
Paul Chambers Sextet – Whims Of Chambers (1957)
Memória de Elefante 22/04/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Paul Chambers Sextet – Whims Of Chambers (1957)
Memória de Elefante 22/04/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

1 Álbum 100 Palavras #38: John Lee Hooker – That’s My Story (1960)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“John Lee Hooker é um dos mais importantes bluesmen da história. Ao longo de mais de 40 anos de carreira, foi coerente com a sua estética e não cedeu a modismos. O seu canto baseado em frases curtas, torna-se único se aliado ao som da sua voz e da sua guitarra. Este álbum foi gravado em 1960 e à solo, com a excepção de 3 músicas em que é acompanhado por grandes músicos de jazz, como Sam Jones no contrabaixo e Louis Hayes na bateria. Com a sua voz poderosa, Lee Hooker parece nos contar a sua história. Boa escuta!”

Arthur Melo – Zói Fundo (2024) (single)
Com três álbuns editados que trazem o MPB em sua essência, o cantor e compositor brasileiro Arthur Melo apresenta agora o seu quarto ato com o disco “Mirantes Emocionais”, que inaugura um novo momento em sua carreira. “Muitas das faixas surgiram a partir de experimentações e colagens com o intuito de criar músicas mais animadas e coloridas”, conta o artista, que começou a compor o repertório do disco em tempos pandêmicos. “O facto de estar sozinho neste momento deu-me liberdade para experimentar ideias de instrumentação, texturas, vozes e tudo mais que viesse à cabeça, sem ter um objectivo claro”, continua. O resultado são 11 faixas que trazem elementos sonoros de estilos como indie pop, rock psicodélico, groove, samba, cumbia, além de forte inspiração oitentista. Oiça aqui.
Com produção musical assinada pelo artista juntamente com Lucca Noacco, e mistura por Kassin, o disco é o primeiro a ser acompanhado do Ministério da Consciência, banda/coletivo de amigos que acompanha o brasileiro. “A ideia é que este seja um grupo rotativo de artistas que colaboram comigo nas músicas e também na parte visual. Neste trabalho, as peças fundamentais do Ministério foram eu e Lucca na produção das músicas, e o Artur Souza a assinar o projeto gráfico. Já no concerto ao vivo, além de mim e do Lucca, a banda é formada por André Souza, Victor Diz e Bê Moura”, comenta.
Sobre os assuntos que permeiam o álbum, Arthur Melo percebeu, ao terminar de compor as canções, que havia ali questões recorrentes que tratavam sobre conexão/desconexão e pertencimento através de vários pontos de vista. “O nome ‘Mirantes Emocionais’ representa a ideia de perceber e analisar várias emoções e sentimentos, mas sem deixar eles te afetarem, sendo apenas um observador. Da mesma maneira como vamos a um mirante para ver a cidade de longe. Olhamos os bairros, as casas, as luzes e os carros, mas não estamos neles e nem a vivê-los, apenas a observar”, explica.
Capa
Este é o primeiro álbum da discografia de Arthur Melo cuja capa não é assinada pelo próprio artista, o que abre um novo caminho estético em relação aos seus trabalhos anteriores. Uma das referências são os discos da gravadora RCA dos anos 70 e 80, que traziam a label e os créditos na própria capa. A arte é assinada por Davi de Melo Santos, artista de rua renomado de Belo Horizonte (Minas Gerais/BR) que atua desde 1998. Com projeto gráfico de Artur Souza, a ideia foi, com cada rosto e cor, representar uma emoção que contemplamos de longe. “É desta intenção que veio o nome do disco: Mirantes Emocionais. Ver algo à distância e não ser afetado internamente pelo que se observa, como se estivesse em um mirante.”

Prazeres Interrompidos #254: Ranulph Fiennes – Lawrence Of Arabia (2024)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
A vivid and illuminating biography of the famed T. E. Lawrence, written by “the world’s greatest living explorer,” Ranulph Fiennes.
As a young British intelligence officer in Cairo, archaeologist and adventurer Thomas Edward Lawrence became involved in the 1916 Arab Revolt, fighting alongside rebel forces against the Ottomans. He made a legendary 300-mile journey through blistering heat; he wore Arab dress; and he strongly identified with the people in his adopted lands.

Doug MacLeod – Raw Blues 1 (2023)
Memória de Elefante 21/04/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Catman Plays The Blues #118
Autor:
Manuel Pais
Apresentamos esta semana duas novidades discográficas. Damos ainda a conhecer uma nova voz do Soul-Blues, através da 1ª parte de um registo gravado ao vivo em Chicago no ano passado.

Stephen Marley – Old Soul (2023)
Memória de Elefante 20/04/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Samuel Martins Coelho – Acessible Insurence (2024) (single)
“I ERROR” É O NOVO DISCO DE SAMUEL MARTINS COELHO
MULTI-INSTRUMENTISTA E COMPOSITOR DA BANDA-SONORA DO FILME
“O PIOR HOMEM DE LONDRES”, COM ALBANO JERÓNIMO
Samuel Martins Coelho apresenta-se em nome próprio com o disco “I Error”: um conjunto de rascunhos colecionados ao longo do tempo, que refletem diferentes interesses estilísticos de um violinista que se aventura no mundo electrónico.
O compositor e multi-instrumentista tem feito um percurso de descoberta e constante reinvenção da sua linguagem musical. Com raízes na música clássica, tem vindo a desenvolver uma linguagem muito própria, utilizando diversas fontes sonoras. O seu trabalho atravessa vários géneros e universos musicais, desde a música clássica à música conceptual, experimental e à improvisação. A sua actividade artística desenvolve-se em vários projetos, tais como: Tosco, Peixe Míope, Estranhofone, Space Ensemble, Escola do Rock, Colectivo Espaço Invisível, Ondamarela, JP Coimbra, até ao mais recente I ERROR.
Com o novo disco, o músico explica que “Imagino-me imerso num espaço onde o passado e o presente se entrelaçam, refletindo as minhas diferentes fases como músico. Cada música representa diferentes momentos desse período cronológico, onde diferentes estilos e influências musicais se manifestam. Em I ERROR é um local onde tiro a rede.”
De destacar no seu percurso artístico as várias composições de bandas sonoras e a nomeação para os Óscares: em 2018 compôs uma nova banda sonora para o filme Giuseppi do realizador maltês Cecil Santariano, a qual foi apresentado ao vivo na Capital Europeia da Cultura em Malta. Colaborou na banda sonora da curta-metragem de Regina Pessoa “Tio Tomás – A Contabilidade dos Dias”. Desde a estreia internacional, em Junho de 2019, na Croácia, o filme foi já distinguido no Festival de Cinema de Annecy, em França, com o prémio especial do júri, no Festival Animamundi, no Brasil, ou nos Caminhos do Cinema Português, em Coimbra. Foi também candidato às nomeações para os Óscares e venceu a corrida para o galardão de melhor curta-metragem nos Prémios Annie Awards. Em 2024 compôs a banda sonora do filme “O Pior Homem de Londres”, realizado por Rodrigo Areias, produzido por Paulo Branco-Leopardo Filmes, com argumento de Eduardo Brito, e um elenco onde pontuam Albano Jerónimo, Edward Ashley, Victoria Guerra, Scott Coffey, Christian Vadim, Carmen Chaplin, Simon Paisley Day, e Jean-François Balmer.

African Roots #42
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Cordas Do Sol – No Conchê n’Angola
2 – Kompass – Mexe Mexe
3 – Mbiri Young Stars – Ndiri Ndanogio Niwe (Batida 1977 Remix)
4 – The African Brothers International Band – Wompe Masem
5 – Konkolo Orchestra – Blue G. (Single Edit)
6 – Benis Cletin – Jungle Magic
7 – Petelo Vicka et Son Nzazi – Sungu Lubuka
8 – Bala Miller – Ikon Allah
9 – African Vibration – Hinde (Julien Dyne Rework)
10 – Tabu Ley Rochereau – Hafi Deo
11 – Missema – Mbela Bongo
12 – Sona Jobarteh – Dunoo

MD Melo – Piece Of Paradise (2024) (single)
Based in Porto-Portugal, the MAudioLabs Studio is a personal project based on the passion for audio and music as result of Manuel de Melo (MDMelo) working as a DJ in some known clubs back in the 80’s mainly in Portugal and also in the UK during university studies in Electronics Engineering.
The MAudioLabs Studio project started back in 2016 with the build-up a small home studio aimed to be used to create music. Through state of the art technology and many miles of music in the brain, the idea was to create and produce music inviting several amateur and professional artists to song writing and sing over the instrumentals composed and written by MDMelo.
Over the past 4 years a lot of experiments were perpetrated with a view to achieve perfection as much as possible in both audio quality, musicality, mixing, mastering, voicing and recording.
In order to do that, there were several audio production courses and workshops, experiences sharing, etc. up to a point in which it is believed to have reached the first big milestone with the very first production of a full EP for singer/songwriter Francis EL.

Alexis Korner – Blues Incorporated (2006)
Memória de Elefante 19/04/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Frederico Gonçalves – Penso – Desisto (2024) (single)
Chamo-me Frederico Gonçalves, e de momento encontro-me a promover o meu novo trabalho de originais, o álbum – LEVEZA DO VENTO – lançado no passado dia 30 de março.