
Irving Ashby: Perez Prado – Prez (1958)

Irving Ashby: Perez Prado – Prez (1958)

My Noisy Twins – Bite The Bullet (2023) (single)
Sinopse:
“Este novo álbum, o 3⁰ da discografia de My Noisy Twins, apresenta-se como um natural retorno à sua linguagem original. Misturando texturas cinemáticas com um ambiente sombrio e obscuro, “Behind Mist and Morning” é um território sonoro pulsante, onde as vibrações pesadas do dub e do trip hop se encontram com uma expedição sonora étnica e exótica. Uma odisseia onírica e distópica, um filme urbano que nos conduz a um tempo futurista, transitório e impermanente”.
“Behind Mist and Morning”, conta com dois vocalistas convidados, Scúru Fitchádu na faixa 3. “Ninar” e Karlon na faixa 6. “Flan”. A mistura e a masterização ficou a cargo de José Veiga, o design gráfico é de PSTR e as fotos promocionais e a foto da capa são de Mário Jerónimo Negrão. Este projecto foi apoiado pela Fundação GDA, no âmbito do Programa de Apoio à Edição Fonográfica de Intérprete.
Ficha Técnica:
Composição e produção por My Noisy Twins/ Jorge Cunha Machado | linktr.ee/mynoisytwins
Voz e Letra por Scúru Fitchádu na faixa 3. “Ninar” e Karlon na faixa 6. “Flan”.
Podem descobrir e seguir os seus trabalhos a solo em:
Scúru Fitchádu | https://scurufitchadu.bandcamp.com/
Karlon | https://www.karlonkrioulo.com/
Misturado e Masterizado por José Veiga no Miasma Studio | www.miasma-studio.com
Design Gráfico por PSTR | https://diogoesteves.net/
Fotos promocionais por Mário Jerónimo Negrão | https://chamferism.com/

Fumaça #6: Palestina, Histórias de Um País Ocupado Ep. 3: Hebron, o labirinto do apartheid (Série)
DESCRIÇÃO
Em Hebron, há ruas só para colonos, bairros só para colonos, onde os palestinianos não podem passar. Palestinianos e colonos vivem separados por checkpoints em forma de jaula, redes de metal e pano e soldados armados por todo o lado. É nesta cidade que se passa este episódio.
PUBLICADO
quinta-feira, 21 de junho de 2018, 8:00 AM

Prazeres Interrompidos #221: Os Loucos da Rua Mazur – João Pinto Coelho (2017)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Quando as cinzas assentaram, ficaram apenas um judeu, um cristão e um livro por escrever.
Paris, 2001. Yankel – um livreiro cego que pede às amantes que lhe leiam na cama – recebe a visita de Eryk, seu amigo de infância. Não se veem desde um terrível incidente, durante a ocupação alemã, na pequena cidade onde cresceram – e em cuja floresta correram desenfreados para ver quem primeiro chegava ao coração de Shionka. Eryk – hoje um escritor famoso – está doente e não quer morrer sem escrever o livro que o há de redimir. Para isso, porém, precisa da memória do amigo judeu, que sempre viu muito para além da sua cegueira.
Ao longo de meses, a luz ficará acesa na Livraria Thibault. Enquanto Yankel e Eryk mergulham no passado sob o olhar meticuloso de Vivienne – a editora que não diz tudo o que sabe –, virá ao de cima a história de uma cidade que esteve sempre no fio da navalha; uma cidade de cristãos e judeus, de sãos e de loucos, ocupada por soviéticos e alemães, onde um dia a barbárie correu à solta pelas ruas e nada voltou a ser como era.
Na senda do extraordinário Perguntem a Sarah Gross, aplaudido pelo público e pela crítica, o novo romance de João Pinto Coelho regressa à Polónia da Segunda Guerra Mundial para nos dar a conhecer uma galeria de personagens inesquecíveis, mostrando-nos também como a escrita de um romance pode tornar-se um ajuste de contas com o passado.

Lost Train Trio – Diolkos (2023) (single)
Trio de jazz fusão de Lisboa, que procura consolidar uma linguagem comum, na composição dos seus temas, utilizando abordagens experimentais e improvisadas, criando ambientes que referem aos mais distintos estilos que contribuem para a personalidade musical de cada elemento da banda.
BAND BIO
Este projecto reune um grupo de músicos e amigos que partilham gostos musicais semelhantes, como o jazz, a fusão, o blues, a worldmusic, entre outros e, durante o período pandémico, resolveram juntar esforços na exploração de novas ideias, ritmos e sonoridades, formando os Lost Train Trio.
Projecto: Lost Train Trio (jazz/fusão)
Eduardo Faustino: guitarra
Sérgio Ferreira: baixo
Rui Lucena: bateria
www.facebook.com/LostTrainTrio
Instagram @lost_train_trio
youtube.com/@losttraintrio

Coffee Breakz #59 — Lacrimosa Sampled Et Al.
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:

João Roque – The New World Order (Interlude)(2023) (single) Id
Música original do compositor e guitarrista João Roque,
onde se fundem influências do rock e jazz numa estética particular, privilegiando melodias cativantes e ambientes sonoros com forte componente imagética.
João Roque – composição e guitarras
João Capinha – saxofones alto e soprano, flauta e clarinete baixo André Murraças – saxofone tenor
Xico Santos – contrabaixo
João Rijo – bateria e percussão
DESCRIÇÃO DO PROJETO – ROQUE
Este projeto nasceu da vontade do guitarrista João Roque em compor e tocar música original que integrasse as suas influências da música rock e do jazz mas, simultaneamente, envolvesse o lirismo das canções folk e o paisagismo e imagética da música para cinema.
2o DISCO – BRAVE NEW WORLD
O segundo disco reflete um estado de maturação mais avançado do grupo, mais coeso, orgânico e interactivo, fruto das dezenas de concertos desde o primeiro disco, da convivência e do entrosamento musical daí resultante.
Formalmente, a música do grupo afastou-se um pouco do formato “canção” e seguiu na direção de formas musicais diferentes e mais amplas, como a sonata ou a suite.
O crescente interesse pelo arranjo, orquestração musical e desenvolvimento temático contribuíram para o surgimento de composições mais longas e uma estética mais densa, orquestral e holística, com vários temas a constituírem o todo.
Também a exploração de outros instrumentos, e especificamente da amplitude de registo de cada um deles, tornou-se parte integrante da música como veículo de expressão artística, onde as texturas tímbricas dos instrumentos se assumiram como características das personagens musicais. O carácter lírico das melodias permaneceu, no entanto, inalterável.
Conceptualmente, a música e a arte gráfica deste disco procuraram musicar uma realidade onírica distópica, algo obscuro e misterioso que não se percebe se é real ou imaginado, como proveniente dum sonho/pesadelo.
Porventura influenciado pela súbita e drástica realidade pandémica em 2020, e claramente influenciado pelos livros de Aldous Huxley, George Orwell, William Golding, mas também pelas realidades imagéticas de séries como Westworld, Black Mirror, Handmaid’s Tale, e de filmes como Laranja Mecânica, Shining e Eyes Wide Shut
de Stanley Kubrick, Lost Highway e Mulholland Drive de David Lynch, Fight Club e O Jogo de David Fincher, ou Shutter Island de Martin Scorsese, entre outras referências, esta música foi inspirada pela linha ténue que pode existir entre a realidade/sonho, e a capacidade de criação e gestão artística dessa dúvida no espectador.
Atualmente ambos os discos encontram-se disponíveis em joaoroque.bandcamp.com e nos principais canais de streaming: iTunes, Deezer, Spotify, Tidal, Google Play, Amazon, etc.

Mary’s Bean – Rage (2023) (single)
“Rage” é o terceiro single dos Mary’s Bean e define o ritmo para a edição do seu disco de estreia.
Após o lançamento dos dois primeiros singles, “Via Town” e “Just a Process”, os leirienses Mary’s Bean acabam de disponibilizar o terceiro single em antevisão ao seu disco de estreia, agendado para 2024.
“Rage”, como o nome indica, fala sobre raiva – e a forma como nos deixamos levar quando estamos de cabeça quente e o êxtase dessa emoção nos faz tomar ações que, se estivéssemos sãos, não as faríamos. “Podemos sentir isso na música: do momento em que estamos eufóricos até quando tudo cai pelas mãos, mas ainda assim deixamo-nos sucumbir pelos maus pensamentos, voltando outra vez para o mesmo ciclo de autodestruição”, sublinha Filipe Cordeiro, vocalista e guitarrista dos Mary’s Bean.
Na intenção de desconstruir a sociedade, focando-se na inquietação como motor para uma consciência coletiva em relação aos problemas atuais, o trio composto por Filipe Cordeiro (voz e guitarra), Rafael Santos (bateria) e Hélio Major (baixista) prepara-se para deixar a sua marca com a edição do seu disco de estreia, centrado em influências muito características e vincadas no grunge, punk e prog.
“Rage” está disponível, digitalmente, a partir de 6 de dezembro.
Créditos:
Filipe Cordeiro: Guitarra/Voz Principal/ Letra
Hugo Santos: Baixo
Rafael Santos: Bateria/ Backing Vocals
Helio Major: Backing Vocals
Gravação e captação por: 2495 Dois Quatro Nove Cinco
Mix/Master: Guilherme Salvador

Cultoras #27 (3ª Temporada) – Colombalá Cantautora
Soy la Nefelibata
cazando lo sueños.
Soy la mar inagotable
rugiendo su lucha.
Balas nos corrompen
y eso es lo normal,
lo absurdo en este mundo es soñar…
“La Nefelibata”, Fragmento.
Joven cantautora, instrumentista, arreglista y productora, su prolífera creatividad la ha llevado a destacarse en la nueva escena de la trova hecha en Chile. Integrante de la Cantoría Popular de Mujeres y formada por grandes maestros y maestras, entre quienes destaca la pianista y cantautora Paz Mera, su trabajo bilingüe y original transita géneros, lenguajes poéticos y estilos sonoros diversos. Desde su guarida creativa en la Comunidad Ecológica de Peñalolén, decenas de canciones permiten recorrer los sueños y la singular mirada de mundo de ColombaLá.
Contactos:
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https://www.facebook.com/profile.php?id=100011242425050
IG
https://www.instagram.com/colombala_cantautora_/?hl=es
Youtube
https://www.youtube.com/@colombala97
SoundCloud
https://soundcloud.com/colombala-cantautora

Prazeres Interrompidos #220: G-Man – J. Edgar Hoover and the Making of the American Century (2022)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
A major new biography of J Edgar Hoover that draws from never-before-seen sources to create a groundbreaking portrait of a colossus who dominated half a century of American history and planted the seeds for much of today’s conservative political landscape.
We remember him as a bulldog–squat frame, bulging wide-set eyes, fearsome jowls–but in 1924, when he became director of the FBI, he had been the trim, dazzling wunderkind of the administrative state, buzzing with energy and big ideas for reform. He transformed a failing law-enforcement backwater, riddled with scandal, into a modern machine. He believed in the power of the federal government to do great things for the nation and its citizens. He also believed that certain people–many of them communists or racial minorities or both– did not deserve to be included in that American project. Hoover rose to power and then stayed there, decade after decade, using the tools of state to create a personal fiefdom unrivaled in U.S. history.
Beverly Gage’s monumental work explores the full sweep of Hoover’s life and career, from his birth in 1895 to a modest Washington civil-service family through his death in 1972. In her nuanced and definitive portrait, Gage shows how Hoover was more than a one-dimensional tyrant and schemer who strong-armed the rest of the country into submission. As FBI director from 1924 through his death in 1972, he was a confidant, counselor, and adversary to eight U.S. presidents, four Republicans and four Democrats. Franklin Roosevelt and Lyndon Johnson did the most to empower him, yet his closest friend among the eight was fellow anticommunist warrior Richard Nixon. Hoover was not above blackmail and intimidation, but he also embodied conservative values ranging from anticommunism to white supremacy to a crusading and politicized interpretation of Christianity. This garnered him the admiration of millions of Americans. He stayed in office for so long because many people, from the highest reaches of government down to the grassroots, wanted him there and supported what he was doing, thus creating the template that the political right has followed to transform its party.
G-Man places Hoover back where he once stood in American political history–not at the fringes, but at the center–and uses his story to explain the trajectories of governance, policing, race, ideology, political culture, and federal power as they evolved over the course of the 20th century.

1 Álbum 100 Palavras #21: The Beatles – Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (1967)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

Terror Gaivota #8
Autor: Carlos Talhamares
Art Work: João Belga
Descrição:
Uma abordagem ao paronama musical do século XX, onde artistas convergem numa cadência musical e opinativa. Através de narrativas literárias e comentários satíricos, estes personagens elaboram, criam e criticam o status político e social num quotidiano nacional e internacional.
Tracklist: