Coffee Breakz #61 — The Drum Also Waltzes 100 Anos De Max Roach

Coffee Breakz #61 — The Drum Also Waltzes 100 Anos De Max Roach

Autor: Helder Gomes

Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.

Tracklist:

  1. The Max Roach Trio Featuring the Legendary Hasaan — Three-Four vs. Six-Eight Four-Four Ways
  2. Duke Ellington, Charles Mingus & Max Roach — Fleurette Africaine (African Flower)
  3. Max Roach — The Drum Also Waltzes
  4. Sonny Rollins — St. Thomas
  5. Clifford Brown & Max Roach — Stompin’ at the Savoy
  6. The Quintet — All the Things You Are / 52nd Street Theme
  7. Max Roach — All Africa
  8. We Insist On Coming From a Broken Home (Coffee Breakz Sound Collage: Abbey Lincoln, Gil Scott-Heron & Max Roach)

Sara Monteiro – Mais De Mim (2024) (single)

Sara Monteiro – Mais De Mim (2024) (single) Id

A cantora e compositora Sara Monteiro edita hoje o primeiro EP “Mais de Mim”. Neste lançamento a artista mostra um pouco mais da sua multifacetada personalidade artística e expõe alguns dos seus sentimentos. Na estreia discográfica, a jovem de 19 anos escreveu todas as letras, compôs a maioria das músicas e colaborou com os compositores e produtores Tyoz, Gonzalo Tau, Ariel, Rafman, Gabriel Faria, Spliff, Diogo Guerra e Rodrigo Liaça, entre outros.

“O lançamento deste EP é a realização de um sonho que já tinha há alguns anos. Os meus temas são um reflexo de tudo aquilo que sinto. Poder chegar aos corações das pessoas com as letras das minhas músicas é algo que me deixa extremamente feliz. Fiz este EP com todo o meu coração e espero que o público o receba da mesma forma”, diz Sara Monteiro. “O processo criativo foi acontecendo de uma maneira super natural, juntamente com os produtores e compositores com quem trabalhei”, conta ainda.

O EP foi misturado e masterizado por Janga e contou com produção executiva de Tiago Araújo, David Guimarães e Rony Padilha, da editora Panela Rec. Num total de seis faixas, o alinhamento de “Mais de Mim” inclui os singles previamente editados, ‘Escolhas’ e ‘Voltas’, de 2022, e ‘Ficou Tudo Bem’ e ‘Caminho’, lançados este ano. O EP inclui, ainda, as novas canções ‘Já Sei’ e o tema título. 

’Mais de Mim’ é uma música “sobre estar num relacionamento em que uma das partes dá mais de si mas não percebe isso, devido ao amor envolvido”, revela Sara Monteiro. Quanto a ‘Já Sei’, a artista conta que é uma canção que “fala sobre sentirmo-nos bem e felizes e, ainda assim, persistir naquilo que mais queremos. Com este tema pretendo transmitir que desistir nunca será uma opção e que irei sempre lutar para alcançar os meus objetivos”.

O EP “Mais de Mim”, já disponível em todas as plataformas digitais, antecipa novos singles de Sara Monteiro, o primeiro dos quais com lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2024.

Sara Monteiro nasceu em Matosinhos e tem 19 anos. Conta com mais de 40 mil seguidores nas suas plataformas digitais e mais de 600 mil visualizações. Já partilhou palcos com Daniela Mercury, Anselmo Ralph ou Diogo Piçarra.

Desde muito cedo que a música teve um papel muito importante na vida da cantora. Com apenas 6 anos começou a ouvir os One Direction, por influência da irmã mais velha, artistas aos quais se seguiram Beyoncé ou Amor Electro, entre outros.

Em 2014, com apenas 10 anos de idade, Sara Monteiro inscreveu-se no The Voice Kids, da RTP. Com a cantora Daniela Mercury como mentora, foi no programa de talentos que descobriu que era música que queria fazer para o resto da sua vida. Em 2015 participa noutro talent show, “Pequenos Gigantes”, da TVI, e a sua paixão pela música cresceu ainda mais. Já em 2019, foi concorrente do “La Banda”, da RTP.

No início de 2020, então com 15 anos, Sara Monteiro começou a compor as suas primeiras canções. No ano seguinte assina pela editora Panela Rec, enquanto artista e compositora, e desde então tem vindo a trabalhar nos seus originais, agora reunidos no EP de estreia, “Mais de Mim”.

Fumaça #8: Palestina, Histórias de Um País Ocupado Ep. 5 – Jerusalém

Fumaça #8: Palestina, Histórias de Um País Ocupado Ep. 5 – Jerusalém, minha tua, de quem a ocupar (Série)

PALESTINA, HISTÓRIAS DE UM PAÍS OCUPADO EP. 5: JERUSALÉM, MINHA TUA, DE QUEM A OCUPAR (SÉRIE)

DESCRIÇÃO

No episódio de hoje, vamos perceber a história de Jerusalém e porque parece ser o epicentro de tudo o que acontece. Vamos ainda recordar os Acordos de Oslo, a forma como eles condicionam a ocupação efetiva e ouvir o que pensa alguém que cresceu num colonato.

PUBLICADO

quinta-feira, 19 de julho de 2018, 7:00 AM

Spencer Zachary – This Time (2024) (single)

Spencer Zachary – This Time  (2024) (single)

A song about perseverance  and examining the cycle of Life which, to the author, is one of hubristic confidence and tragic downfall, Spencer Zachary seems to emerge out of this existential trap we’re all caught in with the cutting chorus “I feel like this time falling down I found my way.”  A neo soul and hip-hop-influenced track with philosophical lyricism baked in, THIS TIME proposes to us all to rise again when life has us pinned and recognize the potential in the lows.

Uma música sobre perseverança e exame do ciclo da Vida que, para o autor, é de confiança arrogante e queda trágica, Spencer Zachary parece emergir dessa armadilha existencial em que todos estamos presos com o refrão cortante “Eu me sinto assim tempo caindo eu encontrei meu caminho.” Uma faixa influenciada pelo neo soul e hip-hop com lirismo filosófico embutido, THIS TIME propõe a todos nós nos levantarmos novamente quando a vida nos prende e reconhecemos o potencial nos baixos.

Cultoras #29 (3ª Temporada) – Romina Nuñez

Cultoras #29 (3ª Temporada) – Romina Nuñez

Rompe el despojo

largo zumbido,

surca tu nombre perdido.

Retoma el tiempo

desvanecido,

levanta el vuelo dormido…

“Levanta el vuelo”, Fragmento.

Compositora, profesora, intérprete, investigadora y divulgadora de raíz folklórica y fusión latinoamericana, el camino de esta cantora ha estado marcado desde muy temprano por la música, entre diversas escuelas, academias y la determinante herencia chilenera centrina. El conjunto Cuncumén, Las Torcazas, Las Comaires, Pancho Miranda y actualmente en su proyecto solista, donde cuenta con los LP “Levanta el vuelo” y “Herencia”, así como con una diversidad de singles, son parte de la prolífera trayectoria de esta singular cantora. Nominada en dos ocaciones a los Premios Pulsar como mejor artista de raíz folklórica, Romina Nuñez ha transitado un camino propio que la posiciona entre las cultoras que irrumpió en la escena nacional para revitalizar el papel de las mujeres en las músicas de tradición, como voces originales, poderosas y comprometidas.

Contactos:

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Spotify

1 Álbum 100 Palavras #23: Aretha Franklin – I Never Loved a Man (The Way I Love You) (1967)

1 Álbum 100 Palavras #23: Aretha Franklin – I Never Loved a Man (The Way I Love You) (1967)

Um podcast de Francesco Valente:

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“I Never Loved a Man” publicado em 1967, ganha no mesmo ano o primeiro lugar na classificação da música soul. Trata-se de uma das obras-primas da música soul de sempre. Esta música dá nome a este álbum de Aretha Franklin, que canta neste conjunto de músicas o amor com uma intensidade arrepiante. Com este disco Aretha ascende ao Olimpo do soul, ao lado de artistas como Sam Cooke, Ray Charles e Otis Redding, que Aretha homenageia nas músicas Good Times, A Change Is Gonna Come, Respect, Drown In My Own Tears. O álbum contém músicas de sua autoria. Boa escuta!

Prazeres Interrompidos #224: A casa dos Pequenos Cubos – Kenya Hirata (2022)

Prazeres Interrompidos #224: A casa dos Pequenos Cubos – Kenya Hirata (2022)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Numa pequena cidade completamente submersa, um velho homem continua a morar acima do nível do mar. De cada vez que a água

atinge o soalho, é obrigado a construir uma nova casa por cima da anterior. Com o tempo, a sua moradia acabou por se assemelhar a uma imensa torre de pequenos cubos.

Um dia, enquanto se lançava na construção de uma nova residência, as suas ferramentas caíram à água. Prontamente veste o seu fato de mergulho para as ir buscar e, à medida que desce através das suas

antigas casas, memórias antigas são reavivadas.

Descubra o sublime livro criado pelos autores da curta‑metragem A casa dos pequenos cubos, premiada em festivais do mundo inteiro, incluindo o Óscar de Melhor Curta‑Metragem de Animação em 2009.

Zarco – Relógio (2024) (single)

Zarco – Relógio (2024) (single) Id

O cantor e compositor ZARCO disponibilizou o novo single ‘RELÓGIO’ em todas as plataformas digitais. Esta é uma canção sobre a constante corrida contra o tempo e combina elementos de eletrónica e hip-hop. A música e letra são da autoria do artista madeirense e a produção, mistura e masterização de oputovitor.

“O tema ‘RELÓGIO’ nasceu da minha profunda conexão com o tempo e da forma como ele molda as nossas vidas. O conceito de tempo é algo que sempre me intrigou e esta música é uma expressão da minha reflexão sobre como vivemos cada segundo como se estivéssemos numa corrida constante contra o relógio”, revela ZARCO.

‘RELÓGIO’ apresenta-se com um videoclipe realizado pelo também madeirense Michel de Freitas.

“O videoclipe conta a história de um homem perdido no deserto numa luta contra o tempo. Ao conseguir encontrar uma escapatória é transportado para uma dimensão cheia de vazio que aparenta não ter saída. Apenas o relógio reparado o pode salvar. Será o tempo a cura para todas as desgraças?”, afirma o artista.

O novo single ‘RELÓGIO’ é o segundo lançamento de ZARCO em português, sucedendo a ‘FAZ ME FICAR’, publicado em setembro deste ano.

ZARCO é um artista de 21 anos, natural da ilha da Madeira. Em dezembro de 2021 deu início ao seu percurso discográfico com o lançamento do primeiro single, ‘Do u wanna ride ?’, que já conta com mais de 150 mil streams no Spotify. Esta canção abriu caminho para a fusão de eletrónica e hip hop, presente em todos os seus lançamentos.

Durante 2022 o artista editou mais quatro temas interpretados em inglês, que chegaram aos ouvidos de milhares de fãs por todo o mundo: ‘SUPER SAYAN’, ‘PICKY’, ‘PRESSURE’ e ‘Heartbreak Overdose’.

Em 2023 lança o primeiro single em português, ‘FAZ ME FICAR’, uma canção cativante e com uma batida envolvente, com a qual abre as portas do seu universo criativo à língua portuguesa.

Manifesto Sonoro #36

Manifesto Sonoro #36

Autor: Carlos Cleto

Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de musica nacional ou em língua portuguesa, com a realização e produção de Carlos Cleto.

Tracklist:

Marciano – Manto Branco
Humana Taranja – Zafira
Monte Branco – Cura
Pedro Branco – Composição da Fuga
Tape Junk & Pedro Branco – Redwood Porch
Equinócio & Rafaella – Púrpura
Iguana Garcia – A Gruta
Clarice Falcão – Oitavo Andar
Tori – Cosmonauta Gagarin decidiu não voltar
Femme Falafel – Coidar
Femme Falafel -Depressão
Ena Pá 2000 – Dr. Bayard
Ana Mariano & Ithaka – Plastic Wings
A garota não – Prédio mais alto
Dino D’Santiago, Rita Vian, Branko – A Noite Passada

Senhora Do Ó – Sharô (2024) (single)

Senhora Do Ó – Sharô (2024) (single)

PELE, será o título do 3o álbum digital com previsão de lançamento em 2024.

SAHRÔ, segundo single do álbum e conta com a participação do norte-americano John Lumpkin, e de Mariana Baraj, natural da Argentina, ambos músicos co-criadores da fundação Beyond Music, onde se conheceram.

A canção nasce em 2018, depois de uma viagem ao Perú, e marca uma nova fase de canções com manifestos líricos onde a palavras ganha espaço. JOSÉ EMBALA O MENINO, foi o primeiro single do álbum, lançado em Janeiro de 2023, canção de embalar oriunda de Monsanto.

African Roots #31

African Roots #31

Autor:

Gil Santos 

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

TRACKLIST:

1 – Body, Mind & Soul – Kwacha Malawi (Record Union)

2 – Myriam Makeba – Iyaguduza (Sonodisc)

3 – Lamine Konte – Marie-Clara (Disques Esperance)

4 – Kyerematen Stars – Maye Obi Den (Strut)

5 – Franco & le T.P OK Jazz – Mario (Stop) (Sonodisc)

6 – Fela Kuti – Egbe Mi O (Carry Me) (Knitting Factory Records)

7 – Carthago – Alech (Instrumental) (Habibi Funk Records)

8 – François Lougah – Moto (Sonafric)

9 – Gnonnas Pedro – Yiri Yiri Boum (Syllart)

10 – Mory Samb – Mariama (Unknown)

11 – Orchestre OK Jazz – Miguel Canta (Eben Entertainment)

12 – Kelenkye Band – Jungle Music (Cultures of Soul Records)

13 – T.p. Orchestre Poly-rythmo – Ziz (Analog Africa)

Grady Thomas: Funkadelic – Maggot Brain (1971)

Grady Thomas: Funkadelic – Maggot Brain (1971)

Memória de Elefante 05/01/24
Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Grady Thomas é um músico norte-americano nascido em 1941, reconhecido pela sua contribuição para o funk como membro dos grupos Parliament-Funkadelic, duas das bandas mais influentes no género.
Começou sua carreira musical como vocalista e dançarino no grupo The Parliaments, que posteriormente evoluiu para Parliament-Funkadelic sob a liderança de George Clinton. Sua presença marcante no palco e sua voz característica ajudaram a moldar o som único da banda.
Como parte do Parliament-Funkadelic, Grady Thomas contribuiu para inúmeros sucessos e álbuns icônicos que influenciaram o funk, o R&B e o rock.
Hoje celebrámos o seu aniversário com a escuta do álbum Funkadelic – Maggot Brain (1971) às 17h, na hora da Memória de Elefante! Boa escuta!