Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
The Cookers – AKA Reggie
Art Blakey – Dat Dere
Leo Wadada Smith – Rocket
James Brandon Lewis – Lowlands of Sorrow
Groover Washington Jr. – Ain’t No Sunshine – Better Days (Theme From Man And Boy)
Modern Jazz Quartet – Milano
Sonny Rollins & Coleman Hawkins – All The Things You Are
Martial Solal & Lee Konitz – What is this thing called Love
Charlie Parker – Quasimodo
Sheila Jordan – It Don’t Mean a Thing (It It Ain’t Got That Swing)
João Couto – Caixas (2023) (single) ID
João Couto – Caixas (2023) (single) ID
JOÃO COUTO APRESENTA O NOVO SINGLE “CAIXAS” E COMEÇA A DIGRESSÃO “CANÇÕES SOBRE O MEU CARRO E O MEU QUARTO”
João Couto apresenta o novo single “Caixas”, numa altura em que começa a digressão do espectáculo Canções Sobre o Meu Carro e o Meu Quarto, que tem o ponto de partida em Chaves, dia 16 de Setembro, no espaço Sala Amarela.
O novo tema, “Caixas”, é uma canção pop que fala sobre o complicado processo de deixar o passado para atrás após o fim de uma relação. Produzida por S. Pedro e com autoria de João Couto, esta canção marca um novo capítulo na carreira do músico. Segundo o músico “Foi inspirada num Verão em que testemunhei vários fins de relação no meu grupo de amigos e num dia em particular, numa mudança de casa de uma amiga, em que uma coisa que ela me disse chamou-me a atenção. Quando eu ia começar a pegar numa caixa com plantas ela disse-me “cuidado, essa é a MINHA orquídea”. A forma como ela frisou isso, como as coisas dela tinham essa importância por muito pequenas que fossem, como a personalidade e as memórias dela estavam agarradas a tudo o que estávamos a tirar daquele T0 mexeu comigo. Esta coisa de dar uma dimensão humana e pessoal aos objetos foi algo que me inspirou, e esta canção reflete sobre tudo o que levamos connosco quando algo que nos define tanto (neste caso, uma relação) acaba, e obviamente não se encerra apenas nos objetos. Comecei a tocar a canção em showcases e concertos meus e era sistematicamente das mais bem recebidas e acarinhadas e a decisão de a lançar assim foi inevitável.”
A digressão será uma viagem pelos temas mais íntimos dos discos do cantor e compositor nortenho, numa busca de sinergia e proximidade com o público. Neste espetáculo Canções Sobre o Meu Carro e o Meu Quarto, João Couto “pretende reinventar num formato intimista canções que escrevi e não só, apresentar em primeira mão música nova, sobre a premissa que todas as minhas canções (ou grande parte delas) tem uma temática comum, a do espírito de descoberta e fuga, personificado pela imagem do carro, e a intimidade e introspeção, personificada pela imagem do quarto”.
No dia 16 de Setembro a digressão começa em Chaves, na Sala Amarela; o músico segue depois para Argoncilhe (Santa Maria da Feira) no dia 21 de Outubro. Em Novembro é a vez de Lisboa, onde atua no dia 17 no Auditório Carlos Paredes. Dia 3 de Dezembro o músico sobe ao palco do Novo Ático, Coliseu Porto Ageas.
Nesta digressão não vão faltar os êxitos radiofónicos do músico como “Canção Só” e “Os Meus Amigos”. Haverá espaço também para temas mais pessoais do seu álbum de estreia Carta Aberta (2018) e do aclamado sucessor Boa Sorte(2021), para além de músicas que escreveu ou partilhou com artistas de renome nacional, tais como Ana Bacalhau, Os Azeitonas, Perpétua, Samuel Úria, Tomás Adrião, entre outros.
De destacar ainda a participação de João Couto no Sofar Sounds, no dia 30 de Setembro, num concerto secreto no Porto. A Sofar Sounds é uma plataforma mundial que organiza performances em locais secretos e publica as mesmas no canal de Youtube.
O músico cujo último disco de originais, lançado em 2021, “Boa Sorte”, foi considerado um dos álbuns do ano por alguns meios de comunicação social, segue assim para a estrada com aquela que promete ser a sua digressão mais confessional e marcante até à data.
17 Novembro, 21h30 – Lisboa (Auditório Carlos Paredes) – BILHETEIRA
3 Dezembro, 19h – Porto (Novo Ático – Coliseu do Porto) – BILHETEIRA
Radio Is A Foreign Country #7 – AMAZONIA 025
Radio Is A Foreign Country 025 – AMAZONIA
Night Music of the Amazonian Lowlands – RIAFC 025
Catfish trumpets, chainsaws, bullroarers, haunting flute ensembles and voice distorters from the Río Negro, Orinoco, and Upper Xingu; Yanomami shamans snorting hallucinogenic snuff, shrieking and growling, sneezing and spitting, hocking up phlegm (lots of phlegm), and mumbling secret spirit languages into the night; a lush 1980s Italian experimental collage of Amazonian field recordings & electronic sounds, and more.
PLAYLIST
Kulirrina Trumpets, Wakuenai. Recorded by Jonathan Hill at Gavilán, Río Guainía, Venezuela [The Archive of Indigenous Languages of Latin America, University of Texas at Austin, 1981].
Double Duet of Yapurutú and Tsikota Flutes. Recorded by Jonathan Hill at Gavilán, Río Guainía, Venezuela [The Archive of Indigenous Languages of Latin America, University of Texas at Austin, 1981].
Ritual & Seasonal Initiation Night Music, #4, #1, and #3. L’Expedition Orenoque Amazone, 1948-1950. Recorded by Pierre Gaisseau [Musée de l’Homme, 1953].
The Bark Horns of the Piaroa (Caña Fruta, Upper Orinoco). World Library of Folk and Primitive Music, Vol.9: Venezuelan Folk and Aboriginal Music. Recorded by Pierre Gaisseau [Columbia, 1954].
Deforestation, Amazonian Loggers. Amazonie: Contes Sonores [Archives Internationals de Musique Populaire, Musée d’Ethnographie de Geneve, and Disques VDE-GALLO, 2016]. Agua (Outro Xingu) & Flautas (Upper Xingu, Mato Grosso, Brazil), Povo Mehinako [Collection Petites Planètes, 2017].
Aije: The Sound of the Bull Roarers. Brazil: Bororo World of Sound. Recorded by Ricardo Canzio [Folkways, 1989].
Urua, Kamayura (Upper Xingu, Mato Grosso, Brazil). Indiens et Animaux Sauvages d’Amérique du Sud. Recorded by Richard Chapelle, 1963-1975 [Unidisc, 1977].
Yakwa: The Banquet of Spirits (excerpt). Directed by Virgínia Valadão. [Centro de Trabalho Indigenista, 1995].
Ambience du Yaunkwá, Ronde, Ronde Instrumentale & Dialogue of the Voice Distorters, the Enauené-Naué. Brésil: Enauené-Naué et Nhambiquara du Ma [Archives Internationales de Musique Populaire, Musée d’Ethnographie de Geneve, and Disques VDE-GALLO 1994].
Ritual Flutes of the Kitaunhlú I, the Nhambiquara. Brésil: Enauené-Naué et Nhambiquara du Ma [Archives Internationales de Musique Populaire, Musée d’Ethnographie de Geneve, and Disques VDE-GALLO 1994].
Social Dance Song, Female Jivaro Singer. Music of the Jivaro of Ecuador. Recorded by Michael J. Harner [Folkways Records, 1972].
Distant Snail-Shell Flute. Music of the Tukano and Cuna Peoples of Colombia. Recorded by Brian Moser & Donald Tayler (Rogue Records, 1987).
Children’s Songs & Musical Bow. Indianmusik Från Colombia. Recorded by Lars Persson (MNW, 1973).
Caberima Nights & Tayari-Teri – Shamans Healing (#1 & #2), the Yanomami. Lost Shadows: In Defence Of The Soul (Yanomami Shamanism, Songs, Ritual). Recorded on location in southern Venezuela by David Toop. Sub Rosa.
Amazonia 6891 (excerpts), Pit Piccinelli, Fred Gales & Walter Maioli (Sound Reporters, 1986).
Pêche, mort et séduction (excerpt). Recorded by M. P. Baumann. Mixed by Nicolas Field. Amazonie: Contes Sonores [Archives Internationals de Musique Populaire, Musée d’Ethnographie de Geneve, and Disques VDE-GALLO, 2016].
La chasse et la Guerre (excerpt). Recorded by M. Lewy. Mixed by Nicolas Field. Amazonie: Contes Sonores [Archives Internationals de Musique Populaire, Musée d’Ethnographie de Geneve, and Disques VDE-GALLO, 2016].
Amazonia Catfish Trumpets Shamanism Electronic
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #81
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #81
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Ella Fitzgerald – Can’t Buy Me Love
Esperanza Spalding – Formwela 1 e 11
Harold Mabern – Naima
Barry Harris – Soultrane
Mike Pride – Corporate Death Burger
Pat Metheny – Travels
Paul Desmond & Gerry Mulligan – Blues in Time
Martial Solal – Softly as in a Morning Sunrise
Duke Ellington – Lady Mac
Count Basie – Michelle
Too Many Suns – My Baby Goodbye (2023) (single)
Too Many Suns – My Baby Goodbye (2023) (single)
TOO MANY SUNS ANUNCIAM NOVO SINGLE Depois de Gold, os lisboetas Too Many Suns trazem-nos o segundo single do seu próximo álbum “Reverie”. A nova música My Baby Goodbye é uma alegoria sobre ser feliz num mundo que está a desabar: Dois amantes partilham o seu amor, bebendo um chá numa sala a média-luz, indiferentes ao mundo que se esvai para lá das suas paredes
Será a 22 de Setembro que a banda formada por Hugo Hugon (voz/guitarra), João Cardoso (bateria), Vasco Rato (baixo) e agora também acompanhada por Simão Reis (guitarra/teclas) estreia o seu novo single My Baby Goodbye. A banda conta-nos: “Hoje, quando vemos notícias deparamo-nos com bombas a cair, um clima em ebulição e uma economia destrutiva. Não obstante, há certas (não tão) pequenas coisas que ninguém nos pode tirar. My Baby Goodbye é uma sátira e um ensaio sobre como podemos ser felizes mesmo quando ‘the world is going down’. Para esta música, imaginámos dois amantes numa confortante sala a meia-luz, partilhando o seu amor enquanto bebem um chá. O amor pode ser suficiente mesmo quando temos que dizer ‘Goodbye’.
Este é o segundo single editado pela Reverie Records, agora com o apoio da Indie Music PT, e poderá ser visto e ouvido nas plataformas habituais em https://linktr.ee/toomanysuns e na webpage da Indie Music PT
Produzido nos Waahs Studios por Ulpiano Capalbo e masterizado por André Isidro, My Baby Goodbye é o primeiro de uma série de singles que antevêem a edição do próximo álbum, com previsão de lançamento para meados de 2024.
Este é o segundo single editado pela Reverie Records, agora com o apoio da Indie Music PT, e poderá ser visto e ouvido nas plataformas habituais em https://linktr.ee/toomanysuns e na webpage da Indie Music PT .
1 Álbum 100 Palavras #9 – King Sunny Ade and his African Beats – Juju Music (1982)
1 Álbum 100 Palavras #9 – King Sunny Ade and his African Beats – Juju Music (1982)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
King Sunny Ade and his African Beats – Juju Music (1982)
“A música Juju da Nigéria envolve a dança. É hipnótica e carateriza-se pela presença das percussões e das steel guitars. Entre as percussões destacam-se os talking drums, os agogo’s e os shakers. Sobre este groove rítmico, mistura-se a voz de Sunny Ade e do coro, com melodias simples e imediatas. Nesta trama rítmica entre vozes e instrumentos, teclados e sintetizadores contribuem ainda em dar uma cor característica, distante de qualquer influeência pop. Apesar das bases harmónicas serem muito simples, as continuas figurações polirítmicas apresentadas com grande sabedoria pelos músicos africanos, evita a monotonia e oferecem uma música entusiasmante e quente!”
Boa escuta!
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #80
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #80
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
James Brandon Lewis – Resonance
Christian McBride – Ms Angelou
Roy Hargrove & Mulgrew Miller – Monk’s Dream
Chick Corea – This is New
Herbie Mann – Caravan
John Surman – The Potato Song
Annie Ross – I Feel Pretty
Cannonball Adderley – Autumn Leaves
Janis Joplin – Summertime
Prazeres Interrompidos #196: Prólogo, ato, epilogo – Fernanda Montenegro (2019)
Prazeres Interrompidos #196: Prólogo, ato, epilogo – Fernanda Montenegro (2019)
Prazeres Interrompidos Autor: Octavio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Prólogo, ato, epilogo – Fernanda Montenegro (2019)
No marco de seus noventa anos, as memórias de Fernanda Montenegro trazem o frescor de uma artista eternamente genial.
Em Prólogo, ato, epílogo, Fernanda Montenegro narra suas memórias numa prosa afetiva, cheia de inteligência e sensibilidade. Com sua voz inconfundível, ela coloca no papel a saga de seus antepassados lavradores portugueses, do lado paterno, e pastores sardos, do lado materno. Lidas hoje, são histórias que podem “parecer um folhetim. Ou uma tragédia” — gêneros que a atriz domina com maestria. Na turma de jovens que circulavam pela rádio estava Fernando Torres, que ela reencontrou nos ensaios da peça Alegres canções na montanha, quando começaram a namorar. Fernando largou a Panair, Fernanda largou a Berlitz, e o casal se entregou de corpo e alma à arte, paixão de uma vida. Constituíram uma família e realizaram juntos um sem-número de peças, ao lado dos principais nomes do teatro brasileiro. Em páginas de grande emoção, ela relembra os desafios de criar os filhos sobrevivendo como artistas; a busca permanente pela qualidade; a persistência combativa durante os anos de chumbo; a capacidade de constante reinvenção; o padecimento de Fernando; o inesperado sucesso internacional nos anos 1990; a crença na terra que acolheu seus antepassados imigrantes e a devoção por esse país. Fernanda encarna o melhor do Brasil. Não surpreende que alguém que passou a vida memorizando textos tenha desenvolvido notável capacidade de rememorar com sutileza fatos ocorridos décadas atrás. A atriz que há anos encanta multidões em palcos e telas pelo mundo agora se mostra uma contadora de histórias de mão-cheia.
“Não estou romanceando. Tenho quase um século de vida, portanto posso dizer: ‘Era no tempo do rei’.”
“Não se sabe o que mais admirar nela: se a excelência de atriz ou a consciência, que ela amadureceu, do papel do ator no mundo. Ela não se preocupa somente em elevar ao mais alto nível sua arte de representar, mas insiste igualmente em meditar sobre o sentido, a função, a dignidade, a expressão social da condição de ator em qualquer tempo e lugar.” — Carlos Drummond de Andrade
Luísa Magrinho E Daniel Drake – Vemo – Nos Depois? (2023) (single)
Luísa Magrinho E Daniel Drake – Vemo – Nos Depois? (2023) (single)
“Vemo-nos Depois?” é a colaboração de Luísa Magrinho e Daniel Drake inspirada pelo encanto da cidade invicta
● “Vemo-nos Depois?” explora a essência do amor em cenários românticos no Porto através de um fio condutor entre a música e o cinema. ● Esta primeira colaboração faz parte do EP que a artista prepara-se para lançar já no último trimestre deste ano. Lisboa, 15 de setembro de 2023 — A cantora e compositora luso-brasileira, Luísa Magrinho, edita hoje o seu novo single “Vemo-nos depois?” em colaboração com o cantor e compositor Daniel Drake. Esta canção retrata a essência e vulnerabilidade do amor, numa jornada emocional que nos remete para os mais emblemáticos filmes de romance. Chegou esta sexta-feira, dia 15 de setembro, a todas as plataformas digitais e com estreia do videoclipe no Youtube no próximo dia 17 de setembro, já em contagem decrescente (link aqui).
Depois de ter editado o seu single de estreia “Fevereiro” e “Meu Bem”, no início deste ano, a artista traz este tema inspirado pelos cenários românticos e pitorescos do Porto. A canção desenvolve uma história de um encontro amoroso nas emblemáticas ruas da cidade.
“Queria que o conceito tivesse um fio condutor entre a música e o cinema. Pensei nas influências de filmes românticos inesquecíveis, como “Before Sunrise”, “La La Land” e “The Notebook”, quer seja através do storytelling da canção ou pelas referências de imagens no videoclipe”, refere Luísa Magrinho. O encontro dos dois protagonistas nas ruas vibrantes da cidade invicta, transporta-nos para um mundo onde cada cena é pautada pela emoção e conexão emocional, tal como acontece nas grandes telas do cinema. A harmonia entre a sensibilidade musical de Luísa Magrinho e o estilo marcante de Daniel Drake resulta numa colaboração excecional. A composição é da autoria de ambos, produção musical de Treego e mistura e masterização por Momma T.
O público dos dois artistas tem demonstrado um grande entusiasmo por “Vemo-nos depois?” que promete tocar no coração dos ouvintes. Esta primeira colaboração faz parte do tão desejado EP que Luísa prepara-se para lançar já no último trimestre deste ano. “Este projeto é o culminar de um trabalho de um ano e meio muito intenso. Começou bem lá atrás, na pandemia, mas foi depois de uma viagem ao Brasil que percebi que precisava de criar algo que fosse mais completo e profundo, que me permitisse colocar cá para fora tudo o que estava a sentir. Cada tema do EP define bem a passagem do tempo desde então, e quis utilizar as estações do ano como mote para marcar cada momento. Para esta canção em específico, associei o Outono por este representar a despedida de algo”, adianta a artista.
Acompanhe o trabalho de Luísa Magrinho através das suas redes sociais e das plataformas digitais de música.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #79
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #79
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Jan Lundgren – Autumn in New York
Jim Snidero – Autumn Leaves
Makaya McCraven – Sunset
Herbie Hancock – Dolphin Dance
Levitation orchestra – Delusion
Henry Threadgill – Come And Go
Dizzy Gillespie – My Man
Phil Woods – Quill
Dave Frishberg – My Attorney Bernie
Lançamentos de Setembro 2023
A Radio Olisipo recebe diariamente solicitações de músicos que pretendem divulgar suas obras. A cada mês publicamos uma seleção em formato de playlist, com temas de álbuns, new releases e singles em destaque. Aqui apresentamos a playlist dos destaques do mês de Setembro 2023. Boa Escuta!
04. The Smoking Aliens – White Room (2023) (single)
05. Não Simão – Piquenique de Burguesas (2023) (single)
06. César Lacerda – Faz o Teu (2023) (álbum)
07. Bela Noia – Canção da lua (2023) (single)
08. Caostropi – Tempo (2023) (single)
09. Inês Monstro – Hipnose (2023) (single)
10. Peculiar – Chover (2023) (single)
11. Wildchains – Waterfall (2023) (single)
12. André Seravat – Fora da Lei (2023) (single)
13. Twin Carrots Army – The River (2023) (single)
14. Amada – A Festa da morti (2023) (álbum)
15. Riça – Canção das Maias (2023) (álbum)
16. Francisca Borges – O Problema (2023) (single)
17. LuizGa & Edgar Valente – HAUX HAUX (2023) (single)
18. Rui Gaio – Beneath the Seal (2023) (álbum)
19. canalzero – Popstar (2023) (single)
20. Nuno Melo – Polka Dot (2023) (single)
21. Maria João & Carlos Bica Quartet – Woodstock (2023) (álbum)
22. Filipe Sambado – Entre os Dedos das Mãos (2023) (single)
23. Equinôcio & Inês Apenas – Bem Educada (2023) (single)
Equinócio & Inês Apenas – Bem Educada (2023) (single) ID
Equinócio & Inês Apenas – Bem Educada (2023) (single) ID
EQUINŌCIO E INÊS APENAS LANÇAM SINGLE COLABORATIVO ‘BEM EDUCADA’
Os Equinōcio, dupla de Aveiro formada por Diogo Santos e Beatriz Capote, juntaram-se a INÊS APENAS para o single ‘Bem Educada’, já disponível em todas as plataformas digitais. A canção que retrata o final de um relacionamento foi produzida por Luar e conta com letra da autoria da cantautora de Leiria e música composta em parceria com Diogo Santos.
“Esta canção fala sobre a regra da etiqueta social que por vezes temos que falsificar. Ninguém quer ser mega “bem educado” e cansamo-nos das regras e do que “deve ou não ser dito” no término de um relacionamento. Esta colaboração foi um desafio super interessante que me abriu portas para outras sonoridades”, confessa INÊS APENAS. “Apesar das diferenças estilísticas, chegámos a um equilíbrio entre o pop e o alternativo. Este tema inclui elementos musicais dos Equinōcio, mas decidimos abraçar esta abordagem mais leve e animada que a Inês propõe”, revelam Beatriz Capote e Diogo Santos.
‘Bem Educada’ apresenta-se, também, com um videoclipe realizado por Sofia Calvet. Este é o primeiro de vários singles que os Equinōcio lançam em antecipação ao álbum de estreia, previsto para o próximo ano.
“A canção rompe bastante com tudo o que apresentámos até agora. Além disso, contém já certas nuances que estarão presentes nos próximos lançamentos. O videoclipe transporta-nos para dimensões do espaço e do tempo e apresenta uma alternativa à história de como nós os três nos conhecemos. As gravações aconteceram em Viana do Castelo e foram uma experiência cómica, desafiante e, sobretudo, muito gratificante”, contam os Equinōcio.
‘Bem Educada’ é o primeiro original dos Equinōcio a ser editado após o EP de estreia, “Metamorfose”, de 2022, que inclui os singles ‘Oarendê’, ‘Moreno’ e ‘Dentro de Mim’. Este último recebeu o prémio de “Melhor Performance Tradicional” na edição 2023 dos IPMA – International Portuguese Music Awards. A gala decorre nos EUA e distingue, anualmente, a música produzida por artistas de ascendência portuguesa. Este ano teve lugar no histórico Providence Performing Arts Center, em Rhode Island, com a presença de artistas como Marisa Liz, Diogo Piçarra, Plutónio, Toy, José Cid e Pedro Abrunhosa.
Equinócio
Formada por Beatriz Capote e Diogo Santos, a dupla Equinōcio lançou o EP de estreia, “Metamorfose”, em outubro de 2022. O curta duração apresenta uma fusão de estilos, com passagens pelo Jazz, Pop, Folk, Eletrónica e R&B, num total de 6 faixas originais, interpretadas em português e inglês. Beatriz Capote é cantora e violinista. Natural de Ílhavo, começou a formação musical no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, em Aveiro. Estudou no Porto, em Itália e formou-se mestre em Ensino de Música, em Aveiro. É ainda vocalista da banda Perpétua. Diogo Santos é pianista e compositor. Natural da Guarda, iniciou os estudos musicais em Leiria e licenciou-se e tirou mestrado em Música, na Universidade de Aveiro. Em 2020, criou o projeto Philip, no qual se dedica a arranjos clássicos de canções Pop ao piano, contabilizando mais de 11 milhões de reproduções no Spotify.
Inês Apenas
Pianista, cantora e compositora, INÊS APENAS nasceu em Paris e cedo mudou-se para Leiria. Em 2021 lançou o primeiro single, ‘Tu Fazes Tão’, ao qual se seguiu o EP de estreia, “um dia destes”. Em 2023 é selecionada como concorrente do Festival da Canção, através da livre submissão aberta ao público, com a música ‘Fim do Mundo’, alcançando a final; colabora no álbum “Moods”, de Aurea, com o tema ‘Vou Tirar um Break’. Em maio edita o segundo trabalho de originais, o EP “Leve(mente)”, no qual reforça a escrita Pop e explora novas sonoridades como o R&B, Reggaeton ou o Drum&Bass. O EP reúne 6 canções, entre elas ‘Shhinfrim’, Menção Honrosa dos Novos Talentos FNAC 2023 com airplay na RFM e as colaborações ‘La Nena’, com SOLUNA, ‘Tensa’, com Malva, e ‘Leve(mente)’, com LEFT, que ganhou airplay na Rádio Comercial.