Depois do lançamento de “Primavera Deserta” e de “Cicatriz”, sús disponibiliza “Além do Tempo”, terceiro e último single em antecipação ao seu disco de estreia, “Entre”, agendado para maio.
“Além do Tempo” é uma canção do fim do inverno a chamar pela primavera e relaciona-se diretamente com o primeiro single, “Primavera Deserta”, numa espécie de encontro com a calma no fim da tempestade. Se “Primavera Deserta” é um tema que fala sobre a primavera em abril, num contexto gelado e de desabrochar tardio, e sobre o encontro da artista com a precisão relativa das palavras, que é tão dependente do seu contexto, “Além do Tempo” é o passo anterior, o encontro com os timings fora do lugar, as síncopes, o autocarro que chega na hora certa, e o sujeito poético que chega na hora errada.
A artista portuguesa, residente na Dinamarca, contextualiza “Além do Tempo”, através da estrutura e organização nórdica que não permite, segundo sús, muito espaço ao espontâneo, especialmente no inverno, como se a matriz do tempo fosse feita em betão.
Este novo e último single, que surge em antecipação ao seu disco de estreia, “Entre”, aborda também a saúde mental, especialmente o stress, a ansiedade e a forma como a realidade urbana e as pressões da vida moderna se manifestam no corpo e no pensar. É uma jornada em busca da calma na sua própria ansiedade, um processo de transformação e descoberta. A introdução com a referência ao tema “Estou Além”, foi uma escolha que, para sús, fez todo o sentido encaixar no início da viagem que “Além do Tempo” se tornou, realçando a singularidade deste “hino” intemporal de António Variações.
A faixa, e o visualizer que a acompanha, já se encontram disponíveis digitalmente.
Vida Justa – 25 de Abril: A Revolução Vale Bem Uma Festa
Vida Justa – 25 de Abril: A Revolução Vale Bem Uma Festa
19h na Voz do Operário
(entrada peka Travessa de São Vicente)
A Revolução Vale Bem Uma Festa
Jantar, Música e Vida Justa
Baque do Tejo
Dimeu Black Bombaim
Dj Erre G
GDB Família
Milton Gulli
Muleca XIII
Paolo Makossa
Primeiro G
Real Guns
Red Chikas
Prazeres Interrompidos #255: Alberto Moravia – Agostinho (1945)
Prazeres Interrompidos #255: Alberto Moravia – Agostinho (1945)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
L’Agostino deixa de ser un nen l’estiu en què la seva mare s’enamora d’un home. Aquella deessa que ell sempre havia imaginat dedicada i intocable és també una dona. Decebut i ressentit per aquesta descoberta, el protagonista malda per alliberar-se de la figura materna i comença a freqüentar amistats dubtoses que el portaran a deixar enrere la innocència. La brutalitat d’aquests nous amics l’espanta però també hi ha alguna cosa d’ells que el fascina, una atracció deliciosa i cruel que l’atrapa i el repulsa alhora. Moravia explora amb precisió la dolorosa i incerta aventura de l’adolescent que es veu atrapat entre dues edats. Més enllà de la descripció d’una etapa difícil i plena de turments, en aquesta història hi podem llegir els símptomes d’una altra crisi que se situa en el centre de tota l’obra de l’autor: el desajustament entre la consciència i la realitat. Nascut a Roma el 1907, Alberto Moravia va escriure la seva primera novel·la, Els indiferents, quan tenia poc menys de vint anys en un sanatori del nord d’Itàlia on es refeia d’una tuberculosi que no li va deixar acabar els estudis. Durant la Segona Guerra Mundial, va ser perseguit pels feixistes per haver escrit una sàtira política. Després del final de la guerra, torna a Roma i gaudeix d’una gran popularitat. La seva obra està conformada per una trentena de títols entre els quals destaquen El conformista, El menyspreu i La camperola. Algunes de les seves novel·les han estat adaptades al cinema per directors com ara Vittorio De Sica o Jean-Luc Godard. Agostino també va ser duta al cinema el 1962. Va morir a Roma el setembre del 1990.
JP Simões – Cada Dia São Cem (feat. Ruca Rebordão, Nuno Ferreira, Márcio Pinto, Pedro Pinto) (Carta Ao Remetente) (2024) (single)
JP Simões – Cada Dia São Cem (feat. Ruca Rebordão, Nuno Ferreira, Márcio Pinto, Pedro Pinto) (Carta Ao Remetente) (2024) (single)
Como uma transfusão de sangue, creio que comecei a sentir-me cada vez mais próximo da música de José Mário Branco à medida que a fui tocando e cantando, sempre que a oportunidade surgia. Como se a espessura ética e poética das suas canções fosse progressivamente ocupando e fortalecendo um lugar onde antes havia insegurança e incerteza, à medida que as fui cantando e cantando e acreditando cada vez mais no que cantava.
Depois de uma muito considerável quantidade de concertos centrados no seu trabalho, que foram afinando essa proximidade, surgiu um convite para -porque não?- fazer um registo que lhe fosse inteiramente dedicado. É uma voz agora oportuna e necessária a de José Mário Branco? É pungente e transborda beleza e coragem? Sem dúvida. E aqui estamos. E o mais intrigante para mim é lançar um disco onde pela primeira vez sou exclusivamente intérprete das canções de outra pessoa e sentir que é talvez o disco mais íntimo que alguma vez produzi. Cabe-me agradecer ao autor este privilégio de me sentir mais completo e menos só, aqui na casa que ele construiu para todos.
JP Simões
Michael League: Snarky Puppy – Culcha Vulcha (2016)
Michael League: Snarky Puppy – Culcha Vulcha (2016)
Memória de Elefante 24/04/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Tomás De Papel – Casa De Alguém (2024) (single)
Tomás De Papel – Casa De Alguém (2024) (single)
Single abre caminho para o disco de estreia
“Casa de Alguém” marca a estreia de Tomás de Papel e abre caminho à edição do LP “Desconcertante Modo de Vida”, agendado para 10 de maio.
Tomás de Papel dá início à sua jornada a solo num registo intimista e profundo, influenciado pelas sonoridades indie rock, pop folk e clássico contemporâneo. Deixa, nos seus poemas escritos na língua mãe, as perguntas e resoluções, os conflitos e as paisagens de um auto-intitulado observador, pensador, sofredor de amor que procura as respostas para ser feliz.
O tema escolhido para se revelar ao público é este “Casa de Alguém”, que retrata uma recordação de um momento frágil que só pode ser observado ao longe. “Algo próximo do pensamento, mas longe no mundo tangível e assim é pelo melhor; sabendo que, se for tocado, ou se parte ou não é real”, sublinha o artista emergente natural de Coimbra.
Gravada nos Blacksheep Studios pelo Francisco Dias Pereira, a faixa foi produzida pelo Tomás de Papel e pelos músicos que o acompanham: Carlos Bb (Keep Razor Sharp) na bateria, Luís Judícibus e Francisco Dias Pereira (Them Flying Monkeys) no baixo, teclas e guitarra. “Casa de Alguém” e o respetivo videoclipe já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais.
Perpétua – Em Vão (2024) (single)
Perpétua – Em Vão (2024) (single)
“Em Vão” é o novo single de Perpétua
A banda da Gafanha da Nazaré, em Ílhavo, regressa com música nova depois da participação no Festival da Canção.
O novo álbum é apresentado no dia 31 de maio, na Casa da Cultura de Ílhavo.
Já se pode ouvir “Em Vão”, o primeiro single de antecipação do segundo álbum de originais de Perpétua. A banda finalista do Festival da Canção 2024, regressa com uma balada que “parece ter estado em infusão lenta nos anos 80”.
Depois de “Bem Longe Daqui” – música que o quarteto levou ao Festival da Canção 2024 – “Em Vão” “parece um movimento de 180 graus, porque torna o lugar da energia e jovialidade apresentadas no festival numa atmosfera mais introspetiva e desacelerada. A banda escolhe marcar cada vez mais uma estética retro, algo que lhes é reconhecido pelo público, quer de um ponto de vista sonoro, quer de um ponto de vista estético, como se pode comprovar pelo videoclipe que acompanha este single, cuja inspiração pode ser encontrada nos clássicos dos anos 80, como David Bowie ou Cocteau Twins.
“É um momento de viragem e a inauguração de uma nova fase para a banda. Não podia estar mais orgulhoso deste esforço conjunto.” – Diogo Rocha
“Este single é a primeira página de um novo capítulo. Queremos muito mostrar-vos o que aí vem!” – Beatriz Capote
“Não podia estar mais contente por ser esta a música, uma balada, que vem dar continuidade ao que trouxemos na “Bem Longe Daqui”” – Rúben Teixeira
“Adoro a energia melodramática que conseguimos com esta música. Fico feliz por podermos contribuir para o panorama da música romântica portuguesa” – Xavier Sousa
Em Vão já está disponível em todas as plataformas digitais. Perpétua irá subir ao palco da Casa da Cultura de Ílhavo no dia 31 de maio para apresentar o novo álbum. Toda esta espera não foi em vão.
“Não, não foi em vão”
As ambiguidades e trocadilhos parecem fazer parte do léxico de Perpétua. Apesar do que o título da música possa parecer indicar, a canção de desamor, introspeção e de rememoração, começa logo por afirmar que “Não, não foi em vão”. Liricamente, é um exercício transversal a toda a gente “naquelas alturas em que parece que o chão nos desaba”.
Coffee Breakz #75 – À Liberdade!
Coffee Breakz #75 – À Liberdade!
Autor: Hélder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
1. Antes e Depois do Dia Inicial, Inteiro e Limpo (Coffee Breakz Sound Collage)
2. Dälek
2.1 Praise Be the Man (remix)
2.2 Praise Be the Man
3. The Beatles — Lovely Rita
4. Beth Gibbons — Reaching Out
5. Kassa Overall — Find Me (live)
6. Manudigital (ft. Congo Natty & Falle Nioke) — The Children of Shaka (Digital UK Session)
7. Mdou Moctar — Imouhar
8. Backxwash — Wake Up
Fumaça #17: A Serpente, o Leão e o Caçador Ep. 5: O Caçador – Parte 2 (Série 5/5)
Fumaça #17: A Serpente, o Leão e o Caçador Ep. 5: O Caçador – Parte 2 (Série 5/5)
DESCRIÇÃO
Desde o chamado período colonial, pessoas e recursos fluem do Sul para o Norte, de uma forma muitas vezes violenta. A crise climática reflete esse mesmo desequilíbrio de forças e deixou à vista uma dívida ecológica histórica por pagar.
PUBLICADO
quinta-feira, 30 de abril de 2020, 2:00 AM
Milton Banana Trio – Tipo Exportação (Samba É Isso) Volume 2 (1978)
Milton Banana Trio – Tipo Exportação (Samba É Isso) Volume 2 (1978)
Memória de Elefante 23/04/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Catarina Branco – A Minha Saia Velhinha (2024) (single)
Catarina Branco – A Minha Saia Velhinha (2024) (single)
“A Minha Saia Velhinha”, da Catarina Branco, agendado para dia 19 de abril. O tema surge em antecipação ao EP “Não me peças mais canções”.
Depois de ter editado em 2019 o EP de estreia “Tá Sol” e em 2022 o álbum “Vida Plena”, a artista natural das Caldas da Rainha edita “Não me peças mais canções”. O disco é uma homenagem ao Grupo Coral e Musical de música popular do hospital das Caldas da Rainha, onde os pais da artista tocam e trabalham. A ideia deste novo EP é, além de celebrar as raízes de Catarina Branco, estender os limites de géneros musicais e alargar os extremos da electro synth-pop, a folk e o tradicional.
Composição: Autor desconhecido (Popular da região do Minho)
Letra: Autor desconhecido
Vozes: Catarina Branco
Sintetizadores: Catarina Branco
Beat: Catarina Branco
Shaker: Catarina Branco
Viola Amarantina: Catarina Branco
Mistura: Cláudia Sul
Masterização: Rafael Silva
Beatoven – Slow Down (feat. Jimmy P & Phedilson) (2024) (single)
Beatoven – Slow Down (feat. Jimmy P & Phedilson) (2024) (single)
Beatoven apresenta “SLOW DOWN’’, single de “ALGO(ritmo)”
Beatoven acaba de apresentar ‘’SLOW DOWN’’, com a colaboração dos ilustres Jimmy P e Phedilson, como 1º single do seu projeto “ALGO(ritmo)”. O produtor admira a união de bandeiras e junção de diferentes tradições em prol de crescimento.
‘’SLOW DOWN, remete a uma travagem, uma consciência do nosso modo automático e intenção de viver mais o que realmente é importante – família, sanidade, nosso círculo, entre outros aspectos. ’’, explica Beatoven.
‘’Por vezes estas músicas conscientes estão associadas a instrumentais sem sal, com pouco groove, e a intenção principal deste projecto é fazer com que o humano consiga ouvir uma música com essa narrativa, mas funky/mexida em locais onde esta não está associada. Nós somos aquilo que consumimos’’
Beatoven ficou mais de 2 anos sem lançar originais, derivado a um período de autoconhecimento, clarificando a sua direção e entendimento do que queria acrescentar no mundo e na cultura.
‘’Estamos numa era muito delineada pelo algoritmo, onde o humano precisa de uma consciência do seu uso e entender as vantagens e desvantagens desta ferramenta. A intenção deste Ep é conseguir fazer uma ”WAKE UP CALL” na sociedade de um modo leve e dançável.
Algo(ritmo) é um marco de mudança tanto de sonoridade artística como do branding do mesmo. “Black Tropical House” é como o produtor nomeia o gênero musical , mas também podemos encontrar Uk House, Jersey e Kuduro nesta renovação musical do produtor. O primeiro volume conta ainda com colaboração de Carla Prata, Mar, Jimmy P, Sleepy The Prince, Phedilson, Dj Lycox e One O One.
O visual de SLOW DOWN é da responsabilidade do ilustrador Fakie, que conseguiu quebrar a barreira de distância dos artistas. O disco conta com masterização de Mixedwinesse e artwork de Flav ferreira. Este é o projeto que antecipa o seu EP de originais, “ALGO(ritmo)”, que será lançado no primeiro semestre de 2024 com o cunho Universal Music Portugal na sua distribuição.