)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Astor Piazzolla, compositor e bandoneonista argentino, contribuiu para a renovação do tango. Trabalhou ao longo de diversas décadas, atraindo as críticas dos tradicionalistas que polemizaram contra a inclusão de elementos musicais alienígenas na estrutura do tango clássico, como a música politonal e a linguagem jazzística. Astor considerou este álbum de 1986, como o seu melhor trabalho discográfico. Tango: Zero Hour contem pérolas como Concerto Para Quinteto, Mumuki e Milonga del Angel. A escrita mistura a musica clássica/contemporânea e a espontaneidade da tradição popular argentina. Entre os músicos, destacam-se Pablo Ziegler no piano e Fernando Suarez Paz no violino. Boa escuta!”
Bad Bad Mary – Forget About It (2024) (single)
Bad Bad Mary – Forget About It (2024) (single)
“Forget About It” aborda a autossabotagem no amor, bem como na vida, aproveitando a sinceridade que uma letra clara e descomplicada permite. Os Bad Bad Mary abrem assim as portas a novo estilo de composição, assumindo o rock como o último elemento a antecipar este segundo EP.
Prazeres Interrompidos #256: Hiro Arikawa – Memórias de um Gato Viajante (2012)
Prazeres Interrompidos #256: Hiro Arikawa – Memórias de um Gato Viajante (2012)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Nana, que já foi um gato de rua, anda em viagem pelo Japão, mas desconhece para onde. O importante é que está sentado no banco da frente da carrinha, ao lado de Satoru, o seu querido dono. Satoru decidiu empreender esta viagem para visitar três amigos de juventude.
Qual o motivo da viagem? Nana não sabe.
Como reagirá o seu coração quando descobrir?
Com o pano de fundo da deslumbrante paisagem japonesa e narrado em vozes alternadas com uma rara subtileza e sentido de humor, a história de Nana é sobre a solidão, o valor da amizade e o saber dar e receber.
Um livro que tem conquistado e emocionado leitores de todo o mundo através da sua mensagem de bondade e sinceridade, revelando como os atos de amor podem transformar as nossas vidas. Por vezes, é necessário fazermos uma longa viagem para descobrirmos e conhecermos melhor aqueles que estão mais perto de nós.
Carolina – Risinhos De Vergonha (2024) (Single)
Carolina – Risinhos De Vergonha (2024) (Single)
Vergonha”
“Risinhos de Vergonha” é o título do primeiro “single” lançado por Carolina, nome artístico de uma jovem caldense que, apesar da sua formação em gestão, pretende vir a seguir exclusivamente a carreira musical.
A produção desta música, disponível no Spotify e noutras plataformas musicais, foi possível depois de uma série de workshops em que a cantora participou no “Creative Studio No Filters”, em Lisboa.
Uma dessas formações foi com o cantor João Só, proprietário do “Estúdio Zeco”, onde acabou gravar a sua primeira música original.
A letra da música e melodia é da sua autoria, e os acordes são de João Eiró, com produção de João Só.
“Decidi que os ‘Risinhos de Vergonha’ fossem o primeiro single a ser produzido, porque queria que fossem uma carta de apresentação”, contou ao JORNAL DAS CALDAS.
A canção, uma mistura de pop com jazz, é inspirada no filme de animação “Divertida-mente”, da Disney, onde as emoções são as protagonistas.
“Quis explorar e concentrar numa canção os espectros dos meus traços (no filme as emoções são as protagonistas). Depois, queria que a melodia casasse com as palavras e foi o que consegui”, adiantou a cantora.
A canção já tem videoclipe (youtube.com/watch?v=Kx5wwlAqa-8), da autoria da designer Ruby.
Carolina Fidalgo nasceu no Luso porque os pais trabalhavam na altura trabalhavam no Palace do Buçaco, mas toda a sua família é da região e o seu percurso escolar, do infantário ao ensino secundário, foi feito nas Caldas da Rainha.
Há 10 anos terminou a sua licenciatura em Gestão na Universidade Nova, em Lisboa, e depois de terminar o mestrado e uma pós-graduação no mesmo estabelecimento de ensino, rumou ao Luxemburgo para trabalhar numa consultora.
“Escolhi este caminho na altura porque não acreditava que música pudesse ser uma opção”, explicou.
No entanto, a música, que sempre fez parte da sua vida, tem vindo a ganhar cada vez mais protagonismo nos seus planos.
“Lembro-me de ser pequena e de andar no ‘Lugar da Música’, que viria a ser o Conservatório das Caldas”, recorda.
Recorda-se também de frequentar no infantário umas sessões de música, com a professora Maria João Veloso, “onde construíamos os próprios instrumentos, com feijões e embalagens de iogurte ou com copos”.
A partir dos seis anos começou com aulas de piano no Conservatório, tendo terminado no 5º grau. “Experimentei um ou dois anos de piano jazz e depois vi que gostava mais de cantar. Tive mais um ano de técnica vocal e quando tirei a licenciatura estive um ano no Hot Clube”, contou.
Ainda teve aulas de canto jazz com a professora Cláudia Franco, mas “achava que não conseguia ou que não seria bem aceite enveredar por este caminho e tinha imenso medo de começar um percurso musical mais profissional”.
Esteve dois anos na academia “Vocal Emotion” onde “o conceito de limites vocais e de performance foi mais desconstruído e obtive bagagem mais técnica”.
Participou em dois concertos no Casino Estoril, um de músicas dos anos 80 e outro de tributo aos Trovante, onde Luís Represas também esteve presente.
“Tive também a oportunidade de fazer dois concertos gravados no Atlantic Blues em Oeiras, com eles coloquei no Spotify uma primeira canção, um cover da música ‘City of Stars’, tocada pelo professor Manuel Rebelo”, referiu.
A partir desta primeira experiência, conseguiu bons feedbacks e construiu uma base de seguidores naquela plataforma.
Entretanto, participou num workshop intitulado “Mix With The Masters”, com o produtor Jeff Bhasker, em Avignon (França).
“Vieram pessoas do mundo inteiro e muitas já com provas dadas. Todas acreditaram no meu projeto, o que é ótimo”, adiantou.
Ao longo destes anos tem vindo a realizar concertos e no ano passado criou o “Carolina Jason Jazz Duo”, tendo atuado em vários locais do Luxemburgo.
Quanto ao futuro “está a ser preparado”, garante, tendo como foco principal a gravação de um álbum de covers, com uma ou duas músicas originais. Pretende também continuar a investir na sua formação musical e a realizar concertos.
Willie Colon – El Malo (1967)
Willie Colon – El Malo (1967)
Memória de Elefante 28/04/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Liquen – Brisa Corcunda (2024) (single)
Liquen – Brisa Corcunda (2024) (single)
A Brisa Corcunda é revolta interna contra a maré de desordem.
Um lamento pelas entranhas do que há de desolador no mundo, das correntes opressivas à ausência de compaixão. A revolta, áspera e incómoda, nasce do confronto com o que se considera errado, um embate moral com as trevas. A Brisa almeja ser um antídoto às trevas, que apesar de emergir dessa mesma escuridão, anseia incansavelmente pelo o que é belo e justo.
Líquen é um projeto que surge da união entre
a voz e a poesia. Nasce a partir de diversas influências, da música popular portuguesa ao indie pop, e é a primeira expressão individual da cantora conimbricense Constança Ochoa, após a co-criação do grupo Peixinhos da Horta. Em Líquen, abraça a oportunidade de escrever e compor inteiramente para si, da melodia aos arranjos, e de se estrear a produzir os seus próprios temas, em parceria com o Buga Lopes, músico e produtor. Ao projeto junta-se Pepas, também músico e produtor residente no Porto,
cujo foco é essencialmente a eletrónica. Um líquen, enquanto organismo simbiótico, funciona como metáfora perfeita para aquilo que se pretende criar: uma simbiose entre a voz e as diferentes influências sonoras; entre o acústico e o eletrónico; e a manifesta vontade de expressar emoções humanas fundamentais na forma de música.
Ruca Rebordão – Berimbando (2024) (single)
Ruca Rebordão – Berimbando (2024) (single)
Após colaborar em mais de 200 álbuns de outros artistas e ainda de bandas das quais fui membro fundador ou parte da banda (Palmares, Banda Desenhada, Valdez e as Piranhas Douradas, A Fúria do Açúcar, N’Goma Makamba, D’Alambre, Couple Coffee & Band, Samadhi, entre outros), chegou agora a hora de lançar um álbum em nome próprio.
Mestiço Atlântico – Um sonho pensado por mim e partilhado com outros grandes músicos, compositores e autores. Um álbum que vibra com influências e inspirações profundas, onde está presente muita da minha experiência cultural atlântica, formada pelo triângulo Angola-Brasil-Portugal.
Angola – país onde nasci e vivi até aos 13 anos e que teve um papel determinante na minha descoberta do ritmo e do início da minha vida como músico e compositor; Brasil – onde vivi toda a fervilhante adolescência, absorvendo a riqueza e variedade musicais infindáveis deste país; Portugal – onde estão as minhas raízes familiares e onde me sinto em casa, como pessoa e como músico profissional, respirando através da sua forte e maravilhosa cultura.
Para este álbum conto com colaborações e participações de grandes músicos e autores: Rão Kyao, Paulo de Carvalho, Luanda Cozetti, Norton Daiello, Luiz Caracol, Sandra Martins, José Fialho Gouveia, Ciro Bertini, António Pinto, Ivo Costa, Gustavo Roriz, Nanã Sousa Dias, Marta Coutinho, Múcio Sá, Beto Bertolini, Chris Wells, Guto Lucena, Biru e ainda a participação da minha filha Maiara Rebordão num dos temas. A todos eles o meu eterno obrigado por emprestarem a sua arte a este disco, um processo longo que está finalmente disponível para o mundo.
As composições são na sua grande maioria originais, de minha autoria. As restantes, de outros autores ou parcerias, tendo apenas uma das canções sido gravada e editada anteriormente (de autoria de Milton Nascimento e Fernando Brant).
A produção musical deste álbum é do músico/compositor/produtor Ciro Bertini, amigo de longa data, com quem tenho também partilhado palco ao longo de vários anos, sendo a co-produção musical de minha autoria.
Espero que se sintam tão cheios de vida e energia quanto eu ao sabor desta música mestiça, deste mestiço atlântico. Boas viagens.
African Roots #43
African Roots #43
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Leon Keita – Diarabi Mana
2 – Kamal Keila – African Unity
3 – Conjunto Jovens Africanos – Nhu Djon
4 – Miriam Makeba – Lumumba
5 – Artur Antunes – Mana
6 – Bahta Gebre-heywet – Tessassategn eko
7 – Os Jovens Do Prenda – Rumba Macieo
8 – Assiko Golden Band De Grand Yoff – Sama Néné
9 – Bembeya Jazz National – Armée guinéenne
10 – Sweet Talks – Eyi Su Ngaangaa
11 – The Mombasa Vikings – Kibe Kibe
12 – The Scorpions – Nile Waves
13 – Bobi Wine – Freedom
14 – The Lijadu Sisters – Cashing In
Catman Plays The Blues #119
Catman Plays The Blues #119
Autor:
Manuel Pais
Apresentamos esta semana a 1ª parte de uma colectânea recentemente editada que retrata musicalmente o percurso da Music Maker Foundation, uma editora empenhada em preservar e apoiar a música e os músicos do Sudeste dos EUA.
Espaço ainda para a 2ª parte do concerto de Cameron Webb and His Soul and Blues Revue no Clube Rosa’s Lounge em Chicago.
L. Shankar – Raga Aberi (1995)
L. Shankar – Raga Aberi (1995)
Memória de Elefante 26/04/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Garajau – Sal & Lima (2024) (single)
Garajau – Sal & Lima (2024) (single)
Depois de ‘O Amor Não Se Abrevia’, o álbum de estreia da banda natural do Porto, Garajau trazem-nos a solução para vários males: ‘Sal & Lima’, o mais recente single.
Em 2023, a banda composta por André Pires Costa e Tiago Luz, apresenta-se com um álbum Pop-Rock/Indie-Rock com sabor a desamores tanto no Rock, como no Pop como até numa balada acústica, onde cada canção nos apresenta uma variante do desamor mas também uma solução. Também ’Sal & Lima’ é solução para esta nova fase da banda, não só no campo do amor mas, como referem “O sal e a lima são essenciais para muitos contextos, para dar ou cortar sabor às bebidas, limpar o organismo e até para afastar o azar e o mau olhado.”.
Com este single, Garajau apresentam-se numa sonoridade ainda mais up beat, num estilo “feel good hit” para cantar em todo o lado e até dançar – quase como solução para os problemas e stress do dia-a-dia – “Hoje é noite de atirar a semana para trás das costas (…) Soma Sal & Lima, cura a minha sina”.
“Esta música nasceu de um rascunho de uma música escrita na pandemia sobre estarmos fechados e precisarmos de sair. O assunto ficou batido e achamos que não ia resultar. Mudamos então o foco desse mesmo assunto. A vida hoje em dia é tão frenética que ter uma noite de festa torna-se essencial.” afirma a banda sobre o novo single.
Também acrescentam “É um passo em frente em relação à sonoridade do nosso primeiro disco. Portugal precisa de música cantada em português dançável nas rádios.”
A letra de ‘Sal & Lima’ é da autoria de Tiago Luz e André Pires Costa, a produção ficou a cargo de Leonardo Pinto e a masterização conta com Mário Barreiros. André Malta, que assumiu a produção do álbum, ficou desta vez a cargo da bateria.
O novo tema de Garajau promete deixar a boa disposição em quem o escutar, no trânsito, numa festa, ou até em casa – ‘Sal & Lima’ encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.