Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
ILARIA CAPALBO – Beloved
ANDREW CYRILLE WILLIAM PARKER ENRICO RAVA – Overboard
JOHN COLTRANE – A Love Supreme Part II – Resolution
MTUME – Kamili
GARY BURTON & CHICK COREA – Bud Powell
GIL EVANS – Las Vegas Tango
GIANLUIGI TROVESI CESARE MARCHINI & FILARMONICA DI SAMPIERDARENA – Her Cab
CHICK WEBB – Stompin’ At The Savoy
JOE HENDERSON – Ask Me Now
Fatspoon – Na Feira (feat. Edu Mundo, Bruna Moreira) (2023) (single)
Fatspoon – Na Feira (feat. Edu Mundo, Bruna Moreira) (2023) (single)
Fatspoon teve a típica génese de uma banda de amigos que partilhava o gosto por música instrumental (2018). No espaço de um ano, este trio duplicou-se e começou assim a aproximar-se da sua identidade atual, porém, esta formação acabou por fragmentar-se, o que transformou o processo criativo da banda. Este passou a ser mais conceptual, baseado nas maquetes compostas por Miguel Pinto (baixo). Posteriormente polidas na sala de ensaio por Gonçalo Palmas (teclado) e Zandré Dinis (bateria), foi complementado por Pedro Nadais (guitarra) e Tiago Pinto (guitarra) (2020).
Por influência de André Indiana (2021), que viria a ser o produtor do álbum, esta visão alargou passando a contemplar canções e letras. Desta necessidade nasce a sinergia com Edu Mundo (Fogo Fogo, Cordel), e da mesma forma se acolheu o contributo vocal da Helena Neto (Expensive Soul).
Esta base acabou por definir o processo de produção deste segundo álbum, que se dividiu em temas que individualmente pediam contribuições especificas. Foram beber à irreverência de David Bruno, ao tropicalismo de Tiago Nacarato, aos conceitos de Edu Mundo e à entrega de Jake Miagra. Da mesma maneira incorporamos a energia de Helena Neto, o timbre de Bruna Moreira e a perícia de Zé Nuno.
O álbum desenvolvido ao longo dos últimos dois anos é composto por oito faixas, sendo duas destas instrumentais. Para além das participações já mencionadas, conta ainda com um solo de Hammond de João Salcedo, um quarteto de cordas e uma secção de sopros composta por Samuel Silva, João Seco e João Sousa (Marta Ren).
No ano de 2020, a banda editou somente em formato fisico, um disco de música instrumental, “Mushgrooves”.
Neste momento, Agosto de 2023, conhecem-se quatro singles de Fatspoon. O primeiro, “James Jamon” foi lançado em 2020.
Já englobados no lançamento do novo disco “Pensei ser Sensei”, foram lançados “Erótico & Sensual” em colaboração com David Bruno, “Domingo não estou” com participação de Helena Neto nas vozes, e “Na Feira” com participação de Edu Mundo e Bruna Moreira.
Fatspoon trazem-nos assim o seu segundo longa duração, “Pensei ser Sensei” que sairá nos próximos meses.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #86
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #86
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
JORGE ROSSY – Maybe Tuesday
CRISTINA MAZZA – Snake Out
LENNIE TRISTANO – East Thirty-Second
LENNIE TRISTANO – These Foolish Things
MAHAVISNU ORCHESTRA WITH JOHN MCLAUGHLIN – Dawn
KEITH JARRETT – The Song is You
BENNY GOODMAN – Don’t Be That Way
QUINCY JONES – Peep-Freak Patrol Car
RAY CHARLES – In The Heat Of The Night
CECILE MCLORIN SALVANT – Visions
Italiani all’estero
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #85
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #85
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Fatspoon – Domingo Não Estou (feat. Helena Neto) (2023) (single)
Fatspoon – Domingo Não Estou (feat. Helena Neto) (2023) (single)
Fatspoon teve a típica génese de uma banda de amigos que partilhava o gosto por música instrumental (2018). No espaço de um ano, este trio duplicou-se e começou assim a aproximar-se da sua identidade atual, porém, esta formação acabou por fragmentar-se, o que transformou o processo criativo da banda. Este passou a ser mais conceptual, baseado nas maquetes compostas por Miguel Pinto (baixo). Posteriormente polidas na sala de ensaio por Gonçalo Palmas (teclado) e Zandré Dinis (bateria), foi complementado por Pedro Nadais (guitarra) e Tiago Pinto (guitarra) (2020).
Por influência de André Indiana (2021), que viria a ser o produtor do álbum, esta visão alargou passando a contemplar canções e letras. Desta necessidade nasce a sinergia com Edu Mundo (Fogo Fogo, Cordel), e da mesma forma se acolheu o contributo vocal da Helena Neto (Expensive Soul).
Esta base acabou por definir o processo de produção deste segundo álbum, que se dividiu em temas que individualmente pediam contribuições especificas. Foram beber à irreverência de David Bruno, ao tropicalismo de Tiago Nacarato, aos conceitos de Edu Mundo e à entrega de Jake Miagra. Da mesma maneira incorporamos a energia de Helena Neto, o timbre de Bruna Moreira e a perícia de Zé Nuno.
O álbum desenvolvido ao longo dos últimos dois anos é composto por oito faixas, sendo duas destas instrumentais. Para além das participações já mencionadas, conta ainda com um solo de Hammond de João Salcedo, um quarteto de cordas e uma secção de sopros composta por Samuel Silva, João Seco e João Sousa (Marta Ren).
No ano de 2020, a banda editou somente em formato fisico, um disco de música instrumental, “Mushgrooves”.
Neste momento, Agosto de 2023, conhecem-se quatro singles de Fatspoon. O primeiro, “James Jamon” foi lançado em 2020.
Já englobados no lançamento do novo disco “Pensei ser Sensei”, foram lançados “Erótico & Sensual” em colaboração com David Bruno, “Domingo não estou” com participação de Helena Neto nas vozes, e “Na Feira” com participação de Edu Mundo e Bruna Moreira.
Fatspoon trazem-nos assim o seu segundo longa duração, “Pensei ser Sensei” que sairá nos próximos meses.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #84
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #84
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Jim Snidero – Now’s the Time
Charles Lloyd & The Marvels – Dismal Swamp
Irreversibile Entanglements – Keys to Creation
Bheki Mseleku – Transcendence
Esperanza Spalding – Formwela 4
Costanza Alegiani – It Ain’t Me Babe
Arturo O’Farrill – Dreaming In Lions: How I Love
Chick Corea – In a Sentimental Mood
James Brandon Lewis – Archimedean
Floating Points, Pharoah Sanders, London Symphony Orchestra – Promises 1
Earl Hines & Paul Gonsalves – It Don’t Mean A Thing If It Ain’t Got That Swing!
Mariana Guimarães – Espera (2023) (single) ID
Mariana Guimarães – Espera (2023) (single) ID
Mariana Guimarães apresenta álbum de estreia “Alguém me leve” é revelado dia 6 de Outubro
género: fado, pop, cantautor, música do mundo
“Vou apresentar o meu álbum de estreia, ‘Alguém me leve’. Este disco foi chegando depois de um longo percurso a trabalhar em intervenção social e desenvolvimento pessoal que me levou a entregar-me por inteiro à arte como casa e como asas para explorar um mundo mais feliz. ‘Alguém me leve’ é uma viagem às entranhas da alma e do ser humano. Um abrir de uma gaveta que afinal é porta, seguir em frente e deixar que os sonhos nos levem pela mão. Sem limites de idade, as canções, com influências pop, música portuguesa e do mundo, dão sentido ao que parece não ter, agradecem, celebram, e despertam para a substância da vida.” – Mariana Guimarães
A anteceder a edição do álbum, no dia 29 de Setembro Mariana Guimarães dá a conhecer o single “Espera”. “Alguém me leve”
Ficha técnica Mariana Guimarães (letras, músicas, e voz); João Só e Suave (Contemplei, Espera, Fado Liberdade, Magia da Vida, Eu estou aqui, Alguém me leve: gravação, produção, instrumentos, mistura); Manel Ferreira (Do Mar para a Terra: composição, guitarras, coros, gravação e produção); Iúri Oliveira (Do Mar para a Terra: composição, percussão, coros, gravação, e produção); Paulo Lourenço (Do Mar para a Terra: mistura e masterização); John Jesus (Bora e Casa: gravação, produção, mistura e masterização no Rebirth Studio; Bora: guitarra, baixo, percussão; Casa: bateria, baixo, guitarra, teclas); Nuno Gabriel (Bora: piano), Kerry Edwards (Bora: bateria), Pedro de Faro (Casa: guitarra portuguesa), João Nero (Casa: congas); Loud Mastering (masterização do álbum)
Edição: 6 de Outubro 2023 Mariana Guimarães vai apresentar o disco ao vivo 28 Setembro, Biblioteca Operária Oeirense – “Para além do óbvio: pré-lançamento conversado do disco Alguém me leve” 14 Outubro, 17h00 | FNAC Almada 15 Outubro, 17h00 | FNAC Oeiras 21 Outubro, 17h00 | FNAC Vasco da Gama 22 Outubro, 17h00 | FNAC Alfragide 29 Outubro, 17h00 | FNAC Évora 26 Novembro, 18h00 | Teatro Ibérico em Lisboa
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #83
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #83
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
June Christy – The Merriest
Lyle Mays – Eberhard
John Zorn – Tharsis
Danilo Blaiotta – The Meeting
McCoy Tyner – Passion Dance
Louis Armstrong – Sweethearts on Parade
Hampton Hawes – Sonora
Red Norvo & Tal Farlow – Take the “A” train
Stefano Bollani – Heaven On Their Minds
Alicia Keys – Is It Insane
Kumpania Algazarra – Histórias E Raízes (2023) (álbum) (entrevista)
Kumpania Algazarra – Histórias E Raízes (2023) (álbum) (entrevista)
Entrevista com: Trinta (Voz e Sax de Kumpania Algazarra) Autor: Francesco Valente
O novo single dos Kumpania Algazarra chama-se “Olhó Burro” e é inspirado na história de um mundo em que os valores se vão perdendo. Neste tema, o animal surge como sátira às relações entre as pessoas, que umas vezes enganam e outras são enganadas. A certa altura, o “burro” passa a usar fato e gravata, tem uma maior preocupação com a imagem, mas não deixa de representar uma perda de confiança crescente que nos rodeia a todos.
Este tema conta com a participação especial de Rui Carvalho, amigo de longa data do colectivo, que é também cantor, acordeonista, teclista e compositor. A banda decidiu desafiá-lo a participar neste tema, com raízes mais populares, mas onde facilmente encontramos a energia contagiante dos Kumpania Algazarra.
A música do coletivo Algazarra sempre viajou pelos quatro cantos do mundo e nunca teve receio de se misturar com géneros e sonoridades diferentes. O novo single representa mais uma dessas viagens, desta vez mais perto de casa, com Rui Carvalho como convidado.
DISCO HISTÓRIAS E RAÍZES
Os Kumpania Algazarra estão de volta com um novo disco, que dá o mote para as celebrações dos seus 20 anos de carreira, que se assinalam em 2024.
Histórias e Raízes é o décimo disco do coletivo Kumpania Algazarra e é um álbum que conta diversas histórias, algumas comuns a todos nós, outras vividas pela banda ao longo da sua já preenchida carreira.
Este novo disco está também ligado às “nossas” raízes, no sentido multicultural do termo. Os temas mostram que não há barreiras para os Kumpania Algazarra, que viajam entre o tradicional e o hip hop, o fado e a música popular, o balkan e o rock, sem nunca abdicar do cunho particular que os caracteriza.
Histórias e Raízes conta com a participação de vários convidados, que representam uma diversidade sonora, como o rapper do Zimbabué, Synik, JP Simões, Célia Ramos, Estraca e Jaqueline Carvalho nas vozes, Tiago Morna na guitarra portuguesa, Rui Carvalho nas vozes e acordeão, Carlos Godinho na guitarra, Marcelo Almeida na gaita de foles, Nuno Salvado no acordeão, o sérvio Dejvid Bajramovic e o macedônio Isidor Zecirovic nos trompetes. Esta mescla de participações resulta num disco multicultural que assinala a maturidade de uma banda com 20 anos de história.
Os concertos de apresentação do novo álbum arrancam na Finlândia, onde nos dias 20 e 21 de Outubro a banda marca presença no Oktoberfest, que se realiza em duas cidades diferentes. Em Portugal, a estreia do álbum ao vivo acontece em Lisboa, a partir das 22h do dia 26 de outubro, no B.Leza e os bilhetes podem ser comprados aqui.
Os Kumpania Algazarra são uma das bandas portuguesas mais festivas, seja em palco ou nas ruas. Já viajaram várias vezes pelo mundo e o seu trabalho é representativo dessas vivências. A sua formação eclética reflete-se na sonoridade que lhes é tão própria. Acima de tudo, o coletivo Algazarra é conhecido pela energia inesgotável e contagiante em que se envolvem nos seus concertos, partilhando sempre as suas mensagens em modo de celebração.
A tour que agora começa com o lançamento de Histórias e Raízes assinala os 20 anos de carreira dos Kumpania Algazarra, que prometem continuar a criar histórias em inevitáveis regressos e novos encontros!
Kumpania Algazarra – Olhó Burro (2023) (single)
Kumpania Algazarra – Olhó Burro (2023) (single)
O novo single dos Kumpania Algazarra chama-se “Olhó Burro” e é inspirado na história de um mundo em que os valores se vão perdendo. Neste tema, o animal surge como sátira às relações entre as pessoas, que umas vezes enganam e outras são enganadas. A certa altura, o “burro” passa a usar fato e gravata, tem uma maior preocupação com a imagem, mas não deixa de representar uma perda de confiança crescente que nos rodeia a todos.
Este tema conta com a participação especial de Rui Carvalho, amigo de longa data do colectivo, que é também cantor, acordeonista, teclista e compositor. A banda decidiu desafiá-lo a participar neste tema, com raízes mais populares, mas onde facilmente encontramos a energia contagiante dos Kumpania Algazarra.
A música do coletivo Algazarra sempre viajou pelos quatro cantos do mundo e nunca teve receio de se misturar com géneros e sonoridades diferentes. O novo single representa mais uma dessas viagens, desta vez mais perto de casa, com Rui Carvalho como convidado.
DISCO HISTÓRIAS E RAÍZES
Os Kumpania Algazarra estão de volta com um novo disco, que dá o mote para as celebrações dos seus 20 anos de carreira, que se assinalam em 2024. Histórias e Raízes é o décimo disco do coletivo Kumpania Algazarra e é um álbum que conta diversas histórias, algumas comuns a todos nós, outras vividas pela banda ao longo da sua já preenchida carreira.
Este novo disco está também ligado às “nossas” raízes, no sentido multicultural do termo. Os temas mostram que não há barreiras para os Kumpania Algazarra, que viajam entre o tradicional e o hip hop, o fado e a música popular, o balkan e o rock, sem nunca abdicar do cunho particular que os caracteriza.
Histórias e Raízes conta com a participação de vários convidados, que representam uma diversidade sonora, como o rapper do Zimbabué, Synik, JP Simões, Célia Ramos, Estraca e Jaqueline Carvalho nas vozes, Tiago Morna na guitarra portuguesa, Rui Carvalho nas vozes e acordeão, Carlos Godinho na guitarra, Marcelo Almeida na gaita de foles, Nuno Salvado no acordeão, o sérvio Dejvid Bajramovic e o macedônio Isidor Zecirovic nos trompetes. Esta mescla de participações resulta num disco multicultural que assinala a maturidade de uma banda com 20 anos de história.
Os concertos de apresentação do novo álbum arrancam na Finlândia, onde nos dias 20 e 21 de Outubro a banda marca presença no Oktoberfest, que se realiza em duas cidades diferentes. Em Portugal, a estreia do álbum ao vivo acontece em Lisboa, a partir das 22h do dia 26 de outubro, no B.Leza e os bilhetes podem ser comprados aqui.
Os Kumpania Algazarra são uma das bandas portuguesas mais festivas, seja em palco ou nas ruas. Já viajaram várias vezes pelo mundo e o seu trabalho é representativo dessas vivências. A sua formação eclética reflete-se na sonoridade que lhes é tão própria. Acima de tudo, o coletivo Algazarra é conhecido pela energia inesgotável e contagiante em que se envolvem nos seus concertos, partilhando sempre as suas mensagens em modo de celebração.
A tour que agora começa com o lançamento de Histórias e Raízes assinala os 20 anos de carreira dos Kumpania Algazarra, que prometem continuar a criar histórias em inevitáveis regressos e novos encontros!
Prazeres Interrompidos #197: Rooms of Their Town – Alex Johnson (2022)
Prazeres Interrompidos #197: Rooms of Their Town – Alex Johnson (2022)
Prazeres Interrompidos Autor: Octavio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Rooms of Their Town – Alex Johnson (2022)
Rooms of Their Own travels around the world examining the unique spaces, habits and rituals in which famous writers created their most notable works.
The perennial question asked of all authors is, ‘How do you write?’ . What do they require of their room or desk? Do they have favourite pens, paper or typewriters? And have they found the perfect daily routine to channel their creativity? Crossing centuries, continents and genres, Alex Johnson has pooled 50 of the best writers and transports you to the heart of their writing rooms – from attics and studies to billiard rooms and bathtubs.
Discover the ins and outs of how each great writer penned their famous texts , and the routines and habits they perfected . Meet authors who rely on silence and seclusion and those who need people, music and whisky. Meet novelists who travel half-way across the world to a luxury writing retreat, and others who just need an empty shed at the bottom of the garden. Some are particular about pencils, inks, paper and typewriters, and some will scribble on anything – including the furniture. But whether they write in the library or in cars, under trees, private islands, hotel rooms or towers – each of these stories confirms that there is no ‘best way’ to write.
From James Baldwin, writing in the small hours of the morning in his Paris apartment, to DH Lawrence writing at the foot of a towering Ponderosa pine tree, to the Brontë sisters managing in a crowded co-working space, this book takes us into the lives of some of history’s greatest ever writers, with each writing space illustrated in evocative watercolour by James Oses.
In looking at the working lives of our favourite authors, bibliophiles will be transported to other worlds , aspiring writers will find inspiration and literature fans will gain deeper insight into their most-loved authors.
Instrumentalities and Audible Volitions de Luís Bittencourt
Percussion is an art in which sonic plurality is celebrated, and the notion of a musical instrument is constantly challenged and reconfigured. Instrumentality —the potential of something to be used as a musical instrument— is a concept that permeates the original works on this album, revealing my fascination with the sound universe of materials, objects, places, and situations.
Directionlessness pays homage to the creative minds of Peter Ablinger and Morton Feldman, exploring dripping sonorities over glass objects in dialogue with the vibraphone. Memórias Líquidas features the waterphone in the rhythm of the South American dance known as “Chacarera” and the “bombo legüero”. Dark and Distant, originally composed for solo marimba, is a song without words that is presented in a new arrangement on this record. Similarly, Maurice Ravel’s mysterious piano piece Le Gibet is presented here in a multi-instrumental soloist arrangement. Finally, Juvenal is a tribute to the incomparable Naná Vasconcelos and was created from improvisations with water, gourds, and berimbau. Acknowledgments: Tatiana Vargas and Benjamin Vargas Bittencourt, Ana Bittencourt, Rodolfo Cardoso, Bárbara Santos, David Matos, Diogo Carvalhosa, Filipe Lopes, Emanuel Pereira, Carlos Lopes, Enrico Bertelli and everyone who contributed to this work.
créditos lançado em 25 de abril de 2023
Produced by Luís Bittencourt and Rodolfo Cardoso. Recorded at Arda Recorders in March 2023, Porto, Portugal. Recording Engineer: Rodolfo Cardoso Assistant Recording Engineer: Bárbara Santos Edited and Mixed by Rodolfo Cardoso and Luís Bittencourt Mastering: Rodolfo Cardoso and Miguel Pinheiro Marques Graphic Design: David Matos Original Photography: Paulo Cunha Martins Executive Producer: Tatiana Vargas Artistic Director: Luís Bittencourt Funded by Garantir Cultura, República Portuguesa. licença todos os direitos reservados