Prazeres Interrompidos #262: A. do Canto Machado, A.M. Cardoso, A Guerrilha do Remexido (1981)
Prazeres Interrompidos #262: A. do Canto Machado, A.M. Cardoso, A Guerrilha do Remexido (1981)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
A figura de José Joaquim de Sousa Reis, conhecido pela alcunha de Remexido, suscitou grande repercussão, merecendo abundantes referências jornalísticas, literárias e históricas, que primam na quase totalidade pelo seu pendor apaixonado. Encarado por uns como herói romântico, que tudo sacrificou ao serviço da causa de D. Miguel, foi por outros considerado como chefe cruel de bandos de salteadores, que desde 1833 ensanguentaram o Algarve com as suas atrocidades. Atraído pelas dramáticas vicissitudes da sua vida, também Camilo lhe dedicou algumas páginas num dos seus mais notáveis romances, A Brasileira de Prazins.
A presente obra debruça-se, de forma empolgante, sobre uma das mais combativas guerrilhas miguelistas, abrindo clareiras de luz no nevoeiro espesso que ainda envolve a nossa história do século XIX.
Grace Jones – Nightclubbing (1981)
Grace Jones – Nightclubbing (1981)
Memória de Elefante 19/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Catman Plays The Blues #122
Catman Plays The Blues #122
Autor:
Manuel Pais
No programa desta semana destaque para a audição alargada do novo disco de Rick Estrin & the Nightcats.
Congratulamos ainda o cantor e guitarrista Guy Davis na passagem do seu aniversário.
Manifesto Sonoro #45
Manifesto Sonoro #45 – Best Youth – Change your Life
Autor: Carlos Cleto
Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de música nacional ou em língua portuguesa, com a realização de Carlos Cleto e a produção de Nuno Selvagem Duarte
Esta semana a viajar por Zanzibar, na Ilha da Reunião no Índico e em Manipor no Tibete Indiano.
Esta Semana subscreveram o MANIFESTO:
Best Youth – Change your Life
North Clear Bush – Speed Your Mind Away
Casseta Pirata – Na Na Nada
emmy Curl – City Of Choices
Momma T – HEADSPIN (feat. B Ghost)
Nile Valley – new beginning
Zanibar Aliens – Rejoice
Clã & Mangka – Nura Pakhang (Eu e Tu)
Maro & Nasaya – Lifeline
Luis Capitão – Fogo Fátuo
Pluto – Quadrado
Unsafe Space Garden – How Beautiful life is
Meses Sóbrio – AVA
Girls 96 – Ficas no Chão
Clear eyes e Vaarwell – Not Awake
Branko – Leve (feat. Tuyo)
Adam Bałdych: Adam Bałdych Quintet, Paolo Fresu – Poetry (2021)
Adam Bałdych: Adam Bałdych Quintet, Paolo Fresu – Poetry (2021)
Memória de Elefante 18/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Marilia Duarte E Leo Middea – Negra Menina Que Dança (2024) (single)
Marilia Duarte E Leo Middea – Negra Menina Que Dança (2024) (single) Id
Marília Duarte reflete o amor e os mistérios da noite em single com Leo Middea
“Negra Menina que Dança” antecipa o disco de estreia da cantora e compositora
A cantora e compositora Marília Duarte se une com Leo Middea na envolvente “Negra Menina que Dança”, que chega com um single e clipe via ybmusic. A faixa representa uma dança entre o sol e a lua, explorando os mistérios da noite de um modo apaixonado.
Ouça “Negra Menina que Dança”: https://lnk.fuga.com/mariliaduarte_negrameninaquedanca
Assista ao clipe “Negra Menina que Dança”: https://youtu.be/1IKouS2m2mQ
“Acredito que esta canção sintetiza bem o disco que lançarei neste primeiro semestre, junto da qualidade sonora que ele traz. É como se fosse o recheio do bolo, mas pode ter certeza que esse bolo está cheio de surpresas”, conta Marília, sobre o novo single.
Assista ao clipe “Infinito Particular”: https://youtu.be/FC-EgY5O7BI
Assista ao clipe “Tente Entender”: https://youtu.be/PDDJJ_3LWnw
Assista ao clipe “Mandinga”: https://youtu.be/MS4sk5a1egQ
Essa faixa é um ponto central do “Lado D / Lado A, Dois Lados do Amor”, seu debut. Cada faixa do álbum trará uma jornada própria pelos diferentes aspectos do amor, desde a paixão até a superação de desafios, proporcionando uma catarse emocional e promovendo o autoconhecimento aos ouvintes. Um bom exemplo desta sensação é a parceria com Middea. Ele, que é um cantor e compositor brasileiro que conquistou destaque recentemente ao ser finalista do Festival da Canção em Portugal, foi uma colaboração que surgiu naturalmente, quase como magia.
“Conheci o Léo em um sarau e nossa afinidade musical foi instantânea. A partir disso, compor com ele foi como beber água e a canção surgiu numa espécie de transe musical. Eu comecei a canção explorando alguns acordes e logo já veio a letra e melodia da primeira parte e logo o Léo trouxe um colorido um pouco diferente para a parte B encontramos o refrão juntos surpreendendo em alguns caminhos harmônicos, mas foi quase como um jogral em que cada um pôs uma pitada de tempero, a gente foi chegando junto no resultado”, ela conta.
“Negra Menina que Dança” e singles que estarão no álbum de estreia de Marília estão disponíveis em todas as principais plataformas de streaming.
Sogranora – Sereias Do Mal (2024) (single)
Sogranora – Sereias Do Mal (2024) (single) Id
Os Sogranora disponibilizaram o novo single ‘Sereias do Mal’. Com letra de Ricardo Sebastião e Tomás Andrade e música e produção da autoria da banda, esta canção indie pop apresenta o EP “Dançar Sobre Arquitetura”, que será editado no final deste mês de maio.
“Este tema representa uma nova estética sonora e lírica dos Sogranora. É o single que introduz o próximo EP, que relata histórias e pensamentos sobre o desamor. Ao contrário das restantes canções, que são mais íntimas e sentimentais, ‘Sereias do Mal’ é mais em tom de brincadeira e conta a história de umas sereias que nos seduziram e embalaram, apenas para diversão pessoal”, revela o trio. “Esta é, talvez, a nossa música mais ambiciosa a nível de produção e foi um quebra cabeças conseguir com que todos os elementos tivessem o seu espaço”, contam ainda.
Escrita na Lagoa de Albufeira, perto de Sesimbra, e gravada em Viseu, com mistura de instrumental por João Gomes, mistura e captação de vozes feita pelos estúdios Next Level Productions e masterização por Rui Dias, nos estúdios Mister Master, ‘Sereias do Mal’ apresenta-se com um videoclipe realizado por Camilla Ciardi.
Este single marca uma nova etapa na carreira dos Sogranora e é o primeiro que a banda edita em antecipação ao EP “Dançar Sobre Arquitetura”.
Nas palavras do grupo, o próximo curta-duração é composto por “músicas de introspeção amorosa e de corações partidos ou rachados. É o primeiro projeto em que todos cantamos voz principal, com temas escritos pelos três. O Frank Zappa disse uma vez que “falar sobre música é como dançar sobre arquitetura”. Gostámos muito deste conceito e achámos que faria sentido para estas músicas, que são canções sem grandes preconceitos ou racionalizações. São apenas para se sentir e levam-nos a dançar sobre a arquitetura complexa dos nossos pensamentos e sentimentos”.
“Dançar Sobre Arquitetura“ é o terceiro EP dos Sogranora, sucedendo a “Amarílis”, de 2023, e “Altivez e Castigo”, de 2020. Esses lançamentos deram a conhecer temas como ‘Qualquer Impasse’, ‘Alguém’, ‘Cá Pra Ver’, ‘Semilisboeta’ ou ‘Se Ficares Sem Chão’.
African Roots #45
African Roots #45
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
TRACKLIST:
1 – Femi Kuti – Stop the Hate
2 – T.p. Orchestre Poly-rythmo – Mi Ve Wa Se
3 – Aïcha Kone – Linda
4 – The Booma Rockers – Soul Food
5 – Idrissa Soumaoro – Djama
6 – Eji Oyewole – Charity Begins at Home
7 – Julie Coker – Sogio
8 – Pierre Sandwidi – Marietou
9 – Star Feminine Band – Ete we gbetoyi
10 – Rail Band – Tidiani Koné
11 – Ernesto djédjé – Ziglibitiens
12 – Roger Damawuzan – Mama
13 – Orchestre Les Mangelepa – Mbungu
Entrevista com Leonor Baldaque (09 – 05 – 2024)
Leonor Baldaque – entrevista 09/05/2024
Entrevista com Leonor Baldaque (09 – 05 – 2024)
Leonor Baldaque apresenta o seu disco de estreia na Rádio Olisipo: A Few Dates Of Love (2024) (álbum)
Autor da entrevista: Francesco Valente
Quando Leonor Baldaque comprou uma guitarra, não sabia que uma nova expressão artística, a este ponto intensa, a aguardava e se tornava na sua nova paixão. Esta veio-se juntar às outras duas que praticava há anos, a representação no cinema enquanto actriz de Manoel De Oliveira, e a escrita de romances sendo autora publicada por duas das mais prestigiadas e exclusivas editoras de literatura francesas.
Foi há três anos apenas que a guitarra entrou na sua vida, e a quantidade de canções que compôs desde então é estonteante. A sua frequentação da música não é recente — estudou violoncelo e piano — mas, até agora, como ela diz «não sabia que tinha uma voz ». Este álbum está aqui para mostrar que tem uma voz, e que voz: única, profunda, recitando como quem canta, e cantando como quem recita. Uma voz envolvente, médio-grave, e que percorre os seus textos com uma intimidade desarmante, e um sentido da representação inato.
Em A Few Dates of Love, o seu álbum de estreia, Leonor Baldaque fez uma escolha, em parte cronológica, começando pelo início, em parte narrativa, contando uma história, e seleccionou dez temas. Estamos perante uma poetisa, antes de mais. De uma contadora de histórias. E de uma intérprete de génio. A simplicidade da guitarra, na maior parte dos temas, é constantemente envolta de melodias que parecem viajar sós por cima dessas notas. A sua voz dá-se, retira-se. Desvenda e esconde. A sua narrativa é pessoal, recorrendo a um imaginário rico, que é como um poço de palavras, de imagens e cenários, quase sem fundo. O vento, a viagem, o amor, a falta dele, o anoitecer sobre uma guitarra; o Verão, o exterior, os Canyons, o álcool e um palácio: passageiros no seu mundo, Leonor Baldaque arrebata-nos consigo, e não conseguimos retirar a nossa atenção do que nos veio dizer.
Um álbum que, sem dúvida, podemos qualificar de « independente », e que é como uma viagem dentro de uma personalidade multifacetada, difícil de assimilar a outros artistas, e onde podemos apenas entrever a presença, algures, de Leonard Cohen, da Folk americana, do Folk-rock, mas já distante. Leonor Baldaque pegou no que encontrou, e fez o seu caminho. É responsável pelas letras e composições e assina ainda a realização e edição dos seus videoclips. A Few Dates of Love soa já a um clássico.
Após uma primeira apresentação ao vivo na Casa da Música no Porto, Lisboa tem agora a honra de receber o próximo concerto de Leonor Baldaque: dia 5 de Abril, às 21h30m, no Auditório Camões, no Liceu Camões.
Sobre a Casa da Música, Leonor confessa: “Artisticamente, foi a minha experiência mais audaz até hoje. Há uma imediatez na transmissão de uma canção em palco, que não se conhece nem com a escrita, nem como o cinema. E depois, eu sempre tive uma grande paixão pelo risco. E estar em palco, a cantar coisas tão intensas, sem que isso seja a vida de todos os dias, é um grande risco.”
E prepara-nos para o que poderemos esperar do concerto em Lisboa: “Tenho a impressão de que vou de novo caminhar sobre um fio no concerto de Lisboa. O mais estranho, é que não sei o que vai acontecer: eu conheço as canções, o alinhamento, mas não posso dizer saber o que vai acontecer. Será apenas o segundo concerto, e estou impaciente.”
Enquanto aguardamos pelo concerto, podemos desde já ouvir o novo single “It’s the Wind” que Leonor nos apresenta: ““It’s the Wind” foi das primeiras canções que compus e escrevi. Veio tudo tão depressa ter comigo, foi como uma rajada de vento. Será sempre uma das minhas canções preferidas. Há algo do estado de transe nela. Decidi começar com ela os meus concertos, pois ela transporta-me para longe. Para esse local ventoso, e repleto de sensações, que era o local onde me sentia estar na altura em que a escrevi. E para onde sempre volto quando a canto. É uma experiência quase de xamã, isto de cantar o que nos ditou a alma.”
O disco A Few Dates of Love de Leonor Baldaque, uma das cantautoras portuguesas mais singulares actualmente, chega às lojas no dia 5 de Abril.
Em Abril, igualmente, a editora Quetzal publicará a primeira tradução portuguesa do último romance francês de Leonor Baldaque, Piero Solidão.
Vincent Henar: FraFra Sound – Black Dutch & More (2010)
Vincent Henar: FraFra Sound – Black Dutch & More (2010)
Memória de Elefante 17/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Cristobal Rey – É Do Mar (2024) (single)
Cristobal Rey – É Do Mar (2024) (single)
Berlim, 26 de April de 2024 – Já está disponível nas plataformas digitais o LP Volta a Crescer, primeiro album da banda Cristóbal Rey Band, radicada em Berlim.
Volta a Crescer é uma experiência visceral e sem fronteiras, que nasce da busca intrínseca de Cristóbal Rey e da vontade dele em contar histórias que atravessam suas vivências. O músico, que cresceu durante a ditadura militar chilena, em uma família de esquerda, tornou-se imigrante na fase adulta e por conta de todos estes atravessamentos sempre considerou importante reverberar temáticas sociopolíticas em suas composições.
Além dos elementos políticos no discurso, no atual momento da carreira, Cristóbal olha para si com uma maior honestidade e permite-se idealizar um mundo invisível, ainda não tocado por uma sociedade materialista, decadente e imediatista, propondo viagens psicodélicas através dos elementos naturais e da relação com o tempo.
“Sinto que este projeto é meu maior sucesso, um som que as pessoas reconhecem como algo bem meu. Esse LP traduz o momento que estou vivenciando de consagração como músico, sem muita pretensão, não há essa busca de chegar em algum lugar, eu já estou. Minha maior felicidade é saber que estou fazendo um trabalho honesto, que está sendo bem recebido”, ele pontua.
Puxando para uma verve mais experimental e criativa, o LP foi gravado totalmente de forma analógica, evocando a interculturalidade de ritmos em seus arranjos e passeando pelo rock progressivo, indie rock e rock psicodélico, entre outros estilos, que juntos compõem o balaio de referências de Cristóbal, incluindo aí “o huayno andino em ‘Ainda Tem índio AÍ’ ou o toque reconfigurado do charango em ‘Brisa do Sol’”, destaca o compositor.
Reforçando toda esta mescla cultural que forjou a identidade artística de Cristóbal, as composições do EP são escritas nos idiomas português, espanhol, inglês e alemão.
A Banda
A Cristóbal Rey Band foi fundada no ano de 2022, em Berlim, quando Cristóbal Rey decidiu produzir as músicas de seu projeto solo. Focado nos últimos anos em sua banda Aquafaba, ele sentiu que era hora de lançar um novo álbum solo e imprimir uma viagem mais íntima e pessoal. A atual formação da banda é: David Gus (FR/DK) na bateria, Tomás Peralta (CL) no baixo, Giacomo Cantarini (IT) na guitarra e Cristóbal Rey (CL) na voz e ronroco.
● Ouça Ainda Tem Índio Aí
● Fotos de divulgação
● Letras do EP
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Cristóbal Rey é um cantor chileno, radicado em Berlim, e integrante da banda Aquafaba, na qual colaborou com dois discos. O artista já morou em diversos países como o Brasil, Estados Unidos, Canadá, Peru, Argentina e Lituânia, experiências que refletem na mistura de referências de seus trabalhos. Iniciou a carreira solo em 2003, lançamento já varios albums.
Entrevista Com Francisco Rodrigues (.cruzamemte) 09-05-24
.cruzamente – Um Bicho Como Nós (2024) (álbum)
Entrevista com: Francisco Rodrigues
Autor: Francesco Valente
Francisco Rodrigues apresenta na Rádio Olisipo o novo álbum dos .cruzamente, band do Porto, que edita “Um Bicho Como Nós” (2024.
O seu primeiro álbum um bicho como nós, a editar no dia 10 de Maio, foi produzido, captado e misturado por Pedro Vidal (Jorge Palma, Blind Zero) e masterizado por Mário Barreiros.
O concerto de apresentação do disco um bicho como nós acontecerá a 18 de Maio no CCOP, no Porto, pelas 21h30m. Será apresentado o disco, bem como alguns temas de trabalhos anteriores, com algumas surpresas pelo meio. Os bilhetes já estão à venda.