Sogranora – Amarilis (2023) (álbum)

Sogranora – Amarilis (2023) (álbum)

 “Amarilis” é o muito aguardado EP celebração da faceta indie pop dos Sogranora, no poliedro de sonoridades que os concertos ao vivo apresentam e comprovam. “Amarilis” é um trabalho que, sonicamente, sublinha a serenidade e o sentimento de possibilidade de uma tarde com sabor estival; mas, tematicamente, as letras parecem situá-lo entre o desejo de se querer viver despreocupado e a ingrata inevitabilidade da preocupação.

O EP funciona como um luminoso complemento à vertente psicadélica e mais progressiva do anterior EP, “Altivez e Castigo”, lançado em 2020. Desta feita, ficamos a sós com canções que exploram melodias redondas e orelhudas, cuja estrutura mais pop se conjuga com uma involuntária procura de fugir às convenções.

Esse é, de resto, um dos grandes trunfos dos Sogranora: por cima de uma composição agradável e acessível, não deixam de explorar os recantos das músicas, por via de arranjos instrumentais criativos e frequentemente luminosos. Desta vez, há espaço para a presença refrescante de metais de sopro a abrir e a fechar o EP, e até para um arranjo de cordas na emotiva “Cá pra ver”. 

Presentes estão ainda os contracantos harmónicos entre as vozes do Ricardo, do Tomás e do Vasco, por vezes em complexos cruzamentos de palavras e linhas melódicas, num encaixe não só satisfatório mas também encantador, como é o caso em “Mas Talvez” e “Alguém”.
É difícil ficar-se indiferente à forma com que “Amarilis” nos apresenta as angústias, os impasses, os dilemas da vida, com tanta cor e sentido de possibilidade. O EP tem precisamente um sabor a começo de uma longa estrada, para uma banda que tem vindo a angariar o carinho de um público fiel e atento, e que está disposto a acompanhar os Sogranora por todas as sonoridades – mais ou menos pop – que se seguirem.

QUEM SÃO OS SOGRANORA
Em 2019 lançaram o seu primeiro single, “Semilisboeta”, um tema que reflete acerca da rotina monótona e repetitiva de quem vive fora da capital, mas que faz a vida lá. Este single ganhou algum reconhecimento, e continua até hoje a ser o maior sucesso da banda, que lhes permitiu dar 15 concertos nesse mesmo ano, em vários bares, festivais e palcos de nome, como a EXPOFACIC, a Festa do Avante, o Popular Alvalade ou o Auditório do Fórum Municipal do Seixal.
 
Pouco mais de um ano depois do lançamento do primeiro single, em Abril de 2020, os Sogranora, movidos pela vontade de lançar música, reapareceram com um novo EP, intitulado de “Altivez e Castigo”, feito com muito amor e alma a partir das suas casas, devido ao confinamento. Este foi gravado e produzido com o pouco material que cada membro da banda tinha em casa, recreando numa troca digital de faixas de áudio, aquilo que criaram juntos em ensaio. Descrevem este trabalho como “uma viagem de 16 minutos pelo deserto isolado”, devido às sonoridades melancólicas, exóticas e progressivas que se podem encontrar no mesmo.
 
Nesse mesmo verão, compuseram e gravaram “Peixes”, um tema com uma roupagem mais acústica, influenciada pelo Folk e o Samba, inspirado pelo campo e pela natureza, acerca da vontade de sair de casa e reconhecer o mundo com olhos mais conscientes.
Do EP que é agora lançado, já se pode ouvir “Qualquer Impasse”, o primeiro single e “Alguém”, o último lançamento. 
Ficha técnica AMARILIS
Ricardo Sebastião – voz principal, guitarra, teclados e back vocalist
Tomás Andrade – guitarra, teclados, baixos e de back vocalist
Vasco Gomes – bateria, percussões e back vocalist 
Gonçalo Bicudo – Baixo 
Chico Cézar – Baixo
Gonçalo Garcia – Baixo
Alex – Contrabaixo 
Maria Fonseca – Trompete⁩s
Manuel Fernandes – Saxofones
Maria Inês Torres – Violoncelos
Carolina Pinto – Violinos
Catarina Batista – Back Vocals
Daniela Guerreiro – Back Vocals
Sara Bráz – Captação de som 
José António Pedro (JAP estúdios) – captação de som e mistura 
Rui Dias (Mister Master) – Masterização 
Sogranora – Produção e arranjos

Rua Direita – Nem Me Despedi (2023) (single)

Rua Direita – Nem Me Despedi (2023) (single)


RUA DIREITA REGRESSA COM NOVO SINGLE
 
“NEM ME DESPEDI”


Rua Direita, duo composto pelos músicos Donato Rosa e Paulo Ladeiras, volta às edições com “Nem Me Despedi”, novo single que antecipa um novo disco de originais e que será lançado numa data a anunciar em breve.

Rua Direita era, por excelência, a rua principal de uma cidade, epicentro de pontos de encontro idos, mas é também o nome de uma banda que procura contar histórias do quotidiano em formato canção, com uma escrita direta sob tensas camadas sonoras.

Da vitória no Festival de Música Moderna de Corroios à presença na coletânea Novos Talentos Fnac ’17, a banda entrou em força nas rádios com o single “Mariana” e, mais tarde, editou o disco homónimo. Desde então, de norte a sul, foram muitos os palcos por onde passaram, figurando em cartazes com artistas como Capitão Fausto, Luís Severo ou Samuel Úria.

O segundo disco está a caminho e conta com a produção de Pedro de Tróia, que, sem abdicar da pulsão rock da banda, lhes confere a elegância, harmonias e tiro-certeiro que o caracteriza. “Nem Me Despedi” é a canção de avanço e já se encontra disponível nas plataformas digitais.

“Nem Me Despedi” vem acompanhada de um lyric video realizado por Silas Ferreira, que, recorrendo a imagens de arquivo, alimenta a narrativa das contrariedades de qualquer despedida e a saudade que advém, fruto de um adeus a quem nos foi tão próximo.




Ficha técnica:


Música e Letra: Donato Rosa

Produção: Donato Rosa e Pedro de Tróia

Gravação: Bernardo Barata

Mistura: Tiago de Sousa

Master: Tiago de Sousa

Bateria: Paulo Ladeiras

Baixo: Hugo Santos

Guitarras: Adriana Lisboa e Donato Rosa

Voz: Donato Rosa

Coros: Cláudia Carvalho, Maria Rosa e Pedro de Tróia

Arte Gráfica: Silas Ferreira

Lyric Vídeo: Silas Ferreira

Hadessa – Fortuna (2023) (álbum)

HADESSA prometeu um abalo na pop portuguesa, lançou-se e apresentou-se ao mundo a 6 janeiro (“em dia de reis, nasce uma rainha”) com o single “Fortuna” e em março mostrou-nos à sua “Ruína”, dançando as suas tristezas.

Entre o 25 abril e o primeiro de maio lança um tríptico dedicado às mulheres, às trabalhadoras e às mães, 3 canções manifesto que nos apresentam já mais uma dimensão a este seu disco de estreia.
A 11 de junho – não me enganei é mesmo a um domingo -, HADESSA lança o seu disco de estreia, “Fortuna”. Sendo este o seu primeiro álbum a ser lançado não é por acaso que a artista escolhe este dia: era a 11 de junho que a Roma Clássica celebrava a Deusa Fortuna, divindade do acaso, da sorte, do azar, do destino e da esperança.

Napa – Logo Se Vê (2023) (álbum)

Napa – Logo Se Vê (2023) (álbum)

“Assim, Sem Fim” marcou o início de um novo capítulo dos NAPA. A banda não é de agora, mas o nome é novinho em folha. Antes conhecidos como Men On The Couch, os NAPA trazem um novo nome para o público mantendo intacta a sua identidade musical.
 
Os NAPA nasceram na cave de uma avó no Funchal no ano de 2013. Os contornos da banda foram-se formando entre a energia dos Arctic Monkeys e Red Hot Chilli Peppers, o à vontade dos Beatles e a sensibilidade de Caetano Veloso e Tom Jobim. A fórmula amadora e inocente das primeiras composições da banda (em inglês) cativou a atenção de amigos, família e não só. Trocaram o inglês pela língua materna, e a cave da avó pelo estúdio. Em 2019 gravaram o seu primeiro disco Senso Comum nos conhecidos Black Sheep Studios em Sintra, ainda sob o nome Men On The Couch. As melodias contagiantes e o espírito cru e melancólico do disco ressoavam gradualmente nos corações dos portugueses apaixonados. A apresentação esgotada no Sabotage e os consequentes concertos só vieram reforçar a força das canções.
 
A banda lançou o seu segundo LP Logo Se Vê com uma roupagem mais madura, mas um espírito sempre moço. O novo álbum vem com novo nome de banda e desafia as premissas estabelecidas em Senso Comum, trazendo para cima da mesa maior complexidade e inventividade na estrutura de muitas das canções. A veia pop romântica continua a pulsar no corpo do disco, mas a fome de descobrir novos ritmos e texturas musicais é evidente ao longo do álbum.
 
O novo álbum dos NAPA é uma edição de autor com distribuição da Universal foi lançado no dia 26 de Maio.
 
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Mary’s Bean – Via Town (2023)(single)

Mary’s Bean – Via Town (2023)(single)

Passado um ano desde a oficialização do projeto como trio, os Mary’s Bean revelam ao público o seu primeiro tema, centrado nas suas influências grunge, punk e prog.

Na intenção de desconstruir a sociedade, focando-se na inquietação como motor para uma consciência coletiva em relação aos problemas atuais, o projeto leiriense composto por Filipe Cordeiro (voz e guitarra), Rafael Santos (bateria) e Hélio Major (baixista), acabam de editar o seu single de estreia, “Via Town”, faixa que reflete sobre uma relação de amor e ódio: “Numa relação aberta, as coisas são bastante quentes e, como sabemos, ao início tudo nos leva ao êxtase, mas em demasia pode tornar-se tóxico e, mesmo assim, somos levados pelo prazer”, sublinham os membros da banda, realçando também um dos versos da música; “Baby, I don’t know if there is another via for town”, como uma ode aos remorsos do autor por ter caído em tentação.

“Via Town” foi gravada e captada por 2495 Dois Quatro Nove Cinco, misturada e masterizada por Guilherme Salvador e está disponível nas plataformas digitais a partir do dia 2 de junho.

Créditos do Tema

Filipe Cordeiro: Guitarra/Voz Principal/ Letra
Hugo Santos: Baixo
Rafael Santos: Bateria/ Backing Vocals
Helio Major: Backing Vocals

Gravação e captação por: 2495 Dois Quatro Nove Cinco Mix/Master: Guilherme Salvador

Filipe Keil – Sem Ligação (2023)(single)

Filipe Keil – Sem Ligação (2023)(single) ID

FILIPE KEIL mostra novo EP e procura 
abrir o debate homem vs. inteligência artificial

O cantor e compositor Filipe Keil lança hoje (19 de Maio), o seu mais recente trabalho discográfico: o EP “Artificial”.

Este novo projeto, composto por quatro faixas, aborda um tema actual e de grande relevância: a Inteligência Artificial (IA) e o seu controlo sobre as nossas vidas.
 
Com um som eletrónico e envolvente, “Artificial” pretende abrir o debate sobre a manipulação da IA e o seu papel na sociedade moderna. As letras das músicas exploram temas como a privacidade, a ética na utilização da tecnologia e a dependência do digital. Com “Artificial”, Filipe Keil convida-nos a refletir sobre a velocidade em que consumimos informação e sobre a falta de espaço para a emoção e criação. Trata-se de um manifesto sarcástico que fala sobre o universo digital em que vivemos. Uma disputa entre o homem e a IA.
 
O trabalho sonoro assenta no universo eletrónico, misturando diferentes influências musicais, onde se incluem nomes como Björk, David Bowie, Grace Jones, NIN, Arca,  M.I.A e Noga Erez. 
 
As quatro faixas que compõem o EP “Artificial” são: “Código de Verificação”, “Original”, “Sem Ligação” e “Artificial”. Todas elas foram escritas, compostas e produzidas por Filipe Keil. A produção teve a parceria do músico Gustavo Almeida e foi misturado nos estúdios Arda Records.

Francisca Borges – Ocupada (2023) (single)

Francisca Borges – Ocupada (2023) (single)

Francisca Borges apresenta novo single “Ocupada”.

Francisca Borges lança o seu mais novo single “Ocupada”, passado dois anos do lançamento de “Tentas”.

A nova música flutua entre os géneros Pop e Garage, revelando uma mudança de estilo na cantora.
Em “Ocupada”, a artista retrata a satisfação de observar alguém, por quem esperou tanto tempo arrepender-se, quando finalmente decidiu deixar para trás a relação. Francisca conduz-nos, por todo o processo de deixar um relacionamento tóxico, numa animada música de verão.

A música foi produzida por Tomás Costa (@tommasmusic). Gravada, masterizada e mixada por Prisma Rec. (prisma.rec). É acompanhada por um videoclipe produzido por Duarte Lapa e Artwork produzido pela GoodView Project.

A artista pode ser acompanhada através do seu Instagram (@_franciscaborges), Youtube (@FranciscaBorgesMusic), TikTok (@francisca.borges) e em todas as plataformas de streaming.

Paulo Praça – O Baloiço (2023) (single)

Paulo Praça – O Baloiço (2023) (single)

PAULO PRAÇA LANÇA SINGLE COM A PARTICIPAÇÃO DE SÓNIA TAVARES

O cantautor e multi-instrumentista Paulo Praça regressa com um novo single, “Baloiço”, que conta com a participação de Sónia Tavares dos The Gift.

A letra de Baloiço é assinada em parceria por Paulo Praça e Gisela João, sendo a música e produção de Paulo Praça e Eurico Amorim. O tema foi misturado por João Bessa e masterizado por Mário Barreiros.

Filmado numa praia de Vila do Conde, terra natal de Paulo Praça, o videoclipe foi realizado por João Rei Lima, com coreografia de Ju Vasques e a participação de Maria Tomé Vasques. O videoclipe foi produzido pela produtora audiovisual Jworks.pt.

“Um baloiço levou-me à calma/ Um baloiço embala-me a alma/ Que tanto me apaixona em sonhos/ É o baloiço da vida que leva e traz”, diz a canção, que ao apresentar a vida como um baloiço, pretende ser, segundo o cantor, “um elogio à vida”.

O tema faz parte de um novo projeto do músico que será lançado este ano e vai surpreender o público.

BIOGRAFIA

Paulo Praça, cantautor, compositor, multi-instrumentista e produtor tem colaborado com grupos e artistas como 3 Tristes Tigres, GNR, Pedro Abrunhosa e The Gift. Foi fundador dos grupos TurboJunkie, Grace e Plaza. 

A solo editou 4 álbuns: “Disco de Cabeceira”, “Dobro dos Sentidos”, “Um Lugar Pra Ficar” e “Onde. A maioria dos poemas das suas canções são da autoria de Valter Hugo Mãe.

Protagonista do projecto “Amália Hoje”, que vendeu mais de 100,000 cds. 

Gravou mais de 20 álbuns em todos os projectos que integrou. Atuou em todos os continentes, tendo passado por países como Austrália, Canadá, EUA, Rússia, China, Brasil, Macau, Marrocos, Espanha, França, Itália, Bélgica, Luxemburgo, Alemanha, Holanda entre outros e actuado em locais míticos como Central Park em Nova Iorque, ou Olympia em Paris. 

Foi nomeado 3 vezes para os Globos de Ouro tendo vencido em 2010 o Globo de Ouro na categoria de “Melhor Canção” com os Amália Hoje.

Partilhou o palco com artistas como Stevie Wonder, Elton John, Bruce Springsteen, The Cure, Radiohead, Arcade Fire entre outros em Festivais de Verão. 

Já trabalhou com alguns dos maiores produtores mundiais, como Ken Nelson (Coldplay, Gomez, Kings of Convenience), e mais recentemente com Brian Eno (David Bowie, Talking Heads, U2,etc.) numa aventura que durou quase 2 anos. 

DISCOGRAFIA:

2020 – “Onde”

2019 – “Um Lugar Pra’ Ficar

2010 – “Dobro dos Sentidos”

2007 – “Disco de Cabeceira”

Leonor Baldaque – My New Drink (2023) (single)

Leonor Baldaque – My New Drink (2023) (single) 


LEONOR BALDAQUE APRESENTA NOVO SINGLE 

“My New Drink”


Leonor Baldaque apresenta mais um capítulo da sua jornada musical. Depois do tema de estreia, editado no início do ano, “Few Dates of Love”, a artista lança agora uma nova canção: “My New Drink”.

O novo single surge como uma metáfora e uma exploração lírica de Leonor Baldaque, onde aborda o tema da metamorfose de si e de um ser que se deseja, e da simbiose com a pessoa desejada. 




O videoclipe, realizado, tal como o primeiro single, pela própria Leonor Baldaque, caminha por um imaginário fora do mundo: o teatro, o palco, a mutação, a imagem fixa e a imagem que se move, o sonho;  ao mesmo tempo, os ambientes, sons, imagens, permanecem concretos e próximos da matéria e da natureza. A personagem feminina parece, no final, chegar a um novo lugar. 

Sobre a letra de “My New Drink”, Leonor Baldaque afirma: “Eu nunca reflito sobre o que escrevo quando canto, porque vai tudo depressa demais para haver espaço para pensar. Só depois de terminar a canção é que olho para ela. E nem aí, muitas vezes, penso no que ela diz, porque estou subjugada pelo que sinto. Quero dizer o que surge, nessa espécie de escrita automática, e cantar. É uma canção sobre a expressão autêntica e sem qualquer embaraço do desejo. Surgiu-me numa tarde de Outono, não alterei uma vírgula ao que disse nessa tarde. É das minhas canções preferidas porque faz justiça a um sentimento intenso. E límpido. É pura e directa como o desejo o é. 




Este segundo tema do universo musical de Leonor Baldaque, fará parte do seu álbum de estreia, a sair no final do ano, e que nos transportará para um universo de sonhos, sentimentos e vivências da artista. Um mundo que será completamente desvendado no último semestre do ano com a chegada do seu primeiro álbum.

Este primeiro longa-duração, que pode ser visto como uma declaração de amor à poesia e à vida, é composto por uma dezena de extraordinárias canções em inglês, que revelam uma lindíssima voz, servida do poder interpretativo da atriz, a dar vida a melodias que abraçam de forma perfeita os seus poemas.

“My New Drink” foi gravado e misturado por João Brandão, masterizado por Miguel PinheiroMarques na Arda Recorders (Porto). 


Conheça Leonor Baldaque:


 Leonor Baldaque nasceu no Porto, instalou-se em Paris há mais de vinte anos, tendo também vivido em Roma. 


Foi protagonista de vários filmes de Manoel de Oliveira, desde os seus 19 anos. Foi nomeada em 2003 uma das Shooting Stars europeias pela European Film Promotion e recebeu o prémio de Melhor Atriz da Fundação GDA pela participação em “A Religiosa Portuguesa”, do cineasta Eugène Green, em 2009. 


Como escritora, escreve em língua francesa, e publicou em Janeiro de 2012 na prestigiada editora Gallimard o seu romance de estreia Vita (La Vie Légère), na sua célebre coleção branca. Em 2020, a prestigiada e exclusiva editora Verdier, publicou o seu segundo romance Piero Solitude. A caminho, está a publicação do seu terceiro romance.

Osvaldo Pegudo – Cuba Livre – Arraial Renovar A Mouraria 2023 #5

Osvaldo Pegudo – Cuba Livre – Arraial Renovar A Mouraria 2023 #5

Osvaldo Pegudo e os Cuba Livre vão se apresentar no Arraial da Ass. Renovar A Mouraria no dia 7 de Junho, no Largo da Rosa as 19h. Apareçam!


O grupo Cuba Livre é fundado en 2006 em Portugal por Jose Debray e Osvaldo Pegudo, que afirma: “logo hemos ido incorporando músicos como en este caso e momento Víctor Zamora e Diogo Duke. Cómo grupo hemos tocado en diferentes palcos a nivel nacional e grabado e acompañado a artistas como Vitorino, Luis Represas, Nelo Carvalho, Tony Carreira, Matías Damásio, Emanuel, Paolo de Carvalho, Salvador Sobral, etc. Festivales de Jazz a nivel nacional e internacional. Somos músicos freelancers pero mantemos nossa cultura afrocubana.”

Human Natures – The Now (2023) (single)

Human Natures – The Now (2023) (single)


HUMAN NATURES apresenta vídeo do
single de estreia “THE NOW”
.


MIC – Música Independente de Coimbra de 2022




LANÇAMENTO DO VIDEO | 25 DE MAIO
LANÇAMENTO DO SINGLE | 1 DE JUNHO


SINGLE | THE NOW
Foi publicado no dia 25 de maio o último video de 2022, criado no âmbito da convocatória MIC | Música Independente de Coimbra, projecto da Blue House. O video foi realizado por Tiago Cerveira e está disponível no Youtube da Blue House. 


O single chega a todas as plataformas digitais no dia 1 de Junho. 

THE NOW é o single de apresentação do supergrupo Human Natures. Liderado por João Ribeiro, o projecto partiu das ideias sonoras que o músico criou ao longo dos últimos 12 anos – encontrando na música, um amor e forma de expressar as suas vivências e emoções. Culminando com a conclusão das suas canções com um novo grupo de músicos provenientes de projetos nacionais emergentes, tais como Eigreen, Masena, MaZela e Peixinhos da Horta, dos quais se lhe juntaram: Alexandre Loureiro, Carlos Serra, Constança Ochoa, Francisco Frutuoso, José Santos, Luísa Levi e Maria Roque. 




O tema selecionado relata a sensação inata que é viver o presente de forma inabalável e profundamente sentida, constantemente desafiando o futuro desconhecido, um passado vivido e em face à inundação de sentimentos e acontecimentos que experienciámos diariamente nas nossas vidas. Todos os elementos da banda adicionaram a sua voz para oferecer corpo a THE NOW.

Human Natures explora a dualidade emocional da vida sob a forma de texturas sonoras: a alegria e a tristeza; o medo e a confiança; o êxtase e a apatia. O single agora lançado é a porta de entrada no álbum de estreia “Electric Dreams”, através da fusão de diversos géneros musicais – desde o dream-rock progressivo, música ambiental e indietronica – repleto de texturas criadas através de guitarras elétricas, vozes moduladas, pianos e sintetizadores, entre outros de instrumentos de sopro ou cordas. 


QUEM SÃO OS HUMAN NATURES


farmacêutico, dedica a sua vida a estas duas vertentes. Iniciou o percurso de aprendizagem musical de forma autodidata, porém a sua crescente motivação levou-o a iniciar aulas de guitarra com Rui Lopes (Diretor Musical do CAIS) e em escolas de música tais como o Sítio de Sons e a Escola de Jazz Luíz Villas Boas (Hot Clube de Portugal), onde foram seus professores Bruno Pernadas, João Roque e Miguel Barrosa – nas vertentes de teoria, composição, treino auditivo e ritmo. 


Simultaneamente, foi crescendo um amor exponencial pela música ao longo dos anos e desenvolvendo a prática nas artes associadas, tornando-se multi-instrumentista e integrando projetos musicais, tais como Eigreen (de Francisco Frutuoso) passando por palcos tais como o Convento de São Francisco no Festival Lux Interior (abertura para Clã), Queima das Fitas e Salão Brazil em Coimbra, Capote Fest em Évora, Festival Fa Ce La em Lugo, Espanha, entre muitos outros. Mais recentemente, com a criação do seu projeto de originais Human Natures, que teve a sua estreia no Convento São Francisco, como resultado da convocatória MIC. A par destas atividades, atuou como locutor na Rádio Universidade de Coimbra (RUC).


Ficha técnica Human Natures – THE NOW
Composto e escrito por: João Ribeiro

Participação:
 
Alexandre Loureiro – Bateria, Voz

Carlos Serra – Voz

Constança Ochoa – Voz

Francisco Frutuoso – Guitarra, Voz

João Ribeiro – Baixo, Guitarra, Teclados, Voz

José Santos – Voz

Luísa Levi – Voz

Maria Roque – Voz


Gravado e editado por:
João Ribeiro
Henrique Toscano – Estúdios Blue House 
Mistura e masterização, por:
Henrique Toscano – Estúdios Blue House
Vídeo e fotografia por:
Tiago Cerveira

MJ Perez – Ora Aperta Amor (2023) (single)

MJ Perez – Ora Aperta, Amor (2023) (single)

“Ora aperta, amor” a homenagem às raízes que une à cantora galega MJ Pérez com as portuguesas CRUA.

A cantora MJ Pérez apresenta um novo single em português em parceria com CRUA (Porto) e produzido pelo beatmaker Peter Petrowski.

MJ Pérez volve às suas raízes lusas, a cantora galega de ascendência portuguesa por parte de mãe transforma esta música do folclore português para fazer uma homenagem aos seus avós e às suas raízes. 

Nesta ocasião unem forças MJ Pérez e Crua, um grupo original do Porto formado por 6 mulheres que unem as suas vozes e percussão com a mirada posta na música tradicional portuguesa. Esta era a união perfeita, pois esta canção “Ora aperta, amor” não faz sentido sem a comunidade. Falamos duma peça do folclore português que, depois de um longo processo de trabalho, MJ transformou desta maneira, com o talento de Peter Petrowski, reconhecido beatmaker galego, que foi quem de ver e plasmar a ideia deste projeto. 

Desta forma, algo que parte duma vontade pessoal de MJ, termina por se transformar em algo comum que cria laços e ultrapassa fronteiras, pois além da ideia de lembrar e homenagear as raízes, está a meta constante de tecer essa ponte entre a Galiza e Portugal. Ano e meio de trabalho, de pensar e de deixar que a vida surpreenda, fazendo que CRUA e MJ se encontrassem no caminho para unir vozes e talento. 

Uma música na que o cavaquinho português, o acordeão e os adufes e percussão são os elementos essenciais que, com as vozes de CRUA e MJ Pérez derivam nesta combinação, na que a tradição portuguesa se aproxima aos tempos presentes através da eletrónica, mas sem perder nunca a sua essência.  

Participaram também nesta música Fran Barcia Trashorras no acordeão e João Ferreira Martins no cavaquinho português. 

Tudo isto sai acompanhado visualmente de um videoclipe feito por MJ Pérez, no que combina um grande collage de lembranças com a técnica de lyric vídeo. Tanto nele como na capa do single, MJ faz referência ao “Lenço dos namorados”, um elemento e tradição do Norte de Portugal. 

Crua e MJ Pérez estarão a cantar ao vivo esta música num concerto especial no próximo 21 de abril na Sala Rebullon (Mos, Galiza).

LINKS DE INTERESSE: 

Videoclip: https://youtu.be/6ZQYTILy45g

Spotify: https://open.spotify.com/track/3G1r4qHPxktRs1Mqyr1m8D?si=3edba9e98454449e

* CRUA *

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Bandcamp: https://crua-adufe.bandcamp.com

* PETER PETROWSKI *

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* MJ PÉREZ *

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WEB: mjperez.net