BELA NOIA LANÇA VIDEOCLIP “CANÇÃO DA LUA” E APRESENTA DISCO DE ESTREIA NO DIA 23 DE SETEMBRO NO JARDIM DA CASA DO MIRADOURO EM VISEU
A “Canção da Lua” é o terceiro tema de avanço do disco de estreia Os miúdos estão bem de Bela Noia a editar a 15 de setembro.
Este disco é o culminar de um pensamento já muito cansado de Pedro Vieira. O artista viseense cria a Bela Noia como forma de se exprimir e de se cantar acabando por passar para estes “miúdos” as suas memórias e opiniões.
Curiosamente, a Bela Noia apenas se tornou numa banda depois do disco estar pronto. O processo de criação começa pela necessidade e, a partir daí, surgem as canções de Pedro que acaba por se juntar a Gonçalo Alegre na produção e gravação dos temas. Os miúdos estão bem foi produzido e gravado no espaço de um mês e juntou Miguel Rodrigues ao grupo que, ao gravar as baterias e percussões do grupo, se apercebe que a união era o caminho mais prazeroso a seguir. Ainda sem nome nesta fase de gravações, a “quase banda” pediu emprestada as vozes de amigos para cantarem as suas dores e, numa maravilhosa resolução do universo, a voz maravilhosa da cantora Teresa Melo Campos das Sopa de Pedra protagoniza e lidera os coros dos temas! Para terminar, as canções ficaram nas mãos de Nuxo Espinheira na mistura e masterização do disco. Leonardo Outeiro entra para interpretar os temas na guitarra, mas acaba por ficar e contribuir para o processo criativo!
Os miúdos estão bem é um álbum melancólico que chora as dores de crescer e todas as dúvidas que daí surgem! Procura uma resposta às coisas que nem sempre têm resposta e reflete sobre o tempo e sobre o amor! As músicas complementam-se pela ordem em que se encontram e surpreendem pela sonoridade e pelo discurso inovador que apresentam em termos estruturais. Apesar de tudo, as influências de Pedro Vieira não são óbvias e escondem-se por detrás de cada música, encontrando algo de folk ou de rock, alguns ruídos e melodias agradáveis e orelhudas, palavras simples e refrões que permanecem na cabeça. Apesar de todo o seu caráter taciturno, o disco embala-nos nas suas dores com uma atitude estranhamente positiva.
A “Canção da Lua” é um tema que conta uma história entre dois desconhecidos que se encontram aparentemente por acaso e reflete sobre a noite e o seu ar de matreira, tendo a lua como protagonista que nos ilumina durante toda a canção. O videoclip foi realizado e filmado pelo vocalista Pedro Vieira e une narrativamente os dois primeiros singles.
A 23 de Setembro, a Bela Noia apresenta Os miúdos estão bem ao vivo em Viseu no Jardim da Casa do Miradouro num espetáculo que dá a conhecer pela primeira vez os temas deste disco ao vivo.
CÉSAR LACERDA E A QUEDA DO CÉU Em ‘Década’, César Lacerda celebra no formato íntimo de voz e violão canções que marcaram sua trajetória nos últimos dez anos. O álbum, concebido por Filipe Catto, traz reinterpretações de músicas dos seus cinco discos lançados até então, regravações de canções que Lacerda compôs para outras e outros artistas (como é o caso de ‘Minha Mãe’, originalmente registrada por Gal Costa e Maria Bethânia) e duas inéditas. Marcos Lacerda Entre Minas, Rio e São Paulo, e no coração mesmo do modo de ser da canção, que traduz o modo de ser do Brasil, César Lacerda vem construindo a sua obra. Paulatinamente. Como se fosse jogando ali um pouco da brisa marítima carioca, com sua leveza por vezes melancólica; acolá algo da densidade das montanhas de Minas, das ambiências rochosas que levam ao pensamento mais concentrado; mais adiante, a atenção a arte como forma em si e por si, como movimentação de significantes cuja dança evoca ruídos, desencontros, tensões e espelhamentos difusos. A canção como “Isso também vai passar” nos convida ao desapego, à paciência, uma certa sabedoria do tempo e ao gosto da quentura do afeto. Tudo Tudo Tudo Tudo (2017), pode ser considerado como a sua criação mais próxima da canção de gosto e fundamento pop, por mais arriscado que seja usar tal termo. “Desejos de um leão” foi feita para o álbum Nações, Homens ou leões (2021), que considero o mais espetacular da sua obra até aqui, com todos arranjos criados e registrados por César em seu telefone celular. Seguem ainda, pelo álbum, parcerias luminosas com artistas de gerações anteriores, como Jorge Mautner (“Minha mãe”, gravada no disco “A Pele do Futuro”, por Gal Costa e Maria Bethânia) e Ceumar (“Espiral”, presente no disco que comemora vinte anos de carreira da cantautora e contou com direção artística de Lacerda). E também, com artistas da sua geração, casos de Luiz Gabriel Lopes e Luiza Brina (“O fazedor de rios”), Nina Fernandes (“Desculpa”), Flávio Tris (“Oriki”), Francisco Vervloet (“Touro Indomável”) e Rômulo Fróes (“Faz parar”). Com este último, César Lacerda fez todo um álbum: O meu nome é qualquer um (2016). Existem ainda canções inéditas e de autoria apenas de César Lacerda, casos de “O amor fincou raízes por aqui” (canção inédita, dedicada ao poeta Leonardo Fróes e a Victória Leão Vendramini, companheira de Lacerda), “Lute contra mim” (gravada originalmente pela cantora Paula Mirhan, à frente da banda paulistana Filarmônica de Passárgada), e a já mencionada “Isso também vai passar”. Mas têm outras duas, também de autoria apenas de César Lacerda, e que fazem um curioso movimento que parece abranger algo da estilística da sua obra. A última canção do disco, “Porquê da voz”, do seu primeiro álbum, Porquê da Voz (2013), assume a posição do artista, como senhor do seu tempo e do nosso tempo, capaz de fazer aparecer as nervuras do real e contê-las, como se fosse um mediador entre o que há de terrível na realidade tal qual ela é, e o que pode haver de intensificação e gozo imprevisto na forma artística. E mesmo sendo assim, o artista continua a saber percorrer, delicada e em pianíssimo, as tramas sempre intrincadas da consagração cultural, da afirmação de si, do seu lugar como um dos principais nomes da nossa canção popular, algo que se pode ver ecoando na inédita “Faz o teu”, que abre o álbum, e parece dizer os sentidos da voz, da canção e do tempo do artista. Dele, dos outros e também de nós que o acompanhamos, como críticos ou como apreciadores do jogo lúdico dos afetos, da linguagem artística doce e afiada, da forma de pensamento, em suma, do seu modo de fazer canção e impedir, para nós, para ele, para os outros, a queda do céu: Faz o teu Pisa devagarinho Enquanto os homens gritam Suas glórias, troféus Dance a dança das formigas Que se agitam noite e dia Impedem a queda do céu
Festival Todos #15 – SENZA e Orquestra
Festival Todos #15 – SENZA e Orquestra Geração
ARTISTAS Senza e Orquestra Geração (secções de Santa Clara e de Coimbra).
Horário 10 SET | 15H
Local Jardim de Santa Clara
Morada Jardim de Santa Clara (Ameixoeira)
Duração 1h15
Entrada livre
A multicultural Orquestra Geração é composta por jovens músicos oriundos de diferentes proveniências geográficas e culturais: Cabo Verde, Angola e Brasil. Já os Senza, no 3.º álbum que lançaram recentemente, não prescindem da identidade mestiça, mas juntam agora novos elementos eletrónicos, que resultam numa experiência musical simultaneamente étnica e contemporânea. Um concerto dos Senza é sempre uma partilha e um diálogo inovador com o público, com pinceladas exóticas e ritmos dançáveis. A sua sonoridade singular assenta numa ideia de viagem que vai de Lisboa a Díli, bebendo das vastas influências e das suas experiências pelo Mundo. Neste concerto para o TODOS’23, a festa é reforçada com a colaboração de mais de 30 jovens músicos da Orquestra Geração.
Não Simão – Piquenique De Burguesas (2023)(single)
Não Simão – Piquenique De Burguesas (2023) (single)
Escaparate é a mais recente editora portuguesa e apresenta-se ao público e ao meio musical com a edição do novo single dos não simão, “Piquenique de Burguesas”.
Tal como o próprio nome sugere, Escaparate surge como uma vitrine de projetos de música alternativa e independente, que absorve vários estilos e géneros, com o intuito de englobar projetos nacionais ou internacionais com identidade, sejam cantautores, como bandas que se regem pela originalidade, algo que “não é comum no panorama musical”, segundo o seu mentor, João Garcia Barreto.
Para acompanhar o lançamento da Escaparate, segue a edição do novo single dos não simão, “Piquenique de Burguesas”, no dia 8 de setembro. Os não simão são um projeto que, para além de se enquadrarem na missão e nos valores que a editora pretende apresentar e vincar no mundo discográfico, escrevem canções em português, que se passeiam entre o intimismo e o otimismo, afirmando-se pela negação do enfado, do prosaico, do previsível, com músicas descomprometidamente sérias, resultantes de um quinteto heterogéneo que viaja entre a música de cancioneiro, o rock alternativo ou o jazz.
“Piquenique de Burguesas” é o primeiro single de antevisão para o próximo disco da banda, intitulado “Pintar o Sete”, e invoca o poema “De Tarde” de Cesário Verde, onde o poeta retrata um piquenique interrompido pelo momento em que uma jovem desce de um burrico para colher papoilas. “Como se fosse uma aguarela, o poeta fala-nos de melão, damascos e até de pão de ló”, acrescentam os membros do projeto: Simão Palmeirim, José Anjos, Eduardo Jordão, Marco Alves e Ana Raquel.
O referido single, editado pela Escaparate, já se encontra disponível para pre-save!
Confira a agenda dos não simão: 08 setembro – Feira do Livro do Porto 23 setembro – Casa Fernando Pessoa17 novembro – Fnac Colombo 18 novembro – Fnac Cascais 18 novembro – Concerto de apresentação do CD LIVRO PINTAR O SETE19 novembro – Fnac Almada01 dezembro – Fnac Alfragide 02 dezembro – Fnac VGamaFevereiro 2024 – Setúbal
The Smoking Aliens – White Room (2023) (single)
The Smoking Aliens – White Room (2023) (single) Novo single dos The Smoking Aliens. Link Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=pFb_X0wx-8c
Festival Todos #14 – ALANKAAR Os Músicos do Tejo com Shashank Subramanyan
Festival Todos #14 – ALANKAAR Os Músicos do Tejo com Shashank Subramanyan
PORTUGAL ÍNDIA FRANÇA ESLOVÁQUIA UCRÂNIA ESTADOS UNIDOS/JAPÃO
ARTISTAS Shashank Subramanyam – flauta de bambu
OS MÚSICOS DO TEJO
Direção Marcos Magalhães e Marta Araújo
Direcção Musical Marcos Magalhães
François Nicolet – traverso (flauta barroca) Nuno Mendes & Denys Stetsenko – violino Paul Wakabayashi – viola Pedro Massarrão – violoncelo Vicente Magalhães – contrabaixo Jarrod Cagwin – percussão Marta Araújo – cravo
Obras de M. Marais, J.B Lully, J.P. Rameau, E. Hämeenniemi, S. Subramanyan, J. Afonso, entre outros
Horário 9 SET | 18H30
Local Largo das Galinheiras
Morada Largo das Galinheiras
Duração 1h30
Entrada livre
Concerto ao ar livre, recomendamos que tragam agasalhos para o final da tarde. Partilhar
Um programa musical que recusa o eurocentrismo cultural, homenageando a sublime e complexa cultura musical do sul da Índia, contando com um conjunto de músicos de vários pontos do Mundo. Diálogo entre dois mundos (a música barroca europeia, a que Os Músicos do Tejo habitualmente se dedicam, e a música carnática clássica indiana, de que Shashank Subramanyan é um dos mais destacados representantes), procura-se relevar os vários pontos em comum entre estas duas linguagens musicais: o gosto pela ornamentação, a importância da estrutura rítmica, além da enorme afinidade sonora entre a flauta de bambu indiana e a flauta transversal do período barroco.
Mary Ann – Wake Up Call (2023) (single) (Premiação)
Mary Ann – Wake Up Call (2023) (single) (Premiação)
“Cantora Portuguesa Mary Ann Conquista os Hollywood Independent Music Awards”
“Portugal no Centro das Atenções: Mary Ann Ganha Prémio nos Hollywood Independent Music Awards”
Mary Ann, talentosa cantora e compositora do Porto, Portugal, conquistou a vitória na categoria alternativa dos Hollywood Independent Music Awards. O evento, realizado no deslumbrante Avalon em Hollywood, foi o palco desta notável conquista.
Com uma carreira enraizada na paixão pela música desde jovem, Mary Ann é uma artista em ascensão. Desde a sua participação na banda de progressive-metal Sollar até aos estudos de canto no conservatório, a sua dedicação é evidente. As influências de Amy Winehouse, Billie Eilish, Puscifer e Florence moldaram a sua sonoridade única, que agora é reconhecida a nível internacional. A vitória nos Hollywood Independent Music Awards é o culminar deste percurso. Emocionada, Mary Ann expressou gratidão ao seu produtor Mike More e aos músicos que a acompanharam. Também elogiou a valorização da música independente pelos organizadores do evento.
Com este reconhecimento, Mary Ann reafirma o seu compromisso de partilhar emoções e mensagens através da sua música, preparando-se para novos horizontes na sua promissora carreira.
O videoclipe da sua música “Wake Up Call” foi ainda destacado e conquistou prémios em diversos concursos internacionais de filmes e vídeos, em cidades como Barcelona, Roma, Lisboa e Nova lorque.
Mary Ann tem um novo single prestes a ser lançado, garantindo que ouviremos muito mais sobre ela em breve. É definitivamente um nome ao qual devemos ficar atentos!
Festival Todos #13 – Nice Groove Fanfarra e Banda Musical e Artística da Charneca
Festival Todos #13 – Nice Groove Fanfarra e Banda Musical e Artística da Charneca
ARTISTAS
Direção:
Filipe Gameiro das Neves
Participação especial:
Banda Musical e Artística da Charneca
Horário
9 SET | 17H
Local
Jardim do Reguengo – Largo das Galinheiras (percurso)
Morada
Ponto encontro e de partida: 17h00 no Jardim do Reguengo – Ponto de chegada e concerto: 17h45 no Largo das Galinheiras
Duração
1h30
Entrada livre
Nice Groove Fanfarra é um projeto de música na comunidade que une pessoas das mais variadas faixas etárias, nacionalidades e proveniências socioculturais. Criada como espaço para a batucada, esta Nice Groove é composta por instrumentos de bateria de samba e inspirada em ritmos, danças e canções lusófonas que celebram a cultura musical suburbana da região da Grande Lisboa. No repertório estão representados países como Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique, Portugal e a Guiné Bissau. Juntando um grupo de metais a esta batucada de base, criaram a versão Nice Groove Fanfarra, para a qual se convocou também a Banda Musical e Artística da Charneca. Fica garantida uma desfilada musical pelas ruas das Galinheiras! Imperdível.
Gabrre – Race (2023) (single)
Gabrre – Race (2023) (single)
gabrre presents “race”, from his upcoming EP titled “provisões de emergência”. The EP consists of mp3’s stored on an external drive that are the only tracks he could save after being robbed inside the hall of his apartment in downtown Lisbon, Portugal.
The event took place in November 2022, after he and his friend at the time found a piece of furniture laying on the streets and decided to bring it home with them to polish and give it a new, useful life. They left the piece inside the hall, alongside his backpack containing his laptop, headphones e cuia de chimarrão. It was a little cold outside, and they were exhausted and decided to go for a coffee at the record store right next to his building. The coffee was drank and his songs were stolen.
“Race” consists of sonic elements (not so) carefully put together to clarify to someone that you never cared about that you, in fact, never cared about. And to reasure that you know that you make this someone’s heart race.
Gabrre is a Brazilian multi-instrumentalist, composer and producer, based in Lisbon. The songs feel like lysergic delusions, which pass through the boredom that consume everyday life, novels and the permanent search for liberation. Gabrre follows a particular path, expanding his own domains and creative intentions. The artist uses his tortuous direction as a stimulus for his own creations, a structure that ranges from the inexact use of voices to the treatment given to arrangements, always accompanied by pulsating rhythms and nostalgic melodies.
Festival Todos #12 – Um olhar sobre Santa Clara de Alice Pasquini / Dj Gruff
Festival Todos #12 – Um olhar sobre Santa Clara de Alice Pasquini / Dj Gruff
ITÁLIA
ARTISTAS Street artist: Alice Pasquini
DJ set: DJ Gruff (Sandro Orrù)
Horário 9 SET | 16H (percurso) LISTA DE ESPERA | 21H30 (DJ set)
Local Ringue de Jogos do PER 11
Morada Ponto de encontro do percurso: Campo de Jogos do Per11 (ver localização exata)
DJ set no Jardim de Santa Clara (Ameixoeira)
Percurso: Entrada livre, sujeita a inscrição prévia
Duração prevista – aprox 1h30
INSCRIÇÕES (lista de espera)
Recomendamos que cada pessoa traga garrafa de água, chapéu de sol, protetor solar e calçado adequado.
DJSet: Entrada livre
Com o apoio do Instituto Italiano de Cultura de Lisboa. Durante a sua residência artística em Santa Clara, a street artist italiana Alice Pasquini criará um percurso feito de intervenções site-specific, a partir de emoções e relações entre pessoas da freguesia. Este percurso guiado, mas ainda misterioso, terá a sua inauguração no Cine Estrela (Charneca), dia 9 de setembro, às 16h00.
Mais tarde, às 21h30, os desenhos de rua de Alice Pasquini ganharão uma dimensão sonora e videográfica no jardim de Santa Clara, no âmbito de uma performance de DJ Gruff. Um DJ set único, acompanhado da projeção de vídeos captados durante a residência de Pasquini em Santa Clara.
Alice Pasquini (Roma 1980) é uma artista contemporânea cujas obras estão expostas em superfícies urbanas, galerias e museus de centenas de cidades no mundo. Street artist, ilustradora e cenógrafa italiana, estudou pintura na Accademia di Belle Arti em Roma para completar o seu percurso académico em Espanha na Universidade Complutense (2004) e na Ars Animation School de Madrid. Figurando entre as poucas mulheres conhecidas a nível internacional do movimento de arte urbana, as suas pinturas são visíveis em cidades onde foi convidada para realizar obras comissionadas por autarquias, como Sydney, Mosca, Singapura, Amsterdão, Londres, Berlim, Oslo, Nova Iorque, Buenos Aires, Yogyakarta, Barcelona, Copenhaga, Marraqueche, Saigão, Roma e Nápoles. Pasquini está, desde 2015, envolvida na valorização do centro histórico da vila de Civitacampomarano e é diretora artística do CVTà Street Fest desde 2016.
Sandro Orrù, aka DJ Gruff, (1968) é um dos pioneiros do Hip-Hop old school nacional. Conhecido pela sua reinterpretação original das técnicas de scratch e rap, DJ Gruff exprime-se na cultura Hip-Hop como turntablist, DJ, beatmaker, rapper e produtor. A sua carreira começou em 1982 e, ao longo dos anos, fez parte de várias formações: The place to be (Next One, Carrie D, Igor, Nando- Boogie e Mr Hyde), Casino Royale (Alioscia Bisceglia, Giuliano Palma, Michele Pauli, Ferdinando Masi etc.) Radical Stuff (DJ Skizo, Soul Boy, Sean, Top Cat e Kaos One) Isola Posse All Stars e Alien Army. O seu álbum de estreia “La Rapadopa” (1993) foi um disco de culto que inaugurou a idade de ouro do rap italiano, que atingiu o auge no ano seguinte com Sangue Misto (DJ Gruff, Neffa e Deda) e o lançamento do álbum “SxM”, universalmente reconhecido como um marco do hip hop italiano. https://djgruff.com/
NOTA: A imagem retrata um mural realizado pela street artist em Oslo (NO), 2011.
Cultoras #22 (2ª Temporada) – Olga Carrasco Lepijina
Cultoras #21 (2ª Temporada) – Olga Carrasco Lepijina
Nunca pensé que el Chinchín se iba a transformar en mi oficio, que iba a ser chinchinera, y que eso me abriría tantas puertas… Olga Carrasco, chinchinera chilena nacida en Moscú, desarrolla desde hace una década el oficio callejero y artístico del Chinchín. Aprendido en la Escuela Carnavalera Chinchíntirapié, fuera del espacio tradicional familiar, Olga ha tejido puentes con los chinchineros de tradición, especialmente a partir de su cercanía con su maestro Patricio Toledo Riquelme, “El Pepa”, contribuyendo a abrir espacios para otras cultoras de este peculiar tambor de espalda danzado. Su prolija y sensible interpretación, le ha permitido llevar el Chinchín a otros formatos musicales, acompañando a destacadas agrupaciones, como Tricahue, De Perilla y el Ensamble Trasatlántico de Folk. Actualmente trabaja en un homenaje a Roberto Parra en su centenario, explorando el mundo del foxtrot chilensis, más conocido como jazz guachaca, y se dedica a explorar caminos musicales que lleven su oficio a espacios artísticos no convencionales, más allá del arte de la calle. Contactos en Instagram: @olga_rolandovna @olga_dibujanta @trioenmaranao @ensamblefolk @de.perilla
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
Herbie Hancock – “Mwandishi” (1971)
“Hancock é conhecido pela sua curiosidade para diversos géneros musicais. No principio da década de 1970, montou um sexteto com Julian Priester (trombone), Bennie Maupin (saxofone, clarinete baixo), Billie Hart (bateria), Eddie Henderson (trompete)e Buster Williams (baixo). O álbum apresenta três temas e carateriza-se pelo uso de instrumentos elétricos, sonoridades densas, elementos permissivos, pedais harmónicos, estruturas compositivas extremamente livres, o que reflete o clima da época, a vontade de sair dos esquemas tradicionais, mantendo uma estreita relação com a cultura africana, veja-se o primeiro tema dedicado à artista afro-americana Angela Davis. este álbum antecede a experiência funk com Headhunters.