Mili Vizcaino & Ustad Fazel Sapand – Que Me Quema (2024) (single)

Mili Vizcaino & Ustad Fazel Sapand – Que Me Quema (2024) (single)

LA BARCA APRESENTA

“VERDE MI SANGRE, ROJO TUS HOJAS”

O pianista Rui Filipe (Lisboa) e a cantora Mili Vizcaíno (Badajoz), irão lançar o seu segundo álbum em Setembro de 2023. Este é o resultado de dois anos pesquisando, compondo, poetizando e colaborando para a defesa da biodiversidade. A partir de Outubro, terá início a turné de apresentação desta nova rota de La Barca, que começará em Espanha e Portugal.

La Barca zarpou há seis anos. Em 2021 apresentou o seu primeiro

álbum, “Materia Mestiza”, levando-nos numa viagem por

experiências e emoções variadas na primeira pessoa. Agora, no seu

segundo álbum, “Verde mi Sangre, Rojo tus Hojas”, o “eu” dissolve-se no “nós”, envolvendo mais do que humanos, dando voz a abelhas, rios, árvores, pássaros, aranhas, lobos, ervas… levando-nos pela mão a descobrir a beleza dos seres e dos ecossistemas, os nossos desafios ambientais e algumas reflexões que nos levam a sentir um pouco mais fundo que “nós” somos a própria Natureza.

No ecossistema deste novo álbum encontramos algumas colaborações poéticas de Johnny Galvão (Portugal), Julio Majadas (Espanha) e Fazel Sapand (Afeganistão). Este trabalho inclui ainda colaborações musicais como Cristóbal Sánchez (bateria/ percussão, Espanha), Sandra Martins (violoncelo, Portugal), Edu Miranda (bandolim, Brasil), José Barros (viola braguesa, Portugal) e Fazel Sapand(Afeganistão).

Mas talvez o mais característico deste álbum sejam as colaborações recitadas de naturalistas dos vários ramos do activismo ecológico em Espanha e Portugal, como Arantza Leal Nebot, Eduardo Barba,

Maria Ilhéu, Raúl Alcanduerca ou Joaquín Araújo que, como uma lâmpada essencial, vão guiando os nossos passos pela biodiversidade que povoa este disco. Gravado no estúdio Barqueiro de Oz (Portugal) entre 2022 e 2023.

Assinam a arte visual do álbum, Manuel Acedo Lavado e María del Mar Jiménez.

“Mili e Rui convidam à reação, ao mutualismo, à colaboração, à mudança de atitude, a abraçarem- se como as raízes se abraçam e se ligam através de fios tão subtis, belos e eficazes como os de uma teia rendada de seda, uma das matérias-primas deste álbum, na qual ficam presas as pessoas empenhadas, que trabalham com amor, convicção, paixão e luta nos vários aspectos da natureza. E eles também foram apanhados! Sem exaltação, nem estridência, nem propagandas, mas com as suas armas poderosas: a voz, a melodia, a beleza que há em ambos, o amor pela terra que habitam e a vontade firme de contagiar, porque felizmente não há nada que cative e contagie tanto quanto a beleza”. (Isabel Castaño, 2023)

Merai – Quando A Tempestade É Forte Eu Mergulho Em Ti (2024) (single) ID

Merai – Quando A Tempestade É Forte Eu Mergulho Em Ti (2024) (single) 

O Conceito do EP Inverno de Dentro, de Merai

Tal como o ano e a Natureza, nós humanos também temos estações. Este EP é sobre o Inverno de Dentro. As folhas caem no Outono porque as árvores retiram-lhes nutrientes para sobreviverem ao Inverno.

Tudo pára no Inverno. Os animais, as plantas e as árvores dormem, as noites são mais longas. Simbolicamente, o Inverno é sobre frio, dureza, regeneração, fecharmo-nos e encararmos as nossas fragilidades, descanso, pois a seguir vem o recompormo-nos e prosseguir com a atividade. Este Inverno de Dentro é sobre dar de caras com certas fragilidades numa relação e o frio e solidão que trás percebermos que temos que continuar um caminho sozinhos. Com a aceitação do sentimento, uma pessoa rende-se às circunstâncias e só aí pode avançar.

Um pequeno “faixa-a-faixa”

No início do EP somos apresentados à pessoa escura em “Escuro Amor”. Em “Quando a tempestade é forte eu mergulho em ti” compreendemos quanto custa largarmos uma pessoa com quem já nos tínhamos fundido e que se tornou a nossa paz, de uma maneira ou de outra. A canção “Inverno de Dentro” é uma tempestade. Esta canção é já num tom de memória, os verbos estão no passado. É a fase depois de tomar a decisão de deixar algo que nos faz mal – a caminhada pela tempestade que é sermos firmes com a nossa decisão. Em “Não me ames…” temos um tom mais terno, é o apercebermo-nos das coisas boas e de reconhecer também as nossas falhas. Neste caso a pessoa que canta, por não se amar não sabe escolher relações saudáveis. A última canção “Anzol (ou sol de inverno)” é uma canção sobre ensinamentos recebidos e dados pela família, um outro tipo de amor. É uma luz no meio da escuridão e uma forma de lembrar que tudo passa com tempo e paciência. Estamos aqui para experienciar tudo.

Fumaça #10: Aquilo é a Europa Ep. 1: Mory (Série 1/1)

Fumaça #10: Aquilo é a Europa Ep. 1: Mory (Série 1/1)

DESCRIÇÃO

Quando Mory Camara fugiu da Guiné-Conacri nunca pensou vir para a Europa, queria apenas estar em segurança. Um ano e meio depois, atravessava o Mar Mediterrâneo pela quarta vez, depois de meses de tortura e escravatura na Líbia. Foi resgatado pela Sea Watch com mais 46 refugiados, a 19 de janeiro de 2019. Mas a sua viagem não acabou aí. “Mory” é a primeira parte da série “Aquilo é a Europa”. Ouve aqui.

[Nota: algumas das pessoas que entrevistámos nesta série falam em inglês. Se preferires uma versão dobrada em português procura o canal “Extras” do Fumaça, na tua aplicação de podcasts, ou vai a fumaca.pt.]

PUBLICADO

terça-feira, 21 de maio de 2019, 5:58 AM

African Roots #33

African Roots #33

Autor:
Gil Santos

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

TRACKLIST:

1 – Nito Nunes – Semba Quiá
2 – David Zé – Mona Ku Jimbe Manheno
3 – Bembeya Jazz National – Kana Sarakabo
4 – Os Kiezos – Guibanza Muenho Udmi
5 – Mac Gregor – Nan Ye Likan
6 – Houghas Sorowonko – Enuanom Adofo
7 – Amadou Balake – Wariko
8 – Os Úntués – Chi bo sa migu di vede
9 – Oluko imo – Were Oju Le (The Eyes Are Getting Red)
10 – Morgadinho – d’Stine d’Nos Criola
11 – Les Ambassadeurs du Motel de Bamako – Mana Mana
12 – Horoya Band – Apollo
13 – Prince Nico Mbarga – Rocafil

Prazeres Interrompidos #229: Obra Poética – José Enes (2018)

Prazeres Interrompidos #229: Obra Poética – José Enes (2018)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Reedição póstuma de Água do Céu e do Mar e poemas inéditos Montanha do Meu Destino, do filósofo picoense José Enes.

Os seus poemas retratam a paisagem, as vivências, a natureza e as emoções humanas.

Manwill – Don T Go (Fly Over) (2024) (single)

Manwill – Don T Go (Fly Over) (2024) (single)

O músico Guilherme Minnemann (manwill)

apresenta “Dont’ Go (Fly Over)”, o single de avanço do álbum do seu novo projeto chamado “Friends Will”.

A ideia por trás deste projeto foi pegar em composições que acabriam por se tornar “beats” (eletrónicos) e tocá-las em banda de forma a captar o fator humano e orgânico, gravado em live take. Começou este projeto em Fevereiro de 2023 e está na altura de o por cá fora. O nome Friends

Will aparece pela banda ser feita de amigos (António Tocas, Diogo Caldas, João Rato) e pelo mote: “If you Won’t, Friends Will’. Obrigado!

Instagram e Twitter: @manwillonly Instagram: @friends.will

Coffee Breakz #63 — What A Time To Be Alive

Coffee Breakz #63 — What a Time to Be Alive 

Autor: Helder Gomes

Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.

Tracklist:

1. Moor Mother — Guilty (ft. Mary Lattimore, Lonnie Holley, & Raia Was) 

2. Alex Deforce & Charlotte Jacobs — Mantra Voor Mikes 

3. Bad History Month — Shadow Work 

4. Soft Hearted Scientists — Midnight Mutinies 

5. Vallvete, Franklaay & Melodyz Town — Toxic (slowed + reverb) 

6. Kim Gordon — Bye Bye 

7. Erick the Architect & George Clinton — Ezekiel’s Wheel 

8. Ana Tijoux — Tu Sae (ft. Talib Kweli & Plug) 

9. 21 Savage — Pop Ur Shit (ft. Young Thug & Metro Boomin) 

10. Drake & Future — Jumpman 

11. Chelsea Wolfe — Everything Turns Blue

Inês Barros – Respira (2024) (single)

Inês Barros – Respira (2024) (single)

Inês Barros é cantora, compositora e violetista.

Foi concorrente do Factor X em 2014 e do The Voice Portugal em 2023. Atuou na abertura dos Globos de Ouro ao lado da Luciana Abreu e Vanessa Silva em 2015 e colaborou com o Berg no seu álbum “Tempo” em 2016.

Em 2019 integra a Orquestra Sem Fronteiras de Martim Sousa Tavares e em 2021 completa a licenciatura em música na Escola Superior de Artes Aplicadas.

No ano de 2023 atua ao lado de João Pedro Pais no Festival “Montepio – Às Vezes o Amor”, toca com Andrea Bocelli, Cuca Roseta e a Orquestra das Beiras no Altice Arena e com a Mariza e a Orquestra do Algarve na FATACIL.

Estreia-se como cantautora em 2024 com o single “Respira”. 

A sua primeira canção integra o EP “Poesia”, que irá lançar em abril de 2024. 

Neste projeto a solo, é cantora, compositora e violetista, criando uma fusão entre vários géneros musicais e uma sonoridade única. 

Portuguese Instrumental Music #1

Portuguese Instrumental Music #1

Playlist de Joaõ Garcia Barreto

01. Jordão, Eduardo Gonçalo Jordão, CultManagement Lda, João Hora – 11381

02. Joao Hasselberg – The Old Man And The Sea

03. João Firmino – A Casa da Árvore

04. Pedro Branco – Vira-Lata

05. Bernardo Sassetti – Simplesmente Maria

06. Luís Figueiredo, Orquestra Jazz De Matosinhos – Canção Para O Bernardo

07. KOLME, Carlos Miguel Antunes, Miguel Amado, Ruben Alves – Voo

08. Lokomotiv – Porta Líquida

09. Ricardo Toscano Trio, Ricardo Toscano – Chasing contradictions

10. João Pedro Coelho – Valsa Da Mouraria

Arthur Melo – Na Avenida Com Benito (2024) (single)

Arthur Melo – Na Avenida Com Benito (2024) (single) 

Arthur Melo homenageia Benito di Paula em novo single 

Co-produzida pelo artista e Lucca Noacco, a faixa é uma ode ao samba Retalhos de Cetim e estará no próximo disco de Arthur sob o selo britânico Wonderfulsound.

No universo criativo do brasileiro de Minas Gerais, Arthur Melo, o eu lírico de seu novo tema Na Avenida com Benito (Wonderfulsound) passa pelas mesmas dores de amor que estão presentes na canção “Retalhos de Cetim”, de Benito di Paula, famoso cantor e pianista conhecido por criar um estilo de samba peculiar no Brasil. As duas canções são unidas pelo coração partido de quem foi abandonado em pleno carnaval. “O imaginário é o mesmo, mas com a ideia de que o personagem de Di Paula não precisa sofrer sozinho. Ele pode contar com o personagem da minha música para tomar umas cachaças no bar”, divide Arthur, que neste projeto é acompanhado de sua banda intitulada O Ministério da Consciência. Assista ao lyric video dirigido por Artur Souza aqui.  

Depois de Álvaro Almeida, canção editada no final do ano passado, Na Avenida com Benito é a segunda a antecipar o novo álbum do artista, Mirantes Emocionais, que tem a promoção pelo selo britânico, Wonderfulsound. Com mistura do renomado produtor carioca Kassin, a música é um groove indie pop que ecoa elementos do samba e da MPB. “O violão e as percussões ganharam arranjos modernos, e a guitarra elétrica, o baixo e os sintetizadores são as principais texturas que guiam a música”, conta Arthur, que assina a co-produção ao lado de Lucca Noacco. “No final da música está o brilhante solo de guitarra de Douglas Scalioni, que tem como referência o refrão da canção de Benito”, continua o artista.

Sobre a parceria com Kassin, Arthur conta que: “a mistura fortaleceu a ideia da música como um quadro colorido e cheio de detalhes. Ele soube escolher os momentos em que o reverb na voz fosse um pouco maior e mais permeado por delay, e onde cada instrumento deveria brilhar para puxar a atenção do ouvinte para outro lugar da canção”.

Lyric video e capa

O vídeo e a capa que materializam o single são assinadas por Artur Souza, do Polvo Studio, e utilizam imagens do filme “Carnival of Souls”, de 1962. “As imagens do filme circulam entre o terror e a beleza de lugares e pessoas, sempre com certo tom obscuro que combina bastante com a música. Há um lado soturno nas nossas relações com os outros e com nós mesmos. Os glitches utilizados no vídeo representam a percepção do amor que pode ser alterada inconscientemente”, conta Arthur Melo.

FICHA TÉCNICA

Arranjos e Produção: Arthur Melo e Lucca Noacco 

Composição, Voz, Violão, Guitarra, Baixo, Bateria, Percussão e Sintetizadores: Arthur Melo

Violão e Bandolim: Douglas Scalioni

Voz, Baixo e Sintetizadores: Lucca Noacco

Mixagem: Kassin (Studio Marini, Rio de Janeiro)

Assistência de mixagem: Mauro Araújo 

Masterização: Ricardo Garcia (Magic Master Studios, Rio de Janeiro)

Capa e Projeto Gráfico: Artur Souza

Lyric Video: Polvo Studio

Selo: Wonderfulsound 

Gravado por Arthur Melo na Vila do Calango, Belo Horizonte, entre Junho de 2020 e Janeiro de 2022; e por Lucca Noacco em Matozinhos entre Julho de 2021 e Abril de 2022.

Cultoras #31 (3ª Temporada) – Cecilia Concha Laborde

Cultoras #31 (3ª Temporada) – Cecilia Concha Laborde

Voy de despojo en despojo
La vida en su antojo me premia y me priva…
Vengo de muertes tempranas
Vengo de batallas y causas perdidas…
“Nosotras”. Fragmentos.

Cantautora de vasta trayectoria nacional e internacional, Cecilia Concha Laborde se inició en el canto popular desde los años ochenta, al alero de las luchas estudiantiles contra la dictadura. Desde entonces, su música y poética han acompañado diversas trayectorias en las reivindicaciones por los Derechos Humanos, la dignidad y más recientemente los feminismos, tejiendo lazos con otras voces de la trova en Chile y Latinoamérica. Su trabajo ha contribuido a la apertura de una escena tradicionalmente masculina, siguiendo la herencia rebelde de mujeres que siguen la senda la Violeta Parra. Autora de dos producciones discográficas: “Te traigo mis versos” (Autoedición de 2013) y “Cancionera” (Autoedición de 2020, lanzado en en plena pandemia), es además una de las responsables del proyecto discográfico y asociativo que reúne a múltiples voces femeninas y feministas de nuestro tiempo, “Violeteras: Herencia Rebelde”. Con todo, su trabajo comprometido en el canto parece haberla acompañado desde siempre, junto a su oficio militante, educativo y de trabajadora social.

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1 Álbum 100 Palavras #25: The Who – My Generation (1965)

1 Álbum 100 Palavras #25: The Who – My Generation (1965)

Um podcast de Francesco Valente:

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“My generation”, junto com “The times they are changing” de Bob Dylan, é um claro testemunho da insatisfação e rebelião juvenil da década de 1960. Esta música é incluída no album de estreia dos The Who. Este album contribuiu para o sucesso da banda, que se consolidou com a obra rock “Quadrophenia” em 1973. A banda é liderada por figuras lendárias do rock como o guitarrista Pete Townshend, o canto Roger Daltrey, o baixista John Entwistle e o baterista Keith Moon. O album contem outros clássicos como “The kids are alright”, “The good’s gone” e “ A legal matter”. Boa escuta!