Meses Sóbrio – Acordar A Sonhar (2024) (single)

Meses Sóbrio – Acordar A Sonhar (2024) (single)

Depois dos singles “Tudo faz o Ser” e “Meio Sonho”, “Lua Nova”, é o segundo disco de estúdio de Meses Sóbrio, o culminar de um renascimento musical da banda Lisboeta. 


Durante a inusitada pausa nos concertos que a vida nos impôs em 2020, Miguel Rosa e Manuel Perdigão arregaçaram as mangas e deram início à jornada de criação do seu mais recente disco. Ao contrário do trabalho anterior, onde as notas ecoaram pelas salas de ensaio, este álbum nasceu do rigor e preciosismo do estúdio, transformando o som antes “simples” numa intricada tapeçaria sonora.

“Lua Nova” não é apenas um título escolhido ao acaso, é um renascimento, um capítulo inexplorado na história sonora da banda. Durante todo o processo, Meses Sóbrio imbuiram-se da energia dream pop/rock australiana esculpindo uma sonoridade ousada que reverbera como uma poesia musical que consideram completamente inédita a nível nacional. Este disco propõe mais do que a sua simples audição: É um convite para nos perdermos numa vasta paisagem de sons, onde cada nota é uma estrela cadente, aparecendo e desaparecendo, sem limites temporais ou espaciais, entre o sonho e a realidade.

O fio condutor que tece todas as faixas é o paradoxo do mundo em que vivemos. Enquanto aspiramos a sonhar e ser livres, agarramo-nos ao conforto ilusório da realidade que meticulosamente construímos. Sobre esta temática a banda acrescenta ainda: “Procuramos atenção sem sermos plenamente vistos, perseguimos constantemente “algo mais” que, no fundo, nunca preenche o vazio. Uma busca incessante num labirinto de emoções, sem direção certa, confiando somente no universo.”

O álbum, disponível em todas as plataformas de streaming a partir de dia 23 de Fevereiro, não é apenas uma coleção de canções, mas uma viagem musical que celebra a liberdade criativa de Meses Sóbrio. Toda a composição, gravação e produção ficou a cargo da banda, contanto com pós-produção por Metamito mistura por Pedro Ferreira e masterização por Hugo Valverde. A banda tem ainda encontro marcado com o público lisboeta, dia 2 de Maio, no Musicbox.

Sobre o artista:

Meses Sóbrio são Miguel Rosa e Manuel Perdição. Nasceram em Lisboa e em 2018 lançaram o primeiro EP “Folha”, onde foram comparados a The Doors, Pink Floyd e Tame Impala e tiveram a oportunidade de tocar no Festival Termómetro e em salas como Sabotage, Music Box e Titanic Sur Mer. Com o Longa Duração “Amanhã é noite” a surgir já no final de 2019 e bem aclamado pela crítica, juntaram-se à programação do Super Bock in Stock. Após a paragem inesperada de concertos em 2020, começaram o trabalho de estúdio no novo álbum “Lua Nova”. Em Junho de 2023 lançam o single “Tudo Faz o Ser” e em Outubro do mesmo ano o tema “Meio Sonho”.

African Roots #38

African Roots #38

Autor:

Gil Santos 

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

TRACKLIST:

1 – 5 Revolutions – Kulemela kwa bambo Wang

2 – Kakai Kilonzo & Les Kilimambogo Brothers – Ngomeleelye Kitambaasye

3 – Amadou Balake – Aminata Du Thé

4 – Robson Banda & the New Black Eagles – Soweto

5 – Galáxia 2000 – Coração Dum Criola

6 – Armando Africa Star – Disculpam

7 – Hallelujah Chicken Run Band – Mudzimu Ndiringe

8 – Assiko Golden Band De Grand Yoff – La Musique Du Cœur

9 – Tabu Ley Rochereau – Karibou ya bintou

10 – Awale Jant Band – Sope

11 – Lobi Traoré – Mali Ba

12 – Isaú Meneses – Odmira

13 – Amadou & Mariam – Ancien combattant

14 – Bassekou Kouyaté – Jama ko

15 – Amadou Balake Traore – Dévaluation.

Fumaça #15: A Serpente, o Leão e o Caçador Ep. 3: O Leão – Parte 2 (Série 3/5)

Fumaça #15: A Serpente, o Leão e o Caçador Ep. 3: O Leão – Parte 2 (Série 3/5)

DESCRIÇÃO

Em 2011, Ioane Teitiota pediu à Nova Zelândia que o reconhecesse como o primeiro refugiado climático do mundo. Kiribati, o pequeno arquipélago no Pacífico onde vive com a mulher e os três filhos, poderá estar praticamente submerso em 2050. A sua luta terminou sem sucesso. E, ainda hoje, os refugiados climáticos caem pelas brechas da lei de asilo.

[Nota: Uma parte deste episódio é falado em inglês. Se quiseres ouvir uma versão traduzida para português, procura “Extras”, do Fumaça, na tua aplicação de podcasts.]

PUBLICADO

quinta-feira, 9 de abril de 2020, 2:00 AM

Ulvi Cemal Erkin – Complete Works For Piano Solo (Verda Erman) (1995)

Ulvi Cemal Erkin – Complete Works For Piano Solo (Verda Erman) (1995)

Memória de Elefante 14/02/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Prazeres Interrompidos #243: Da Natureza das Causas Psicologia evolucionista e biopolítica – Paulo Finuras (2020)

Prazeres Interrompidos #243: Da Natureza das Causas Psicologia evolucionista e biopolítica – Paulo Finuras (2020)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Neste novo livro de divulgação científica, Paulo Finuras volta a integrar a psicologia evolucionista e a análise biossociológica para desvendar a natureza de diversos comportamentos humanos e as suas causas mais profundas.

Este livro é especialmente dirigido aos leitores que se interessem pelo que significa ser-se humano e sintam curiosidade sobre as origens e as causas das nossas ações e reações e da nossa psicologia política e comportamental.

Paulo Praça – A Vida Começa Agora (2024) (single)

Paulo Praça – A Vida Começa Agora (2024) (single)

PAULO PRAÇA APRESENTA O NOVO DISCO “A MEIAS”
DUETOS COM GRANDES VOZES FEMININAS DO PANORAMA NACIONAL E INTERNACIONAL
 
O cantautor e multi-instrumentista Paulo Praça apresenta um projeto muito especial: um disco de duetos, “A Meias”, que conta com alguns nomes sonantes da música nacional e internacional, no feminino. “A Meias” apresenta versões de algumas canções do músico Vilacondense cantadas por vozes como Sónia Tavares (The Gift), Mónica Ferraz (Mesa), a inglesa Nicky Wells (conhecida pela colaboração com Nitin Sawhney), Ana Deus, Joana Amendoeira, Lika (cantautora do Cazaquistão que vive em Portugal), Xana Abreu, Cat, Diana Martinez, a galega Uxía, Patrícia Antunes e Patrícia Silveira.  
 
O cartão de visita do novo disco foi lançado em 2023, “Baloiço”, com Sónia Tavares, e conquistou várias rádios. Um tema composto em parceria por Paulo Praça e Gisela João. A par com o lançamento do disco, o músico apresenta o single “A Minha Terra”, com a participação da cantora galega Uxía.  
 
“A Meias” inclui novas versões de temas que marcaram a carreira de Paulo Praça, como “A Vida Começa Agora”, “A Mesma Canção”, “Diz a Verdade”, “Arquitetura da Ecologia”, entre outros.  
 
O disco conta com a produção de Eurico Amorim e Paulo Praça, mistura por João Bessa e masterização por Mário Barreiros. O design é de Hélder Luís.
 
De sublinhar a colaboração do escritor Valter Hugo Mãe, que é o autor de algumas letras do disco (“A vida começa agora”, “Diz a verdade”, “À força da nossa voz”, “Arquitetura da Ecologia”, “A Ladaínha”), assim como é o responsável pelo desenho da capa do novo trabalho de Paulo Praça.

BIOGRAFIA
Paulo Praça, cantautor, compositor, multi-instrumentista e produtor tem colaborado com grupos e artistas como 3 Tristes Tigres, GNR, Pedro Abrunhosa e The Gift. Foi fundador dos grupos Turbo Junkie, Grace e Plaza.
A solo editou 4 álbuns: “Disco de Cabeceira”, “Dobro dos Sentidos”, “Um Lugar Pra Ficar” e “Onde”. A maioria dos poemas das suas canções são da autoria de Valter Hugo Mãe.
Protagonista do projeto “Amália Hoje”, que vendeu mais de 100,000 discos.
Gravou mais de 20 álbuns em todos os projetos que integrou. Atuou em todos os continentes, tendo passado por países como Austrália, Canadá, EUA, Rússia, China, Brasil, Macau, Marrocos, Espanha, França, Itália, Bélgica, Luxemburgo, Alemanha, Holanda entre outros e atuado em locais míticos como Central Park em Nova Iorque, ou Olympia em Paris.
Foi nomeado 3 vezes para os Globos de Ouro tendo vencido em 2010 o Globo de Ouro na categoria de “Melhor Canção” com os Amália Hoje.
Partilhou o palco com artistas como Stevie Wonder, Elton John, Bruce Springsteen, The Cure, Radiohead, Arcade  Fire entre outros em Festivais de Verão.
Já trabalhou com alguns dos maiores produtores mundiais, como Ken Nelson (Coldplay, Gomez, Kings of Convenience), Brian Eno (David Bowie, Talking Heads, U2,etc.) numa aventura que durou quase 2 anos.
 
DISCOGRAFIA:
2024 – “A Meias”
2020 – “Onde”
2019 – “Um Lugar Pra’ Ficar
2010 –“Dobro dos Sentidos”
2007 –“Disco de Cabeceira”

Coffee Breakz #69 A Fearless Movement

Coffee Breakz #69 A Fearless Movement

Autor: Helder Gomes

Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.

Chico Science & Nação Zumbi – Da Lama Ao Caos (1994)

Chico Science & Nação Zumbi – Da Lama Ao Caos (1994)

Lana Gasparotti – Mar (2024) (single)

Lana Gasparotti – Mar (2024) (single) Id

LANA GASPARØTTI lança hoje o seu álbum de estreia “DIMENSIONS”

O álbum de estreia de LANA GASPARØTTI é o resultado da fusão de géneros usados e explorados pela artista desde o início do seu percurso a solo, desde jazz, hip-hop, drum and bass até à música eletrónica. 

Em 2020, a artista vence o prémio “Melhor Concerto Super Emergente” do Festival Emergente, e em 2023, lança os seus primeiros singles “Something in my Way” e “Mar”, este segundo integra a coletânea FNAC Novos Talentos 2023. LANA GASPARØTTI apresenta-se, ainda nesse ano, ao vivo no NOS ALIVE – onde se percebeu claramente a sonoridade muito própria da artista – um concerto de LANA é uma experiência vibrante, entre o experimentalismo jazzístico e a música eletrónica. 

“Este álbum significa a minha afirmação enquanto artista band leader. É também o fechar de um ciclo –  a concretização deste álbum como um todo, desde o som, a imagem e a tudo aquilo que quero transmitir com ele para agora poder entregar ao mundo. ‘DIMENSIONS’ representa uma viagem introspetiva com ambientes que vão desde o acid jazz, groove e liquid drum and bass.” afirma LANA.

A artista acrescenta “Neste álbum encontram tudo aquilo que eu gosto de ouvir enquanto artista influenciada pelo meio em que vivo e tudo o que me inspira. É uma mistura complexa de muitas referências, ideias e experiências vividas sem regras ou imposições misturadas com samples pessoais e autobiográficos. Foi também fundamental encontrar as pessoas certas para trabalharem comigo e juntos criarmos a sonoridade e estética visual deste projeto.

O álbum ‘DIMENSIONS’, produzido por Rafael Correia (Sickonce) e Diogo Lima, capta a mistura distinta de paisagens sonoras de jogos vintage e influências jazzísticas de Lana Gasparotti, criando uma paisagem sonora que transcende fronteiras. Conta ainda com Sebastião Bergmann na bateria, João Segurado e Pedro Barroso no baixo e participação especial de Gijoe no scratch.

A artista prepara-se agora para apresentar o seu álbum de estreia ao vivo, já com data marcada para o Musicbox, no próximo dia 30 de março. ‘DIMENSIONS’ já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e promete dar-nos uma experiência única onde cada canção nos traz um universo paralelo, autobiográfico e autêntico para onde só LANA nos consegue transportar. 

FICHA TÉCNICA CONCERTO LANA GASPARØTTI

Lana Gasparotti – composição, teclados, sintetizadores, voz Pedro Barroso – baixo elétrico

Sebastião Bergmann – bateria

Pedro Gerardo – técnico de som

João Quintela – técnico de luz

FICHA TÉCNICA ÁLBUM – “DIMENSIONS”

Composição, voz, teclados e synths por Lana Gasparotti

Bateria por Sebastião Bergmann

Baixo por João Segurado (Something in my way, Goji, Skit e Mar) Baixo por Pedro Barroso (Missing Files, Feel e Dimensions) Scratch por Gijoe (Goji)

Gravação no Estúdio Camaleão por Francisco Duque

Gravação no Estúdio Sickonce por Sickonce e Diogo Lima

Produção, Edição, Synth work e Programação por Sickonce e Diogo Lima Mistura por Hugo Santos, Sickonce e Diogo Lima

Masterização por Hugo Santos

Fotografia por ORELHA

Design font por Glus

Design capa por Tiago Martins Design álbum por Manuel Costa Styling por Lauren Torres Makeup por Janete Reis

https://soundcloud.com/user-376867927/lana-gasparotti-mar-2024-single-id-1/s-z1GxwgqWDLs?si=5940ea449cd34df88b211e45bdcf5bf1&utm_source=clipboard&utm_medium=text&utm_campaign=social_sharing

Lana Gasparotti – Something In My Way (2024) (Single)

Lana Gasparotti – Something In My Way (2024) (Single)

LANA GASPARØTTI lança hoje o seu álbum de estreia “DIMENSIONS”

O álbum de estreia de LANA GASPARØTTI é o resultado da fusão de géneros usados e explorados pela artista desde o início do seu percurso a solo, desde jazz, hip-hop, drum and bass até à música eletrónica. 

Em 2020, a artista vence o prémio “Melhor Concerto Super Emergente” do Festival Emergente, e em 2023, lança os seus primeiros singles “Something in my Way” e “Mar”, este segundo integra a coletânea FNAC Novos Talentos 2023. LANA GASPARØTTI apresenta-se, ainda nesse ano, ao vivo no NOS ALIVE – onde se percebeu claramente a sonoridade muito própria da artista – um concerto de LANA é uma experiência vibrante, entre o experimentalismo jazzístico e a música eletrónica. 

“Este álbum significa a minha afirmação enquanto artista band leader. É também o fechar de um ciclo –  a concretização deste álbum como um todo, desde o som, a imagem e a tudo aquilo que quero transmitir com ele para agora poder entregar ao mundo. ‘DIMENSIONS’ representa uma viagem introspetiva com ambientes que vão desde o acid jazz, groove e liquid drum and bass.” afirma LANA.

A artista acrescenta “Neste álbum encontram tudo aquilo que eu gosto de ouvir enquanto artista influenciada pelo meio em que vivo e tudo o que me inspira. É uma mistura complexa de muitas referências, ideias e experiências vividas sem regras ou imposições misturadas com samples pessoais e autobiográficos. Foi também fundamental encontrar as pessoas certas para trabalharem comigo e juntos criarmos a sonoridade e estética visual deste projeto.

O álbum ‘DIMENSIONS’, produzido por Rafael Correia (Sickonce) e Diogo Lima, capta a mistura distinta de paisagens sonoras de jogos vintage e influências jazzísticas de Lana Gasparotti, criando uma paisagem sonora que transcende fronteiras. Conta ainda com Sebastião Bergmann na bateria, João Segurado e Pedro Barroso no baixo e participação especial de Gijoe no scratch.

A artista prepara-se agora para apresentar o seu álbum de estreia ao vivo, já com data marcada para o Musicbox, no próximo dia 30 de março. ‘DIMENSIONS’ já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e promete dar-nos uma experiência única onde cada canção nos traz um universo paralelo, autobiográfico e autêntico para onde só LANA nos consegue transportar. 

FICHA TÉCNICA CONCERTO LANA GASPARØTTI

Lana Gasparotti – composição, teclados, sintetizadores, voz Pedro Barroso – baixo elétrico

Sebastião Bergmann – bateria

Pedro Gerardo – técnico de som

João Quintela – técnico de luz

FICHA TÉCNICA ÁLBUM – “DIMENSIONS”

Composição, voz, teclados e synths por Lana Gasparotti

Bateria por Sebastião Bergmann

Baixo por João Segurado (Something in my way, Goji, Skit e Mar) Baixo por Pedro Barroso (Missing Files, Feel e Dimensions) Scratch por Gijoe (Goji)

Gravação no Estúdio Camaleão por Francisco Duque

Gravação no Estúdio Sickonce por Sickonce e Diogo Lima

Produção, Edição, Synth work e Programação por Sickonce e Diogo Lima Mistura por Hugo Santos, Sickonce e Diogo Lima

Masterização por Hugo Santos

Fotografia por ORELHA

Design font por Glus

Design capa por Tiago Martins Design álbum por Manuel Costa Styling por Lauren Torres Makeup por Janete Reis

Aldemaro Romero Y Su Onda Nueva – Onda Brava (1972)

Aldemaro Romero Y Su Onda Nueva – Onda Brava (1972)

Memória de Elefante 12/02/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Isabel Rato – Era Um Redondo Vocábulo (2024) (single)

Isabel Rato – Era Um Redondo Vocábulo (2024) (single)

Para as comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, Isabel Rato, pianista, compositora, arranjadora e produtora portuguesa, um dos nomes femininos mais destacados do panorama do Jazz Português dos últimos anos, lança o seu novo álbum “Vale das Flores” (Nischo), o quarto disco da pianista em nome próprio, apoiado pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), Antena 1 e Antena 2, inteiramente dedicado à música portuguesa. Numa homenagem à Liberdade, a compositora traz para este novo disco autores da música portuguesa de todos os tempos e vitais na luta pela liberdade, como José Afonso, Sérgio Godinho, Pedro Abrunhosa, entre outros. Traz também algumas das canções tradicionais portuguesas do nosso património universal das melodias intemporais. Nas suas músicas cria também uma ligação natural com o Jazz, de onde vem o seu percurso. Este disco conta com a participação de artistas convidadas de enorme relevância do nosso panorama da música portuguesa, nomeadamente a cantora Ana Bacalhau, a cantora Cuca Roseta e a guitarrista Marta Pereira da Costa (guitarra portuguesa). Destacam-se os seus dois discos anteriores “Histórias do Céu e da Terra” de 2019 e “Luz” de 2022, da Editora Nischo, que foram considerados como melhores discos de Jazz nacionais dos seus anos respectivos pela revista de renome jazz.pt. Este quinteto liderado por Isabel Rato, leva o público a viajar pelo som do nosso País, conjugando a música portuguesa com o Jazz e a improvisação, reflectindo o carácter Universal das canções numa perspectiva singular e única.