Catman Plays The Blues #115

Catman Plays The Blues #115

Autor:

Manuel Pais

Continuamos esta semana na senda dos Blues Music Awards de 2024 com mais duas categorias e respectivos nomeados. Apresentamos também uma pequena entrevista com o líder da banda que representará Portugal no European Blues Challange a decorrer no próximo fim de semana na cidade de Braga.

Espaço ainda para comemorarmos o aniversário do guitarrista e cantor Lowell Fulson.

Norah Jones – Visions (2024)

Norah Jones – Visions (2024)

Memória de Elefante 30/02/24
Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Jau Mur – O Carmo E A Trindade (ft. Yara Mara) (2024) (single)

Jau Mur – O Carmo E A Trindade (ft. Yara Mara) (2024) (single) 

O músico, cantor e compositor Jau Mur lança hoje o álbum de estreia “Mundano”. Marcado por uma sonoridade indie-rock, o disco foi inteiramente composto, escrito e produzido pelo artista natural de Santa Maria da Feira. “Mundano” é descrito pelo próprio como um conjunto de canções que exploram temáticas ligadas a situações do quotidiano, às quais dá um toque dramatizado. 

Nas palavras de Jau Mur, este é “um álbum que fala não só de peripécias e acontecimentos da minha vida que senti que davam uma boa história mas, também, de situações do dia-a-dia de outras pessoas que chamaram a minha atenção. Assim surgiu o nome do álbum, nessa ironia de encontrar relevância no que é mundano”. O artista acrescenta que “gosto de pensar que o álbum convida o ouvinte a desfrutar de um outro ângulo sobre o que é vulgarizado, seja este um ângulo mais leve, mais atento, mais contemplativo, ou mais nostálgico”.

Nesta estreia discográfica, o músico conta com várias colaborações, que dão voz a algumas das músicas, como Yara Mara, letrista e vocalista da banda Calamar, e Filipa Pinto. 

“Este é um trabalho de parcerias, contando com a participação de diversos intérpretes e instrumentistas que enriquecem a palete de timbres a cada nova faixa”, refere Jau Mur. “Tal como cada música pede os instrumentos que a deverão constituir, o mesmo acontece com as vozes. Não tenho interesse em cantar todas as minhas músicas, por isso, desde o timbre até à proximidade com o tema, são várias as razões que me levam a escolher quem deverá cantar o quê. Felizmente, tenho a sorte de estar rodeado de excelentes artistas que aceitaram dar voz a este álbum, como Yara Mara, Maria Moura, Filipa Pinto e Zé Moreira”, conta ainda.

“Mundano” foi antecipado pelos singles ‘O Carmo e a Trindade’, interpretado por Yara Mara, ‘Crias e Progenitores’ e ‘−£10,000’. Formado em cinema, o cantor e compositor realizou os visuais que acompanham cada um dos três temas, disponíveis no YouTube. O álbum de estreia de Jau Mur já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

Alinhamento de “Mundano”:

1. O Carmo e a Trindade (com Yara Mara)
2. Crias e Progenitores
3. Em Contratempo
4. Dar-te Música (com Yara Mara)
5. Sinestesias (com Yara Mara e Zé Moreira)
6. Tempo para um Grito (com Filipa Pinto e Maria Moura)
7. −£10,000
8. Anfitriã

Jau Mur é músico, cantor, compositor e realizador. Ligado à música desde cedo, é natural de Santa Maria da Feira, onde reside atualmente. Formado em cinema, uma das suas grandes paixões a par da música, e com particular interesse por escrita e realização, já compôs, também, bandas sonoras para curtas metragens. 

A sua experiência no universo cinematográfico leva-o a realizar os videoclipes das própias músicas e também para canções de outros artistas. Dessas colaborações visuais surgiu a possibilidade de contribuir com arranjos para outros músicos, nomeadamente para Mauro Ramos (Amor Electro, Tiago Bettencourt, Expensive Soul, entre outros). 

O ano de 2024 marca a estreia discográfica de Jau Mur com o álbum “Mundano”, que inclui os singles ‘O Carmo e a Trindade’, ‘Crias e Progenitores’ e ‘−£10,000’.

Sérgio Onze – Canto Ainda Por Alguém (2024) (single)

Sérgio Onze – Canto Ainda Por Alguém (2024) (single) 

á está disponível em todas as plataformas digitais ‘Canto Ainda Por Alguém’, o novo single de Sérgio Onze. O tema foi produzido pelo fadista Ricardo Ribeiro e tem por base o poema com o mesmo título, da autoria de Manuel de Andrade.

“Este poema de Manuel de Andrade não é nostálgico e muito menos triste: é duro e aberto como a vontade que temos de ter, tanto para o cantar, como para continuar, sempre. E materializá-lo no Fado Menor, o pai e superior de todos os fados, tornou-se na única forma possível de começar”, afirma Sérgio Onze. O fadista acrescenta que “não há muito espaço para racionalidade numa crença. Acreditar nos nossos mundos – passados, presentes e futuros – tem sempre uma disponibilidade superior. Esse alguém que sabemos que existe, que sabemos que somos nós, mas que às vezes parece mais distante e menos definido que Plutão”. 

‘Canto Ainda Por Alguém’ conta com a participação dos músicos Bernardo Romão (guitarra portuguesa), Bernardo Saldanha (viola) e Daniel Pinto (viola baixo). A canção é acompanhada por um videoclipe realizado por Cláudia Barros e Tiago Ribeiro.

O novo tema de Sérgio Onze antecipa o álbum de estreia, “NÓS”, com lançamento previsto para o próximo mês de abril. Editado pelo Museu do Fado | EGEAC, o disco foi produzido por Ricardo Ribeiro e AGIR e inclui várias participações, a anunciar brevemente.

“Cada faixa é um nó fortalecido pelo laço e o seu desenlace – tanto desafio como processo, tanto pergunta como resposta. São “NÓS” que ligam produções tão antagónicas como Ricardo Ribeiro e AGIR, é no seu centro que coexistem composições tradicionais e poemas clássicos ao lado das visões estelares de compositores contemporâneos”, afirma o artista. “”NÓS” existe em mim há muito tempo e tem sido cantado e desatado, de alguma forma, em todos os lugares. Mas agora é real. É final. Um final que é mais um ponto e vírgula do que uma coisa definitiva”, conta ainda.

“NÓS” marca a estreia discográfica do fadista Sérgio Onze. O álbum é uma edição Museu do Fado Discos e é apresentado, em antemão, esta quinta-feira, dia 7 de março, no Centro Cultural de Belém, pelas 21h00. O concerto integra o ciclo Há Fado no Cais, coproduzido pelo Museu do Fado | EGEAC e pelo CCB desde 2012. Com o apoio da Antena 1, o concerto terá interpretação em Língua Gestual Portuguesa e os bilhetes estão à venda nos locais habituais e na Ticketline.

Bad Vibes Only #12

Bad Vibes Only #12

Autor:

Adam Denis

An hour of ambient, electronica , punk, dub and all time bizarre favourites: deep, dark and strange.  But always with heart and emotion.

Bio : Adam (satoshi) Denis, a young motivated man with strong believe in the power and responsibility of the individual to create his own success and fortune in life. He is a warrior for freedom, from ones spirit to the free markets, since we are all one. 

Adam has a true passion for the exciting world of cryptocurrencies, particularly Bitcoin and is about to launch his own NFT documenting highlights from his life, like daily outfits, fine dining and inspiring moments.

In short, Adam  will take you on a journey mixing capitalism, spiritualism and off course music! Let’s dive in!”

Tracklist:

Handel_ Serse, HWV 40, Act I – Ombra mai fu

The normal – T.V.O.D.

Casino Music – Viol af 015

Chris & Cosey  This Is Me

Duotronic Synterror – Sei Still!

Trisomie 21   The Last Song

Inhalt – Occupations

Chris and cosey – driving blind 

Depeche Mode – Ghosts Again (Bergsonist’s Shadow Mix)

Mory Kante – N’Diarabi (1993)

Mory Kante – N’Diarabi (1993)

Memória de Elefante 29/02/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Cruzamente – Bichos (censurada) (2024) (single)

Cruzamente – Bichos (censurada) (2024) (single)

Alicerçado no rock, o espírito dos .cruzamente não é saudosista, mesmo que venerem os antepassados e confiem na fraca memória que possuem como prova da intemporalidade de algo. De igual modo, também não procuram o futuro. Volta e meia, apercebem-se dele, vêem-se nele envolvidos, quando erguem o olhar até então preso aos seus instrumentos. Nem tampouco se procuram a eles mesmos, pelo menos enquanto grupo. Talvez seja isso, quando juntos, são. Sem buscas, sem querer. O que faz com que, a quem passa, pareçam crianças, numa bolha a esvoaçar sem nunca tocar no tempo. Afinal, têm uma pretensão, que essa bolha possa carregar o máximo de gente e de lugares com eles, e flutuar sem tempo e sem rumo.

Os .cruzamente são uma banda de Vila do Conde, composta por Francisco Rodrigues (voz) Pedro Cardoso (saxofone e harmónica) Carlos Loureiro (guitarra) Rodrigo Aroso (baixo) e Guilherme Magalhães (bateria). Os temas são originais e em português com uma base pop/rock, incluindo vários elementos funk, sem restrições.

Dão os seus primeiros passos na música em 2012, quando atuaram pela primeira vez ao vivo em Mindelo – Vila do Conde. Desde então, tocaram em vários espaços de música ao vivo de Norte a Sul do país, queima das fitas do Porto, Festa do Avante, Festivais de Verão e espetáculos comunitários. Durante este percurso lançaram três EPs: CruzaMente (2015); agitado (2019) e doninha (2020)

O seu primeiro álbum um bicho como nós irá ser editado no dia 10 de Maio e será apresentado ao vivo no próximo dia 18 de Maio no CCOP no Porto.

Produzido, captado e misturado por Pedro Vidal (Jorge Palma, Blind Zero) e masterizado por Mário Barreiros.

Poucos de nós terão vivido tempos tão polarizados como estes. A amplitude torna-se tão reduzida, que é difícil percepcionar quem está do outro lado e é fácil, por isso, reduzi-lo à grandeza da nossa imaginação. Sim, porque cada bicho é um bicho e não sabemos se é possível imaginar um, uno e inteiro, sem que ele seja uma parte de nós. Até um bicho como nós mesmos é difícil de imaginar de forma plena, teríamos de nos conhecer muito bem. Possível ou não, é um bom exercício, o do auto-conhecimento. Sobretudo quando nos leva a partes que nunca antes tínhamos encontrado. Ficamos mais fortes, também porque nos apercebemos da falibilidade dos nossos sistemas de avaliação. Se falhamos connosco, também falhamos com os outros e isso obriga a que a nossa constante redescoberta passe pela reavaliação do outro, cada vez mais, até que a amplitude aumente e nos apercebamos que do outro lado está um bicho como nós. Tão feio quanto bonito, tão forte quanto fraco. Vivo, falível.

“bichos” é o single de estreia do primeiro LP dos .cruzamente, um bicho como nós, e promete trazer intensidade às playlists atuais.

Bichos há muitos. De várias formas e em vários lugares. E nós, que somos um, também os temos por dentro, do intestino à cabeça. Imaginários ou não, os sintomas são claros: visão toldada, forças enfraquecidas, vontades distorcidas… Queremos que os bichos saiam de nós e sair com eles!

O vídeo que acompanha o single foi escrito e realizado por Alberto Almeida e tem como inspiração “Mago”, conto escrito por Miguel Torga, pertencente à colectânea Bichos. Sentimos que este conto tem uma grande relação com a canção e que sobressairia entre um dos inúmeros cenários possíveis para a descrever. O Mago é um gato que se sente aprisionado no conforto do lar que o adoptou, mas não é fácil libertar-se. Será que consegue? Será que conseguimos?

Retimbrar – Do Mesmo Cordão (2024) (single)

Retimbrar – Do Mesmo Cordão (2024) (single)

O ano de 2024 traz aos Retimbrar, formação renovada e a promessa de agarrar novas criações. Apuram-se as palavras, os timbres, os arranjos e desvendam-se pistas para o que há de ser um novo disco, mais de um ano após o lançamento do seu segundo álbum, Levantar do Chão.

Os 8 músicos voltam à estrada, estão à escuta e dão o salto, a bordo daquilo que são os sonhos, desafios e inquietações de uma humanidade veloz e voraz.

E é de inquietações que nasce uma primeira canção, “Do Mesmo Cordão”, composta e escrita por mulheres, numa colaboração desenvolvida com as Suspiro – coro jovem do Orfeão de Ovar composto por 19 mulheres entre os 14 e os 20 anos. O coro das Suspiro surge de uma vontade colectiva de não perder o contacto com a música. Todas ex-alunas da Academia de música do Orfeão de Ovar, fundem as suas vozes em projetos seus e em parcerias com artistas e músicos portugueses. Com o seu curto percurso (surge em Maio de 2023), o coro já partilhou o palco com Rodrigo Leão, Retimbrar e Jimmy P e encontra-se actualmente a criar o seu concerto a solo com releituras e originais.

“Do Mesmo Cordão” é um desabafo feito canção, com letra e música de Sara Yasmine (Retimbrar) e Suspiro, que, a 8 de Março, irrompe a várias vozes com o desejo de soltar amarras e exprimir o interior de uma mulher em chamas que assiste à expansão de um universo feminino que é seu, debaixo de constantes adaptações: com ideias por concretizar e lutas para apaziguar. Lutas que são de todes, que dependem de um compromisso e que não se esgotam num dia. Assim o dirão aqueles que puderem, no dia 8 de Março, juntar-se às marchas e manifestações que vão percorrer as ruas do país de norte a sul, muitas delas sob orientação da Rede 8 de Março.

O videoclipe é realizado por Adriana Romero e traz para a luz do dia, a atmosfera noturna da música, entre caniçais e pântanos do Lugar da Moita, em Ovar, que vai do Rio Cáster à Laguna de Aveiro. Assiste-se ao debate de mulheres consigo mesmas que se repercutem em acções coletivas e vice-versa. Mulheres que entre a intimidade de uma confidência e a urgência de libertar, arrastam consigo a comunidade de que, juntas, são capazes.

De uma natureza que se impõe, emergem figuras escultóricas que lembram a contraditória relação com representações antigas que o tempo se encarrega de desconstruir. E da relação entre a imaterialidade e o concreto, nasce o que a própria natureza humana trata de descodificar, projetando sonhos que encerram a “trama” com um encontro.

José Feghali: Villa-Lobos – Nashville Symphony Orchestra – Bachianas Brasileiras (2005)

José Feghali: Villa-Lobos – Nashville Symphony Orchestra – Bachianas Brasileiras (2005)

Memória de Elefante 28/02/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Prazeres Interrompidos #247: Going Zero – Anthony McCarten (2023)

Prazeres Interrompidos #247: Going Zero – Anthony McCarten (2023)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

“Quando chegar a ordem para se desconectar, tem de estar pronta para desaparecer num piscar de olhos. Apagar-se. Desaparecer.” Continuar a ler o excerto. 

A Fusion, empresa liderada pelo génio da tecnologia Cy Baxter, alega ter desenvolvido um spyware revolucionário, capaz de localizar qualquer pessoa na Terra, e propõe-se demonstrá-lo sem margem para dúvidas. 

Dez pessoas, criteriosamente selecionadas, serão os beta testers de GOING ZERO. Cada participante terá duas horas para desaparecer, devendo permanecer invisível durante 30 dias. Quem o conseguir, receberá um avultado prémio – 3 milhões de dólares. Se o sistema de Cy Baxter for bem-sucedido, a Fusion ganha um contrato multimilionário com a CIA, que mudará a vigilância dos cidadãos para sempre. 

Para a bibliotecária Kaitlyn Day, porém, está em jogo muito mais do que o dinheiro do prémio, e a sua motivação é mais pessoal do que se poderia imaginar. 

GOING ZERO é um thriller envolvente que explora as implicações éticas e morais do desenvolvimento da tecnologia e levanta questões como a privacidade, a segurança e o poder do governo.

Carlos Raposo – Interstellar Caravan (2024) (single)

Carlos Raposo – Interstellar Caravan (2024) (single)

A música de Carlos Raposo projecta dois universos distintos, propondo uma simbiose entre a música tradicional portuguesa, com referências no folk, fado e nas guitarradas de Carlos Paredes – que ganham vida na Viola Campaniça – e a música electrónica, que é sustentada por sintetizadores clássicos das décadas de 70 e 80 como o Mini Moog e o Juno 106.

A viagem neste universo sonoro é marcada pelos tons melancólicos e melodias da Viola Campaniça e os sons electrónicos, que nos guiam numa experiência por vezes psicadélica sem nunca sairmos da Portugalidade e da tradição. Dancemos a Chula 2.0.

Agenda 2024

4 Fev – Fnac GaiaShopping

10 Fev – Fnac Sta Catarina, Porto

18 Fev – Fnac Marshopping, Matosinhos

29 Fev – Casa da Música do Porto

2 Mar – Fnac Alameda, Porto

17 Mar – Fnac NorteShopping, Porto

22 Mar – Centro de Artes de Águeda / Outonalidades

30 Mar – Mavy, Braga

6 Abr – Fnac Braga

14 Abr – Fnac Guimarães

25 Abr – Route66 Freamunde

1 Mai – Festival Santos da Casa / RUC, Coimbra

4 Mai – Casa da Cultura de Setúbal

11 Out – Portalegre

12 Out – Guarda

Carlos Raposo 
[viola campaniça e electrónica]
www.instagram.com/carlos____raposo/  

Danny Francis – Don’t Wanna Get Lost (2024) (single)

Danny Francis – Don’t Wanna Get Lost  (2024) (single)

Danny Francis edita single “Don’t Wanna Get Lost”

Daniel Ferreira acaba de lançar o seu primeiro single sob a assinatura de Danny Francis, novo nome artístico do músico portuense, que explora géneros como o Afrobeat, R&B e a Pop.

“Don’t Wanna Get Lost” representa o início de uma nova etapa de aprofundamento e descoberta artística e metaforiza o processo ao qual alguém se impõe ao esquecer outra pessoa, assim como todos os sentimentos de perda e desorientação inerentes – como se as linhas do caminho passado fossem apagadas.

Inspirado nas atmosferas sonoras da série “Stranger Things”, onde a synthwave e a synthpop têm um papel de destaque, Danny Francis aborda a complexidade, os obstáculos e os desafios das relações humanas e o seu consequente impacto, com uma pertinência bastante usual a todos nós.

“Don’t Wanna Get Lost” e o videoclipe que a acompanha já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais.