
Mince Fratelli: The Fratellis – Costello Music (2006)
Memória de Elefante 16/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Mince Fratelli: The Fratellis – Costello Music (2006)
Memória de Elefante 16/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Prazeres Interrompidos #261: Rondon : Larry Rohter – Uma Biografia (2019)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Um dos maiores exploradores da história mundial, Cândido Rondon teve uma vida extraordinária. Nesta minuciosa biografia, o jornalista Larry Rohter revela para o leitor a amplitude de seu legado para o país e os povos indígenas.
No início da tarde de 26 de abril de 1914, um grupo de dezenove homens chegou à confluência de dois rios no coração da selva amazônica. Durante meses eles enfrentaram uma sucessão de dificuldades e privações para realizar um feito notável: navegar e mapear um rio ainda desconhecido, chamado rio da Dúvida, porque seu curso e comprimento eram um mistério. Os líderes dessa expedição eram Theodore Roosevelt, ex-presidente dos Estados Unidos, e o brasileiro Cândido Mariano da Silva Rondon, que há mais de vinte anos explorava a região.
Depois que a jornada com Roosevelt chegou ao fim, Rondon continuaria por muitos anos seu importante trabalho, que incluiu o levantamento de rios, montanhas e vales até então ignorados, a instalação de quilômetros de linhas telegráficas, a construção de estradas, pontes e a fundação de povoamentos. Foi também Rondon quem primeiro estabeleceu contatos pacíficos com dezenas de etnias indígenas. Em 1910, fundou o Serviço de Proteção aos Índios, em um esforço de inclusão dos índios ao Estado nacional brasileiro.
Hoje Rondon empresta seu nome a ruas, museus, cidades e até a um estado, Rondônia. O lema que norteou suas expedições e contatos com os povos indígenas ― “Morrer se preciso for, matar nunca” ―, porém, se perdeu no tempo, e muitos de seus incríveis feitos como explorador permanecem ignorados.
A grandiosidade de seus feitos inspirou o jornalista Larry Rohter a mergulhar por mais de cinco anos em sua trajetória, oferecendo agora ao leitor brasileiro um livro que redimensiona o lugar de Rondon na história do Brasil.

Cruzamente – Ilusões (2024) (single)
“Ilusões” é o segundo single do primeiro LP dos .cruzamente, um bicho como nós, e traz consigo uma melancolia quente, que nos leva à introspecção com um balançar da cabeça.
Porque é que somos assim? Como é que a nossa mente nos ilude ao ponto de não vermos o que está diante de nós? O encontro, mesmo que seja connosco, parte da cedência. E desse modo, quanto mais recíproca for, mais equidistante será o ponto de entendimento. Cedam, egos!
O vídeo que acompanha o single “Ilusões” foi criado pelo Bernardo Bordalo. Com uma base de foundfootage, pretende abordar a narrativa do tema e do álbum no máximo de dimensões em simultâneo. Desde o nível pessoal à nossa cumplicidade com o ecossistema, as forças naturais que operam alheias a tudo, mas que são condição para a nossa existência, até à impossível quantificação do ser no universo. O tudo e o nada, ao mesmo tempo.
Nas palavras do realizador: “Fora da nossa vista, existe todo um universo debaixo de água cuja presença é absolutamente vital para o planeta, ainda que opere de forma invisível – o ciclo da água é um exemplo disso. Da água para o vapor, para a nuvem e de volta ao planeta sob a forma da chuva. São forças quase mágicas, quase no universo da ilusão, que operam ciclicamente para sustentar tudo.”
Alicerçado no rock, o espírito dos .cruzamente não é saudosista, mesmo que venerem os antepassados e confiem na fraca memória que possuem como prova da intemporalidade de algo. De igual modo, também não procuram o futuro. Volta e meia, apercebem-se dele, vêem-se nele envolvidos, quando erguem o olhar até então preso aos seus instrumentos. Nem tampouco se procuram a eles mesmos, pelo menos enquanto grupo. Talvez seja isso, quando juntos, são. Sem buscas, sem querer. O que faz com que, a quem passa, pareçam crianças, numa bolha a esvoaçar sem nunca tocar no tempo. Afinal, têm uma pretensão, que essa bolha possa carregar o máximo de gente e de lugares com eles, e flutuar sem tempo e sem rumo.
Os .cruzamente são uma banda de Vila do Conde, composta por Francisco Rodrigues (voz) Pedro Cardoso (saxofone e harmónica) Carlos Loureiro (guitarra) Rodrigo Aroso (baixo) e Guilherme Magalhães (bateria). Os temas são originais e em português com uma base pop/rock, incluindo vários elementos funk, sem restrições.
Deram os seus primeiros passos na música em 2012, quando atuaram pela primeira vez ao vivo em Mindelo – Vila do Conde. Desde então, tocaram em vários espaços de música ao vivo de Norte a Sul do país, queima das fitas do Porto, Festa do Avante, Festivais de Verão e espetáculos comunitários. Durante este percurso lançaram três EPs: CruzaMente (2015); agitado (2019) e doninha (2020)
O seu primeiro álbum um bicho como nós, a editar no dia 10 de Maio, foi produzido, captado e misturado por Pedro Vidal (Jorge Palma, Blind Zero) e masterizado por Mário Barreiros.
Poucos de nós terão vivido tempos tão polarizados como estes. A amplitude torna-se tão reduzida, que é difícil percepcionar quem está do outro lado e é fácil, por isso, reduzi-lo à grandeza da nossa imaginação. Sim, porque cada bicho é um bicho e não sabemos se é possível imaginar um, uno e inteiro, sem que ele seja uma parte de nós. Até um bicho como nós mesmos é difícil de imaginar de forma plena, teríamos de nos conhecer muito bem. Possível ou não, é um bom exercício, o do auto-conhecimento. Sobretudo quando nos leva a partes que nunca antes tínhamos encontrado. Ficamos mais fortes, também porque nos apercebemos da falibilidade dos nossos sistemas de avaliação. Se falhamos connosco, também falhamos com os outros e isso obriga a que a nossa constante redescoberta passe pela reavaliação do outro, cada vez mais, até que a amplitude aumente e nos apercebamos que do outro lado está um bicho como nós. Tão feio quanto bonito, tão forte quanto fraco. Vivo, falível.
O concerto de apresentação do disco um bicho como nós acontecerá a 18 de Maio no CCOP, no Porto, pelas 21h30m. Será apresentado o disco, bem como alguns temas de trabalhos anteriores, com algumas surpresas pelo meio. Os bilhetes já estão à venda.
Instagram: https://www.instagram.com/cruzamente?igsh=cG1manh1djQ1NGdl
Facebook: https://www.facebook.com/CruzaMente
Youtube: https://www.youtube.com/@crzmnt
Spotify:https://open.spotify.com/artist/2wNIgexv8fXZq6x8gbAf6A?si=jcXiQ4xLRUSHg3Jz3E60iw

Coffee Breakz #78 – Rest In Power, Steve Albini (1962 – 2024)
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
1. Big Black
1.1 Kerosene
1.2 Grinder
1.3 The Model
1.4 Kitty Empire
1.5 Bad Penny
2. Rapeman
2.1 Kim Gordon’s Panties
2.2 Trouser Minnow
2.3 Budd
3. Shellac
3.1 Wingwalker
3.2 Riding Bikes
3.3 Prayer to God
4. Nirvana — Milk It
5. Pixies — Cactus
6. The Breeders — Doe
7. PJ Harvey — 50ft Queenie
8. The Jesus Lizard — Mouth Breather

Asalah Nasri – Qad El Horoof (2003)
Memória de Elefante 15/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Menino Manequim – Escravos (2024) (single)
Para Menino Manequim, banda de rock progressivó-teatral, a música nasce do acaso, trazendo ao de cima instabilidades rítmicas, melodias memoráveis e um acompanhamento recheado com: Rock, Jazz e Fusão. Dando os seus primeiros passos, Menino Manequim procura mostrar uma sonoridade autêntica e sem igual pelo país, lançando o seu primeiro single “Escravos”.
É o primeiro single do álbum de estreia de Menino Manequim, Gula. Produzido e gravado na BOTA (Base Organizada da Toca das Artes), a música tem impressão artística de Rui Galveias. A masterização ficou a cargo de Guilherme Gonçalves.
Ouça “Escravos” aqui: https://open.spotify.com/intl-pt/album/7HhSLLdK7fI74dGEWQsLNH?si=W1VxTPhm R8y1Oh_v1dinVw
“Escravos” é uma forma do Menino falar sobre as pessoas que só sabem pensar nos outros através delas próprias. É uma tragédia sobre a primazia do bem-estar, que se troca como dinheiro, mas também sobre aqueles que pensam ser os únicos a ver o mundo de outra maneira. O Menino é diferente, porque vê os outros de outra maneira.
“Escravos” já está disponível nas plataformas de streaming.

KiMiKus – Para Nóias (2024) (single)
KiMiKus é o novo projeto jazz que combina os sons ressonantes do hipnotizante contrabaixo de Prof. Mikelius (Miguel Ângelo) com os vocais do enigmático Dr. K (Kiko Pereira). Apresentam o álbum de estreia “Modus Novos” e uma digressão, em formato showcase, que vai percorrer diversas cidades do país, começando no dia do lançamento do disco, 2 de Maio, às 18h30, na Casa Comum da Reitoria, no Porto.
Com as suas interações musicais e abordagem inovadora, KiMiKus está a subverter os limites do jazz contemporâneo, inspirando-se em diversas influências musicais. As composições são uma fusão intrigante de elementos clássicos do jazz, infundidos com texturas contemporâneas, indie experimental, pop e spoken word.
A maestria de Miguel Ângelo no contrabaixo é inspiradora. Com as suas melodias intrincadas, linhas de baixo profundas e capacidades extraordinárias de improvisação, tece uma matriz musical que forma a espinha dorsal de cada performance de KiMiKus. A sua arte adiciona profundidade e complexidade ao som da dupla, cativando o público com cada nota matizada.
Complementando a proeza instrumental de Miguel está a voz aveludada de Kiko Pereira. Possuindo um alcance vocal notável e uma presença de palco dominante, Kiko transmite sem esforço as emoções profundas incorporadas nas suas letras que exploram as complexidades da vida, a passagem do tempo e as pequenas histórias do quotidiano, oferecendo uma perspetiva única que convida à introspeção.
A dupla apresenta o seu álbum de estreia “Modus Novos”, que promete ser uma coleção sublime de composições poéticas, ilustradas com uma mini história na forma de uma banda desenhada criada com as fotos de Anabela Trindade e os desenhos de Yasmin Machado.

Analog Dakar Club #7 – Problèmes ne finit jamais
Everyday life problems with a dancing twist, make the salt of life sweet !
Côte d’Ivoire, Burkina Faso and Benin, late 70’s early 80’s.
N’zié d’Afrik : Dieu soit loué I. Juie D’afrique (Music Hall – MH 008) Cote d’Ivoire 1978
The Fantastic Bambou Tchicaya Tchico and His Waka-Waka’ Band of Nigeria – Mami Rosa (Namaco – NLPS 52) Nigeria 1978
Bony Castro – Labazo (Maïkano – MAÏLP 1013) Côte d’Ivoire 1980
François Louga – Bravo Sotra (Badmos – BLP 5023) Côte d’Ivoire 1979
Bony Pascal et les Cantador de la Capitale – Abidjan Problèmes (Deux Amis OMG 006) Côte d’Ivoire 1980
Stanley Murphy – Kossokpa (Alagbi Record’s AR/003) Côte d’Ivoire
Eba Aka Jerome et le Sanwi Star – Ayo Bié Aman Ye (Papa Disco – DOSCO 004) Côte d’Ivoire
El-Em-Fanaja – Midjawa Bo (Fassinou – EF 010) Bénin
Amadou Ballaké – Warico (Zamidou – 1582) Burkina Faso
Gnonnas Pedro – Massaniyo (World Wide Music – WWM – 4L) Bénin 1980

Veronica Swift – This Bitter Earth (2021)
Memória de Elefante 14/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Mariana Moreira – Se Prometeres (2024) (single)
A cantora e compositora Mariana Moreira disponibilizou o novo single ‘se prometeres’, editado via Warner Music Portugal. Com letra da autoria da artista e música escrita em parceria com Sebastian Crayn, esta é uma canção sobre o medo como resposta frequente numa situação de abuso, retratando o sofrimento e o sentimento de impotência.
“É sempre difícil falar sobre coisas que nos atormentam. As palavras ‘se prometeres’ já ecoavam na minha cabeça e serviram de inspiração para tudo o resto, que é, no fundo, um quebrar do ditado popular “quem cala consente”, que assombra muitas pessoas”, revela Mariana Moreira. “Acho que é necessário abordar o consentimento com o devido respeito e entender que o medo é uma resposta comum à perversão, ao abuso e ao assédio”, prossegue a artista. “Neste single, venho apelar à honestidade para com a violência praticada sobre pessoas que têm de viver com o peso da realidade sobre os ombros e, muitas vezes, com vergonha e culpa”, conta ainda.
Em ‘se prometeres’, além da voz, Mariana Moreira assume as guitarras e o piano. Este último instrumento é partilhado com Sebastian Crayn, que produziu a canção e realizou o videoclipe que a acompanha. O processo de composição e gravação, embora bastante fluído foi, também, muito duro para a cantora, que reforça “a importância da procura de ajuda em situações de perigo, uma decisão que implica uma coragem e lucidez enormes”.
‘se prometeres’ abre caminho para uma nova fase no percurso de Mariana Moreira. Este novo tema sucede ao álbum de estreia, “Comundidade”, de 2020, e a singles como ‘Fui Longe Demais’, de 2022, ou ‘Nunca Mais’, de 2023.
Ligada à arte desde muito cedo, Mariana Moreira escolheu a música como profissão e essa foi uma escolha feita sem nunca considerar a possibilidade de voltar atrás. Compõe desde os 8 anos de idade, tem formação de piano e canto, é professora de música e já escreveu para artistas como Ana Bacalhau, António Zambujo, Bárbara Bandeira, David Carreira, Carolina de Deus, Beatriz Rosário, Matilde Jacob, Yasmine, Irina Barros ou Bluay.
Em 2020 editou o álbum de estreia, “Comundidade”, que deu a conhecer os singles ‘Eu Já Sei Cuidar de Mim’, ‘Fazer o Quê?’ e ‘P’ra Casa É Que Eu Não Volto’, bem como o tema ‘Não Faz Mal Nenhum’, incluído na banda sonora da novela “Rua das Flores”, da TVI. Editado pela Farol Música, o disco inclui um total de 15 temas, todos com letra e música da autoria da cantora e produzidos também pela própria. Seguiram-se os singles ‘Motel Para Cães’, em 2021, ‘Fui Longe de Mais’, em 2022, e ‘Nunca Mais’, em 2023.
O objetivo maior da compositora é poder transmitir verdade com as suas canções, sejam elas interpretadas por si ou por outros, e compreender as pessoas e que elas se sintam compreendidas. Além disso, pretende passar uma mensagem de força e fé através da sua música. Chico Buarque, Billie Eilish, Carolina Deslandes, Stromae ou Lizzy McAlpine são algumas das referências e inspirações da artista.
Mariana Moreira é também escritora e publicou recentemente o primeiro livro, intitulado “Vitória, Vitória, começou a história”. Conduz, ainda, o podcast “Pontos Nos jotas”, no qual aborda os mais variados temas.
O ano de 2024 marca uma nova etapa na carreira da cantautora, com a edição do single ‘se prometeres’ pela Warner Music Portugal. Este é o primeiro de vários lançamentos de Mariana Moreira previstos para este ano.

Koshi Blu – Um Cowboy Sem Dados Móveis (2024) (single) Id
KOSHI BLU é uma banda formada por Diogo Lourenço (guitarra/eletrónica) e Pedro Almeida (bateria/percussão/eletrónica), dois músicos que cresceram a estudar música e a tocar juntos em bandas como Ossos D’Ouvido (ODO) e Zazu Lab. Encontram neste projeto uma oportunidade única para improvisar, compor e interpretar música sem limites. O duo nasceu da necessidade de criar um espaço onde possam tocar e improvisar utilizando novas ferramentas, caminhos e conhecimentos, como eletrónica, música eletroacústica, sampling, síntese granular, entre outros. Os músicos criam experiências eletrónicas que constroem paisagens sonoras e texturas que servem como palco para um diálogo instrumental cinematográfico. Numa fusão de música eletrónica com jazz, contam-nos sobre a sua jornada pessoal e futurista ao passado. 2130 é o nome do primeiro EP do duo.
DIOGO LOURENÇO é um artista, músico, compositor e produtor musical de Lisboa. É uma das forças criativas por trás de bandas como Ossos D’Ouvido, Zazu Lab, Koshi Blu e CLAUTHEWITCH. Toca guitarra para Biloba e em duo com a poeta Ana Cláudia Santos. Trabalha em pós-produção de áudio para TV/cinema e na composição de bandas sonoras. É o curador musical dos eventos Sala Incomum, editor do podcast Multiversos na rádio NiT FM e co-produtor dos eventos poéticos L.U.A.
PEDRO ALMEIDA (1997) é um artista transdisciplinar português, baterista, percussionista, compositor e investigador de em Lisboa. É membro fundador das bandas Ossos D’Ouvido, Zazu Lab e Koshi Blu. Temcolaborado com vários artistas e projetos musicais, tais como: A Sul, Quarteto Eunice Barbosa, Dela Marmy, José Rego, Rita Onofre, Tainá, Picas, Francisco Vicente, Big Dave’s Band, Rope Walkers, The Mik, Inês Marques Lucas, entre outros.

Gil Evans: The Gil Evans Orchestra – Plays The Music Of Jimi Hendrix (1975)
Memória de Elefante 13/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.