“Casa de Alguém” marca a estreia de Tomás de Papel e abre caminho à edição do LP “Desconcertante Modo de Vida”, agendado para 10 de maio.
Tomás de Papel dá início à sua jornada a solo num registo intimista e profundo, influenciado pelas sonoridades indie rock, pop folk e clássico contemporâneo. Deixa, nos seus poemas escritos na língua mãe, as perguntas e resoluções, os conflitos e as paisagens de um auto-intitulado observador, pensador, sofredor de amor que procura as respostas para ser feliz.
O tema escolhido para se revelar ao público é este “Casa de Alguém”, que retrata uma recordação de um momento frágil que só pode ser observado ao longe. “Algo próximo do pensamento, mas longe no mundo tangível e assim é pelo melhor; sabendo que, se for tocado, ou se parte ou não é real”, sublinha o artista emergente natural de Coimbra.
Gravada nos Blacksheep Studios pelo Francisco Dias Pereira, a faixa foi produzida pelo Tomás de Papel e pelos músicos que o acompanham: Carlos Bb (Keep Razor Sharp) na bateria, Luís Judícibus e Francisco Dias Pereira (Them Flying Monkeys) no baixo, teclas e guitarra. “Casa de Alguém” e o respetivo videoclipe já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais.
Perpétua – Em Vão (2024) (single)
Perpétua – Em Vão (2024) (single)
“Em Vão” é o novo single de Perpétua
A banda da Gafanha da Nazaré, em Ílhavo, regressa com música nova depois da participação no Festival da Canção.
O novo álbum é apresentado no dia 31 de maio, na Casa da Cultura de Ílhavo.
Já se pode ouvir “Em Vão”, o primeiro single de antecipação do segundo álbum de originais de Perpétua. A banda finalista do Festival da Canção 2024, regressa com uma balada que “parece ter estado em infusão lenta nos anos 80”.
Depois de “Bem Longe Daqui” – música que o quarteto levou ao Festival da Canção 2024 – “Em Vão” “parece um movimento de 180 graus, porque torna o lugar da energia e jovialidade apresentadas no festival numa atmosfera mais introspetiva e desacelerada. A banda escolhe marcar cada vez mais uma estética retro, algo que lhes é reconhecido pelo público, quer de um ponto de vista sonoro, quer de um ponto de vista estético, como se pode comprovar pelo videoclipe que acompanha este single, cuja inspiração pode ser encontrada nos clássicos dos anos 80, como David Bowie ou Cocteau Twins.
“É um momento de viragem e a inauguração de uma nova fase para a banda. Não podia estar mais orgulhoso deste esforço conjunto.” – Diogo Rocha
“Este single é a primeira página de um novo capítulo. Queremos muito mostrar-vos o que aí vem!” – Beatriz Capote
“Não podia estar mais contente por ser esta a música, uma balada, que vem dar continuidade ao que trouxemos na “Bem Longe Daqui”” – Rúben Teixeira
“Adoro a energia melodramática que conseguimos com esta música. Fico feliz por podermos contribuir para o panorama da música romântica portuguesa” – Xavier Sousa
Em Vão já está disponível em todas as plataformas digitais. Perpétua irá subir ao palco da Casa da Cultura de Ílhavo no dia 31 de maio para apresentar o novo álbum. Toda esta espera não foi em vão.
“Não, não foi em vão”
As ambiguidades e trocadilhos parecem fazer parte do léxico de Perpétua. Apesar do que o título da música possa parecer indicar, a canção de desamor, introspeção e de rememoração, começa logo por afirmar que “Não, não foi em vão”. Liricamente, é um exercício transversal a toda a gente “naquelas alturas em que parece que o chão nos desaba”.
Coffee Breakz #75 – À Liberdade!
Coffee Breakz #75 – À Liberdade!
Autor: Hélder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
1. Antes e Depois do Dia Inicial, Inteiro e Limpo (Coffee Breakz Sound Collage)
2. Dälek
2.1 Praise Be the Man (remix)
2.2 Praise Be the Man
3. The Beatles — Lovely Rita
4. Beth Gibbons — Reaching Out
5. Kassa Overall — Find Me (live)
6. Manudigital (ft. Congo Natty & Falle Nioke) — The Children of Shaka (Digital UK Session)
7. Mdou Moctar — Imouhar
8. Backxwash — Wake Up
Fumaça #17: A Serpente, o Leão e o Caçador Ep. 5: O Caçador – Parte 2 (Série 5/5)
Fumaça #17: A Serpente, o Leão e o Caçador Ep. 5: O Caçador – Parte 2 (Série 5/5)
DESCRIÇÃO
Desde o chamado período colonial, pessoas e recursos fluem do Sul para o Norte, de uma forma muitas vezes violenta. A crise climática reflete esse mesmo desequilíbrio de forças e deixou à vista uma dívida ecológica histórica por pagar.
PUBLICADO
quinta-feira, 30 de abril de 2020, 2:00 AM
Milton Banana Trio – Tipo Exportação (Samba É Isso) Volume 2 (1978)
Milton Banana Trio – Tipo Exportação (Samba É Isso) Volume 2 (1978)
Memória de Elefante 23/04/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Catarina Branco – A Minha Saia Velhinha (2024) (single)
Catarina Branco – A Minha Saia Velhinha (2024) (single)
“A Minha Saia Velhinha”, da Catarina Branco, agendado para dia 19 de abril. O tema surge em antecipação ao EP “Não me peças mais canções”.
Depois de ter editado em 2019 o EP de estreia “Tá Sol” e em 2022 o álbum “Vida Plena”, a artista natural das Caldas da Rainha edita “Não me peças mais canções”. O disco é uma homenagem ao Grupo Coral e Musical de música popular do hospital das Caldas da Rainha, onde os pais da artista tocam e trabalham. A ideia deste novo EP é, além de celebrar as raízes de Catarina Branco, estender os limites de géneros musicais e alargar os extremos da electro synth-pop, a folk e o tradicional.
Composição: Autor desconhecido (Popular da região do Minho)
Letra: Autor desconhecido
Vozes: Catarina Branco
Sintetizadores: Catarina Branco
Beat: Catarina Branco
Shaker: Catarina Branco
Viola Amarantina: Catarina Branco
Mistura: Cláudia Sul
Masterização: Rafael Silva
Beatoven – Slow Down (feat. Jimmy P & Phedilson) (2024) (single)
Beatoven – Slow Down (feat. Jimmy P & Phedilson) (2024) (single)
Beatoven apresenta “SLOW DOWN’’, single de “ALGO(ritmo)”
Beatoven acaba de apresentar ‘’SLOW DOWN’’, com a colaboração dos ilustres Jimmy P e Phedilson, como 1º single do seu projeto “ALGO(ritmo)”. O produtor admira a união de bandeiras e junção de diferentes tradições em prol de crescimento.
‘’SLOW DOWN, remete a uma travagem, uma consciência do nosso modo automático e intenção de viver mais o que realmente é importante – família, sanidade, nosso círculo, entre outros aspectos. ’’, explica Beatoven.
‘’Por vezes estas músicas conscientes estão associadas a instrumentais sem sal, com pouco groove, e a intenção principal deste projecto é fazer com que o humano consiga ouvir uma música com essa narrativa, mas funky/mexida em locais onde esta não está associada. Nós somos aquilo que consumimos’’
Beatoven ficou mais de 2 anos sem lançar originais, derivado a um período de autoconhecimento, clarificando a sua direção e entendimento do que queria acrescentar no mundo e na cultura.
‘’Estamos numa era muito delineada pelo algoritmo, onde o humano precisa de uma consciência do seu uso e entender as vantagens e desvantagens desta ferramenta. A intenção deste Ep é conseguir fazer uma ”WAKE UP CALL” na sociedade de um modo leve e dançável.
Algo(ritmo) é um marco de mudança tanto de sonoridade artística como do branding do mesmo. “Black Tropical House” é como o produtor nomeia o gênero musical , mas também podemos encontrar Uk House, Jersey e Kuduro nesta renovação musical do produtor. O primeiro volume conta ainda com colaboração de Carla Prata, Mar, Jimmy P, Sleepy The Prince, Phedilson, Dj Lycox e One O One.
O visual de SLOW DOWN é da responsabilidade do ilustrador Fakie, que conseguiu quebrar a barreira de distância dos artistas. O disco conta com masterização de Mixedwinesse e artwork de Flav ferreira. Este é o projeto que antecipa o seu EP de originais, “ALGO(ritmo)”, que será lançado no primeiro semestre de 2024 com o cunho Universal Music Portugal na sua distribuição.
Paul Chambers Sextet – Whims Of Chambers (1957)
Paul Chambers Sextet – Whims Of Chambers (1957)
Memória de Elefante 22/04/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
1 Álbum 100 Palavras #38: John Lee Hooker – That’s My Story (1960)
1 Álbum 100 Palavras #38: John Lee Hooker – That’s My Story (1960)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“John Lee Hooker é um dos mais importantes bluesmen da história. Ao longo de mais de 40 anos de carreira, foi coerente com a sua estética e não cedeu a modismos. O seu canto baseado em frases curtas, torna-se único se aliado ao som da sua voz e da sua guitarra. Este álbum foi gravado em 1960 e à solo, com a excepção de 3 músicas em que é acompanhado por grandes músicos de jazz, como Sam Jones no contrabaixo e Louis Hayes na bateria. Com a sua voz poderosa, Lee Hooker parece nos contar a sua história. Boa escuta!”
Arthur Melo – Zói Fundo (2024) (single)
Arthur Melo – Zói Fundo (2024) (single)
Com três álbuns editados que trazem o MPB em sua essência, o cantor e compositor brasileiro Arthur Melo apresenta agora o seu quarto ato com o disco “Mirantes Emocionais”, que inaugura um novo momento em sua carreira. “Muitas das faixas surgiram a partir de experimentações e colagens com o intuito de criar músicas mais animadas e coloridas”, conta o artista, que começou a compor o repertório do disco em tempos pandêmicos. “O facto de estar sozinho neste momento deu-me liberdade para experimentar ideias de instrumentação, texturas, vozes e tudo mais que viesse à cabeça, sem ter um objectivo claro”, continua. O resultado são 11 faixas que trazem elementos sonoros de estilos como indie pop, rock psicodélico, groove, samba, cumbia, além de forte inspiração oitentista. Oiça aqui.
Com produção musical assinada pelo artista juntamente com Lucca Noacco, e mistura por Kassin, o disco é o primeiro a ser acompanhado do Ministério da Consciência, banda/coletivo de amigos que acompanha o brasileiro. “A ideia é que este seja um grupo rotativo de artistas que colaboram comigo nas músicas e também na parte visual. Neste trabalho, as peças fundamentais do Ministério foram eu e Lucca na produção das músicas, e o Artur Souza a assinar o projeto gráfico. Já no concerto ao vivo, além de mim e do Lucca, a banda é formada por André Souza, Victor Diz e Bê Moura”, comenta.
Sobre os assuntos que permeiam o álbum, Arthur Melo percebeu, ao terminar de compor as canções, que havia ali questões recorrentes que tratavam sobre conexão/desconexão e pertencimento através de vários pontos de vista. “O nome ‘Mirantes Emocionais’ representa a ideia de perceber e analisar várias emoções e sentimentos, mas sem deixar eles te afetarem, sendo apenas um observador. Da mesma maneira como vamos a um mirante para ver a cidade de longe. Olhamos os bairros, as casas, as luzes e os carros, mas não estamos neles e nem a vivê-los, apenas a observar”, explica.
Capa
Este é o primeiro álbum da discografia de Arthur Melo cuja capa não é assinada pelo próprio artista, o que abre um novo caminho estético em relação aos seus trabalhos anteriores. Uma das referências são os discos da gravadora RCA dos anos 70 e 80, que traziam a label e os créditos na própria capa. A arte é assinada por Davi de Melo Santos, artista de rua renomado de Belo Horizonte (Minas Gerais/BR) que atua desde 1998. Com projeto gráfico de Artur Souza, a ideia foi, com cada rosto e cor, representar uma emoção que contemplamos de longe. “É desta intenção que veio o nome do disco: Mirantes Emocionais. Ver algo à distância e não ser afetado internamente pelo que se observa, como se estivesse em um mirante.”
Prazeres Interrompidos #254: Ranulph Fiennes – Lawrence Of Arabia (2024)
Prazeres Interrompidos #254: Ranulph Fiennes – Lawrence Of Arabia (2024)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
A vivid and illuminating biography of the famed T. E. Lawrence, written by “the world’s greatest living explorer,” Ranulph Fiennes.
As a young British intelligence officer in Cairo, archaeologist and adventurer Thomas Edward Lawrence became involved in the 1916 Arab Revolt, fighting alongside rebel forces against the Ottomans. He made a legendary 300-mile journey through blistering heat; he wore Arab dress; and he strongly identified with the people in his adopted lands.
Doug MacLeod – Raw Blues 1 (2023)
Doug MacLeod – Raw Blues 1 (2023)
Memória de Elefante 21/04/24 Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.