Depois do lançamento de “No Time To Cry”, tema com energia contagiante e um refrão que fica na ponta da língua, os SLR acabam de disponibilizar o single “Never Just Friends” em antecipação ao seu próximo EP, agendado para o dia 7 de maio (EP de estreia, “Losing”, foi editado em 2022).
“Never Just Friends”, tema que volta a juntar Bruno Moreira e Luís Água a Rui Paiva na composição, surge com uma sonoridade melancolicamente energética e remete-nos para uma relação que vive no limbo, sem compromisso para que seja namoro, mas certamente mais do que uma simples amizade, assumindo que, quando começaram a trabalhar no segundo EP, o duo nortenho tinha o objetivo de compor músicas mais positivas e com as quais fosse possível dançar: “Quando começamos a compor, sabíamos que nos queríamos desafiar e tirar da zona de conforto, mas não queríamos deixar de escrever sobre as nossas vivências, e assim nasceu este novo single; juntamos páginas de diários, misturamos com referências de filmes que nos apaixonam e temos um amor proibido que nos dá vontade de dançar”, sublinha Bruno Moreira, sobre a temática de “Never Just Friends”, acrescentando ainda Luís Água que “Explorando essa relação definida somente pelo desejo e o momento, foi-nos claro que a brincadeira entre secções mais ritmadas e secções mais calmas seria a forma mais fácil de retratar este sentimento. Tão depressa a adrenalina dispara e avançamos a passos largos, como ficamos quase a pairar no ar, perdidos em pensamentos e sensações”.
Sabendo os SLR que o que sentiram para escrever esta música não lhes é exclusivo, decidiram, sem medo, usar os seus sentimentos para criar uma história de amor com a qual muitos se podem identificar: “o sentimento de querer estar amorosamente com alguém que nos é proibido, mesmo que recíproco”, e a “vontade de não largar a outra pessoa e aceitar que não será mais do que um momento”.
Essa tensão de manter em segredo, de estar limitado ou até de ser “proibido”, levou os SLR a escreverem o tema. Luís Água assina a produção como água em parceria com oputovitor, trazendo referências do drum & bass e da pop eletrónica juntando-as à melancolia típica do R&B que os SLR já nos habituaram.
Para o videoclipe que acompanha “Never Just Friends”, os SLR juntam-se a Pedro Ivan e, entre imagem em movimento e fotografia analógica, conta-nos a história de um amor sem limites. A banda volta a convidar Rita Ferreira para protagonizar um dos seus vídeos, desta vez ao lado dos membros em frente às câmaras. Mostram-nos uma amizade jovem, genuína e descomprometida. Envolvidos numa adrenalina provocada pela paixão, os SLR arriscam, neste vídeo, invadir uma casa e divertirem-se livremente como se a mesma fosse deles. É um vídeo focado em memórias, em recortes, em lembranças de um momento que todos idealizamos viver e que ilustram a letra de um amor não convencional.
“Never Just Friends” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
SLR – Biografia
Os SLR são uma banda com sonoridade Pop eletrónica e um toque R&B. O duo é composto por Bruno Moreira e Luís Água, ambos naturais do norte do país. Iniciaram o seu percurso em 2018 com o single If you leave me, que captou a atenção dos media nacionais e internacionais. Em 2022 lançaram o EP de estreia, Losing, que abriu a conversa sobre o cuidado pela saúde mental. Em 2023, renovam a sua sonoridade com No Time To Cry ao trazer um tema com energia contagiante e um refrão que fica na ponta da língua. Agora, com Never Just Friends abrem 2024 revelando mais um tema do EP com lançamento previsto para o próximo mês de Maio.
Luar – Faz Parte (2024) (single)
Luar – Faz Parte (2024) (single)
Luar – ‘faz parte’ LETRA
há de aparecer
quando chegar
volta ao principio
o teu lugar
desaparecer
sem alertar
dar uma volta
olhar pro mar
outra memória
faz-me pensar
fechei a porta
deixo-me estar
celebra o tempo
que ainda tiveres
vive o momento
se tu quiseres
penso
no que direi
pode ser preciso
mas não soar bem
trazer dádivas
das minhas falhas
sempre que eu quiser
procurar crescer
obrigo-me a sair do quarto
pra não chegar tarde
memórias da escola
mas dessas histórias não me farto
perdia mais tempo a jogar à bola
mas ainda penso em ti
e sei que o clima ficou pesado
fiz dessa morte um fim E um novo inicio inacabado
faz parte
faz parte
faz parte
faz parte
Dorival Caymmi – Canções Praieiras (1954)
Dorival Caymmi – Canções Praieiras (1954)
Memória de Elefante 30/04/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Playlist lançamentos Abril 2024
A Radio Olisipo recebe diariamente solicitações de músicos que pretendem divulgar suas obras. A cada mês publicamos uma seleção em formato de playlist, com temas de álbuns, new releases e singles em destaque. Aqui apresentamos a playlist dos destaques do mês de Abril 2024. Boa Escuta!
1. Hércules – Dose Sustentável (2024) (single)
2. Mt. Roshi – Advogados do Diabo (2024) (single)
3. On the Spot #11 Animal – Alma Descansada (Prod. Animal) (2024) (single)
4. Marta Lima – Passos Marcados (2024) (single)
5. Gazpa – Hammock (2024) (single)
6. Human Natures – The Road (2024) (single)
7. Leonor Baldaque – Its the wind (2024) (single)
8. Luís Capitão – Malandrice (2024) (single)
9. E.se – Hubris (2024) (single)
10. Foggy Project – Intendente (2024) (single)
11. De Britto – Rolé (2024) (single)
12. Funil & Abelhinha – É só Camones (2024) (single)
13. Alcabala – Coisas Atrás do Sol (2024) (single)
14. Margô – Besoin de toi (2024) (single)
15. Salomão Duarte – SOS (2024) (single)
16. Zé Vargas – Joana (2024) (single)
17. Sara & Synthomatics – Take care of yourself (2024)(single)
18. Two-Time Winners – The Days of You And Me (feat. Avery Raquel) (2024) (single)
19. On The Spot #12 – Uest. (2024) (single)
20. Zé Menos e Pedro O Mau – Arena (2024) (single)
21. MirAnda – Cacilheiro (2024) (single)
22. Renato Chantre – MeioTuston Li Ka Tem Troku (2024) (single)
23. Fader – Serotonina (2024) (single)
24. Sérgio Onze – Sapatinhos (2024) (single)
25. André Júlio Turquesa – O Bobo (2024) (single)
26. Hadessa – Queimar Tudo e Recomeçar (2024) (single)
31. Samuel Martins Coelho – Acessible Insurence (2024) (single)
32. Arthur Melo – Zói Fundo (2024) (single)
33. Beatoven – Slow Down (feat. Jimmy P & Phedilson) (2024) (single)
34. Catarina Branco – A Minha Saia Velhinha (2024) (single)
35. Perpétua – Em Vão (2024) (single)
36. Tomás de Papel – Casa de Alguém (2024) (single)
37. JP Simões – Cada dia são cem (feat. Ruca Rebordão, Nuno Ferreira, Márcio Pinto, Pedro Pinto) (Carta ao remetente) (2024) (single)
38. Garajau – Sal & Lima (2024) (single)
39. sús – Além do Tempo (2024) (single)
40. Liquen – Brisa Corcunda (2024) (single)
41. Ruca Rebordão – Berimbando (2024) (single)
42. Bad Bad Mary – Forget About It (2024) (single)
43. Carolina – Risinhos De Vergonha (2024) (single)
44. FeMa.- HOMNiA (2024) (single)
45. L-Blues – Sinistro (2024) (single)
L – Blues – Sinistro (2024) (single)
L – Blues – Sinistro (2024) (single) Id
s L-Blues nascem a partir do músico Bruno Lopes que está já envolvido em projetos musicais, como as Guitarras de Manhente: Escola de Rock, que tem como principal objetivo ensinar música a jovens e adultos de classes sociais com carências financeiras.
Os L-Blues caminham lado a lado com o Blues e o Rock e contam já com 4 EPs gravados, disponíveis para ouvir nas principais plataformas online.
Para 2024 têm guardado o seu primeiro álbum intitulado de “Labirinto” .
O nome na banda faz uma homenagem à mitologia do pacto com o diabo de Robert Johnson e da encruzilhada (crossroads) dos Blues. O “L” no nome da banda deve se pronunciar “Hell”!
Desta partilha de emoções e sentimentos fazem parte 5 membros: Ana Neto na voz, Bruno Lopes nas guitarras, Céu Neiva nas teclas, Diogo Silva no baixo e Jorge Braga na bateria.
Os L-Blues regressam com um novo álbum intitulado “Labirinto”, gravado, misturado e produzido por Budda Guedes no estúdio da Mobydick Records.
Labirinto é um álbum no qual a banda se envolve com as emoções e que nos faz mergulhar num mar de sentimentos que surgem nas melodias de cada canção.
Na Grécia antiga o labirinto era um local de experimentação e não uma prisão, onde o seu percurso era mais importante que a saída.
O nosso Labirinto retrata um percurso com várias dúvidas, inquietações, e incerteza de chegarmos a algum lado, que faça valer todas as dificuldades percorridas, dando mais sentido ao trajeto do que ao destino.
Em cada instrumental conseguimos ter uma experiencia de sensações que nos fazem envolver com o caminho individual de cada um.
FeMa.- HOMNiA (2024) (single) Id
FeMa.- HOMNiA (2024) (single) Id
FeMa. EDITA EP HOMNiA
NOVO DISCO É UMA EXPLORAÇÃO ABRANGENTE DE TODAS AS FACETAS DO SER HUMANO
Depois do lançamento de “Vontade, vontadinha”, single que surgiu em antecipação, FeMa. acaba de editar o EP “HOMNiA”.
Este novo trabalho do artista emergente natural de Alcobaça é uma jornada que percorre tanto os recantos mais obscuros e escondidos nas profundezas da essência interior quanto aqueles mais visíveis no comportamento quotidiano e geral da humanidade, culminando na exploração abrangente de todas as facetas do ser humano.
Escrito em ambientes naturais e industriais, “HOMNiA” aspira a ser um momento de pausa e conexão, mas principalmente uma oportunidade de mudança: constituído por seis temas, cada um abordando diferentes tópicos, convidando à audição ativa e estimulando a mente imaginativa, FeMa. explora sonoridades que vão desde a eletrónica aliada à natureza até à música tradicional portuguesa, passando pela pop, hip-hop e a música de intervenção.
“HOMNiA” representa, acima de tudo, uma reflexão sobre o mundo interno e externo do ser humano, uma busca pela mudança e, no seu cerne, proporciona uma oportunidade para a introspeção pessoal e para o posicionamento no mundo que nos rodeia, tanto a nível humano como natural.
A acompanhar o lançamento do EP, surge o single homónimo e que encerra o novo trabalho de FeMa. com um apelo à ação e à mudança. O tema é uma marcha física que começa pelo pensamento sobre o mundo atual e termina com um grito pela mudança. Num ano que marca os 50 anos do 25 de abril e inserido no contexto atual do mundo, onde temas como guerra, falta de liberdade, privação de direitos e romantização do ódio são recorrentes, “HOMNiA” nasce da necessidade de mudança e do ímpeto de luta por um mundo mais empático, livre e comum. Entre sonoridades que misturam o shoegaze, a música de intervenção e o noise, este single procura evocar um sentimento desconfortante, aliando-o às palavras de esperança de FeMa.
“HOMNiA” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e será apresentado ao vivo em Leiria, nos dias 13 de abril no Stereogun e 24 de maio no Texas Bar; 16 de abril no Café Curto em Coimbra; e 17 de abril no Musicbox em Lisboa.
Hugh Hopper: Stomu Yamashta’s Go – Go Too (1977)
Hugh Hopper: Stomu Yamashta’s Go – Go Too (1977)
Memória de Elefante 29/04/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
1 Álbum 100 Palavras #39: Astor Piazzolla – Tango Zero Hour (1986)
1 Álbum 100 Palavras #39: Astor Piazzolla – Tango Zero Hour (1986)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Astor Piazzolla, compositor e bandoneonista argentino, contribuiu para a renovação do tango. Trabalhou ao longo de diversas décadas, atraindo as críticas dos tradicionalistas que polemizaram contra a inclusão de elementos musicais alienígenas na estrutura do tango clássico, como a música politonal e a linguagem jazzística. Astor considerou este álbum de 1986, como o seu melhor trabalho discográfico. Tango: Zero Hour contem pérolas como Concerto Para Quinteto, Mumuki e Milonga del Angel. A escrita mistura a musica clássica/contemporânea e a espontaneidade da tradição popular argentina. Entre os músicos, destacam-se Pablo Ziegler no piano e Fernando Suarez Paz no violino. Boa escuta!”
Bad Bad Mary – Forget About It (2024) (single)
Bad Bad Mary – Forget About It (2024) (single)
“Forget About It” aborda a autossabotagem no amor, bem como na vida, aproveitando a sinceridade que uma letra clara e descomplicada permite. Os Bad Bad Mary abrem assim as portas a novo estilo de composição, assumindo o rock como o último elemento a antecipar este segundo EP.
Prazeres Interrompidos #256: Hiro Arikawa – Memórias de um Gato Viajante (2012)
Prazeres Interrompidos #256: Hiro Arikawa – Memórias de um Gato Viajante (2012)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Nana, que já foi um gato de rua, anda em viagem pelo Japão, mas desconhece para onde. O importante é que está sentado no banco da frente da carrinha, ao lado de Satoru, o seu querido dono. Satoru decidiu empreender esta viagem para visitar três amigos de juventude.
Qual o motivo da viagem? Nana não sabe.
Como reagirá o seu coração quando descobrir?
Com o pano de fundo da deslumbrante paisagem japonesa e narrado em vozes alternadas com uma rara subtileza e sentido de humor, a história de Nana é sobre a solidão, o valor da amizade e o saber dar e receber.
Um livro que tem conquistado e emocionado leitores de todo o mundo através da sua mensagem de bondade e sinceridade, revelando como os atos de amor podem transformar as nossas vidas. Por vezes, é necessário fazermos uma longa viagem para descobrirmos e conhecermos melhor aqueles que estão mais perto de nós.
Carolina – Risinhos De Vergonha (2024) (Single)
Carolina – Risinhos De Vergonha (2024) (Single)
Vergonha”
“Risinhos de Vergonha” é o título do primeiro “single” lançado por Carolina, nome artístico de uma jovem caldense que, apesar da sua formação em gestão, pretende vir a seguir exclusivamente a carreira musical.
A produção desta música, disponível no Spotify e noutras plataformas musicais, foi possível depois de uma série de workshops em que a cantora participou no “Creative Studio No Filters”, em Lisboa.
Uma dessas formações foi com o cantor João Só, proprietário do “Estúdio Zeco”, onde acabou gravar a sua primeira música original.
A letra da música e melodia é da sua autoria, e os acordes são de João Eiró, com produção de João Só.
“Decidi que os ‘Risinhos de Vergonha’ fossem o primeiro single a ser produzido, porque queria que fossem uma carta de apresentação”, contou ao JORNAL DAS CALDAS.
A canção, uma mistura de pop com jazz, é inspirada no filme de animação “Divertida-mente”, da Disney, onde as emoções são as protagonistas.
“Quis explorar e concentrar numa canção os espectros dos meus traços (no filme as emoções são as protagonistas). Depois, queria que a melodia casasse com as palavras e foi o que consegui”, adiantou a cantora.
A canção já tem videoclipe (youtube.com/watch?v=Kx5wwlAqa-8), da autoria da designer Ruby.
Carolina Fidalgo nasceu no Luso porque os pais trabalhavam na altura trabalhavam no Palace do Buçaco, mas toda a sua família é da região e o seu percurso escolar, do infantário ao ensino secundário, foi feito nas Caldas da Rainha.
Há 10 anos terminou a sua licenciatura em Gestão na Universidade Nova, em Lisboa, e depois de terminar o mestrado e uma pós-graduação no mesmo estabelecimento de ensino, rumou ao Luxemburgo para trabalhar numa consultora.
“Escolhi este caminho na altura porque não acreditava que música pudesse ser uma opção”, explicou.
No entanto, a música, que sempre fez parte da sua vida, tem vindo a ganhar cada vez mais protagonismo nos seus planos.
“Lembro-me de ser pequena e de andar no ‘Lugar da Música’, que viria a ser o Conservatório das Caldas”, recorda.
Recorda-se também de frequentar no infantário umas sessões de música, com a professora Maria João Veloso, “onde construíamos os próprios instrumentos, com feijões e embalagens de iogurte ou com copos”.
A partir dos seis anos começou com aulas de piano no Conservatório, tendo terminado no 5º grau. “Experimentei um ou dois anos de piano jazz e depois vi que gostava mais de cantar. Tive mais um ano de técnica vocal e quando tirei a licenciatura estive um ano no Hot Clube”, contou.
Ainda teve aulas de canto jazz com a professora Cláudia Franco, mas “achava que não conseguia ou que não seria bem aceite enveredar por este caminho e tinha imenso medo de começar um percurso musical mais profissional”.
Esteve dois anos na academia “Vocal Emotion” onde “o conceito de limites vocais e de performance foi mais desconstruído e obtive bagagem mais técnica”.
Participou em dois concertos no Casino Estoril, um de músicas dos anos 80 e outro de tributo aos Trovante, onde Luís Represas também esteve presente.
“Tive também a oportunidade de fazer dois concertos gravados no Atlantic Blues em Oeiras, com eles coloquei no Spotify uma primeira canção, um cover da música ‘City of Stars’, tocada pelo professor Manuel Rebelo”, referiu.
A partir desta primeira experiência, conseguiu bons feedbacks e construiu uma base de seguidores naquela plataforma.
Entretanto, participou num workshop intitulado “Mix With The Masters”, com o produtor Jeff Bhasker, em Avignon (França).
“Vieram pessoas do mundo inteiro e muitas já com provas dadas. Todas acreditaram no meu projeto, o que é ótimo”, adiantou.
Ao longo destes anos tem vindo a realizar concertos e no ano passado criou o “Carolina Jason Jazz Duo”, tendo atuado em vários locais do Luxemburgo.
Quanto ao futuro “está a ser preparado”, garante, tendo como foco principal a gravação de um álbum de covers, com uma ou duas músicas originais. Pretende também continuar a investir na sua formação musical e a realizar concertos.
Willie Colon – El Malo (1967)
Willie Colon – El Malo (1967)
Memória de Elefante 28/04/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.