Caravananana – Africa Twin (2023) (single)

Caravananana – Africa Twin (2023) (single)

Apresentação do E.P.
MESMO RÓTULO, COPOS DIFERENTES
Caravananana lançam o seu segundo E.P..

Os Caravananana apresentam o seu novo trabalho: Mesmo Rótulo, Copos Diferentes. Já disponível nas plataformas digitais.
A embarcação musical dos Caravananana encontra-se em constante metamorfose desde os seus primórdios. Isto é aparente no seu novo E.P. Mesmo Rótulo, Copos Diferentes. Uma viagem musical que demonstra a progressão da banda e passa pelos diferentes gostos e influências de cada músico.
Pedro Venceslau na voz e guitarra, João Figueiras na bateria e Mauro Tagarroso no baixo. Este é o trio poderoso que certamente vos vai pôr a mexer!

CARAVANANANA
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African Roots #29

African Roots #29

Autor:
Gil Santos

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

TRACKLIST:

01 – Fatoumata Diawara – Ou Y´An Ye (Wagram Music)
02 – Ronald Snijders – Madiba (V2 Records Benelux)
03 – Manuel Gomes – Jelivrà Bo Situaçon (Ostinato Records)
04 – Pasteur Lappe – Mbale (Africa Seven)
05 – Mendes & Mendes – Mitamiyo (Mad About Records)
06 – Orlando Julius – Disco Hi – Life (Hot Casa Records)
07 – Sunburst – Simba Anguruma (Strut Records)
08 – La Panthère Rose – Togo saga (Musiques & Solutions)
09 – Nkengas – Anyi Bundi Igbo (Orbitone Records)
10 – Mary Afi Usuah – Ebre Mbre (Voodoo Funk)
11 – Roland Fatime – Bal Souki Souki (Babani Records)
12 – Gyedu-Blay Ambolley – Kwaakwaa (Mr.Bongo)
13 – Ze Manel – Nha Guine (Cobiana)
14 – Janka Nabay – Ro Lungi (Luaka Bop)

Brani – Let Love Grow (2023) (single)

Brani – Let Love Grow (2023) (single)

Título: Brani, participante do Ídolos, lança EP de Estreia «Let Love Grow», em Portugal.

Brani divulga o seu primeiro EP, “Let Love Grow”, após ter se aventurado a viajar para Portugal a fim de participar do programa Ídolos, na SIC, e ter decidido ficar no país. Gravado pelo produtor Nelson Canoa, que conheceu durante o programa, “Let Love Grow” é um EP com uma pegada moderna, mas inspirada nas músicas dos anos 60 e 70. É uma música cativante e que nos acompanha em diversas fases da vida, trazendo sempre boa energia. Com um estilo único e uma voz marcante, Brani promete ser uma das grandes revelações da música portuguesa nos próximos anos.

A Performance ao Vivo é o Ponto Forte do Brani
O Brani é conhecido pela sua presença calorosa e única nos palcos, sendo a performance ao vivo o seu ponto forte. Durante o Ídolos, o juri Martim Sousa Tavares referiu-se ao Brani como um animal de palco. Ele construiu um espetáculo que leva o público a uma viagem no tempo, como foi visto durante a Festa de Lançamento de Let Love Grow.

Durante o evento, Brani apresentou um show solo, um show com banda e ainda contou com a apresentação satírica da humorista Joana Marques.

A Festa de Lançamento deste EP, que ocorreu no Tokyo, em Lisboa, a 15 de Novembro, foi um sucesso absoluto, com casa cheia e um público animado, proporcionando uma experiência única de concerto. Confira o vídeo da festa e sinta a energia deste momento especial.

A mensagem do EP
Let Love Grow traz uma mensagem idêntica a um dos grandes músicos portugueses – Muda de Vida, Se não Vives Satisfeito. António Variações depressa tornou-se um dos artistas portugueses favoritos do Brani, que pretende com este EP trazer uma mensagem de liberdade, de ser quem somos.

LET LOVE GROW é um EP composto por 5 músicas que falam sobre transformação, autoconhecimento e autenticidade. Cada música retrata uma parte da história de um dia em que o protagonista, Brani, decide romper com a rotina e inspira outros a fazerem o mesmo.

A mensagem principal é a procura pela liberdade e realização pessoal, encontrando o nosso próprio lugar no mundo.

Bad Vibes Only #9

Bad Vibes Only #9

Autor:
Adam Denis

An hour of ambient, electronica , punk, dub and all time bizarre favourites: deep, dark and strange.  But always with heart and emotion.

Bio : Adam (satoshi) Denis, a young motivated man with strong believe in the power and responsibility of the individual to create his own success and fortune in life. He is a warrior for freedom, from ones spirit to the free markets, since we are all one. 
Adam has a true passion for the exciting world of cryptocurrencies, particularly Bitcoin and is about to launch his own NFT documenting highlights from his life, like daily outfits, fine dining and inspiring moments.
In short, Adam  will take you on a journey mixing capitalism, spiritualism and off course music! Let’s dive in!”

Bad Vibes Only #9

Tracklist:

1-800 GIRLS – By Your Side
Bartholomew Kind – Feelz [Breaks ‘N’ Pieces]
Charlotte Adigéry & Bolis Pupul – HAHA  (Audio)
DJ Rashad – I don’t Give A Fuck
Lacovset (feat. Ella Fleur)
Hermann & Kleine – Shuttle
Kyle Hall – Crushed
Baby Oliver – Primetime (Uptown Express) [Environ, 2007]
Lisa Loopner Piano Recital- The Way We Were

Prazeres Interrompidos #217: Nocturno – António Canteiro (2020)

Prazeres Interrompidos #217: Nocturno – António Canteiro (2020)

Autor:
Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

O romance Nocturno, de António Canteiro, venceu o Prémio Ferreira de Castro de Ficção Narrativa de 2020, tendo sido considerado pelo júri «uma proposta consistente e original». Além disso, destaca «o vocabulário poético, o rigor e a estrutura criativa desta obra, que apresenta uma escrita de qualidade, hábil combinatória ficcional das componentes biográfica, memorialística e ensaística interartes, com páginas verdadeiramente geniais».

O contexto do romance é o da sub-região da Gândara de Carlos de Oliveira, no tempo da gripe pneumónica (em 1918), uma pandemia muito semelhante à que vivemos hoje. O protagonista, o músico António de Lima Fragoso, sucumbe aos 21 anos à doença da febre amarela. Foi no dia 13 de Outubro daquele ano, o mês fatídico em que mais três irmãos, duas primas e uma tia são vítimas mortais da mesma doença, todos debaixo do mesmo tecto, na sua casa da Pocariça, Cantanhede. António de Lima Fragoso, que foi aluno de Thomás Borba e Luís Freitas Branco, concluiu o exame final de piano no Conservatório Nacional com 20 valores e compôs uma obra musical notável, mas também escreveu Contos e Cartas a Maria, obra literária que dirigia a um sujeito ambíguo no seu ideário sócio afectivo, e que poderia muito bem tratar-se da amiga, pintora, Maria Amélia Carneiro, sua conterrânea da Pocariça, com quem convivia, amiúde, partilhando «artes» durante a permanência de ambos na cidade do Porto, aos fins de semana e durante as férias na aldeia Natal.

*Dina Lopes, autora da pintura da capa, nasceu em Anadia, em 1972. Licenciou-se em Pintura na ARCA – Escola Universitária das Artes de Coimbra, em 1998. Tem realizado várias exposições colectivas e individuais «em Portugal e no estrangeiro, tendo desenvolvido uma técnica muito própria que nos leva a viajar no Tempo e no Espaço através da sobreposição de Imagens e Transparências.

Algumas das suas obras fizeram parte dos cenários da RTP Internacional, em 2001. Entre outras ilustrações contam-se a da capa do CD «Coimbra no Outono da Voz», de António de Almeida Santos (2002), e de livros e jogos didácticos entre 2003 e 2008.

Está representada em colecções públicas (Assembleia da República e Câmara Municipal de Cantanhede), bem como em colecções privadas em Portugal e noutros países.

Os Senhores – O Melhor De Mim (2023) (single)

Os Senhores – O Melhor De Mim (2023) (single)

A nova banda no panorama nacional que está já a conquistar algumas rádios com o single de estreia “Sonha” e cujo vídeo já ultrapassou as 200 mil visualizações, lança o seu primeiro disco de originais, “Sr. Saraiva”.

Os Senhores, que contam com dois elementos dos Amor Electro, Tiago Pais Dias e Ricardo Vasconcelos, tem como frontman David Pinheiro e ainda o músico Bruno Jardim Fernandes. É um projecto que tem como principal objectivo voltar aos elementos que caracterizaram grande parte da música dos anos 90: a honestidade, a sinceridade, a emoção. As suas canções são um regresso à importância das palavras.

“Sr. Saraiva” inclui 11 temas em português, da autoria do vocalista David Pinheiro, gravado nos estúdios da Valentim de Carvalho e conta com a produção de Tiago Pais Dias.

O nome da banda, “Os Senhores”, surgiu com o objectivo de “permitir desenvolver um conceito para que em todos os discos que viermos a fazer possamos explorar uma nova personagem sendo a primeira o “Sr. Saraiva”, que será o elo condutor de toda uma narrativa comunicacional”.

Numa primeira fase “Os Senhores” vão ser apresentados através de ilustrações feitas por Hugo Makarov e todos os seus singles vão ser acompanhados de vídeos animados por Tiago Albuquerque.

Mais informação: https://www.ossenhores.com

Coffee Breakz #57 — To Be Cruel

Coffee Breakz #57 — To Be Cruel

Autor: Helder Gomes

Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.

Tracklist:

  1. Health — Unloved
  2. Body Void — Atrocity Machine
  3. Godflesh — Land Lord
  4. Pupil Slicer — Blossom
  5. Khanate — To Be Cruel
  6. Sonic Youth — Expressway to Yr. Skull (live)

Negative – Alright (2023) (single)

Negative – Alright (2023) (single)

Os Negative são uma banda de rock, que teve início em Sintra no final de 1993. Em menos de dois anos, já tinham uma série de espetáculos por todo o país, com participações também em concursos de bandas e desta forma receberam a atenção da imprensa através de entrevistas em revistas, jornais e rádios nacionais.

Entre 1993 e 1998, os Negative gravaram mais de 20 canções em estúdio, consolidando a sua presença no cenário musical português. Em 1998, o vocalista António Cassapo participou no programa televisivo da Sic “Chuva de Estrelas”, chegando à final, o que aumentou a sua visibilidade.

No mesmo ano, a banda realizou uma grande digressão, onde dividiu o palco com outras bandas conhecidas no cenário nacional, como Hands on Approach, Rui Veloso, Belle Chase Hotel e Silence 4. 

Após 1998, os membros da banda seguiram caminhos individuais em projetos musicais, mas 2023 marcou o ano do reencontro.

Atualmente, os Negative estão em estúdio a trabalhar num novo álbum repleto de novas canções. 

O primeiro single “Alone,” uma música com cerca de 25 anos, foi regravado com uma nova abordagem e já conquistou o público. Este tema, está disponível em todas as plataformas digitais e já roda em várias rádios nacionais.

O segundo single, “Alright,” com um som único, tem a sua estreia marcada para o último trimestre de 2023. A expectativa é que seja bem recebido pelo público. 

É um ano especial para a banda, que marca o seu regresso após uma longa pausa.

Fumaça #4: Palestina, Histórias de Um País Ocupado Ep. 1: Ramallah, a cidade artificial (Série)

Fumaça #4: Palestina, Histórias de Um País Ocupado Ep. 1: Ramallah, a cidade artificial (Série)

DESCRIÇÃO

De Ramallah vê-se Telavive, é perto. Não fosse o muro, os postos de controlo, o exército, o trânsito caótico, que separam as capitais da Palestina e de Israel. Uma viagem de 4 horas, com tempo para perceber como há décadas um povo coloniza outro. 

Lê mais em apenasfumaca.pt/palestina-ramallah-cidade-artificial

Autores:
Maria Almeida
Ricardo Ribeiro

Link:
https://fumaca.pt/palestina-ramallah-cidade-artificial/

André Murraças – Dança Dos Perdidos (2023) (single)

André Murraças – Dança Dos Perdidos (2023) (single)

Este é o single que antecipa o primeiro álbum em nome próprio de André Murraças, que sairá em Março do próximo ano.
No meio de um universo Jazz com diversas influências, como o Rock ou o Drum and Bass, surge esta balada intimista que, de uma forma natural, viria a merecer algum destaque.


Dança dos Perdidos cria um paralelo entre a música e a vida, onde todos, em algum ponto, nos encontramos “perdidos”. A dança torna-se uma metáfora para a jornada humana, destacando a experiência compartilhada de enfrentar desafios e incertezas. Na vida, a música une-nos na compreensão de que, ao nos perdermos, descobrimos uma conexão profunda uns com os outros, transformando a vulnerabilidade em uma dança coletiva de resiliência e compreensão mútua.

O tema conta com a participação de João Carreiro (guitarra), Francisco Brito (contrabaixo) e Luís Candeias (bateria). A gravação ficou a cargo de Hugo Valverde, mistura e masterização de Luís Candeias.

Apresenta-se também com um videoclipe, realizado por John Wolf e com a produção da Underworld Productions. Participação de Maribel Márquez, Bruno Schiappa e André Murraças.

André Murraças é licenciado em Saxofone Jazz pela Escola Superior de Música de Lisboa, passou pelo Conservatório de Caldas da Rainha, Escola de Jazz do Hot Club de Portugal e Conservatorium Van Amsterdam.

É professor de saxofone nas escolas United International School Of Lisbon,  Musicentro – Salesianos do Estoril e New Music School.

No seu percurso, tem feito parte de diferentes projetos, participando em concertos nos principais festivais, clubes nacionais e internacionais, com alguns dos músicos mais relevantes do panorama musical. 


Colaborações com, Nelson Cascais, Gonçalo Marques, Jeffrey Davis, Pedro Moreira, João Cabrita, Pedro Abrunhosa, Aurea, Orquestra de Jazz do Hot Club de Portugal, Brainstorming, Churky, Cacique 97, Gume, Sérgio Carolino, Benny Golson, André Fernandes, António Loureiro, Ricardo Pinto, Victor Zamora, Isabel Rato, Guillermo Klein, Desidério Lázaro, Zé Eduardo, entre outros.

Cultoras #25 (3ª Temporada) – Talulah Neira

Cultoras #25 (3ª Temporada) – Talulah Neira

Yo quiero verte libre
y que tengas tu corazón tranquilo…
Viene desde el norte
nuestros sentidos se juntan a imaginar,
salgo a caminar a la ciudad
por esa dignidad estival.
“Verte libre”, Fragmento.

Cantante, compositora, productora y docente, Talulah Neira es una de las voces femeninas más destacadas del ska y el reggae hecho en Chile. Sus inicios en la escena nacional están marcados por la banda de su hermano, Quique Neira, con quien giró por Chile y el mundo siendo corista y percusionista de Gondwana, desde el año 2001. En 2013, debuta como compositora y voz principal de la banda Manifiesto Skajazz, y unos años más tarde, lanza el disco propio “Mujer” (de 2017), al que le anteceden y seguirán una serie de singles en que explora repertorios folklóricos, de la Nueva Ola e incluso de la música urbana. Integrante además de la Cantoría Popular de Mujeres que dirige Érika Ramos Oróstica, como activista y gestora cultural es también productora en las disqueras familiares independientes “Cosas Buenas” y “Ghetto Estudio”, e integrante de la directiva de la Asociación Gremial Industria Musical Independiente de Chile (IMICHILE), para el trabajo musical cooperativo.

Contactos:

Facebook
https://www.facebook.com/talulahneira

IG
https://www.instagram.com/queentalulahneira/?hl=es

Youtube
https://www.youtube.com/channel/UCkWIBfVqEp3jrHWV-aUZuWw

Spotify
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1 Álbum 100 Palavras #19: Led Zeppelin – Led Zeppelin (1969)

1 Álbum 100 Palavras #19: Led Zeppelin – Led Zeppelin (1969)

Um podcast de Francesco Valente:

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“A banda Led Zeppelin foi fundada em 1968 por Jimmy Page (guitarra), Robert Plant (voz e harmónica), John Bonham (bateria) e John Paul Jones (baixo e orgão). O grupo obtém um sucesso instantâneo com a publicação do primeiro álbum e com os primeiros concertos. A música inspira-se no blues, na balada acústica e no hard rock. Em pouco tempo a dupla Bonham-Jones torna-se uma das secções rítmicas mais populares do mundo. Jimmy Page dispensa apresentações, pois já vinha da experiência com os Yardbirds e Robert Plant torna-se uma figura irónica do rock de todos os tempos. Boa escuta!”