Ana Lua Caiano – Se Dançar É Só Depois (2023) (single)

Ana Lua Caiano – Se Dançar É Só Depois (2023) (single)
ANA LUA CAIANO LANÇA NOVO SINGLE E VÍDEO “SE DANÇAR É SÓ DEPOIS”

NOVO EP A 05 DE MAIO
“Se Dançar É Só Depois” é o novo single de Ana Lua Caiano que antecipa o novo EP da artista que irá sair já no próximo dia 5 de maio. O disco, que irá ter o nome deste último single da artista, “Se Dançar É Só Depois” será também o título do novo lançamento, do qual farão parte também os temas já divulgados anteriormente “Mão na Mão” e “Adormeço Sem Dizer Para Onde Vou”. 

“Se Dançar É Só Depois” é uma música que critica o excesso de trabalho incentivado pela sociedade atual. A personagem da canção, apesar de trabalhar muito, continua sem conseguir “um quarto para dois”. A música de tom trágico, mas forte, é composta por ritmos criados através da utilização de sons de máquinas industriais e mistura sonoridades tradicionais portuguesas com elementos eletrónicos.


À canção junta-se um videoclip protagonizado pela própria Ana Lua Caiano  em ambiente fabril, a representar uma linha de montagem. Realizado por Joana Caiano, o vídeo complementa a letra e a sonoridade de “Se Dançar É Só Depois”,  materializando a acutilante reflexão da artista sobre a fugacidade do tempo aliada à precariedade laboral e à crise na habitação.


No próximo dia 5 de maio, o segundo EP da artista já estará disponível em versão física e em todas as plataformas digitais,  arrancando também na mesma data a sua digressão de clubes que terá início em Setúbal, na Casa da Cultura, seguindo para Lisboa, Coimbra, Porto, Vigo e Torres Vedras.
Digressão de clubes:

Com quase 40 concertos realizados Ana Lua Caiano irá começar uma digressão de clubes em maio onde irá apresentar os seus novos temas ao vivo em formato de one-woman-show. A artista vai passar por Setúbal no dia de lançamento do novo EP (Casa da Cultura, 5 de maio), Lisboa (Galeria Zé dos Bois, 6 de maio), Coimbra (Salão Brazil, 12 de maio), Porto (Maus Hábitos, 19 de maio), Vigo —Espanha (Sala Radar, 20 de maio) e Torres Vedras (Bang Venue, 27 de maio).

NAPA – Assim Sem Fim (feat. Silly) (2023) (single)

“Assim, Sem Fim” marca o início de um novo capítulo dos NAPA. A banda não é de agora, mas o nome é novinho em folha. Antes conhecidos como Men On The Couch, os NAPA trazem um novo nome para o público mantendo intacta a sua identidade musical.

Neste primeiro avanço “Assim, Sem Fim” do segundo álbum da banda Logo Se Vê, os NAPA trazem consigo a Silly que através da sua voz e poesia singulares deposita uma intimidade inesperada na canção. Numa odisseia musical sobre dois amantes desdobrada em quatro partes, deparamo-nos com as angústias cruas da distância e incompatibilidade.

O videoclip, realizado pelo André Pêga e Rui dos Anjos e protagonizado por Ana de Oliveira e Silva e Vítor Afonso, retrata a frustração de uma relação que a distância insiste em destruir, mas que a saudade não deixa acabar. Na busca da verdade encontram um amor assim, sem fim.

Os NAPA nasceram na cave de uma avó no Funchal no ano de 2013. Os contornos da banda foram-se formando entre a energia dos Arctic Monkeys e Red Hot Chilli Peppers, o à vontade dos Beatles e a sensibilidade de Caetano Veloso e Tom Jobim. A fórmula amadora e inocente das primeiras composições da banda (em inglês) cativou a atenção de amigos, família e não só. Trocaram o inglês pela língua materna, e a cave da avó pelo estúdio. Em 2019 gravaram o seu primeiro disco Senso Comum nos conhecidos Black Sheep Studios em Sintra, ainda sob o nome Men On The Couch. As melodias contagiantes e o espírito cru e melancólico do disco ressoavam gradualmente nos corações dos portugueses apaixonados. A apresentação esgotada no Sabotage e os consequentes concertos só vieram reforçar a força das canções.

A banda prepara-se para lançar o seu segundo LP Logo Se Vê com uma roupagem mais madura, mas um espírito sempre moço. O novo álbum vem com novo nome de banda e desafia as premissas estabelecidas em Senso Comum, trazendo para cima da mesa maior complexidade e inventividade na estrutura de muitas das canções. A veia pop romântica continua a pulsar no corpo do disco, mas a fome de descobrir novos ritmos e texturas musicais é evidente ao longo do álbum.

O novo álbum dos NAPA é uma edição de autor com distribuição da Universal e tem lançamento previsto para 26 de Maio. As primeiras datas ao vivo confirmadas são dia 19 de Maio no Festival Aqui Acolá na Madeira e dia 21 de Julho no Summer Opening na Madeira.

https://www.instagram.com/os_napa/

https://www.facebook.com/osnapa/

https://www.tiktok.com/@_napa_napa

Rogério Godinho – Love Is Art (2023) (single)

Esta música foi inspirada na famosa performance “The Artist is Present”, de Marina Abramovic, no Museu de Arte Moderna (MoMA) de New York, em 2010. Numa dessas performances, a artista foi surpreendida pela presença do seu ex-companheiro Ulay, depois de 23 anos sem se verem. E a “magia” aconteceu! Os olhos de ambos disseram tudo. Não foram precisas palavras.

FICHA TÉCNICA:

Música, rhodes, voz: Rogério Godinho

Letra: Sam Azura

Arranjo: Rogério Godinho, Francisco Sales

Guitarras: Francisco Sales

Baixo eléctrico: Rui Pedro Pity

Bateria: André Silva

Produção musical do album: Francisco Sales

Mistura e Masterização: Mo Hausler

Aguarela capa do single: Adão Conde

Aqui segue o link para streaming: https://songwhip.com/rogeriogodinho/love-is-art

Site oficial: www.rogeriogodinho.com

Mariana Guimarães – Fado Liberdade (2023) (single)

Mariana Guimarães – Fado Liberdade (2023) (single) ID

“Fado Liberdade”
Mariana Guimarães revela novo single dia 25 de Abril

género: fado, pop, cantautor, música do mundo

Com uma voz suave e melodiosa e uma mistura de pop, música portuguesa, fado ou música do mundo, Mariana Guimarães canta canções originais que contam histórias que agradecem, que celebram, que acordam o que há de bom cá dentro e que inspiram para as coisas mais essenciais da vida.

“Fado Liberdade” é o segundo single a ser retirado do disco de estreia e sucede ao tema “Contemplei”, que já pode ser escutado nas plataformas digitais.

Ficha técnica
“Fado Liberdade”
Letra e música: Mariana Guimaräes
Produção: João Só e Suave
Tocado por João Só e Suave
Mistura e Masterização: João Só e Suave
Lançamento: 25 de abril de 2023

Bio:
Mariana Guimarães, natural de Lisboa, crescida na Linha de Cascais e pelo Mundo é uma cantautora que escreve e compõe a sua música.
Vinda de uma família de artistas, desde cedo se liga profundamente à escrita, música e à dança. Formou-se em Antropologia e Empreendorismo Social porque tinha o sonho de ajudar as pessoas a serem felizes. A vida foi-lhe mostrando e convidando ao seu lado artístico e ao mesmo tempo que foi aceitando, Mariana entendeu que ser feliz, fazer o que ama e aquilo que é boa a fazer, também pode ser uma forma de ajudar e inspirar as pessoas e de plantar mais amor e felicidade no Mundo.
Desde 2019 que começou a dedicar-se totalmente ao seu projeto a solo. Em Novembro de 2021 lançou o seu primeiro single, “Bora”, uma música que fala sobre ter a coragem de se ser quem se é, largando o que não é nosso, para trilharmos o nosso caminho único e especial. Em Julho de 2022 lançou “Casa”, uma música sobre amor.
O ano de 2023 promete ser especial: Mariana Guimarães vai lançar o disco de estreia, com a produção de João Só, no Estúdio Zeco.

Links
https://marianaguimaraes.com/ www.instagram.com/amarianaguimaraes/ www.facebook.com/amarianaguimaraes www.youtube.com/channel/UCb5LYe9x25wTFjUEFDDKiDA https://open.spotify.com/artist/0ZPP2ooNi7xEaPWdDDFFaL
“Fado Liberdade é um

Lisboa String Trio – Ouço Vozes (2023) (single)

Lisboa String Trio – Ouço Vozes (2023) (single)


“Canções Concretas e Outras Histórias” é o quarto disco do Lisboa String Trio, editado a 21 de Abril de 2023.


Na inquieta continuação da exploração de uma linguagem que foi definindo e criou raizes, agora com formação renovada, o Lisboa String Trio preparou um novo repertório e um novo disco para 2023.


Da formação anterior, mantém-se dois músicos, José Peixoto (guitarra) e Carlos Barreto (contrabaixo). E a estes juntam-se o músico catalão Marc Planells (alaúdes, sitar e permissões) e, como convidada, Sofia Vitória (voz), na sequência de gratificantes colaborações anteriores com outras vozes (Cristina Branco, Maria Berasarte e Ricardo Ribeiro).


A sonoridade do grupo ganha novas matizes, explora novas direções, mantém a “localização cultural” e, sem perder de vista a matriz instrumental que caracteriza a sua musica, para alem das canções, conta com a capacidade de Sofia Vitória poder usar a voz como se de um instrumento se tratasse, graças ao seu background ligado ao jazz.


Este novo passo contempla 11 temas, dos quais seis canções assinadas por José Peixoto são baseadas em inédita “poesia aberta” do autor João Monge, rompendo com o processo mais habitual de “música-letra”. Esta construção, uma novidade nunca ensaiada na relação criativa destes dois autores, permite formas musicais mais “abertas” e mais abstratas o que os aproxima profundamente da própria tais e identidade do Lisboa String Trio.


Constam ainda do alinhamento temas de Carlos Barreto, Sofia Vitória e Marc Planells.


Novos e inexplorados territórios se abrem para acolher o novo futuro deste original grupo.

Lançamentos de Abril 2023

A Radio Olisipo recebe diariamente solicitações de músicos que pretendem divulgar suas obras.

A cada mês publicamos uma seleção em formato de playlist, com temas de álbuns, new releases e singles em destaque.

Aqui apresentamos a playlist dos destaques do mês de Abril de 2023. O menu é variado e recheado de vários sabores sonoros.

Boa escuta!

Tracklist:

01. Vasco Ribeiro & Os Clandestinos – Primavera (single) 

02. Fleuma – Cantos da Noite (single)

03. L-Capitan – Soturna (single) 

04. Cavalo 55 – A White Building (single) 

05. Ana Cris – E No Princípio Era O Sentir (álbum)

06. O Destino Do Clã – O Destino Do Clã (álbum)

07. ARS NOVA NAPOLI feat. SIMONA BOO – Canta Amigo Canta (live)

08. Evacigana – Fiasco (2023) (álbum)

09. April Marmara – Dead Flowers (single)

10. Lindu Mona – Kalunga (álbum)

11. Fatspoon – Erótico & Sensual (feat. David Bruno) (single)

12. Yamandu Costa e Martín Sued & Orquestra Assintomática – Suíte Ameríndia (single)

13.. April Marmara – Still Life (álbum)

14. Dulmea – Lloc Comú (álbum)

15. André Marques – Dreams Die And Never Come Back (single)

16. Mary Ann –  Wake Up (single)

17. Henrique – Down Again (single)

18. Mema. – De Cabeça (single)

19. Matilde Fachada – Senso de Vida (single)

20. Beak Scenatrio – Coastal Breeze (single)

21. Bela Noia – Para Que Voltar (single)

22. Inês Apenas (feat. Malva) – Tensa (single)

23. My Deer Watson – Left Turns (single)

24. Pedro Teixeira – Unquestioned (single)

25. Terra Livre – Decomposed (remixed álbum)

Terra Livre – Decomposed (2023) (álbum)

Terra Livre – Decomposed (2023) (álbum)

Seeds, Roots, Flowers & Fruits: DECOMPOSED

No espirito de criação e partilha, os Terra Livre convidaram produtores de vários estilos para fazerem uma homenagem ao seu album de estreia, “Seeds, Roots, Flowers & Fruits”. Aquilo que foi um marco na sua carreira e sonoridade ganha assim uma nova vida, num album eclético com 13 músicas de estilos variados desde o Dub ao Downtempo. Cada produtor escolheu livremente a música que quiz “decompor”, assim criou-se um espaço onde a mesma musica pode-se tornar em várias novas, bem como onde um produtor pode pegar em mais que uma canção para tornar sua. O album foi lançado no passado dia 19 de Abril e está disponível em exclusivo no site Bandcamp dos artistas
(terralivre.bandcamp.com ), uma plataforma que distribui as vendas de forma clara e transparente, directamente aos artistas sem mais intermediários, antes de entrar nas plataformas de streaming mais populares. A própria arte visual do album, criada por Alex Louza, foi uma “decomposição” do album original, uma pintura por Sara Baga.
Fica assim em modo de fecho de ciclo este novo album, resultante da decomposição do album de estreia, e que abre novos caminhos e horizontes para a banda.

Em “Seeds, Roots, Flowers & Fruits: Decomposed” participam Dublessing, Magupi, Dedy Dread, Tempura the Purple boy, Ha Kwai, Beat Laden, Kota Alex, Dominik Borde, Cano Guru, Natty Fred, The Rebel e Chico Norris.

Enio Souza – Instrumentos Musicais Chineses (Entrevista 19/04/23)

Enio Souza – Instrumentos Musicais Chineses (Entrevista 19/04/23)

Enio Souza é comissário da Exposição de Instrumentos Musicais Chineses e é membro do INET-md.

Nesta entrevista apresenta a exposição assim como outras iniciativas relacionadas com a música chinesa em Portugal.

INSTRUMENTOS MUSICAIS CHINESES
A exposição resulta de uma parceria entre o Museu do Centro Científico e Cultural de Macau (CCCM), a Fundação Jorge Álvares e a Câmara Municipal de Mafra, que assumiram a responsabilidade de dar a conhecer ao público português, e aos visitantes estrangeiros, este representativo acervo instrumental chinês, numa vila, Mafra, onde a música foi, desde sempre, emblemática.

O Museu do CCCM tem sido uma das principais instituições responsáveis pela divulgação da música e dos instrumentos musicais chineses em Portugal. Tem sido da sua responsabilidade a organização de concertos e recitais, exposições e reuniões científicas internacionais no âmbito da música chinesa. Em 2016, é lançado o projeto Lisbon Conference: Chinese Music and Musical Instruments que conta com o apoio científico da Fundação CHIME e o patrocínio da Fundação Jorge Álvares, tendo decorrido em maio de 2022 a sua quinta edição. Em 2018, o CCCM acolheu a 21st International Conference CHIME – European Foundation for Chinese Music Research, que contou com a participação de cerca de uma centena de investigadores, etnomusicólogos, musicólogos
e músicos provenientes de diversos países e de renome internacional nos meios artísticos e académicos.

O Museu do Centro Científico e Cultural de Macau em Lisboa é depositário de uma extraordinária e requintada coleção de instrumentos musicais chineses, qui inclui também instrumentos que foram transportados a partir de Leiden (Holanda), no final do ano de 2020.

Esta coleção tornou-se o foco desta exposição especial realizada na Câmara Municipal de Mafra e que vai durar até o dia 15 de Maio de 2023!

Que toda a música e cultura chinesas prosperem e floresçam em Portugal.

Pedro Teixeira – Unquestioned (2023) (single)

Pedro Teixeira – Unquestioned (2023) (single)

Unquestioned, é uma música que contém um discurso entre vários argumentos.

Um dos argumentos ou melodia presente na música é o argumento principal, daí o título “Unquestioned”. Porque é aceite como verdade perante os restantes argumentos. A inspiração para esta dinâmica entre as melodias surgiu devido à minha curiosidade pelas personagens dos filmes do Woody Allen.

Pedro Teixeira é um jovem compositor português que tem publicado o seu trabalho de forma independente nas principais plataformas de streaming. O seu single “Unquestioned” foi recentemente destaque no programa Olhar a Lua da Antena 2.

Instagram:
https://www.instagram.com/pedromusicmaker
Spotify:
https://open.spotify.com/artist/2zIh3pAPFmdXgmGwrAjsLA
Website:
https://pedroteixeiramusic.com

My Deer Watson – Left Turns (2023) (single)

My Deer Watson – Left Turns (2023) (single)

O projecto “My Deer Watson” nasceu em Agosto de 2016, no parque de campismo do festival Vilar de Mouros. Após uma reunião motivada pela pandemia, o quarteto portuense gravou o seu primeiro álbum, “Alice”, em 2022, na Arda Recorders. “Alice” é uma coletânea de histórias e experiências de jovens universitários a iniciarem a sua transição para a fase adulta. Com o nome baseado nas obras de Lewis Carroll, é realizado um paralelismo com os sentimentos de Alice quando confrontada com uma nova realidade à qual não considera pertencer.

O primeiro single deste álbum, “Left Turns”, fala sobre a forma como somos inevitavelmente moldados pela dor e pelas partidas que a vida nos prega.

Inês Apenas (feat. Malva) – Tensa (2023) (single) (ID)

Inês Apenas (feat. Malva) – Tensa (2023) (single) (ID)

INÊS APENAS lança ‘Tensa’, o primeiro single do próximo EP de originais.

Novo tema antecipa a edição de “Leve(mente)”, o segundo trabalho de originais da artista
A artista INÊS APENAS edita ‘Tensa’, o primeiro avanço do próximo EP de originais. Em parceria com Malva – cantora e rapper da dupla redoma – ‘Tensa’ é uma canção leve e descontraída, que surgiu da necessidade urgente de relaxar e de “ser abanada” para alcançar esse estado de espírito.

“Existe uma dicotomia engraçada na canção pela temática de estar ‘tensa” mas a melodia e harmonias nos levarem numa viagem tranquila e calma, a dançar ao som das coisas boas que a vida nos dá”, revela INÊS APENAS, que viu em Malva a pessoa indicada para esta “entrada grátis num spa auditivo”. Para a cantora e rapper Malva, a colaboração chegou na altura certa. “Quando a INÊS APENAS me mandou este refrão, eu estava a precisar de levar um abanão da vida ou de alguém para me sentir mais leve e o tema fez todo o sentido. Acabámos por criar os versos juntas e descobrimos a leveza que estávamos à procura”, afirma Malva. A produção de ‘Tensa’ ficou a cargo de Joana Rodrigues – a outra metade da dupla portuense redoma.

Com este primeiro single, INÊS APENAS trilha o caminho para “Leve(mente)”, o novo EP com lançamento a 5 de maio. Neste trabalho de originais – que inclui ‘Fim do Mundo’, o tema que defendeu no Festival da Canção – a cantora, compositora e pianista leiriense marca uma posição firme no Pop português e apresenta um EP visual, em que cada música habita um espaço, uma cor e um aspeto distinto, através de visualizers únicos.

“Hoje em dia tudo muda a cada segundo e vivemos num imediatismo constante. Quando escrevi estas canções libertei muita energia, dor apaziguada e um desejo por dias mais leves, felizes e cheios de ritmo: para dançarmos ao som da vida”, declara INÊS APENAS. Além de ‘Tensa’, a artista lança nas próximas quartas-feiras dois novos singles: ‘Shhinfrim’ (26/04) e a faixa-título ‘Leve(mente)’, em parceria com LEFT. (03/05).

O concerto de apresentação do novo EP de INÊS APENAS está marcado para 13 de maio, no espaço Musicbox (Lisboa), com banda e convidados especiais.

SOBRE INÊS APENAS
Pianista, cantora e compositora, INÊS APENAS nasceu em Paris e reside em Leiria desde os 3 anos de idade. Começou a sua formação musical no Orfeão de Leiria e, mais tarde, licenciou-se em Piano Clássico na ESMAE, no Porto.
Em 2019, integra a equipa de Surma no Festival da Canção como backing vocal e alcançam o 5º lugar na final. Depois desta participação, começa a descobrir-se como compositora e intérprete e, em 2021, lança ‘Tu Fazes Tão’, o primeiro tema como INÊS APENAS. Em 2022, edita o EP de estreia, “um dia destes”, que conta com mais de 100 mil streams nas plataformas digitais. No verão do mesmo ano, junta-se ao coletivo AVALANCHE, NED FLANGER e Tom Maciel e cria o tema ‘Batata Frita’, que figurou no top semanal da Antena 3 e outras rádios nacionais.
Colabora no álbum “Moods”, da cantora Aurea, assinando a coautoria do tema ‘Vou Tirar um Break’. Atualmente, prepara a edição de “Leve(mente)”, o segundo trabalho de originais composto por 6 faixas, com lançamento a 5 de maio. Entre temas a solo e colaborações com Malva, SOLUNA e LEFT., o novo EP “Leve(mente)” promete declarar INÊS APENAS como o novo nome do panorama Pop português.

Bela Noia – Para Que Voltar (2023) (single)

Bela Noia – Para Que Voltar (2023) (single) ID

A Bela Noia existe… e é vossa.

Após mostrar a sua habilidade lírica e a sua capacidade de contar histórias em projetos anteriores, o artista multidisciplinar Pedro Vieira aventura-se por um outro caminho que o leva a refletir, procurando uma solução para uma realidade que o inquieta. Tentando reinventar-se, acaba por explorar uma nova linguagem, criando assim uma série de canções que amotinam os alicerces da música pop e inquietam quem as ouve, pelo constante salto ao rock e folk, sem largar a mão do noise e do prog rock. A Bela Noia surge quase que por vontade própria, como uma necessidade de espelhar o lado não explicativo e menos racional do processo criativo de Pedro Vieira.

A Bela Noia cresce e amadurece com colaboração do músico e produtor viseense Gonçalo Alegre que acompanhou todo o processo desde o início, criando os arranjos para as canções e produzindo o primeiro disco de Bela Noia. A banda fica completa com Miguel Rodrigues, que assume as baterias e percussões do projeto, e Leonardo Outeiro, que interpreta os temas na guitarra, baixo ou teclado.

“Para quê voltar” assinala o avanço do disco de estreia de Bela Noia. Num single com fortes influências de música rock, folk e tradicional, edifica-se um hino à nostalgia, incitando uma reflexão sobre o conceito de memória. O sujeito poético grita por atenção e ajuda, procurando responder às suas dúvidas e apelando, sobretudo, à esperança, num misto de emoções que constituem esta viagem. Se recordar é viver e faz parte do que somos, então para quê querer voltar?

“Para quê voltar” é o quarto capítulo do disco Os Miúdos estão Bem, com lançamento marcado para este ano. O álbum exprime uma fase algo conturbada na vida do autor, que expõe os seus medos e turbulências emocionais. A Bela Noia procura, sobretudo, respostas para uma fase de emancipação e transição. A mudança é algo assustador e ao procurar uma resposta acaba por perceber-se que a falta dela é uma possibilidade… e está tudo bem!

A componente visual que acompanha o tema é realizada e filmada por Pedro Vieira e Leonardo Outeiro e editado por Pedro Vieira criando uma estética intima, caseira e pessoal sem grandes artifícios e recursos.

https://www.instagram.com/bela.noia/
https://www.youtube.com/@abelanoia