Prazeres Interrompidos #202: The Winter Army: The World War II – Maurice Isserman (2019)
Prazeres Interrompidos #202: The Winter Army: The World War II Odyssey of the 10th Mountain Division, America’s Elite Alpine Warriors – Maurice Isserman (2019)
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Autor: Octávio Nuno
The Winter Army: The World War II Odyssey of the 10th Mountain Division, America’s Elite Alpine Warriors (2019)
The epic story of the U.S. Army’s 10th Mountain Division, whose elite soldiers broke the last line of German defenses in Italy’s mountains in 1945, spearheading the Allied advance to the Alps and final victory.
At the start of World War II, the US Army had two cavalry divisions—and no mountain troops. The German Wehrmacht, in contrast, had many well-trained and battle-hardened mountain divisions, some of whom by 1943 blocked the Allied advance in the Italian campaign. Starting from scratch, the US Army developed a unique military fighting force, the 10th Mountain Division, drawn from the ranks of civilian skiers, mountaineers, and others with outdoor experience. The resulting mix of Ivy League students, park rangers, Olympic skiers, and European refugees formed the first specialized alpine fighting force in US history. By the time it deployed to Italy at the beginning of 1945, this ragtag group had coalesced into a tight-knit unit. In the months that followed, at a terrible cost, they spearheaded the Allied drive in Italy to final victory.
Ranging from the ski slopes of Colorado to the towering cliffs of the Italian Alps, The Winter Army is a saga of an unlikely band of soldiers forged in the heat of combat into a brotherhood whose legacy lives on in US mountain fighters to this day.
Chong Kwong – Queen Size (2023) (single)
Chong Kwong – Queen Size (2023) (single)
PRESS RELEASE:
CHONG KWONG ESTÁ DE VOLTA COM O SINGLE ‘QUEEN SIZE’
A rapper Chong Kwong lança o novo single ‘Queen Size’. A canção é um hino rap que glorifica a rainha que existe em cada mulher, de todas as culturas, origens, tamanhos, formas e cores e as suas identidades que merecem ser celebradas, destacando a sua diversidade, singularidade, criatividade e força e o fato de serem muito mais do que apenas a sua herança genética. Esta é a primeira canção da rapper a ser editada, após um hiato pós-pandemia.
“A música é uma homenagem, uma ode às mulheres de todas as cores, formas, tamanhos e talentos, mas é mais do que género. Este é o momento da comunidade e da irmandade. Por cada mulher que exaltas e apoias, acrescentas uma pedra preciosa à tua coroa. Lembra-te disso”, afirma Chong Kwong’. “Comecei a compor esta música numa sexta-feira, depois de pagar todas as minhas contas e a sentir-me realizada, confiante e independente, e antes de sair com as amigas para comemorar e esquecer tudo o resto. Essa é a energia que se pode sentir em ‘Queen Size’”, acrescentou a artista.
O novo tema chega com um videoclipe que conta com a participação de mulheres de várias origens, identidades e culturas, criando com orgulho e independência o seu legado nas indústrias criativas. Para dar vida a esta mensagem e a ‘Queen Size’, a componente visual foi realizada por Leonor Patrocínio, que construiu uma equipa só de mulheres para a execução do vídeo. Ao fazer este esforço, a Chong Kwong junta-se a um número crescente de mulheres artistas em Portugal que se associam intencionalmente a outras mulheres, promovendo a diversidade e a comunidade, num universo tradicionalmente dominado por homens.
“A diversidade é muito importante para mim. Queria ter a certeza de que estava a representar a minha comunidade e trabalhei em estreita colaboração com a Leonor para garantir que isso acontecia. A intenção no convite a estas mulheres para participar no vídeo foi sem dúvida elevar outras mulheres na indústria, eliminar a concorrência prejudicial e criar vínculos saudáveis. A experiência de reunir tantas mulheres talentosas num espaço seguro para a auto expressão foi única, incrível e fora de série. A energia era naturalmente edificante; não havia insegurança nem competitividade”, referiu Chong Kwong sobre a gravação do videoclipe.
A realizadora Leonor Patrocínio acrescenta que “no mundo audiovisual, no cinema e, mais amplamente, na vida, as mulheres desempenham apenas um papel num sistema maior construído pelos homens. Como realizadora e mulher, nunca tinha sentido uma energia tão poderosa proveniente do facto de as mulheres serem o que são sem regras. É a isso que esta música e este vídeo dão vida”.
O regresso de Chong Kwong com ‘Queen Size’ antecipa uma evolução da sonoridade única da artista, que trabalha para incorporar mais elementos das culturas que integram a sua genética Afro-Asiática mista. Este novo single sucede a ‘High’ e ‘Lisboa Que Amanhece’, de 2022, uma colaboração com EU.CLIDES, Eva Rapdiva e DJ Ride que integra “SG Gigante”, uma coletânea lançada em homenagem ao aclamado cantor e compositor Sérgio Godinho.
SOBRE A CHONG KWONG:
Chong Kwong cresceu em Portugal, rodeada de ritmo e música, sem nunca perder a ligação às origens em Moçambique, Cabo Verde, São Tome e Príncipe, China e Timor. Deu início à sua carreira musical em 2019, com o lançamento independente do single homónimo, que contribuiu para que se afirmasse como uma das mais promissoras artistas da cena rap. No mesmo ano editou ‘Não Te Convidei’, canção sobre a importância da independência, foco, determinação e atitude, que nos podem levar onde quisermos apesar de existir sempre quem nos queira desviar do nosso caminho. Com apenas duas músicas lançadas atuou em festivais como o NOS Alive e MEO Sudoeste e deu vários concertos em Lisboa. Em 2020 lança o single ‘Salute’, sobre valores como lealdade, confiança e respeito, ao qual se segue ‘Lótus’, no qual fala sobre uma relação tóxica e como foi superá-la. No ano seguinte Chong Kwong mostra toda a sua vulnerabilidade em ‘Bambu’, relatando ao pormenor a sua infância e relação com os pais. Em 2022 edita ‘High’ e ‘Vilã’, ambos produzidos por DJ Ride. No mesmo ano integrou o leque de artistas convidados a homenagear o músico Sérgio Godinho, no disco SG Gigante, em que participaram Dino D’Santiago, Sara Correia, EU.CLIDES, Eva RapDiva, Capicua, Branko e Jimmy P, entre outros.
Francisco Mascarenhas – Procura Por Mim (2023) (single)
Francisco Mascarenhas – Procura Por Mim (2023) (single)
“Procura por mim”, que traz uma sonoridade Pop Punk, foi escrita por Francisco e composta pelo próprio em conjunto com o produtor Francisco Marques, responsável pela gravação, mistura e masterização do tema, materializa a insegurança, a revolta e a ansiedade. “Esta canção foi escrita em dois momentos diferentes da minha vida o que faz com haja uma dinâmica interessante entre as duas partes que a compõem. Escrevi-a também para retratar e materializar a minha ansiedade e a forma como a minha vida é, de alguma maneira, regida à volta dela. Ao escrevê-la notei que a minha razão de ser inseguro era uma espécie de ciclo vicioso que oscilava entre o medo de perder algo que gosto por ser inseguro e ser inseguro por ter medo de perder algo que gosto sendo este o sentimento presente do início, até ao fim”, revela o artista.
Composer and Lyricist: Bruno Moreira, Luís Água e Rui Paiva
Producer: RIVA
Mixer and Mastering engineer: Vítor Carraca Teixeira
Data de lançamento: 15 de setembro 2023
BIOGRAFIA
Os SLR são uma banda com sonoridade Pop eletrónica e um toque R&B. O duo é composto por Bruno Moreira e Luís Água, ambos naturais do norte do país. Iniciaram o seu percurso em 2018 com o single If you leave me, que captou a atenção dos media nacionais e internacionais. Em 2022 lançaram o EP de estreia, Losing, que abriu a conversa sobre o cuidado pela saúde mental. Agora, voltam aos lançamentos com o tema No Time To Cry que nos traz uma nova energia mais dançável e contagiante.
MÚSICA
No Time To Cry escrita pelos dois membros da banda e o produtor RIVA, traz consigo uma energia renovada aos artistas de Losing. Com um refrão dançável e contagiante, NTTC torna-se um hino para a nova geração habituada a mais dias difíceis do que fáceis. Sem tempo para chorar os SLR propõe-se a por todas as pessoas a dançar celebrando o dia-a-dia.
Com este single os SLR preparam-nos para o seu segundo EP com lançamento previsto para o início de 2024.
VÍDEO
Para o vídeo do single NTTC os SLR juntam-se a Ana Viotti, realizadora emergente portuguesa, para criar o seu vídeo mais rebelde e colorido até ao momento, num mundo cor de laranja e carregado de referências da cultura pop dos anos 2000.
Cheios de movimento, os SLR juntam-se às pessoas com quem se cruzam e transformam a cidade num espaço para sorrir, reescrevendo o legado triste da Losing com a impulsividade do graffiti e uma cara sorridente. Mostrando o que podemos esperar quando nos cruzarmos ao vivo, os SLR, fazem o público da sua ficção transpirar numa atuação underground e improvisada. Com um refrão sonante NTTC quer levar a euforia do vídeo para a realidade.
LETRA
I got no time to cry
I got no time to cry
I’ve been crying
but I’m over it
Can’t deny
I’m near to quit
I’m slowly dying, but it’s ok
I’m not immortal anyway
Are we crying?
I’m done with it
Don’t wanna explain why it’s time to quit
We’re slowly dying, but it’s ok
we’re not immortal anyway
There’s no hope for me
Happy is all we can be
There’s no hope in me
And that is all!
I got no time
no time to cry
I got no time to cry
(don’t you know that)
I ain’t got no time
no time to cry
no time to cry I swamped my house
But didn’t die
I crashed my car
And I don’t know why
I’m driving through the night
And I just can’t stop laughing
There’s no hope for me
Happy is all we can be
There’s no hope in me
And that is all!
I got no time
no time to cry
I got no time to cry
(don’t you know that)
I ain’t got no time
no time to cry
no time to cry
Now I can’t find
Time to be sad
Time to be mad
No more to be said
There’s no time to cry
I got no time
no time to cry
I got no time to cry
(don’t you know that)
I ain’t got no time
no time to cry
no time to cry
Dela Marmy – Acaso Feat Sopa De Pedra (2023) (single) ID
Dela Marmy – Acaso Feat Sopa De Pedra (2023) (single) ID
DELA MARMY REVELA UMA NOVA PELE COM “ACASO”
ARTISTA REGRESSA ÀS EDIÇÕES COM NOVO SINGLE E APRESENTA-SE PELA PRIMEIRA VEZ EM PORTUGUÊS COM ÁLBUM A EDITAR EM 2024
“Acaso” é o novo single que traz de volta Dela Marmy a estúdio e que pode ser conhecido a partir de hoje em todas as plataformas digitais, com videoclipe oficial no YouTube, realizado por Nuno Miranda. Depois da edição de dois EPs (2019 e 2020), pode-se dizer que a canção que antecipa o lançamento do seu primeiro longa-duração dá conta de se estar perante uma nova Dela Marmy, cantando em português pela primeira vez.
Mais intimista e despojada do que nunca, parte de um corpo poético, cru, subjectivo, empático e político, abordando temas que falam essencialmente sobre amor, dor, procura, pensamento individual e, por consequência, colectivo, em clara resistência ao superficial, ao individualismo, ao alheamento e à ignorância, circunstâncias demasiado evidentes nos dias de agora.
Com uma sonoridade envolvente, que une elementos electrónicos e acústicos circundando a sua voz voluptuosa, Dela Marmy transporta quem a ouve para um território onde imaginação(ou irreal) e realidade não são passíveis de serem dissociados. Em “Acaso” não se apresenta só e a acompanhá-la está o coro polifónico Sopa de Pedra, assim como o produtor João Correia (Tape Junk), com quem se encontra a trabalhar no álbum a editar.
Dela Marmy explica que “desejo tornar transparente para o outro a minha forma, tão frágil quanto ousada, de sentir, pensar e agir sobre o mundo, e que é tão somente uma entre tantas. Escrevi esta canção porque quero celebrar os acontecimentos (aparentemente) inesperados que nos enlaçam e nos mudam o ‘plano {im}perfeito da vida’. Para tal, sublimando a continuidade do tempo, o fulgor do som colectivo, a delicadeza da perda assim como do desprendimento, a natureza que sempre acontece – haja o que houver – e os sonhos, esses escudos indefectíveis que vão resistindo para nos manterem vivos e despertos. Um enlace-alento individual e universal que, porventura, nos lembrará do brilho, ou até o devolverá”.
Sobre o vídeo, Nuno Miranda conta que “assistimos ao alter ego Dela Marmy em diálogo com os mais simples ou complexos estados emotivos, num momento de completa vulnerabilidade. Este filme faz jus ao acto de transfiguração da melancolia e de transformação do próprio processo criativo, desaguando num renascimento narrativo e visual”.
Depois de ter integrado a banda The Happy Mess, nos sintetizadores e voz, entre 2011 e 2017, Joana Sequeira Duarte lançou-se num percurso a solo, estreando-se com o nome Dela Marmy em 2019, desenvolvendo a partir daí uma música onde a pop mais sonhadora coabitava com influências do rock ou folk mais alternativos, ao mesmo tempo que, em palco, as canções ganhavam cor, volume e um corpo feminino performativo, ou não tivesse ela estado ligada à dança durante muitos anos. Dança aliás como canta, misto de delicadeza, encanto e verdade. Nada é um acaso.
Estória, Realização e Produção de Boaventura | Art Studio Agradecimento – Rosa Vaz
Escrito por Dela Marmy Voz // Dela Marmy
Produzido e gravado por João Correia
Misturado e masterizado por Tiago de Sousa
Gravação adicional de sintetizadores e teclados por António Vasconcelos Dias e João Correia
Colaboração musical no arranjo de vozes, Inês Campos e Mariana Gil
Participação especial – Sopa de Pedra {Inês Campos, Maria Vasquez, Mariana Gil, Rita Campos Costa}
João Correia – Arranjo, bateria, baixo, percussão, teclados e coros
António Vasconcelos Dias – Teclados e sintetizadores
Artwork
Alípio Padilha – Fotografia Boaventura | Art Studio – Design
Uma salada de frutas de sintetizadores de vários sabores, polvilhada de guitarras e baixos funky em calda de beats, é o mote para Reino da Fruta, uma banda de synthpop que dança entre o electro e o house, o disco e o pop, e uma iguaria de Lisboa que começou a ser imaginada e confecionada em 2022 por João Abelaira Nascimento, aka Doctor Mabooze, músico e produtor com participações em projetos como: Pongo, Niki Moss, Sequin, JP Simões, Melquiades, quartoquarto, André Henriques – e Gonçalo Costa, vocalista, guitarrista e mentor de Sevilla Red.
Com influências bastante características da eletrónica francesa, como Daft Punk e Justice, ou do R’n’B e Funk, como Tim Maia e Louis Cole, Black Sabbath e Late of the Pier, Reino da Fruta apresentam-se como uma distinta mistura de diferentes aromas.
“A ser servida antes, durante ou após a refeição”, a mais recente banda do panorama musical português estreia-se com o single “Ganso Preto”, um tema que fala da Teoria do Cisne Negro, de Nassim Nicholas Taleb: “O viés psicológico que leva uma pessoa individualmente ou coletivamente a não ver ou não querer ver a importância decisiva de determinado evento (raro) no desenrolar da história”.
Este single chega-nos também em antecipação ao primeiro EP homónimo da banda, produzido com a ajuda de Filipe Paes (Sequin, Whosputo) e masterizado por Luís Lucena, com data de edição agendada para fevereiro de 2024.
A faixa “Ganso Preto” e o videoclipe que a acompanha, realizado e editado por Inês Matias, estarão disponíveis a partir deste dia, 13 de outubro, em todas as plataformas digitais.
Fazel veio para o estúdio da Rádio Olisipo para contar um pouco sobre a sua história e sobre a sua cultura. Oriundo de Herat (Afeganistão), estudou em Kabul e hoje reside em Lisboa, onde atua como músico e professor.
Durante a entrevista Fazel, mostra o Rubab (instrumento afegão), explica as características do instrumento e canta algumas peças clássicas.
Fazel está disponível para dar aulas de vários instrumentos ligados à música clássica indiana: sitar, rubab, tablas, harmonium entre outros.
Esta entrevista foi realizada no estudio da Radio Olisipo no Largo Residências, Lisboa 11/07/23.
Boa escuta!
Ela Li – Coisa Boa (2023) (single) ID
Ela Li – Coisa Boa (2023) (single) ID
ELA LI EDITA “COISA BOA” SEGUNDO SINGLE DE AVANÇO DO DISCO DE ESTREIA
ARTISTA APRESENTA AO VIVO O NOVO ÁLBUM DIA 24 DE NOVEMBRO NO FESTIVAL SUPER BOCK EM STOCK
A cantora, compositora e cineasta lisboeta, ela li edita hoje “Coisa Boa”, o segundo single de avanço do álbum de estreia a ser editado no primeiro trimestre de 2024. A nova canção tem vídeo oficial disponível a partir de hoje no YouTube e amanhã já poderá ser escutado em todas as plataformas de streaming.
ela li estreia-se em nome próprio após anos a percorrer os maiores palcos do País (cantando em projetos tão diversos como Mirror People, Maria Reis ou Flak) e de uma passagem pelo Festival da Canção 2019, sob o nome Ela Limão. A nova faixa sucede a “Choradeira”, cujo teledisco foi nomeado para os Berlin Commercial Awards, tema que serviu de cartão de visita daquele que será o primeiro trabalho discográfico da artista, sendo também a canção que lhe dá nome.
Nas palavras da artista, “às vezes deixo-me assoberbar por sentimentos que me deixam estagnada, como se estivesse atrás de um muro, e tenho de fazer um exercício interior para tentar ultrapassar. Esta música representa toda esta luta interior. Carrego em mim a responsabilidade de eu própria bater o pé, decidir uma direção a seguir e aprender a ser devagar, como diz a canção.
Com o lançamento de “Coisa Boa”, a artista anuncia também o seu primeiro concerto enquanto ela li, que servirá como apresentação oficial do álbum “Choradeira”, no festival Super Bock em Stock, dia 24 de novembro.
Nesta iniciativa que visa sensibilizar para os livros, incentivar a leitura, valorizar o património e vivenciar a cidade de Ponta Delgada, a primeira Maratona Literária, 24 autores publicados pela Letras Lavadas Edições e comercializados pela Letras Lavadas Livraria percorreram, sucessivamente, 24 diferentes locais da cidade de Ponta Delgada, durante 24 horas, desde as 9 horas da manhã do dia 21 de julho até às 8 horas da manhã do dia 22 de julho. Cada autor, em cada local, escreveu um texto alusivo que integrou esta obra coletiva, editada em tempo recorde e lançada em apoteose pela Letras Lavadas Livraria, no próprio dia do seu quarto aniversário, 22 de julho. Ler um autor numa hora já é bom. Ter 24 autores em 24 horas é muito melhor. Fazer de 24 autores um livro em 24 horas é coisa nunca vista… que vale a pena ver.
Autores: Susana Goulart Costa, Pe. Hélio Soares, Henrique Levy, José Andrade, Teófilo Braga, João Miranda, Susana Rodrigues, Telmo Nunes, Paula Sousa Lima, Ângela Almeida, Madalena San-Bento, Maria João Ruivo, Malvina Sousa, Carolina Bettencourt, Leonor Sampaio da Silva, Hélder Medeiros, Orquídea Abreu, Pedro Paulo Câmara, Fernanda Mendes, António Cavaco, Aníbal Pires, Sidónio Bettencourt, Carolina Cordeiro e Carlos Tomé.
Electric Man – Keep It In Mind (2023) (single)
Electric Man – Keep It In Mind (2023) (single)
“Keep It In Mind” é o novo single de Electric Man
Electric Man, projeto a solo de Tito Pires em formato ‘one man band’, edita “Keep It In Mind”, o seu mais recente single, após o lançamento da faixa “Another Take Please” em março deste ano e “Believer” em 2021.
“Num mundo inundado entre inúmeros influenciadores, esta nova música é um grito de liberdade e um incentivo a pensar pela própria cabeça”, sublinha o artista, que navega numa verdadeira aventura de exploração ‘do it yourself’, revelando-se num universo diverso, criativo e dançável, construíndo entre o rock e a música eletrónica, como é a prova dos seus dois discos de longa duração, “Electric Man” e “Electric Domestique”, editados em 2015 e 2017, respetivamente.
Nesta perspetiva, o vídeo que acompanha “Keep It In Mind” é realizado pelo próprio e traduz-se numa hipérbole à mensagem transcrita pela letra da música.
Com a colaboração do músico espanhol Ramos Dual no beat, e a já habitual participação de Pedro Lourenço na masterização, o tema e o videoclipe estão disponíveis digitalmente a partir deste dia 6 de outubro.
Mary’s Bean – Just A Process (2023) (single)
Mary’s Bean – Just A Process (2023) (single)
Mary’s Bean – Bio
Mary ́s Bean é uma banda de Leiria formada na primavera de 2022, com a ambição de se fazer ouvir o resultado de influências Grunge, Punk e Prog.
Filipe Cordeiro (voz e guitarra), como mentor do trio, dedicou-se inteiramente à composição durante um largo período, tendo as vivências pessoais na sua génese. É com o baterista Rafael Santos, amigo de longa data no circuito musical, que faz as primeiras maquetes, maturando a necessidade de integrar um terceiro elemento no baixo. Hugo Santos com quem outrora trocaram contacto assumiu o lugar, tendo gravado os três primeiros singles da banda. Por motivos pessoais acaba por deixar o projeto, dando entrada a Hélio Major, baixista definitivo do trio.
Nas suas composições, o grupo reflete uma desconstrução da Sociedade e foca-se nos temas que a inquietam, como motor para uma consciência colectiva em relação aos problemas actuais.
Janeiro E Paulo Novaes – Vida Lá Fora (2023) (single)
Janeiro E Paulo Novaes – Vida Lá Fora (2023) (single)
“VIDA LÁ FORA” É O NOVO SINGLE DO ÁLBUM COLABORATIVO DE JANEIRO E PAULO NOVAES
PRIMEIRO TEMA DE AVANÇO DO LP “PROTOCOLAR, VOLUME 2”
Janeiro e Paulo Novaes acabam de lançar o single de estreia e de avanço do novo álbum “Protocolar, Volume 2” feito em duo. “Vida Lá Fora” é a primeira faixa desvendada do LP com data de lançamento a 20 de outubro. O novo single vem acompanhado de um videoclipe gravado em Avaré, Brasil, com realização de Daniela Gandra, já disponível em exclusivo no YouTube, e nas restantes plataformas digitais a partir de sexta-feira.
“Vida Lá Fora” expressa o que ambos estiveram a viver desde a criação do álbum “Protocolar, Volume 1”, projeto que têm em conjunto e que une Portugal ao Brasil. A ideia de investigar novas possibilidades de produção musical com o olhar sob uma perspectiva para fora do seu lugar comum, permitiu-lhes fazer uma leitura do mundo ao seu redor resultando numa mescla entre a canção portuguesa e a MPB.
Janeiro e Paulo Novaes partliham que “existe Vida Lá Fora, uma procura de encontrar modos de vida mais conectados com a essência natural das coisas, com o meio que nos rodeia, tentando libertar-se da desconexão que a tecnologia nos impõe no mundo de hoje em dia – quebrar o protocolo é, no final das contas, ser, com as três letras da palavra.”