Entre Os Dedos Das Mãos – Filipe Sambado (2023) (single)

Entre Os Dedos Das Mãos – Filipe Sambado (2023) (single)

FILIPE SAMBADO LANÇA “ENTRE OS DEDOS DAS MÃOS”
5.ª CANÇÃO DE “TRÊS ANOS DE ESCORPIÃO EM TOURO”

Este é o quinto vídeo deste álbum visual que antecede e apresenta o disco “Três Anos de Escorpião em Touro”. Conta a história de uma casa devoluta, inabitada, protegida por panos que voam por entre um grupo de pessoas que a ocupam e a vivem em conforto e felicidade. Esta família é vigiada por uma Eva, um protótipo de IA que tenta interpretar a troca sensorial do que a rodeia.

Realizado por Diego Bragá (artista transdisciplinar para quem Sambado produziu alguns temas do seu último trabalho “Super Puta”) e Miguel Afonso Carranca (realizador da “Jóia da Rotina” e do filme “Cenas duma Vida Amorosa” protagonizado por Sambado) filmado em Vila Franca de Xira na Quinta de S. José (que está para venda).

“A canção propõe uma liquidificação temporal através da ideia do slowmotion e num arrastamento contrário à ditadura do horário circadiano. Os aspectos lânguidos da produção e da composição da canção, misturam-se com a percussão musculada e austera, a caixa mirandesa e a distorção. Um contraste que acentua a tortura do tempo que se perdeu e perderá.”
Filipe Sambado

Ensinou os dedos de rameira
Remexendo em tudo muito embora
Seja sem prazer que tudo queira
Trinque e deixe a meio e deite fora.
O tempo de dizer a vida é breve
O tempo de viver há quem o diga
Só espera que o diabo que o leve
O tempo tem mais olhos que barriga. (Félix, 1999)

Caminhamos a passos largos para o lançamento de “Três Anos de Escorpião em Touro”, que acontece já no próximo dia 29 de setembro.

O mais íntimo longa-duração de Filipe Sambado, um reflexo das várias mudanças significativas que aconteceram na vida pessoal e profissional da artista. O lançamento do seu novo disco é o derradeiro passo na apresentação do universo “Três Anos de Escorpião em Touro”, quando se tornar disponível na sua forma completa a todas as pessoas.

Ficha técnica – Entre os Dedos

Filipe Sambado – Entre os Dedos das Mãos

Lua e Júpiter em Aquário ♒️ na 3ª casa

Produção e Arranjos
Filipe Sambado, Bejaflor e Rodrigo Castaño

Percussões Chinaskee

Realização
Diego Bragà e Miguel Afonso Carranca

Bailarines
AURORA
Cecília Henriques
Celeste
Edie
Luan Okun
Maroskas
Raimundo
Yunne
Zaya

Produção
Yago Barbosa

Fotografia
João Gambino

Edição
Ana Ladislau

Côr
Filipe Fernandes

Direcção de Arte
Filipe Sambado

Styling e Guarda Roupa
Sara Soares cest.fantastique
Agradecimentos veehana

Make up, Cabelo e Caracterização
420bombshell

Consultoria e Exploração de Ideias
Filipe Sambado
Cecília Henriques
Diego Bragà
Duarte Coimbra
Miguel Afonso Carranca
Nat Loyola

Agradecimentos

SPA
GDA
Altafonte
Ao Sul do Mundo
Myth Agency
Maternidade

Fred Menos – Mais do Menos (2023) (álbum) (entrevista)

Fred Menos – Mais do Menos (2023) (álbum) (entrevista)

Entrevista com: Fred Menos
Autor: Francesco Valente

FRED MENOS E DISCO MAIS DO MENOS

Na incerteza de quem ainda hoje vive entre o urbanismo (Urbanista, Professor na Universidade de Aveiro e na Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto) e a música, a certeza que sempre permanece é a da vontade de fazer canções! De contar, de cantar histórias!

Fred Menos faz canções como forma de acordar sentidos e coração, sendo que o confinamento e toda a incerteza/inquietação destes últimos anos, foi libertadora da vontade de agarrar com mais força o caminho da música! Deu para “tirar o pó” a muitas das canções que estavam na gaveta e para construir outras, que deram outro/ algum sentido àquele eterno “2020” coletivo! Agora, mais ao longe, está certo que foram uma forma de viajar, de viver a música e de sair da vida de gaiola!

Estudou música, 4 anos de guitarra, e teve vários projetos musicais, mas foi só no final de 2021 que, pela primeira vez, foi para estúdio para construir e gravar o primeiro EP Digo-te uma coisa! A expressão é comum, simples e revela a vontade de partilha que marca o seu percurso na música… é a forma como a dizemos (entoamos, cantamos), que nos diz tudo o resto! Foi uma edição de autor, muito intimista, em torno de 6 canções muito autobiográficas (estão disponíveis em todas as plataformas digitais).

Entretanto, em 2023, decidiu voltar a estúdio e gravar, com banda (amigos do peito e coração: Fragoso, Sanches, Neves, Maia, Loja, Joana, Carolina, Marta, entre outros), um novo projeto, um novo álbum, Mais do Menos. Estão 10 originais criados e prontos a crescer!

Os últimos tempos têm sido de ensaios, arranjos e criação conjunta. É este novo projeto, apoiado pela GDA e com produção executiva e distribuição da Turbina, que vai ser editado dia 29 de Setembro de 2023!

Até ser fisicamente lançado, o Mais do Menos vai sair à rua, andar pela estrada e ganhar mundo. A ideia é fazer vários concertos, mais pequenos, intimistas, antes da apresentação pública do álbum no Passos Manuel em Outubro… quer-se cantar, partilhar e sentir ao vivo o mais possível o Mais do Menos. Os concertos já confirmados são dia 11 de Agosto no Teatro Experimental de Lagos, 12 de Agosto no Ciência Viva em Lagos e 28 de Outubro no Passos Manuel no Porto.

https://www.instagram.com/fred_menos/
https://fredmenos.bandcamp.com/
https://soundcloud.com/fredmenos
https://www.facebook.com/fred.amado.503/

Prazeres Interrompidos #195: The Paris Bookseller – Kerri Maher (2022)

Prazeres Interrompidos #195: The Paris Bookseller – Kerri Maher (2022)

Prazeres Interrompidos
Autor: Octavio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

The Paris Bookseller – Kerri Maher (2022)

The Paris Bookseller – Kerri Maher (2022)

The dramatic story of how a humble bookseller fought against incredible odds to bring one of the most important books of the 20th century to the world in this new novel from the author of The Girl in White Gloves.

When bookish young American Sylvia Beach opens Shakespeare and Company on a quiet street in Paris in 1919, she has no idea that she and her new bookstore will change the course of literature itself.

Shakespeare and Company is more than a bookstore and lending library: Many of the prominent writers of the Lost Generation, like Ernest Hemingway, consider it a second home. It’s where some of the most important literary friendships of the twentieth century are forged–none more so than the one between Irish writer James Joyce and Sylvia herself. When Joyce’s controversial novel Ulysses is banned, Beach takes a massive risk and publishes it under the auspices of Shakespeare and Company.

But the success and notoriety of publishing the most infamous and influential book of the century comes with steep costs. The future of her beloved store itself is threatened when Ulysses’ success brings other publishers to woo Joyce away. Her most cherished relationships are put to the test as Paris is plunged deeper into the Depression and many expatriate friends return to America. As she faces painful personal and financial crises, Sylvia–a woman who has made it her mission to honor the life-changing impact of books–must decide what Shakespeare and Company truly means to her.

Nuno Melo – Polka Dot (2023) (single) ID

Nuno Melo – Polka Dot (2023) (single)

Nuno Melo apresenta o novo single “Polka Dot”, um tema que nas palavras do músico “veste-se com ritmos lusófonos e adorna-se de linguagem pop. É uma canção que sugere a vontade de transcender por alguém, sabendo-o impossível.” 
 
“Polka Dot” é o single de avanço do primeiro trabalho a solo de Nuno Melo, o álbum “Fora de Formato”, que está previsto para o início de 2024.
 
Participam na gravação do tema os músicos Edu Mundo, Tomás Marques, Pedro Pinheiro, Manu  Idhra, Klénio Barros e Gonçalo Palmas. Foi gravado entre o estúdio da Aguda de Quico Serrano e o estúdio de Nuno Melo, onde foi também misturada a canção. 
 
O vídeo foi idealizado por Nuno Melo e Alberto Almeida e almeja enaltecer tanto a ideia de um amor terno e perene como o sofrimento em que a sua falta se traduz.

Biografia
Para Nuno Melo, a cantautoria vem-se desenvolvendo desde o momento em que a primeira guitarra lhe caiu nas mãos aos 11 anos, desde aí que vem compondo as suas canções.
Após quase 20 anos como músico profissional atuando como instrumentista e compositor em vários projetos do panorama nacional e internacional, surge agora como artista a solo, porém não desacompanhado.
O trabalho que materializou foi manufaturado conjuntamente com Edu Mundo, num ano de certa clausura pandémica, os dois músicos foram gravando as canções que farão parte de “Fora de Formato”, o disco de estreia do artista.
Ao vivo faz-se acompanhar de Edu Mundo na bateria e voz, João Luzia na guitarra, Gonçalo Palmas nas teclas e Miguel Pinto no baixo.
O disco passeia-se por diversos estilos musicais, porém, pelo seu medo de dogmas e rótulos, não nos diz quais são. Será portanto necessário ouvi-lo.

João Garcia Barreto – Escaparate (label) (entrevista)

João Garcia Barreto – Escaparate (label) (entrevista)

Escaparate é a mais recente editora portuguesa e apresenta-se ao público e ao meio musical com a edição do novo single dos não simão, “Piquenique de Burguesas”.

Tal como o próprio nome sugere, Escaparate surge como uma vitrine de projetos de música alternativa e independente, que absorve vários estilos e géneros, com o intuito de englobar projetos nacionais ou internacionais com identidade, sejam cantautores, como bandas que se regem pela originalidade, algo que “não é comum no panorama musical”, segundo o seu mentor, João Garcia Barreto.
Para acompanhar o lançamento da Escaparate, segue a edição do novo single dos não simão, “Piquenique de Burguesas”, no dia 8 de setembro. Os não simão são um projeto que, para além de se enquadrarem na missão e nos valores que a editora pretende apresentar e vincar no mundo discográfico, escrevem canções em português, que se passeiam entre o intimismo e o otimismo, afirmando-se pela negação do enfado, do prosaico, do previsível, com músicas descomprometidamente sérias, resultantes de um quinteto heterogéneo que viaja entre a música de cancioneiro, o rock alternativo ou o jazz.”Piquenique de Burguesas” é o primeiro single de antevisão para o próximo disco da banda, intitulado “Pintar o Sete”, e invoca o poema “De Tarde” de Cesário Verde, onde o poeta retrata um piquenique interrompido pelo momento em que uma jovem desce de um burrico para colher papoilas. “Como se fosse uma aguarela, o poeta fala-nos de melão, damascos e até de pão de ló”, acrescentam os membros do projeto: Simão Palmeirim, José Anjos, Eduardo Jordão, Marco Alves e Ana Raquel.

Canalzero – Popstar (2023) (single) ID

Canalzero – Popstar (2023) (single)

canalzero deseja ser uma “Popstar”

Bernardo Ramos tem um desejo: ser uma estrela. De rock e não só. Para isso, assume-se como canalzero – seu nome de utilizador de sempre no Instagram -, persona que reflete todo o seu percurso até ao momento.

O single de estreia, “Popstar”, que já se encontra disponível para escuta em todas as plataformas digitais, é uma amalgamação de momentos e sonoridades que marcam a carreira do músico lisboeta. É uma cantiga ruidosa, marcada por guitarras distorcidas, mas também por sintetizadores partidos, pelo rompimento entre aquilo que tanto pode ser interpretado como real ou fictício. É por meio destas linhas indefinidas onde canalzero pretende traçar o caminho para se tornar uma popstar.

Sobre “Popstar”

“Desde que aprendi a gravar música no computador, quando andava no secundário,

que experimentei com várias ideias, mas nunca achei que estivessem suficientemente fixes para lançar”, conta Bernardo sobre o caminho que o levou a “Popstar”. 

Com a chegada da pandemia, em 2020, a quarentena funcionou como pretexto para Bernardo regressar às tentativas de criação a solo, que é como quem diz, só ele e o seu o computador. “Dessas semanas, resultaram três músicas, incluindo a ‘Popstar'”, indica o músico.

“O processo de criação da ‘Popstar’ foi muito à base de experimentação”, relata Bernardo. “Começou pelo sound design, com sintetizadores ou a manipular gravações que tinha guardadas ou áudios de vídeos que recolhi das muitas horas de binge watching no Youtube”, explica o músico sobre o processo criativo por trás de “Popstar”. “Só depois de chegar a um elemento sonoro que me interessasse é que comecei a trabalhar na canção, mas precisei desse trigger para desbloquear o resto”, conclui.

A canção antecipa o EP de estreia de canalzero, com data de lançamento marcada para o início de 2024.

O teledisco de “Popstar” foi realizado por Diana Matias.

canalzero é a persona musical que Bernardo Ramos escolheu assumir para apresentar-se a solo. Para chegar a este momento, a carreira do músico lisboeta tem sido construída por etapas, cada uma a acrescentar uma camada de maturidade que lhe permite agora assumir esta nova etapa.

Entre 2015 e 2017, por entre os estudos, Bernardo começou experimentar com alguns métodos de gravação DIY com bandas que integrava na altura, o que o levou a desenvolver um interesse particular pelas áreas do som e produção em musical. 

Em 2018, com dois colegas de faculdade, funda a Chinfrim Discos, editora, agência e promotora independente, de onde surgiram artistas como Bia Maria, RAKUUN, Biloba ou Ana Lua Caiano.

Desde então que Bernardo Ramos divido o seu tempo entre múltiplas funções, assumindo a sua polivalência como cartão de visita na música portuguesa. Toca guitarra com Chinaskee (desde 2017), é o técnico de som ao vivo e colaborador de artistas como Vaiapraia, bbb hairdryer ou xtinto, e responsável pela gravação, mistura e master de diversos artistas, incluíndo Ana Lua Caiano, Bonança, Polivalente ou Bergalgo.

Desde 2022, Bernardo desempenha o papel de formador na Escola Profissional de Recuperação do Património de Sintra, no curso de Produção Musical. Agora, a partir de 2023, Bernardo é também canalzero, estrela pop.

1 Álbum 100 Palavras #8 – Linton Kwesi Johnson – Independant Intavenshan (1998)

1 Álbum 100 Palavras #8 – Linton Kwesi Johnson – Independant Intavenshan (1998)

Um podcast de Francesco Valente:

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

Linton Kwesi Johnson – Independant Intavenshan (1998)

“Linton Kwesi Johnson é conhecido como uma das vozes mais autênticas da poesia contemporânea. Foi um dos primeiros artistas a aderir ao movimento Black Panthers. Esta antologia de 1998, reúne uma parte das obras que gravou com a sua Dub Band para a casa discográfica Island. Sobre bases de música jamaicano, reggae e dub, uso de delays e filtros, Linton apresenta a sua poesia que fala de pobreza, miséria, violência, vida nos guetos e injustiça social. Linton através da sua poesia dá voz aos oprimidos e tornou-se uma grande referência para gerações de poetas anglo-saxónicos e rappers de todo mundo”.

Rui Gaio – Fractal (2023) (álbum) (entrevista)

Rui Gaio – Fractal (2023) (álbum) (entrevista)

Entrevista com Rui Gaio
Autor: Francesco Valente

Rui Gaio – Fractal (2023) (álbum)
São os fragmentos que nos constroem e formam, ainda que de forma irregular. É neles que vamos beber e absorver o que queremos usar e depois transformar em algo que manteremos dentro de nós. É também de pequenos fragmentos e formas que se formam imagens e sons e que depois transformamos em criações artísticas.
Depois de Efémera, Fractal é o segundo álbum-livro em serigrafia de Rui Gaio e os 365 everydays. A capa de Fractal tem 6 variações e no seu interior encontramos frames de 12 everydays impressos em processo serigráfico acompanhados de um texto do autor para cada um deles e também um texto inédito de Catarina Machado, que assina a coordenação artística da edição. Estes 12 everydays mantém a linha sonora de sempre, usando sintetizadores, piano e voz. Representam diferentes momentos do projecto expansivo que inexoravelmente se tem tornado mais colaborativo, exemplo disso são as participações de António Poppe e Tiago Cacheiro na palavra, Fernando Mamede na cinematografia, Inês Fat na voz cantada e Sofia Martins no violino. Cada everyday é constituído por música e imagem em movimento e faz parte de um conjunto que um dia terá 365 peças.
Tal como o seu predecessor Efémera, Fractal é uma edição limitada e numerada. São 240 exemplares com design gráfico de João Flecha e Filipa Oliveira e ilustração de capa de Engrácia Cardoso impressos em serigrafia, com o selo da SudSud. Tem data de lançamento marcada para o dia 25 de Setembro e apresentação em formato único e especial no dia 30 na Chasing Rabbits, Lisboa com listening party, projeção dos vídeos e exposição das ilustrações.

Facebook: https://www.facebook.com/365everydays
Instagram: https://www.instagram.com/ruimgaio/
Bandcamp: https://ruigaio.bandcamp.com/
Youtube: https://www.youtube.com/@ruigaio/videos
Spotify: https://sptfy.com/ruigaio

Prazeres Interrompidos #194: The Paris Bookseller – Kerri Maher (2022)

Prazeres Interrompidos #194: The Correspondents – Judith Mackrell (2021)

Prazeres Interrompidos
Autor: Octavio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

The Correspondents – Judith Mackrell (2021)

The riveting, untold history of a group of heroic women reporters who revolutionized the narrative of World War II–from Martha Gellhorn, who out-scooped her husband, Ernest Hemingway, to Lee Miller, a Vogue cover model turned war correspondent.

On the front lines of the Second World War, a contingent of female journalists were bravely waging their own battle. Barred from combat zones and faced with entrenched prejudice and bureaucratic restrictions, these women were forced to fight for the right to work on equal terms with men.

The Correspondents follows six remarkable women as their lives and careers intertwined: Martha Gellhorn, who got the scoop on Ernest Hemingway on D-Day by traveling to Normandy as a stowaway on a Red Cross ship; Lee Miller, who went from being a Vogue cover model to the magazine’s official war correspondent; Sigrid Schultz, who hid her Jewish identity and risked her life by reporting on the Nazi regime; Virginia Cowles, a “society girl columnist” turned combat reporter; Clare Hollingworth, the first English journalist to break the news of World War II; and Helen Kirkpatrick, the first woman to report from an Allied war zone with equal privileges to men.

Rui Gaio – Beneath The Sea (2023) (single)

Rui Gaio – Fractal (2023) (álbum)
São os fragmentos que nos constroem e formam, ainda que de forma irregular. É neles que vamos beber e absorver o que queremos usar e depois transformar em algo que manteremos dentro de nós. É também de pequenos fragmentos e formas que se formam imagens e sons e que depois transformamos em criações artísticas.
Depois de Efémera, Fractal é o segundo álbum-livro em serigrafia de Rui Gaio e os 365 everydays. A capa de Fractal tem 6 variações e no seu interior encontramos frames de 12 everydays impressos em processo serigráfico acompanhados de um texto do autor para cada um deles e também um texto inédito de Catarina Machado, que assina a coordenação artística da edição. Estes 12 everydays mantém a linha sonora de sempre, usando sintetizadores, piano e voz. Representam diferentes momentos do projecto expansivo que inexoravelmente se tem tornado mais colaborativo, exemplo disso são as participações de António Poppe e Tiago Cacheiro na palavra, Fernando Mamede na cinematografia, Inês Fat na voz cantada e Sofia Martins no violino. Cada everyday é constituído por música e imagem em movimento e faz parte de um conjunto que um dia terá 365 peças.
Tal como o seu predecessor Efémera, Fractal é uma edição limitada e numerada. São 240 exemplares com design gráfico de João Flecha e Filipa Oliveira e ilustração de capa de Engrácia Cardoso impressos em serigrafia, com o selo da SudSud. Tem data de lançamento marcada para o dia 25 de Setembro e apresentação em formato único e especial no dia 30 na Chasing Rabbits, Lisboa com listening party, projeção dos vídeos e exposição das ilustrações.

Facebook: https://www.facebook.com/365everydays
Instagram: https://www.instagram.com/ruimgaio/
Bandcamp: https://ruigaio.bandcamp.com/
Youtube: https://www.youtube.com/@ruigaio/videos
Spotify: https://sptfy.com/ruigaio

LuizGa & Edgar Valente – HAUX HAUX (2023) (single)

Bela Noia – Os Miúdos Estão Bem (2023) (álbum) (entrevista)

Entrevista com Pedro Vieira
Autor: Francesco Valente

Este disco é o culminar de um pensamento já muito cansado de Pedro Vieira. O artista viseense cria a Bela Noia como forma de se exprimir e de se cantar acabando por passar para estes “miúdos” as suas memórias e opiniões.
 
Curiosamente, a Bela Noia apenas se tornou numa banda depois do disco estar pronto. O processo de criação começa pela necessidade e, a partir daí, surgem as canções de Pedro que acaba por se juntar a Gonçalo Alegre na produção e gravação dos temas. Os miúdos estão bem foi produzido e gravado no espaço de um mês e juntou Miguel Rodrigues ao grupo que, ao gravar as baterias e percussões do grupo, se apercebe que a união era o caminho mais prazeroso a seguir. Ainda sem nome nesta fase de gravações, a “quase banda” pediu emprestada as vozes de amigos para cantarem as suas dores e, numa maravilhosa resolução do universo, a voz maravilhosa da cantora Teresa Melo Campos das Sopa de Pedra protagoniza e lidera os coros dos temas! Para terminar, as canções ficaram nas mãos de Nuxo Espinheira na mistura e masterização do disco. Leonardo Outeiro entra para interpretar os temas na guitarra, mas acaba por ficar e contribuir para o processo criativo!
 
Os miúdos estão bem é um álbum melancólico que chora as dores de crescer e todas as dúvidas que daí surgem! Procura uma resposta às coisas que nem sempre têm resposta e reflete sobre o tempo e sobre o amor! As músicas complementam-se pela ordem em que se encontram e surpreendem pela sonoridade e pelo discurso inovador que apresentam em termos estruturais. Apesar de tudo, as influências de Pedro Vieira não são óbvias e escondem-se por detrás de cada música, encontrando algo de folk ou de rock, alguns ruídos e melodias agradáveis e orelhudas, palavras simples e refrões que permanecem na cabeça. Apesar de todo o seu caráter taciturno, o disco embala-nos nas suas dores com uma atitude estranhamente positiva.

A 22 de Setembro, a Bela Noia apresenta Os miúdos estão bem ao vivo em Viseu no Jardim da Casa do Miradouro num espetáculo que dá a conhecer pela primeira vez os temas deste disco ao vivo.