Little Gas & Foggy – Hanging On A Star (2023) (álbum)
Little Gas & Foggy – Hanging On A Star (2023) (álbum)
“Between the Clouds” is a Nick Drake tribute album. All songs are written by Nicholas Rodney Drake, except for “Been Smoking Too Long” written by Robin Frederick.
Recorded at home by Little Gas and Foggy in Canterbury and Lisbon smart-working on the distance using computers, between 2020 and 2023.
Additional ‘cello sections recorded at home by Aldo Ammirata in Palermo. Background sound recorded by LG in Canterbury on the hillside.
LG plays acoustic parlor guitar, classical guitar, synth, rhythms and vocals. Foggy plays electric guitar, bass, synth, rhythms, back vocals.
LITTLE GAS: https://soundcloud.com/littlegas https://littlegas.bandcamp.com
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #91
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #91
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
DIEGO RIVERA – Rasquache
KENNY DORHAM – Afrodisia
ART BLAKEY – Once In A While
GERI ALLEN – Dancing in the Dark
THELONIOUS MONK – I’m Getting Sentimental Over You
STAN TRACEY – Just You, Just Me
PAUL BLEY – Turnaround
ORNETTE COLEMAN – Morning Song
JOHN COLTRANE & JOHNNY HARTMAN – My One and Only Love
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Ideias Concretas sobre Vagas – Ricardo Araújo Pereira (2022)
Quando todos pensávamos já ter deixado a pandemia para trás, eis um livro que não nos deixa esquecer a chatice que foi.
«Uma pessoa pensa que pode confiar numa rocha esférica com 12 742 quilómetros de diâmetro e que pesa seis mil triliões de toneladas, e afinal descobre que vive num jogo de Jenga. Parece que o planeta não é mais do que isso, agora. E cada peça que se tira faz ruir tudo. Alguém resolve guisar um morcego na China: a civilização tal como a conhecemos acaba. Um marinheiro encalha um navio no Canal do Suez: o comércio mundial fica interrompido. A ideia de que o mundo era demasiado grande, maciço e áspero sempre me aterrorizou. Agora que se percebe que o mundo é muito delicado e frágil, julgo que fiquei com mais medo ainda. Não há maneira de o mundo me agradar — o que levo sinceramente a mal.»
Este livro, que conta «Uma história da pandemia», inclui uma selecção de textos publicados na revista Visão e na Folha de S. Paulo entre Março de 2020 e Outubro de 2021.
Francisco Fontes – Foge (2023) (single)
Francisco Fontes – Foge (2023) (single)
FRANCISCO FONTES LANÇA NOVO SINGLE “FOGE” CANÇÃO SAI PELA LAY DOWN RECORDINGS E ANTECIPA O ÁLBUM “COSMOPOLITA”, A SAIR A 27 DE OUTUBRO DE 2023
Francisco Fontes, cantautor e novo talento da música portuguesa, lança uma nova canção que antecipa o lançamento do seu disco de estreia. “Foge” já está disponível em todas as plataformas. Francisco Fontes é a nova grande aposta da editora Lay Down Recordings, um artista com uma sonoridade contemplativa e íntima, de quem consegue parar e observar no meio do caos da cidade. Sobre “Foge”, Francisco Fontes refere que é uma canção “sobre fugir a um medo fictício, que se mostra por vezes ser tão real ao ponto de acreditarmos que nos persegue. Tendo sido escrita durante uma perseguição, pode dizer-se que a sua estética é talvez uma forma de desafiar essa falsa crença.” ”Foge” é o tema que se segue ao lançamento da remistura de “Vagabundos”, single de apresentação do artista. Estes dois lançamentos antecipam o seu disco de estreia “Cosmopolita”, a ser editado a 27 de outubro de 2023.
Conheça Francisco Fontes:
É como baterista autodidata que Francisco Fontes inicia o seu percurso, até assumir a sua carreira a solo no início de 2021 com o lançamento do EP ‘Gravidade’. A necessidade de mostrar que as suas canções podem transcender a voz e a guitarra, preservando ao mesmo tempo o seu carácter, dá então origem ao lançamento dos singles ‘Vagabundos’ no final de 2021 e ‘Cosmopolita’ em 2022, o ano em que integra a coletânea dos Novos Talentos Fnac. Nesse mesmo ano começa a gravar o seu novo disco intitulado ‘Cosmopolita’, um acervo de canções que retratam sentimentos e histórias que acontecem no espaço urbano, através do seu ponto de vista. O álbum de estreia está previsto para Outubro de 2023 pela Lay Down Recordings.
Foge ✽ Composição — Francisco Fontes ✽ Produção e mistura — Artur Gomes da Costa ✽ Masterização — Philip Shaw Bova ✽ Voz, guitarra Acústica, bateria e percussão — Francisco Fontes ✽ Baixo e piano — Miguel Marôco
Vídeo ✽ Realização & DOP – Guilherme Proença ✽ Câmara – Guilherme Proença e Manuel Casanova ✽ Edição e cor – Tezeu ✽ Produção – Lay Down Recordings ✽ Captação de som e mistura – Artur Gomes da Costa ✽ Masterização de som – Philip Shaw Bova ✽ Voz e guitarra – Francisco Fontes ✽ Piano – Miguel Marôco
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #90
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #90
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Wadada Leo Smith Henry Kaiser Alex Varty – Pacifica Koral Reef
Henri Texier – Round Midnight
Boris Kozlov – I. S. Adventure
Armando Trovaioli – Angola Adeus
Michelangelo Scandroglio – Bernard War
Weird Box – Prince Of Crime
Johnny Griffin – Keep Going
Henry Threadgill – Official Silence
Joe Diorio – I Remember You
Donny McCaslin & Gail Ann Dorsey – Eye Of The Beholder
Rafael Xavier – Orion, Guide Me (2023) (single)
Rafael Xavier – Orion, Guide Me (2023) (single)
“Fecha os olhos e estás no Céu. Abre os olhos e estás no Inferno.”
É neste limbo que surge “Orion, Guide Me”, uma crítica social mordaz que contempla os sete pecados capitais numa alegoria entre o Bem e o Mal: uma passagem do cândido, da luz e do belo para uma decadência citadina intemporal.
A letra, que se faz ouvir numa fusão entre a melancolia do fado na voz e guitarra do autor Rafael Xavier e a influência folk e moderna invocada pelo violinista e compositor Eduardo Sousa, explora a nostalgia e a perda da inocência, o buliço da rotina e a busca pela purificação espiritual.
O ambiente denso, sombrio e misterioso realizado por Rafael Xavier e captado pela lente de artistatuga é uma sátira intrigante a que não é alheia uma crítica ao suborno, ao vício, à hipocrisia clerical, à política corrupta e à indiferença social, e culmina num ato sublime de redenção e libertação.
Argumento e Realização: Rafael Xavier Vídeo e Direção de Fotografia: artistatuga
Produção: Rafael Xavier, Eduardo Sousa Música: Rafael Xavier, Eduardo Sousa Letra: Rafael Xavier
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #89
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #89
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Artemis – Song For Abdullah
Max Kochetov – Waltz
Brandee Youngeer – Spirit U Will
Dorothy Ashby – Pawky
Red Garland – We Kiss In A Shadow
Shelly Manne – The Sicks of Us
Bobby Watson – If Bird Could See Me Now
Kenny Clarke – A Night In Tunisia
Giorgio Gaslini – Notturno Blues
Coleman Hawkins & Shelly Manne – Cherokee
Catarina Carvalho Gomes – No Cimo Da Figueira (2023) (álbum) ID
Catarina Carvalho Gomes – No Cimo Da Figueira (2023) (álbum) ID
“NOVAS CANÇÕES DA TERRA” É O DISCO DE ESTREIA DE CATARINA CARVALHO GOMES
“Novas Canções da Terra” é o projeto de estreia da Bracarense Catarina Carvalho Gomes enquanto cantautora. É um disco com uma sonoridade independente, com influências do folk, jazz, pop e fado, priorizando a escrita em português e a voz enquanto instrumento. Na elaboração do disco, colaborou com João Grilo (piano, arranjos), Pedro João (guitarra), Afonso Passos (percussão), Gonçalo Cravinho Lopes (contrabaixo), Teresa Campos (voz) e Hélder Costa (produção musical). A artista multidisciplinar interessa-se pelo trabalho de exploração vocal, aplicado ao teatro, música, pedagogia e linguística. Escreve sobre luto, fascínio, conflito geracional, património e solidão, usando algumas árvores de fruto como pretexto e âncora metafórica, estabelecendo relações entre os ciclos naturais da flora e os ciclos fisiológicos e emocionais do ser humano.
BIOGRAFIA: Catarina Carvalho Gomes nasceu em Braga, 1997. É artista multidisciplinar e interessa-se pelo trabalho de exploração vocal nas áreas da música, teatro, pedagogia e linguística. Formou-se como atriz, na Academia Contemporânea do Espetáculo, e licenciou-se em Ciências da Linguagem, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. É professora de Voz Falada na ACE Famalicão, aliando conhecimentos da Fonética e da Fonologia ao trabalho técnico e criativo do intérprete. Colaborou com os serviços educativos da Orquestra de Jazz de Matosinhos, da Casa da Música e da Braga Media Arts. Foi locutora da Rádio Estação, do Museu da Cidade, e diseuse nas Quintas de Leitura do Teatro Municipal do Porto. Trabalhou com diversos encenadores e companhias tais como Gonçalo Amorim [TEP], Marta Bernardes, Joana Providência, Maria do Céu Ribeiro [Teatro do Bolhão], João Cardoso [ASSéDIO], Nuno Carinhas, Nuno M Cardoso [TNSJ], Circolando, Visões Úteis, Teatro da Didascália e Plataforma do Pandemónio. Dirigiu o musical “Intervalo”, no Theatro Circo, uma produção do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, e encenou o espetáculo “Não Sou Como a Figueira”, da PELE. Em 2021, criou o espetáculo monologal “Diacrítico”, com Pedro Galiza, uma coprodução ASSéDIO e Grua Crua, do qual foi intérprete. Integrou o Ensemble Caleidoscópio, dirigido por Bruno Pernadas, e fez parte do projeto “Frestão” de João Grilo. Gravou voz para o disco “Talkin(g) (A)bout My Generation” de Pedro Lima. Em 2023, lança o disco “Novas Canções da Terra” enquanto cantautora, produzido pela Feto-Espada, estrutura da qual é diretora artística.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #88
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #88
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
DAVID BINNEY – Our Place
AYANDA SIKADE – Mdantsane
MANKUNKU QUARTET – Yakhal’ Inkomo
DUKE ELLINGTON – I’m Beginning to See the Light
WES MONTGOMERY – Four On Six
ROY ELDRIDGE – I Only Have Eyes for You
FRANCO D’ANDREA & GIANLUIGI TROVESI – C’era una strega – c’era una fata
TINO TRACANNA – Misterioso
DON PULLEN – Ah, George, We Hardly Knew Ya
1 Álbum 100 Palavras #10 – The Specials – Too Much Too Young (1979)
1 Álbum 100 Palavras #10 – The Specials – Too Much Too Young (1979)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
The Specials – Too Much Too Young (1979)
“No final da década de 1970, explode o ritmo ska que mistura elementos da música jamaicana com a new wave. The Specials, referência deste género, contribuíram para a fundação da label símbolo do fenómeno ska, a Two Tone Records. O ska inglês difere do mais antigo e relaxado ska jamaicano, casa-se com o punk: a banda participou em inúmeros concertos dos The Clash, com a música de dança e torna-se porta-voz do jovem proletariado britânico. O disco, produzido por Elvis Costello, contém clássicos como Monkey Man e hits como A Message To You Rudy, Do The Dog, Rat Race, Ghost Town”.
Boa escuta!
Prazeres Interrompidos #198: Catch 22 – Joseph Heller (2008)
Prazeres Interrompidos #198: Catch 22 – Joseph Heller (2008)
Catch-22 is a satirical war novel by American author Joseph Heller. He began writing it in 1953; the novel was first published in 1961. Often cited as one of the most significant novels of the twentieth century,[3] it uses a distinctive non-chronological third-person omniscient narration, describing events from the points of view of different characters. The separate storylines are out of sequence so the timeline develops along with the plot. The novel is set during World War II, from 1942 to 1944. It mainly follows the life of antihero Captain John Yossarian, a U.S. Army Air Forces B-25 bombardier. Most of the events in the book occur while the fictional 256th US Army Air Squadron is based on the island of Pianosa, in the Mediterranean Sea west of the Italian mainland, although it also includes episodes from basic training at Lowry Field in Colorado and Air Corps training at Santa Ana Army Air Base in California. The novel examines the absurdity of war and military life through the experiences of Yossarian and his cohorts, who attempt to maintain their sanity while fulfilling their service requirements so that they may return home. The book was made into a film adaptation in 1970, directed by Mike Nichols. In 1994, Heller published a sequel to the novel entitled Closing Time.
Albatroz – Ricardo Vignini & O Gajo (2023) (single) ID
Albatroz – Ricardo Vignini & O Gajo (2023) (single) ID
TERRA LIVRE
ALBATROZ – Primeiro Single
Albatroz é o nome da maior ave marinha que consegue viajar grandes distâncias atravessando continentes e oceanos. É essa travessia que liga a Viola Campaniça do GAJO e a Viola Caipira de Ricardo Vignini. “Albatroz” é também o nome do primeiro single do álbum “Terra Livre” desta dupla Luso Brasileira. A parceria começou em 2022 através do convite d’O Gajo a Vignini para uma participação na faixa “Jangada” do seu álbum “Não Lugar”, a parceria deu certo e os músicos decidiram gravar um álbum inteiro juntos, com a previsão de lançamento para novembro de 2023. Os concertos de lançamento de “Terra Livre” irão acontecer em Dezembro no Brasil na cidade de São Paulo e em Fevereiro em Portugal na cidade de Lisboa.