Coffee Breakz #71 – Â The Last Poets @ Hosono House
Coffee Breakz #71 – Â The Last Poets @ Hosono House
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
Alice Coltrane — Shiva-Loka (live)
Flo Milli — Never Lose Me (ft. SZA & Cardi B)
4batz & Drake — act ii: date @ 8 (remix)
MIKE & Tony Seltzer — Two Door
The Last Poets 5.1 Sport [Lightnin’ Rod] 5.2 Understand What Black Is 5.3 When the Revolution Comes
Haruomi Hosono 6.1 Fuyu Goe [Yuma Abe] 6.2 Boku wa Chotto [Mac DeMarco]
DJ Harrison — L’Anthropofemme
Sofie Royer & Alexander Dexter Jones — Paris Is Burning
Mstislav Rostropovich – Rostropovich Plays Bach (2021)
Mstislav Rostropovich – Rostropovich Plays Bach (2021)
Memória de Elefante 27/02/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Beatriz Almeida – Até Quando (2024) (single) Id
Beatriz Almeida – Até Quando (2024) (single)
“Até Quando” pretende ser um hino de lamento e revolta, que reflete sobre a violência contra as mulheres, a desigualdade de género e a dor que cada mulher sente, ao saber que outras sofrem.
“Até Quando” é uma melodia de resistência e uma voz inabalável contra a fragilização da Mulher, ao mesmo tempo, “Até Quando” realça a força de todas as mulheres – principalmente, quando juntas.
«O mote para a “Até Quando” surgiu em 2020, quando fui convidada para criar músicas para uma websérie sobre violência doméstica: “O Inferno não tem travesseiro”, de João Fábio Cabral.
«Agora, tenho sentido a urgência cada vez mais premente de continuar a lutar por uma sociedade justa e equitativa. Então, eu e o Miguel Galamba (co-
– compositor e produtor musical do tema) pegámos nas partes já existentes e construímos a “Até Quando”.»
Beatriz Almeida
«A produção musical desta canção teve como foco a letra, a mensagem, o grito de “basta”.
Querendo dar o destaque à voz, decidimos ser concretos e não tentar camuflar ou embelezar demasiado no arranjo.
Quisemos fazer com que o violoncelo complementasse e acompanhasse a voz quase lado a lado, e que tanto chorasse como gritasse.
O clímax da canção foi criado através de um coro de vozes femininas, cantadas e faladas, que acompanhou a letra, realçando a força de todas as mulheres – principalmente, quando juntas.»
Miguel Galamba
VÍDEO:
Realização – Raquel Tavares
Assistente de realização – Miguel Galamba Direcção de Fotografia – Pedro Sousa Produção Executiva – Jane Doe
Direção de Produção – Jane Doe
Edição e Pós Produção – Raquel Tavares Make-Up – Sara Cardoso e Marlon Calheiros Hair Beatriz Almeida – David Xavier
Interprete de Língua Gestual Portuguesa – Rita Belicha
Participação especial (por ordem de entrada) – Julyenne Pires, Gabriela Sousa, Sofia Cañamero, Cláudia Guia, Juliana Anjo, Carolina Cunha e Costa, Olinda Lopes, Nena, Siobhan Fernandes, Allia, Adelina Sousa, Carolina Passos Sousa, Matilde Canãmero e Lara Matos.
Agradecimentos – Teatro Passagem de Nível, Ana Lopes, Palinoya, David Xavier, Andreia Duraes e My Golden Girl
Yosune – Ser (2024) (single)
Yosune – Ser (2024) (single)
YOSUNE APRESENTA O SINGLE “SER”
A PRIMEIRA AMOSTRA DO EP “MADRE TIERRA” QUE SERÁ LANÇADO ESTE ANO
Yosune, compositora e intérprete de alma inquieta e espírito universal que vive em Portugal desde 2017, apresenta o primeiro single ‘SER’ do seu próximo EP, cujo lançamento será este ano: “Madre Tierra”, onde conta e canta histórias de caráter social e de protesto, inspiradas na música hispano-americana, na canção de autor e na música urbana.
O single ‘SER (Te Siento)’ é uma conversa entre a alma e o corpo. Um apelo para aceitarmos quem realmente somos. Uma introdução ambiental e misteriosa que se aprofunda no mais íntimo do ser, para dar lugar a uma batida downtempo groovy, vibe trip hop, rica em melodias e uma letra inspiradora de autodeterminação.
A canção inclui um rap, uma linguagem que Yosune encontrou, que não sendo a linguagem habitual da artista, encaixa perfeitamente na expressão do próprio sentimento sobre ser quem se é apesar das críticas dos outros.
Durante este ano vai lançar o seu novo trabalho, “Madre Tierra”, que conta com a produção de Quico Serrano e que traz um apelo à nossa liberdade mais profunda, uma celebração da vida e da nossa breve passagem por este planeta, um elogio ao solo que nos sustenta a todos, um apelo à nossa natureza feminina divina e, uma homenagem à mãe que tudo dá e nada pede em troca.
O projeto apresenta-se em formato de trio com Yosune na voz e no cuatro venezuelano, o Andrés Pancho Tarabbia nas percussões e o Geraldo Gomes no violoncelo.
No início de Abril Yosune apresentará o vídeo do single “SER”.
OUVIR / DOWNLOAD SINGLE “SER”
BIOGRAFIA
Yosune, compositora e intérprete de alma inquieta e espírito universal, começou a sua aproximação à música aos 7 anos a tocar um típico instrumento de corda venezuelano, o Cuatro, cantando canções populares típicas do país.
Em 2011 ganhou uma bolsa de estudos em São Paulo, onde estudou música brasileira na EMESP, e em 2016, ainda no Brasil, lançou o seu primeiro álbum: ‘Yoyo Borobia’. Este LP foi produzido por Dj Deeplick com a participação de grandes músicos brasileiros e cubanos, um disco ecléctico que transita através de sonoridades latino-americanas, brasileiras e orientais. Com este trabalho apresentou-se em mais de 35 cidades de 10 países, entre 2015 e 2017, passando pelo Uruguai, Argentina, Brasil, Chile na América Latina e Espanha, Inglaterra, França, Portugal, Bélgica, Alemanha e Luxemburgo na Europa, participando de grandes festivais como o Glastonbury Festival (UK, 2016) e a SIM São Paulo em 2015.
Em Portugal, desde 2017, começa uma nova jornada, nutrida com novas parcerias com músicos e produtores estabelecidos. Participou da banda de rock portuguesa Serushiô, criou uma peça de teatro infantil-juvenil com Monalisa Lins (‘Gira Mundos’) e escolhida como #INESTALENT em 2021 e 2022, participando nas residências artísticas do Festival WestwayLab (2019) e Liverpool Sound Guest House em 2021.
Em 2021 edita o single ‘ Azul’, uma viagem onírica que nasce da nostalgia e da vontade de encontrar o outro, sem medo. Uma antessala do que será o próximo trabalho discográfico: ‘Madre Tierra’.
Em 2022 participou do Songwriting Camp em Guimarães organizado pelo Why Portugal e fez uma digressão pelo Cone Sul da América Latina, realizando onze concertos em 10 cidades diferentes, incluindo São Paulo, Curitiba, Porto Alegre e Florianópolis no Brasil, e Buenos Aires, Córdoba, Unquillo, Tucumã e Salta, na Argentina, com o violoncelista português Geraldo Gomes, uma tournée apoiada pela DGArtes.
Em 2024 lança ‘Madre Tierra’, produzido por Quico Serrano, trabalhando em parceria com Pancho Tarabbia na percussão e Geraldo Gomes no violoncelo: uma celebração a vida e a nossa breve passagem por este planeta, um elogio ao solo que nos sustenta a todos, um apelo à nossa natureza feminina divina e, uma homenagem à mãe que tudo dá e nada pede em troca.
Fumaça #16: A Serpente, o Leão e o Caçador EP. 4- O Caçador – PARTE 1 (Série 4/5)
Fumaça #16: A Serpente, o Leão e o Caçador EP. 4- O Caçador – PARTE 1 (Série 4/5)
DESCRIÇÃO
Em junho de 1972, um acordo internacional das Nações Unidas assumiu uma nova maneira de pensar a relação com o ambiente. Em Estocolmo, líderes dos Estados-membros reconheceram, pela primeira vez, a existência de alterações climáticas provocadas pelas atividades humanas. Nos 48 anos que passaram desde então, as emissões globais de gases com efeito de estufa duplicaram.
[Nota: Uma parte deste episódio é falado em inglês e francês. Se quiseres ouvir uma versão traduzida para português, procura “Extras”, do Fumaça, na tua aplicação de podcasts.]
PUBLICADO
quinta-feira, 16 de abril de 2020, 2:00 AM
Hiromi Uehara – Silver Lining Suite (2021)
Hiromi Uehara – Silver Lining Suite (2021)
Memória de Elefante 26/02/24 Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Dark Miles – When The Lights Go Out (2024) (single)
Dark Miles – When The Lights Go Out (2024) (single)
Depois do lançamento de “Your Heart Is An Empty Street”, Dark Miles acaba de disponibilizar “When The Lights Go Out”, o segundo single de antecipação ao primeiro longa-duração do projeto a solo de Pete Miles.
O vocalista dos extintos MOSH apresenta ao público um tema que exalta a liberdade e a forma como esta é constantemente posta à prova, em particular nos tempos em que vivemos, e abre caminho para a edição de “10 Miles Into The Dark”, um disco representativo de uma viagem às profundezas da alma humana.
“When The Lights Go Out” surge durante a pandemia, “período onde nos vimos privados de algumas liberdades elementares, e consequentemente redescobrimos o quanto essas liberdades são frágeis”, sublinha Pete Miles, acrescentando ainda que “seja naquilo que sentimos, naquilo que fazemos, naquilo que queremos e naquilo que somos, essa liberdade é constantemente posta à prova, em particular nos tempos em que vivemos, em que o pesadelo da guerra voltou a retirar a muita gente a dignidade humana”.
A faixa e o videoclipe que a acompanha estão disponíveis em todas as plataformas digitais.
Dark Miles – Biografia
Dark Miles é o projeto a solo de Pedro Lima (a.k.a. Pete Miles), vocalista da extinta banda do Porto, chamada “MOSH”.
Os MOSH foram uma banda de rock que existiu entre 2004 e 2010. Com muita popularidade no panorama rock underground nacional, os MOSH foram convidados para tocar no palco principal do Festival Vilar de Mouros em 2005 e abriram concertos de bandas de referência, como Marilyn Manson, Ill Niño, Soulfly, etc. O seu vídeo-clip passava frequentemente na MTV Portugal, foram nomeados para Best New Act pela MTV em 2007, foram convidados pela marca de “streetwear” Volcom para tocar no evento mundial da marca em Biarritz, e durante esses anos de atividade tocaram imenso dentro e fora do País e arrecadaram um “following” de fãs bastante considerável, tanto dentro como fora de portas.
Com o final da banda, motivado por divergências musicais, veio um hiato artístico que acabou com a chegada da pandemia e com um súbito surto de criatividade, que originou um disco focado nas suas influências para além do espectro mais pesado do rock, abrangendo principalmente os anos 80 e 90.
Com influências que vão desde Depeche Mode, David Bowie, Iggy Pop, Peter Murphy, The Sound, Psychedelic Furs, Peter Gabriel, até Mad Season, Stone Temple Pilots, Chris Cornell, Mother Love Bone, Temple of the Dog, Mark Lanegan, etc., a banda Dark Miles, do agora renomeado Pete Miles (pseudónimo de Pedro Lima), tenta com este disco homenagear essas duas décadas brilhantes da música internacional.
Gravado no estúdio de André Indiana, com exceção de 3 músicas, que foram gravadas no estúdio do produtor e engenheiro de som Mário Pereira, o disco teve a produção de Paulo Praça, a mistura de André Indiana e a masterização de Mário Barreiros. Todos os temas foram compostos por Pete Miles com a colaboração de Paulo Praça; as letras são integralmente de Pete Miles.
Para além de Paulo Praça e André Indiana (guitarras e baixo), participaram no disco Paulo Gravato (Pedro Abrunhosa) no saxofone, Eurico Amorim (Pedro Abrunhosa) nas teclas, Bruno Oliveira (Os Azeitonas) na bateria, Sérgio Silva (Expensive Soul) na bateria e Miguel Martins (Zen) na guitarra.
“10 Miles Into the Dark” é uma viagem às profundezas da alma, guiada pelo som de uma geração que resiste ao teste do tempo.
Pedro Lima – Talkin(g) (A)bout My Generation (2024) (single)
Pedro Lima – Talkin(g) (A)bout My Generation (2024) (single)
ARTWAY NEXT APRESENTA O DISCO DE ESTREIA DE PEDRO LIMA
“TALKIN(G) (A)BOUT MY GENERATION”
INSTALAÇÃO SONORA: ATÉ 10 DE FEVEREIRO – GNRATION, BLACKBOX, BRAGA
A Artway Next apresenta Talkin(g) (A)bout My Generation, o álbum de estreia de Pedro Lima, com lançamento exclusivo em vinil e formato digital. É um disco que reúne um conjunto de obras escritas ao longo dos últimos anos e se assume como uma mediação artística sobre traços identitários de uma geração, em que os conflitos, a política, a internet, os memes, a identidade, a vida na selva digital e a (re)conquista do espaço têm sido fatores estruturantes para a definição do futuro.
Natural de Braga, Pedro Lima é um destacado jovem compositor português. Formou-se no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian e, em 2017, ingressou no Mestrado em Opera Making & Writing, na prestigiada Guildhall School of Music and Drama. Com 21 anos, estreou a primeira peça para orquestra e um ano depois, venceu o Prémio de Composição da Sociedade Portuguesa de Autores. Após uma residência na Casa da Música em 2019, escreveu Talking About my Generation (2019), peça que dá agora nome ao disco de estreia do compositor.
Três das composições presentes no disco de Pedro Lima foram gravadas na Capela da Imaculada Conceição, em Braga. Recorrendo a uma técnica de posicionamento de microfones, Hugo Romano Guimarães foi capaz de captar não só os instrumentos, mas também as vicissitudes e a forma como o som viaja através deste espaço. Nesta instalação poderemos ouvir as idiossincrasias sonoras presentas nestas gravações, quase como se tivéssemos dentro da capela.
James Moody – Flute ‘N The Blues (1956)
James Moody – Flute ‘N The Blues (1956)
Memória de Elefante 25/02/24 Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
1 Álbum 100 Palavras #34: Taraf de Haidouks – Band of Gypsies (2001)
1 Álbum 100 Palavras #34: Taraf de Haidouks – Band of Gypsies (2001)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Com um repertório de músicas populares da Transilvania (Romania), Taraf de Haidouks obtiveram nas últimas décadas um grande sucesso global. Trata-se de uma banda nómade que une músicos de várias idades em autênticos espetáculos de palco. Este disco, com título humorístico referido ao Jimi Hendrix, foi gravado num concerto ao vivo em Bucareste em 2000. Danças em compassos dispares, em que violinos, flautas, clarinetes, acordeões e cimbalom parecem transmitir uma energia atómica e um virtuosismo arrepiante. O disco amostra toda a energia desta banda, através de musicas antiquíssimas e de uma energia contagiante, efervescente, apesar da orquestração ser completamente acústica.”
Prazeres Interrompidos #246: O vento conhece o meu nome – Isabel Allende (2023)
Prazeres Interrompidos #246: O vento conhece o meu nome – Isabel Allende (2023)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Viena, 1938. Samuel Adler tem apenas 5 anos quando o pai desaparece, na infame Noite de Cristal – a noite em que a sua família perde tudo. Procurando garantir a segurança do filho, a mãe consegue-lhe lugar num comboio que transporta crianças judias para fora do país, agora ocupado pelo regime nazi. Samuel embarca sozinho, deixando a família para trás, tendo o seu violino como única companhia.
Arizona, 2019. Anita Díaz e a mãe tentam entrar nos EUA, fugindo à violência que reina no seu país, El Salvador. No entanto, são separadas na fronteira, ao abrigo de uma nova lei que regulamenta a imigração, forçando à separação das famílias. A mãe desaparece sem deixar rasto, e Anita é colocada em sombrias instituições de acolhimento. O caso desperta a atenção de Selena Durán, uma californiana de ascendência latina, e de Frank Angileri, um promissor advogado, que tudo farão para reunir de novo mãe e filha. Juntos, vão conhecer de perto a violência que muitas mulheres sofrem em silêncio, sem que dela consigam escapar.
Entrelaçando passado e presente, O vento conhece o meu nome conta-nos a história destas duas personagens inesquecíveis, ambas em busca da família e de um lar. É uma sentida homenagem aos sacrifícios que fazemos em nome dos filhos e uma carta de amor às crianças que sobrevivem a perigos inimagináveis – sem nunca deixarem de sonhar.
Analogue Music Project – The Knight Rider (2024) (single)
Analogue Music Project – The Knight Rider (2024) (single)
Analog Music Project apresentam o terceiro disco “Loyalty and Respect”: uma mistura de composições originais e reinterpretações de bandas-sonoras de filmes e séries.
No novo trabalho pode escutar-se faixas-título de clássicos como “The Knight Rider”; “Das Boot; “Crocket’s Theme” (de Miami Vice) e Waltz #2 (de Eyes Wide Shut).
As composições originais “Linux”, “In The Pocket” e “Stars” desenvolvem ainda mais a experiência auditiva através de grooves edificantes.
Analog Music Project inclui músicos como JP Coelho nos teclados e vibrafone, Jorge Moniz na bateria, Vinícius de Magalhães no trombone e Hernan Castilho no baixo elétrico. Têm como foco a construção de um palco sonoro coerente, utilizando músicos, instrumentos e técnicas analógicos.
“Loyalty and Respect” vai ser apresentado ao vivo no dia 5 de Abril, no espaço Dual, em Lisboa (Rua D. Luís I, 22).
BIOGRAFIA
O AMP – Analog Music Project, é um acto musical que se foca na construção de um palco sonoro com músicos, instrumentos e técnicas analógicas. Da Electro-Bossa ao Cosmic-Swing, o projecto revive e reinventa géneros clássicos, dando-lhes um toque moderno mas orgânico.
Fundado em 2012 na Ericeira, editou o seu primeiro disco “Odyssey” em 2015 que mereceu distribuição internacional e integrou a lista dos discos do ano da Rádio Oxigénio.
O segundo disco do projecto: “Shinobi III – Return of the Ninja Master”, editado em 2019, apresentou novos arranjos tocados ao vivo, dos temas do video jogo homónimo, originalmente lançado para a consola Sega Mega Drive em 1993.