Prazeres Interrompidos #245: A Volta ao Mundo em Oitenta Contos – Albert Jane (2005)

Prazeres Interrompidos #245: A Volta ao Mundo em Oitenta Contos – Albert Jane (2005)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Apresenta 80 contos, fábulas e lendas de diversos países e regiões desde a Ilha do Pico, com os Labregos, à Sibéria…Estas narrativas caracterizam-se pela sua brevidade, mas os seus temas variam entre aqueles que são muito especificos do pais de origem e os que têm um carácter mais amplo ou mesmo universal. A volta ao mundo em 80 contos, pela sua riqueza gráfica, pela sua narrativa digna do ponto de vista literário e acessível ao público actual, é uma obra indispensável na biblioteca de um jovem e de um educador.

Joana Alegre – Lógica Astral (2024) (single)

Joana Alegre – Lógica Astral (2024) (single) 

JOANA ALEGRE ANTECIPA NOVO ÁLBUM “LUAS” COM O SINGLE ‘LÓGICA ASTRAL’

Joana Alegre anunciou o lançamento do novo álbum “LUAS”. Com todas as letras e músicas da sua autoria e produção de Choro, o terceiro disco da cantora e compositora será editado no próximo dia 22 de março, sendo antecipado pelo novo single ‘Lógica Astral’. 

“’Lógica Astral’ é no título e na canção um quebra-cabeças, uma ironia que faço sobre a fuga à realidade e a vontade de encontrar magia na ciência do que se é e no que se faz. Brinco como sinto que devemos fazer na vida, porque ninguém deve levar-se demasiado a sério. A busca está lá sempre e ainda bem. As respostas umas vezes vêm outras não, vão-se simplesmente integrando, com ou sem rituais, tal como a canção é fluída e pode ser um super poder, um encantamento que encontro para fugir ao enguiço da normalidade”, afirma Joana Alegre.

“LUAS” tem como conceito central as fases lunares: as principais – Nova, Crescente, Cheia e Minguante – e as intermédias – Quarto Crescente, Crescente Gibosa, Minguante Gibosa e Quarto Minguante. Cada canção do álbum representa uma das fases, como nos singles já revelados ‘Nó’ (Minguante Gibosa ), ‘Ciclotímica’ (Quarto Crescente ), ‘Rosa Carne’ (Lua Cheia ), ‘Copo Cheio’,  dueto com Mikkel Solnado (Crescente Gibosa ) e ‘Lógica Astral’ (Lua Crescente ).

Todos estes temas farão parte do novo disco, juntamente com mais canções e duetos surpresa, ainda por revelar. Sob direção musical de Joana Alegre, a produção de “LUAS” ficou a cargo de Choro, nos Great Dane Studios. Os companheiros de estrada da cantautora, Emiliana Silva (violino) e Vicente Palma (piano), também colaboram no disco. 

Neste próximo trabalho, Joana Alegre promete “muita harmonização vocal, os instrumentos que continuam a acompanhar a expressão final de cada canção, como o violino, a guitarra e o ukelele, a juntar aos diversos elementos da produção única do Choro e toda a esfera de vontades e emoções que entreguei ao longo destas LUAS que em breve serão vossas”.

“LUAS” sucede a “Centro”, álbum produzido por Luísa Sobral, editado em 2021 e eleito pelo público da BLITZ/Expresso um dos Melhores Discos do Ano.

Cantautora de formação Clássica e Jazz em Portugal, Estados Unidos e Itália, Joana Alegre apaixonou o público português com a sua voz em 2014, no tema  ‘E Agora?’, dueto com Mikkel Solnado, que viria a produzir o seu primeiro disco, “Joan & The White Harts”, com o qual foi semifinalista no International Songwriting Contest, nos EUA, em 2016 e em 2019.

Em 2019/20 participou no The Voice Portugal, conquistando o 3º lugar, e em 2021 foi finalista do Festival da Canção com ‘Joana do Mar’, tema da sua autoria. No mesmo ano lançou o segundo disco de originais, “Centro”, produzido por Luísa Sobral e eleito pelo público da revista BLITZ/Expresso como um dos Melhores Álbuns de 2021. Por esta altura assina a curadoria do espetáculo “Um Só Dia”, uma homenagem à poesia cantada de Manuel Alegre, que deu origem ao disco com o mesmo nome já editado. Este projeto contou com Direção Musical de André Santos, o apoio da Antena 1 e as participações de Ana Bacalhau, Jorge Palma, Agir, Camané, Cristina Branco e Vicente Palma. Durante 2022 percorreu o país e não só, tocando em São Francisco (EUA,) e Cabo Verde, numa digressão de mais de 30 concertos.

No final de março de 2024, Joana Alegre edita o terceiro álbum de estúdio, “LUAS”, que inclui os singles ‘Nó’ (airplay Antena 3), ‘Ciclotímica’ – nomeada para “Canção do Ano” nos IPMA 2024 – International Portuguese Music Awards -, ‘Rosa Carne’, ‘Copo Cheio’ (airplay Rádio Comercial e Antena 1) e ‘Lógica Astral’.

Rogério Botter Maio – Riscos (2024) (single)

O 7º disco de Rogério Botter Maio, marca seus 40 anos de trajetória musical.

Lançado em 15 março de 2024, tem no repertório somente suas composições inéditas em que o contrabaixista (acústico e elétrico), compositor, arranjador e produtor explora mais uma vez sonoridades surpreendentes.

Na faixa de abertura “Riscos” por exemplo, conta com a participação de cordas, oboé, clarone e a voz de Giana Viscardi na sua instrumentação.

A maioria das faixas são acústicas tendo como como base piano, violão, contrabaixo e percussão (além do oboé em algumas delas).

Outras faixas exploram o toque mais vibrante, com guitarra, piano elétrico e baixo elétrico além de uma abordagem rítmica diferente de seus álbuns anteriores.

“SEM PALAVRAS”

The 7th album of the bass player composer, arranger and producer Rogério Botter Maio, celebrates his 40th year in the music.

Released on March 15th 2024, it contains only his own original compositions which once again explores surprising sonorities.

The opening track “Riscos” for instance, includes also strings, bass clarinet, oboe and the voice of Giana Viscardi.

Most of the tracks are acoustic – piano, acoustic guitar, acoustic bass and percussão (plus the oboe in some of them).

Other tracks, explore a more vibrant atmosphere, with the use of electric guitar, electric piano, electric bass and a different rhythmical approach compared to his prior albums.

Musicians:

Catherine Santana – oboé

Dô de Carvalho – bass clarinet

Elisa Monteiro – viola

Emílio Martins – percussion

Fábio Leandro – acoustic piano and electric piano

Giana Viscardi – voice

Leandro Fortes – acoustic guitar

Micaela Marcondes – violin

Renato Lanza – drums

Rogério Botter Maio – acoustic bass and electric bass

Thiago Lourenço – acoustic and electric piano

Vinícius Gomes – acoustic guitar and electric guitar

Cover photo:

Marcos Santilli

Mixing:

Pichu Borrelli (440Hz – São Paulo)

Renato Soares (RNT Áudio Música – São Paulo)

Célio Barros (Klarlyd Studio, Norway)

Gustavo Breier

Mastering:

Gustavo Breier

Suzie And The Boys – You Got Them There Eyes (2024) (single)

Suzie And The Boys – You Got Them There Eyes (2024) (single)

A música de Suzie and the Boys chega do final das noites nas caves mais escondidas, do fundo dos bares clandestinos de uma Lisboa perdida entre o glamour e o desassossego. O cabaret sonoro, com que invadem os palcos por onde passam, nasce de memórias e experiências vividas por um grupo de músicos, amantes da vida e da noite, na qual ensaiam a boémia, a amizade e a música deste EP de estreia.

O encontro destes parceiros no crime — que junta músicos de Cool Hipnoise, Terrakota, Irmãos Catita, Ena Pá 2000, X-Wife, Sérgio Godinho, Fausto, Tora Tora Big Band e muitos outros — é o resultado de quase 30 anos de partilhas e trocas de ideias e muitas noites queimadas entre cinzeiros cheios e copos vazios.

Não é jazz mas tem swing, não é blues mas tem drama, não é soul mas tem alma, não é funk mas tem groove… não é fado mas tem faca na liga! O EP homónimo de Suzie and the Boys é tudo isto e muito mais!

Em «ScratchYour Luck» é o ritmo dolente de um bolero no final da noite entre os vapores do álcool e dos blues e o veludo de um cabaret enfumarado.

Em «Devil’s DirtyYellow Cadillac» é o mundo estranho de um cemitério assombrado, num blues de Halloween cinemático e «aterrorizado» pela alegria contagiante de uma banda a swingar.

Em «Tchim Tchim» é a festa e o hino à alegria que lembra jam sessions intermináveis nas noites da Bourbon Street.

Em «You Got Them There Eyes» é o balanço irresistível do bom e velho rhythm ‘n blues — conduzido por uma linha de baixo poderosa e um refrão viciante — que nos transporta para uma festa numa cave escura.

E é descida vertiginosa de uma onda gigante no poderoso e tarantiniano «Fuego!», um assombro de rock ‘n roll.

«Chills & Fever» é a única versão num disco de originais que reclama para o vinil um tema soul e blues com uma aura tão dramática que é quase celebração entre o religioso e a tragédia de bairro.

O brilho dos clássicos regressa com a balada «My Crown» que é um verdadeiro hino à resistência e à força das mulheres e que na voz e nas palavras de Miss Suzie assume o estatuto de um manifesto soul e feminino.

Este disco nasce da ideia de recriar a sonoridade típica dos cabarets lisboetas das décadas de 50 e 60. Partindo do swing, dos ritmos latinos, do rock ‘n roll e dos rhythm ‘n blues, Suzie and The Boys criaram os seus originais: uma banda sonora de um filme que se desenrola ao vivo cada noite que sobem ao palco. EP com o sabor exótico de outros tempos e que exorciza os blues e dramas de todos os dias com personagens e histórias que habitam este muito seu e único cabaret sonoro. Sejam bem-vindos, façam o favor de entrar!

Coffee Breakz #70 Â Sound! Collages!

Coffee Breakz #70 Â Sound! Collages!

Autor: Helder Gomes

Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.

Coffee Breakz #70 — Sound! Collages! 

1. Carlos Paredes (“Guitarra Portuguesa”) X DJ Ride (“Life in Loops”) 

2. Oneohtrix Point Never & Iggy Pop, “The Pure and the Damned” X Buck 65, “Untitled” X Steve Lehman & Sélébéyone, “Are You in Peace?” X Mount Kimbie & King Krule, “Blue Train Blues” 

3. “Anticon Label Sampler: 1999-2004” X Kate Tempest, “Everybody Down” 

4. Burial, “Etched Headplate” X Godspeed You! Black Emperor, “The Dead Flag Blues” X Nina Simone, “The Desperate Ones”

Jimmie Vaughan: The Fabulous Thunderbirds – Girls Go Wild (1979)

Jimmie Vaughan: The Fabulous Thunderbirds – Girls Go Wild (1979)

Memória de Elefante 20/02/24
Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Evaya – O Que Acontece Agora (2024) (single)

Evaya – O Que Acontece Agora (2024) (single)

EVAYA é uma produtora, compositora, letrista e cantora portuguesa. A sua música propõe uma imersão etérea dos conceitos propostos, através de instrumentais ruidosos, maquinaria pesada e uma entrega mais performativa da relação voz-música. 

Em breve edita o seu disco de estreia, um trabalho que promete ser único no mundo da electro-pop portuguesa.


Single “o que acontece agora”, com lançamento a 8 março

Nuno Melo – Fora De Formato (2024) (single)

Nuno Melo – Fora De Formato (2024) (single) 

O cantautor portuense Nuno Melo apresenta finalmente o seu disco de estreia “Fora de Formato”, após o lançamento dos singles “Polka Dot” e “O que Achares Melhor” (com o convidado Edu Mundo).

“Fora de Formato é um conjunto de canções que vêm sendo tricotadas há vários anos, um patchwork de géneros, estilos e ambientes. Feito com a co-producão de Edu Mundo, o músico procura além de tudo, autenticidade nas canções, nos temas e nas palavras. O disco passeia-se por diversos estilos musicais, que o público é convidado a descobrir.

Para Nuno Melo, a cantautoria vem-se desenvolvendo desde o momento em que a primeira guitarra lhe caiu nas mãos aos 11 anos, desde aí que vem compondo as suas canções. 

Após quase 20 anos como músico profissional atuando como instrumentista e compositor em vários projetos do panorama nacional e internacional, surge agora como artista a solo, porém não desacompanhado.

Ao vivo faz-se acompanhar de Edu Mundo na bateria e voz, João Luzia na guitarra, Gonçalo Palmas nas teclas, Manu Idhra na percussão e Miguel Pinto no baixo.

Amancio D’Silva – Konkan Dance (1972)

Amancio D’Silva – Konkan Dance (1972)

Memória de Elefante 19/02/24
Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Coastel – Nevoeiro (2024) (single)

Coastel – Nevoeiro (2024) (single) Id

Coastel lançou o novo single ‘Nevoeiro’, já disponível em todas as plataformas digitais. Escrito pelo cantor e compositor, o tema foi produzido por Johnny Barbosa, com quem já tinha colaborado em singles anteriores e no primeiro EP, “Back in ’01”, de 2021.

“Quando escrevi a ‘Nevoeiro’ tinha uma imagem muito clara em mente de uma pessoa que não viu a linha entre estar apaixonado e viver dependente. Alguém que, por meio de uma relação, deixou de ter os seus sonhos, as suas ambições, e passou a viver a vida da outra pessoa. A dependência fadiga a relação e é como se tudo tivesse acabado, ficou apenas o nevoeiro”, revela Coastel sobre o novo single.

‘Nevoeiro’ é acompanhado por um videoclipe realizado por Luís Água e Pedro Ivan.

concordei. Todas as paisagens e a mensagem do vídeo ficam muito mais dramáticas com a ausência de cor e criam este retrato intenso de uma pessoa que está pessoa completamente perdida”, revela Coastel.

‘Nevoeiro’ sucede a ‘Ver-te assim’, editada no final de 2023, e ambas as canções marcam uma nova etapa na carreira do músico, antecipando um novo EP, que Coastel vai lançar este ano. O próximo curta duração do artista será o primeiro inteiramente interpretado em português e o segundo do seu percurso artístico, após “Back in ‘01”.

Músico, cantor e compositor, Coastel descobre a paixão pela guitarra elétrica e acústica quando tinha apenas 10 anos. Começa, então, a cantar para se acompanhar à guitarra, encontrando também o gosto pela composição.

Em 2021 edita o EP de estreia, “Back in ‘01”, que contabiliza mais de 100 mil streams, só no Spotify. O curta duração inclui os singles ‘Evergreen’ e ‘I hate love songs’, este último com airplay na rádio Smooth FM.

No ano seguinte concorre ao The Voice Portugal e conquista todos os mentores na Prova Cega. Integra a equipa de Dino D’Santiago e surpreende o público com a sua interpretação e versões singulares de grandes êxitos. A cada apresentação impressiona os mentores e o país, chegando à final do programa com versões únicas e improváveis de temas como ‘Vestido Azul’, da novela “Floribella”, ‘A Minha Casinha’ dos Xutos & Pontapés ou ‘Sobe, Sobe, Balão Sobe’, de Manuela Bravo.

A edição de 2023 do NOS Alive marca a estreia de Coastel no Passeio Marítimo de Algés. O artista lisboeta levou ao festival um concerto em formato acústico no Palco Coreto.

Em 2024 torna-se o primeiro artista MTV Push da MTV Portugal, com destaque no canal durante todo o mês de janeiro, através de conteúdos exclusivos em TV e nas redes sociais. O single ‘Ver-te Assim’ é o tema foco e Coastel sucede a outros artistas nacionais que também participaram na iniciativa, como Papillon, EU.CLIDES, JÜRA, Pedro Mafama, Ivandro, Nenny ou MARO.

Com o cinema e a literatura como grandes inspirações, Coastel constrói a sua identidade artística e sonora através de referências musicais distintas como Eric Clapton, Bon Iver, MARO – com quem partilhou o palco na final do The Voice Portugal – ou Miguel Araújo.

Papisa – Amor Delírio Feat. Luiza Lian (2024) (single)

Papisa – Amor Delírio Feat. Luiza Lian (2024) (single) 

A compositora e multi instrumentista brasileira, PAPISA, edita hoje (01) o terceiro single de seu próximo álbum. A faixa Amor Delírio, que antecipa o álbum homónimo chega acompanhada de videoclipe dirigido por Mooluscos. A canção tem produção musical de Felipe Puperi (Tagua Tagua) e participação de Luiza Lian, uma das principais vozes da música contemporânea do Brasil. Para a promoção da carreira internacional de Papisa, ela segue com o apoio do selo espanhol Costa Futuro, que tem em seu casting nomes como Queralt Lahoz (Espanha), Lucia Tacchetti (Argentina) ou El Culto Casero (Paraguai). Assista o videoclipe aqui. 

Na música, PAPISA fala de amor e faz alusão às estações do ano: “até o outono invadir o verão e o meu suspiro não ser por prazer”. Amor Delírio discorre sobre as fases cíclicas de uma paixão, desde dar-se conta do sentimento, até as angústias sentidas e o esvaziamento de tudo, com o término desse amor de verão. 

PAPISA – nome artístico de Rita Oliva – vai editar o álbum logo depois de uma digressão pelos Estados Unidos, onde vai, dentre outros concertos, se apresentar no SXSW, no Treefort Music Fest e no The New Colossus Festival, em Março.

Videoclipe

No videoclipe, decorre uma aventura a partir de memórias construídas pelo amor e reconstruídas pelo delírio. Um devaneio de um intenso sentimento de saudade.  “Quando a Papisa convidou-me para roteirizar e dirigir o clipe, pensamos sobre várias obras que traziam o tema do amor delírio, e a principal referência foi o filme ‘O Despertar da Mente’, de Michel Gondry. Conversamos também sobre obras de arte, como ‘Os amantes’, de René Magritte, e ‘O beijo’, de Gustav Klimt. Assim, construímos esta história composta por memórias que passeiam entre o real e o irreal”, descreve Lucas Mooluscos, diretor do vídeo.

Portugal

De ascendência portuguesa, a artista já esteve algumas vezes em Portugal e, em 2021, lançou o single “Fortuna” em parceria com o duo local HAĒMA, projecto partilhado por Susana Nunes e Diana Cangueiro. A faixa conta com um videoclipe gravado em Sintra. Veja aqui. 

FICHA TÉCNICA

Música

Composição: Rita Oliva (PAPISA)

Produção Musical: Felipe Puperi (Tagua Tagua)

Gravação: Alejandra Luciani e Felipe Puperi, exceto vozes de Rita gravadas por Fabio Pinczowski | Estúdio 12 Dólares, vozes Luiza Lian gravadas por Pepeu JC | Estúdio 12 Dólares e piano elétrico gravado por Sid Souza | Artsyclub Studios 

Mistura: Tiago Abrahão

Masterização: Brian Lucey (The Black Keys, Lizzo, Cage the Elefant)

Vídeo

Produtora: Mooluscos Filmes

Direção: Mooluscos

Roteiro: Mooluscos e Ana Mori

1⁰ Assist. de direção: Giulia Araújo

Produção executiva: Pedro Saviolli e Mooluscos

Produção de Set: Jota Sant’anna

Assist. Produção: João Pedro Barile 

Direção de Fotografia: Pedro Saviollii

1⁰ Assist. de câmera: Desirée Vasconcelos

Gaffer: Humberto Catta Preta

Drone: Desirée Vasconcelos

Direção de arte: Ana Mori

Asist. de Arte e styling: Araíne Calegare 

Maquiagem e Beleza: Bia Borghi e Ana Mori

Elenco: Papisa e Rafael Américo

Making of: Amilcar Neto

Catering: Isabela Molinari

Assist. Catering: Araíne Calegare e Bia Borghi

Edição: Mooluscos

Edição material de apoio: Juan Pablo Carrascosa

Color Grading: Pedro Saviolli

VFX: Caio Campos

Apoio: 22 Locações

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SOBRE RITA OLIVA

Rita Oliva integrou as bandas Cabana Café e Parati até lançar seu trabalho solo como PAPISA. A artista já passou por palcos de festivais brasileiros como Bananada (GO), Picnik (DF), Path (SP), Sonora (SP) e Contato (SP), além de ter  apresentado seu trabalho fora do seu país de origem, no festival SXSW, em Austin (EUA); e em Portugal, onde gravou a faixa “Fortuna”. Atualmente, ela prepara turnê norte-americana.

Yannis Markopoulos – Ithagenia (1972)

Yannis Markopoulos – Ithagenia (1972)

Memória de Elefante 18/02/24
Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.