João Coração – Miúda (2024) (single)

Matilde Fieschi – João Coração – 10 de Dezembro de 2023.

João Coração – Miúda (2024) (single) 

JOÃO CORAÇÃO LANÇA NOVO SINGLE PASSADOS 15 ANOS DA ÚLTIMA EDIÇÃO

“MÍUDA” É O PRIMEIRO SINGLE DO SEU NOVO DISCO A SAIR A 31 MAIO

Hoje é um dia bonito para a música portuguesa. João Coração volta às edições depois de um interregno artístico de 15 anos sem lançamentos. “Miúda” é o novo single do cantautor e antecipa um novo disco a ser editado a 31 de maio.

“Miúda” é uma canção que aborda uma história imaginária sobre uma figura feminina na vida do artista, nela ele debate-se com as suas próprias incertezas em reflexões dignas de um apaixonado que se questiona e se contradiz em discurso direto. É o primeiro single do novo álbum que está prestes a chegar ao mundo.

A música é uma experiência de equilíbrio, tão pesada quanto leve, tem um tempo arrastado e bateria contundente, como se carregasse uma árvore às costas, mas é também recheada de sabores barrocos, com cravos redondos e um travo pop arrancado com órgãos da moda.

 O videoclipe, realizado pelo próprio artista, é a construção visual da letra de João Coração, numa representação melodramática e romântica onde o artista se transforma em personagem perdida, deambulando pela incerteza ao correr pelas ruas de Lisboa ou a indagar num sofá a arder.

A banda que acompanha João Coração nas gravações da canção conta com Salvador Seabra (Capitão Fausto), Tony Love (Lena D’Água, Joana Espadinha, Benjamim, Margarida Campelo), Jonatas Pires (Samuel Úria, Pontos Negros), Velhote do Carmo (Filipe Karlsson).

Em breve serão anunciadas as primeiras datas em que se poderá ver João Coração ao vivo.

Quem é João Coração?

Quem conhece João Coração sabe que ele é um ser de contradições, sonhador e fazedor, confortável com um intimismo para muitos desconcertante, ele descalça-se para entrar e convida quem o ouve a fazer o mesmo. As suas letras navegam os altos e baixos da existência e os protagonistas das suas canções estão em luta constante: o amor de um lado e o medo do outro. Quem ganha essa luta depende de quem ouve.

Numa vida passada fez dois discos que são tão diferentes quanto iguais. Diferentes porque um é a noite e o outro é o dia. Iguais porque ambos foram gravados de forma impetuosa e crua. João Coração das duas vezes convidou os seus amigos para uma casa repleta de instrumentos onde gravaram as suas canções ao vivo, sem ensaios prévios. Foi como havia de ser e encontrou o que procurava: verdade, crueza, realismo e todas as arestas por limar.

Em 2024 ressurge com um disco pela Cuca Monga (editora dos Capitão Fausto e Ganso) que testemunha a sua evolução pessoal e criativa. À medida que mergulha nas profundezas da sua existência, explora novos espectros sonoros. As canções surgem como as anteriores, de assalto, sem aviso, mas o processo de gravação é outro, mais ponderado e polido. Pela primeira vez em estúdio, com arranjos desenhados à priori e interpretados por uma banda de sonho. Sempre fiel à sua poesia, João Coração explora atmosferas novas, magnéticas e intrigantes.

Terror Gaivota #10

Terror Gaivota #10

Autor: Carlos Talhamares

Art Work: João Belga

Descrição:

Uma abordagem ao paronama musical do século XX, onde artistas convergem numa cadência musical e opinativa. Através de narrativas literárias e comentários satíricos, estes personagens elaboram, criam e criticam o status político e social num quotidiano nacional e internacional.

Tracklist:

CBGB Hilly Meets The Ramones

The Ramones Bonzo Goes to Bitburg 

The Clash I Fought the Law

The Fall Totally Wired

Talking Heads New Feeling

Television Venus

Blondie X Offender

Dead Kennedys Holiday In Cambodia

Butthole Surfers Who Was In My Room Last Night

Bauhaus Stigmata Martyr

Suicide Devastation

iggy_pop__i_wanna_be_your_dog

Sonic Youth Kool Thing

CBGB Owner Hilly Kristal Interview 1994

Paul McCandless – Heresay (1988)

Paul McCandless – Heresay (1988)

Memória de Elefante 24/02/24
Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Catman Plays The Blues #114

Catman Plays The Blues #114

Autor:

Manuel Pais

Divulgamos esta semana mais duas categorias referentes aos Blues Music Awards de 2024, no caso, Song of the year  e Acoustic Blues Album.

Ficaremos ainda a conhecer o representante da Finlândia no European Blues Challange que está aí a chegar e celebramos o aniversário do grande guitarrista e cantor Johnny Copeland. 

Louisiana Red – Anti-Nuclear Blues (1983)

Louisiana Red – Anti-Nuclear Blues (1983)

Memória de Elefante 23/02/24
Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

A Mansão – Casa Grande (2024) (single)

A Mansão – Casa Grande (2024) (single)

“Casa Grande” é o primeiro single da banda “A Mansão”, um projeto musical que é resultado da paixão, da perseverança e da colaboração entre três músicos: Luís Palha, José Maria Freitas e José Guilherme Saraiva Lima. Este primeiro single surge em colaboração com M1KE, também conhecido como Miguel Coimbra, vocalista e produtor da banda D.A.M.A.

Esta primeira canção nasce de uma vontade maior de mostrar ao mundo algo inédito criado pelos três músicos, que encontraram na dificuldade uma oportunidade para inovar. É no palco do Miradouro da Senhora do Monte, diante do vasto público que vão tendo, onde vão construindo, em direto, as suas canções, e acabam por concluir que a melhor casa é onde juntos podem criar. 

Foi assim que nasceu a colaboração com o produtor M1KE. O produtor veio trazer à Mansão uma nova roupagem, com elementos pop e digitais característicos das suas produções, criando assim uma atmosfera especial que resulta na Grande Casa que criaram – o primeiro single daquele que será o EP de estreia.

Dos miradouros ao ESPAÇO MOCHE, a Mansão teve casa cheia, na passada quinta-feira, no seu concerto de apresentação. 

Ainda assim, é no Miradouro da Senhora do Monte e no Miradouro da Graça, que podemos encontrar a banda a encantar Lisboa. A Mansão é casa grande onde cabe sempre mais um, castelo andante onde se faz música sobre as coisas. De repente, essas coisas ficam maiores, quando se compõe junto. Simples e sustentável. Música portátil, fiel às raízes dos miradouros, onde ergueu paredes e tectos. É lá que as canções ganham as cores de quem se quiser juntar. Que a Mansão seja sempre aconchego e pão para quem o encontra na simplicidade.

“Casa Grande” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais. 

Vasco Ribeiro & Os Clandestinos – O Homem Que Falava Demais (2024) (single)

Vasco Ribeiro & Os Clandestinos – O Homem Que Falava Demais (2024) (single)

Conduzido por coros de sopros e vozes, o novo single de Vasco Ribeiro & Os Clandestinos passeia por dualidades inerentes ao ser humano. A voz distinta do vocalista dá início à história contada em “O Homem Que Falava Demais”: “a vida é a incompreensão de tudo aquilo que existe. Cada um escolhe a verdade com que melhor se sente”. Sem o peso de anunciar quaisquer certezas, o letrista Vasco Ribeiro constrói, em ritmo crescente, os cenários que conduzem o tema. “Esta música fala dos extrovertidos e dos introvertidos. Sobre os que falam demais quando estão bem e saudáveis, e sobre os que por necessidade ou feitio, falam de menos. Sobre o que escuta, e também sobre o que quer ser ouvido”, explica. Assista ao visualizer aqui – a banda também registou a canção num concerto no BOTA Anjos, em Lisboa – veja aqui.

É neste espaço de narrar o quotidiano que a banda encontra o seu terreno mais fértil. “Em um panorama musical que tende cada vez mais para um certo minimalismo e repetição de letras, pretendemos renovar os movimentos canto-autorais nascidos sobretudo na década de 1970, onde a palavra tinha e têm um papel preponderante, contando histórias, umas mais fictícias, umas mais reais”, comenta Vasco Ribeiro. 

Com toques mais próximos da música pop, o single integra o disco “Formas de Estar”, cujo lançamento está previsto para este ano. A produção musical é assinada por Bernardo Centeno em parceria com a banda, atualmente formada por Francisco Nogueira (baixo e contrabaixo), Rafael Castro (guitarra elétrica e segundas vozes), Henrique Rosário (teclas e acordeão) e António Gonçalves (bateria e percussões). Para a gravação da canção, o grupo cresceu com a participação de Carlota Loureiro, Constança Branco e Gabriel Pepe nas  vozes; e Steven Gillon, um dos membros fundadores do projeto, que gravou o shaker que se ouve ao longo de toda a canção.

Capa

A ilustração da capa – que no Youtube pode ser vista em versão animada – foi feita pelo artista Daniel Arthur. “As duas caras de perfil, uma com boca grande e orelha pequena, e outra com boca pequena e orelha grande, servem para realçar a ideia da dualidade. Há quem fale muito e quer ser ouvido, não tendo por vezes grande coisa a dizer; e há quem fale pouco, e que no silêncio e na escuta, vai fortalecendo o pensamento”, explica Vasco Ribeiro.

FICHA TÉCNICA

Composição, Letra, Voz e Guitarra Acústica: Vasco Ribeiro 

Guitarra Elétrica: Rafael Osório de Castro 

Baixo: Francisco Nogueira 

Teclados: Henrique Rosário 

Bateria e Percussões: António Gonçalves 

Shaker: Steven Gillon 

Saxofone Alto: André Monteiro 

Saxofone Tenor: João Arez

Trompete: Samuele Lauro 

Segundas Vozes: Gabriel Pepe 

Coro: Carlota Loureiro, Constança Branco 

Captação, Mistura e Masterização: Bernardo Centeno

Produção: Vasco Ribeiro & Os Clandestinos/Bernardo Centeno 

Estúdio: Namouche 

Capa: Daniel Arthur 

African Roots #39

African Roots #39

Autor:

Gil Santos 

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

TRACKLIST:

1 – Baba Sissoko – Lenghe

2 – Akalé Wubé – Dodo

3 – Sina Bakare – Inu Mimo

4 – Bonga – Kaxexe

5 – António Dos Santos – Djal Bai Si Camin

6 – Sir Victor Uwaifo and His Titibitis – Obviemama

7 – Ephat Mujuru – Kuenda Mbire

8 – Busi Mhlongo – Khuzani

9 – Orchestre Negro Succès – Mokili Ebeta Ngai Fimbo

10 – The Founders 15 – I Can’t Be Satisfied

11 – The Strangers – Nobody Called Me

12 – SoundBurger – Ambiguously the Same

13 – Akaba Man & The Nigie Rokets – Ta Gha Hunsimwen

14 – Cesária Évora – Africa Nossa (feat. Oliver Mtukudzi)

Leo Bud Welch – I Don’t Prefer No Blues (2015)

Leo Bud Welch – I Don’t Prefer No Blues (2015)

Memória de Elefante 22/02/24
Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Carlos Cavallini – Nem Todo Mundo (2024) (single)

Carlos Cavallini – Nem Todo Mundo (2024) (single)

Carlos Cavallini mede O Tamanho do Tempo em músicas banhadas pelo mar

Medindo, em música, O Tamanho do Tempo, o disco é também um exercício introspectivo, pessoal: “As músicas foram todas escolhidas pensando muito nisso, daí a minha demora em fazer o disco. Fala muito de mim e era preciso que eu estivesse muito à vontade para isso.” Em termos de influências musicais, elas vêm muito do já citado triângulo Rio-Minas-Bahia: “Cresci com muito samba e também com muita MPB. A minha família admirava muito os grandes nomes da MPB, Chico Buarque, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Djavan, e eu lembro-me de ser uma criança que sabia cantar músicas do Chico, Gal, esses assim, o que não era muito comum entre os meus amigos, que já estavam noutra fase, a do rock brasileiro. Isso me influenciou muito, além do rock alternativo e, mais recentemente, essa nova MPB, geração que foi até o tema da minha tese [título provisório: Pensar a nova MPB no Brasil e a nova música brasileira em Portugal]. É engraçado que eu olhava para o Domenico e o Ricardo de uma perspectiva académica a acabei por gravar com eles.”

Nuno Pacheco, Público

SINGLE “NEM TODO MUNDO”

Já com Lisboa no coração pelos 15 anos de residência na cidade, Carlos Cavallini lança agora “Nem Todo Mundo”, segundo single de seu disco de estreia O Tamanho do Tempo, produzido por Ricardo Dias Gomes e Domenico Lancellotti, que será lançado dia 1 de Março.

Em “Nem Todo Mundo”, o dedilhar com assinatura de Davi Moraes abre espaço para a voz e a letra de Carlos Cavallini, que desforra muito daquilo que construímos utopicamente sobre nós e os outros, discutindo questões sobre convivência e cotidiano – “nem todo mundo entende, nem todo mundo aprende”. Segundo o cantautor, “a canção foi feita durante as gravações e eu tive muita vontade de que ela entrasse para o álbum por estar ligada aos tempos que correm”.

O disco vai ser apresentado ao vivo no dia 22 de Março no Samambaia em Lisboa num concerto partilhado com Sam Nóbrega.

DISCO O TAMANHO DO TEMPO

Atento ao que nos faz bem

Em seu disco de estreia “O Tamanho do Tempo”, Carlos Cavallini contempla a imensidão do tempo e do mar com minimalismo do eu, enaltece os horizontes dos infinitos amores e nos oferece amizade por todo o percurso da obra.

Imenso céu e sempre mar.

Infinitos desertos, ondas e caminhos em que estaremos de alguma forma no tempo. A primeira viagem de Carlos Cavallini em disco é muito do mundo, do eu; condensa bastante de experiências dos sons e sentimentos que viveu, afinal o primeiro disco é sempre um apanhado de composições e experiências de épocas diversas que levaram o artista até uni-las em estúdio. Há beleza de muitos momentos e sabores a cada faixa, numa obra que se abre com o mar e sua imensidão. O mar para Carlos começou em Vitória, onde nasceu no Brasil e virou cais em Lisboa, onde resolveu aportar há 15 anos.

Ao longo da obra que nos cria, recria e nos mergulha em mares tranquilos, o tempo é protagonista em um cenário para audição de um disco que nos conecta com tantos abraços. No ar, no espaço, nas pessoas e na natureza. As 12 faixas são 12 elos entre si e entre quem as ouve.

Agradecimento e contemplação à beira de águas intermináveis abrem “O Tamanho do Tempo”. Apresentar-se como chuva, obediente ao vento, e se reconhecer como muito do que parece ao ouvinte, é começar o percurso do disco já a dizer um pouco sobre sua alma. Em “Sempre Mar”, Carlos não esconde o ‘eu’, ao contrário, nos oferece a face mais interior do seu sentimento e criatividade. A doçura de apreço nas palavras namora com os sons enquanto sintetizadores e as guitarras de João Erbetta nos transportam de Lisboa às paisagens sonoras e tranquilas do Ceará.

Referências com sopros suaves nos lindos arranjos de trompete e flugelhorn do talentoso Aquiles Moraes enlaçam “Natureza” (segunda faixa do disco). A sequência sonora doce entre influências do Cidadão Instigado às baladas Soul de Cassiano traz reconexões poéticas entre parte de um todo humano à sua mistura com a natureza. ‘Ser capaz de estocar amor pra depois distribuir’ é promessa da segunda faixa que se cumpre na audição e nas canções subsequentes.

A produção musical e os arranjos de Ricardo Dias Gomes e Domenico Lancellotti são delicados, criativos e multiplicam os significados das canções para seguir o seu enlace. Essa linguagem não-verbal sensível da dupla é fundamental para a compreensão da narrativa de ‘O Tamanho do Tempo’.

Se em muitos momentos a obra se enlaçará com o contemplar da natureza, em outros se mostrará cosmopolita com a doçura poética de estar atento, mesmo nas grandes cidades e suas dinâmicas mais complexas, aos detalhes mais delicados sobre as relações e sentimentos humanos. Isso se reflete em violões das referências interioranas do Brasil até as baterias e arranjos a la Strokes e Weezer.

sús – Cicatriz (2024) (single)

sús – Cicatriz (2024) (single)

sús continua a sua narrativa intimista envolta numa sonoridade que habita os subúrbios da pop, num distrito rodeado pelo folclore, eletrónica e experimentalismo no seu novo single “Cicatriz” que conta com a participação de Femme Falafel.

Susana Nunes, artista portuguesa e residente na Dinamarca, tem um vasto percurso musical e académico onde tem articulado a sua expressão artística: em 2018, deu-se a conhecer com o projeto HAĒMA e desde então colaborou com artistas como Baiuca (ES), Papisa (BR) e Àiyé (BR). Atualmente, é membro de Guarda-Rios, Kitchen Talks, LAVA, Néboa (ES), entre outros; Em 2021, concluiu em Copenhaga o mestrado em Performance Musical no Rhythmic Music Conservatory, tendo como tutoras algumas figuras femininas de grande relevância no panorama experimental como Søs Gunver Ryberg (DK), Jenny Hval (NO) ou Laurel Halo (US).

Em 2023, apresentou-se a solo como sús com o tema “Primavera Deserta” tendo integrado a coletânea Novos Talentos Fnac ‘23. Agora, prepara-se para lançar o seu álbum de estreia, “Entre”, em Maio.

“Cicatriz” é uma canção sobre feridas e pequenas dores, mazelas e outras coisas que nos aleijam. Vem de alguma forma de uma visão das feridas enquanto potência e lugar de transformação. Uma das ideias melódicas deste tema surgiu de um arquivo de notas que a artista vai registando no seu dia-a-dia. A estrutura final do tema foi concretizada numa residência artística na ilha dinamarquesa de Samsø. De forma simbólica esta música que fala sobre fins e novos começos foi o último tema do álbum a ser acabado.

Vincent Courtois: Frank Woeste, Vincent Courtois, Ryan Keberle – Reverso Harmonic Alchemy (2022)

Vincent Courtois: Frank Woeste, Vincent Courtois, Ryan Keberle – Reverso Harmonic Alchemy (2022)

Memória de Elefante 21/02/24
Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.