01. Jingle Radio Olisipo 00:00 02. José Afonso “Grandola Vila Morena” 00:06 03. José Mário Branco “Fado Penelope” 06:05 04. Sérgio Godinho “Primeiro dia” 09:21 05. José Afonso “Coro da Primavera” 13:32 06. Sérgio Godinho “O homem fantasma” 18:17 07. José Mário Branco “Eu vi este povo lutar” 21:50 08. Sérgio Godinho “Lá isso é” 27:18 09. José Mário Branco “FMI” 31:11 10. José Afonso “Venham mais cinco” 51:27 11. Vitorino “Cantigas de uma greve de verão” 55:55 12. José Afonso “Cantigas de Maio” 58:27 13. José Mário Branco “Canção dos despedidos” 01:04:05 14. José Mário Branco “Qual é a tua, o meu” 01:09:01 15. José Afonso “Milho verde” 01:12:44 16. José Afonso “Ronda das Mafarricas” 01:14:52 17. Vitorino “São saias, Senhor, são saias” 01:17:25 18. José Afonso “Maio maduro maio” 01:19:10 19. Vitorino “Ó Patrão Dê-Me Um Cigarro” 01:22:22 20. José Mário Branco “Queixa Das Almas Jovens Censuradas” 01:24:10 21. José Mário Branco “Poder” 01:28:56 22. Vitorino “Dizem Para Aí Que Chegou” 01:32:37 23. Vitorino “Vou-Me Embora, Vou Partir” 01:34:52 24. Fausto “O Que A Vida Me Deu” 01:37:38
Beak Scenatrio antecipam EP de estreia com “Coastal Breeze”.
“Coastal Breeze”, o single de avanço do EP de estreia dos Beak Scenatrio, acaba de ser lançado hoje em todas as plataformas digitais. A base da faixa é orientada pelo groove e construída a partir de um caldeirão de influências que variam entre o rock, soul, jazz e a world music, enquanto as linhas funky de guitarra elétrica adicionam um toque melódico ao dreamscape psicodélico que complementa o som único do trio Lisboeta.
O EP de estreia da banda, “Follow Your Nose”, será editado no dia 7 de abril e estará disponível exclusivamente para download digital na página Bandcamp da banda e no site da Yoyobel Records antes de chegar a todas as plataformas digitais em Maio.
No verão de 2022, os três músicos experientes e versáteis juntaram-se com o objetivo de misturar o amor partilhado pelas boas vibrações da dubfunkadelia e o rock instrumental com a improvisação do jazz e blues num som único. O resultado é um EP de cinco faixas gravadas em dois dias nos Canoa Studios em Torres Vedras. Desafiando a categorização, o grupo oferece uma experiência musical expansiva, cativante e dinâmica que não o deixará indiferente!
“Follow Your Nose” EP
Lista de faixas: 1 Three Ghosts in the Rune 2 Mysteriosa 3 The Gull, the Whale and the Gale 4 Coastal Breeze 5 Slither and Strut
Produzido por Abel Beja Gravado, Misturado e Masterizado por Nelson Canoa nos Canoa Studios, Torres Vedras
BIOGRAFIA Beak Scenatrio é um trio instrumental de Lisboa, formado por Abel Beja na guitarra, João Sousa na bateria e Pedro Pinto no contrabaixo. A base da banda é orientada pelo groove e construída a partir de um caldeirão de influências que inclui o dub, rock, soul, funk jazz e world music, enquanto linhas ecléticas de guitarra eléctrica adicionam um toque melódico de psicodelia que completa o som único do grupo.
Prazeres Interrompidos #150: Miles Davis – Ian Carr
Matilde Fachada – Senso De Vida (2023) (single)
Matilde Fachada edita “Senso de Vida” . MIC – Música Independente de Coimbra de 2022
Matilde Fachada edita “Senso de Vida” No passado dia 23 de Março, Matilde Fachada editou Senso de Vida, tema produzido no âmbito do projeto MIC | Música Independente de Coimbra. Senso de Vida fala-nos de uma felicidade imensa que nos leva a dançar e a cantar, perto de um sentimento de euforia, que segundo a autora “devíamos procurar todos os dias da nossa vida”. É uma música simples, só tem voz, acompanhada à guitarra. O projecto MIC | Música Independente de Coimbra, da produtora Blue House, pretende descobrir novos talentos da região de Coimbra. A iniciativa procura apoiar a criação e a promoção da música emergente, ao incentivar a profissionalização dos artistas selecionados. Os projetos escolhidos integram a programação do ‘Café Curto’, um ciclo de concertos que acontece todas as terças-feiras, no Café Concerto do Convento São Francisco. Para além da apresentação ao vivo, os novos artistas têm, ainda, direito a uma sessão fotográfica e a oportunidade de gravar um tema original no estúdio da Blue House e de produzir o respetivo videoclipe com a realização do fotógrafo e videógrafo Tiago Cerveira.
Café Curto & MIC | Música Independente de Coimbra O ciclo ‘Café Curto’ convida o público a sentar-se à mesa com a música, todas as terças-feiras, às 19H30, no Café Concerto Coimbra do Convento São Francisco. Esta programação tem a curadoria da Blue House e o apoio da Câmara Municipal de Coimbra. Desde outubro de 2020 até ao final de 2022, servimos mais de 70 showcases de 30 minutos, mantendo a aposta em jovens artistas e projetos emergentes, providenciando-lhes um espaço onde podem mostrar o seu trabalho à cidade. Na última sessão de cada mês, o ‘Café Duplo’ proporciona um espetáculo de 60 minutos, fruto de um processo de sinergias e cocriação, em que dois artistas, — um local e um nacional — apresentam os seus temas separadamente, mas juntando-se em palco para duas músicas conjuntas, desenvolvidas em residência prévia, no estúdio da Blue House.
O ‘Café Curto’ integra, ainda, uma vertente de formação artística e profissional, com a convocatória ‘MIC | Música Independente de Coimbra’, em que os/as artistas selecionados/as têm a oportunidade de apresentar o seu trabalho no Café-Concerto do Convento São Francisco.
Quem é Matilde Fachada? Matilde Fachada tem apenas 21 anos e assume que não é música, nem cantora, e que pouco percebe de música. No entanto, tem por hábito (e prazer) pisar o palco enquanto atriz e, atrás das cortinas, criar som e canções para os espetáculos onde participa. No teatro, costuma dizer as palavras de outras pessoas e, agora, propõe-se a cantar as suas, resultado de um processo experimental em que tenta juntar e brincar com as duas formas de arte que se entrecruzam na sua vida.
Afeganistão – Ustad Fazel Sapand #2 (18/04/23)
Afeganistão – Ustad Fazel Sapand #2 (18/04/23)
Fazel veio para o estúdio da Rádio Olisipo para contar um pouco sobre a sua história e sobre a sua cultura. Oriundo de Herat (Afeganistão), estudou em Kabul e hoje reside em Lisboa, onde atua como músico e professor.
Durante a entrevista Fazel, mostra o Oud (instrumento árabe), explica as características do instrumento e canta algumas peças de Herat (Afeganistão)e do Irão.
Fazel está disponível para dar aulas de vários instrumentos ligados à música clássica indiana: sitar, rubab, tablas, harmonium entre outros.
Esta entrevista foi realizada no estudio da Radio Olisipo no Largo Residências, Lisboa 18/04/23.
Boa escuta!
Mema. – De Cabeça (2023) (single) ID
“De Cabeça” é o último single que antecipa o primeiro longa-duração de MEMA., “LeveEscuro”, com data de lançamento já na próxima semana, a 21 de abril de 2023.
Este single é uma canção assumidamente pop e electrónica, mas ainda assim despida de preconceitos de género musical, notórios nas suas pesadas guitarras eléctricas e apontamentos de RnB. Em “De Cabeça”, MEMA. canta (com alguma ironia) sobre o seu espírito impulsivo, ansioso, mas também destemido.
“É sobre atirarmo-nos a tudo de cabeça, cometer várias vezes o mesmo erro e mesmo assim parecer não aprender a lição.” refere a artista.
O lançamento do single é acompanhado por um videoclip realizado por Luís Água, artista que também participou de algumas das canções que fazem parte de “LeveEscuro”.
Henrique – Down Again (2023) (álbum)
Biografia do Henrique:
Henrique é um artista pop independente com o sonho de alcançar sucesso internacional. Natural do distrito de Coimbra, desde pequeno explorou as mais diversas áreas artísticas como forma de expressão, tanto nas artes plásticas como nas artes performativas. Consciente de que a escrita é a sua melhor ferramenta para comunicar e compreender as suas emoções, começou a compor e produzir temas originais que tem vindo a lançar nas plataformas digitais. Além de cantor e compositor, é ator e bailarino, com formação em teatro musical. Um dos seus grandes objetivos é poder representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção.
Mary Ann – Wake Up (2023) (single)
Mary Ann – Wake Up (2023) (single)
Mary Ann’s new alternative/indie single “Wake Up Call” is a thought-provoking release from the rising singer/songwriter
About The Release Mary Ann is excited to announce the release of her newest alternative single, “Wake Up Call.” This powerful track showcases Mary Ann’s incredible vocals and message-heavy lyricism, laid seamlessly on top of a guitar and drum- driven production. The song delivers nostalgic rock elements while infusing a modern alternative/indie style, making it a perfect blend of old and new.
“Wake Up Call” is a song about taking responsibility for your actions and making a change for the better. Mary Ann’s lyrics are powerful and thought-provoking, encouraging listeners to take a step back and evaluate their lives. The song is an anthem for those who are ready to listen and reflect.
The production of the song provides the perfect backdrop for Mary Ann’s powerful vocals. The guitar riffs are nostalgic and reminiscent of classic rock, while the synths provide a modern and alternative feel. The production is expertly crafted, making the song a standout in the alternative genre.
The release of “Wake Up Call” is a pivotal moment for Mary Ann, as it marks a new chapter in her career. The song is a reflection of her growth as an artist and a message to her fans that she is not afraid to take risks and push boundaries. Mary Ann’s fans can expect more powerful and thought-provoking music in the future, as she continues to evolve as an artist. “Wake Up Call” will be released on February 27 on all digital streaming platforms.
About Mary Ann Mary Ann is a talented rising singer/songwriter from Porto, Portugal. Music has been in her life since a very young age. Throughout her career, she has had several bands, including the progressive-metal band Sollar. With Sollar, she released a 10-track album in 2019 and was featured on various websites, blogs, and magazines worldwide. She was also recognized as the face of Porto Hard Rock on International Women’s Day.
After completing her studies in marketing, Mary Ann decided to pursue her passion for music by studying at the music conservatory. She studied musical theater and took courses on singing and voice technique, becoming a professional singer. During the COVID pandemic, Mary Ann became a vocal teacher at the same music conservatory where she studied, and began working on solo songs with producer friend Mike More.
Mary Ann’s biggest influences include Amy Winehouse, Lana del Rey, Maria Brink, Billie Eilish, Puscifer, and Florence + the Machine. She is determined to leave her legacy and pass meaningful messages through her music.
Mary Ann’s passion for music and drive to inspire others make her an artist to watch in the alternative and indie music scene.
André Marques – Dreams Die And Never Come Back (2023) (álbum)
O meu último single “DREAMS DIE AND NEVER COME BACK” estará presente no meu segundo álbum instrumental com o título “MYSTICAL BORDERS”, que será lançado no próximo dia 5 de Maio.
Bio: Sou um apaixonado por filmes e bandas-sonoras desde que me lembro de existir, e recentemente decidi aprender e começar a compor música instrumental, tendo já aprendido bastante e com a consciência de ter ainda muito mais para experimentar e desenvolver. No ano passado lancei o meu primeiro álbum instrumental intitulado “Nightmares”, com um ambiente mais relacionado com o tema do terror e inspirado nas sonoridades presentes em filmes desse género e de suspense.
Em 2023 irei lançar um segundo álbum “MYSTICAL BORDERS”, mais experimental e electrónico, onde exploro uma temática mais mística e ligada ao espaço/universo. O single “SINKING” foi o primeiro single, e “WE ARE ALL DUST” é o segundo single, para mostrar duas sonoridades diferentes que estarão presentes no álbum. Por fim foi lançado um terceiro e último single: “DREAMS DIE AND NEVER COME BACK”. O álbum será lançado no dia 5 de Maio e pode ser guardado aqui: https://share.amuse.io/album/andre-marques-mystical-borders
Sempre estive ligado ao cinema e formei-me em Audiovisual e Multimédia, sendo que tenho uma página dedicada ao cinema e também escrevo argumentos.
O futuro estará sempre ligado ao cinema e a tudo o que o envolve.
Dullmea – Lloc Comú (2023) (álbum)
Dullmea – Lloc Comú (2023) (álbum)
DULLMEA APRESENTA O NOVO DISCO “LLOC COMÚ”
Dullmea apresenta o novo disco “Lloc Comú” – um trabalho apresentado em formato de instalação sonora que explora os conceitos de comunicação, diálogo, debate e consenso, instrumentos fundamentais a uma sociedade cada vez mais participativa. Cada peça foi co-composta e co-gravada por Dullmea e um músico convidado através de um esquema de pergunta-resposta virtual, resultando num objeto verdadeiramente coletivo e dialogado. Dullmea contou com os músicos convidados Ricardo Pinto, pianista do Porto, um dos mais relevantes criadores de música para teatro do país; Maria João, a voz emblemática do jazz em Portugal; Rui Rodrigues e Miquel Bernat dos Drumming, grupo de Percussão do Porto que tem sido um dos principais impulsionadores da evolução da percussão erudita em Portugal; Pedro Melo Alves, figura relevante do jazz contemporâneo e membro fundador de Omniae Ensemble, The Rite of Trio; Marcelo Rúben Aires, nome de destaque da bateria a nível nacional, membro fundador de Sullen e Rei Bruxo; Guilherme Lapa, contrabaixista e membro fundador dos coletivos Grão a Grão e Sono; Daniel Martinho, que foi Jovem Residente da Casa da Música e criador do álbum “Genealogy”; Tatiana Rosa, artista audiovisual, electrónica e flautista a residir em Amesterdão; Patrícia Lestre, voz, ukulele e arranjadora de Aquilo Que Vocês Quiserem; Frederic Cardoso, clarinetista que tem conquistado vários prémios em concursos nacionais e internacionais e dedica uma parte significante do seu trabalho à música de câmara e à música contemporânea; e o músico multi-instrumentista André Lourenço, membro fundador dos coletivos Trash Panda Collective e Pinturas Negras, a residir em Amesterdão. Ricardo Pinto foi o responsável pela mistura e masterização de “Lloc Comú”. O design gráfico é de João Pedro Fonseca (Zabra). Dullmea é um projeto que explora as infinitas possibilidades da voz e da eletrónica. Na sua discografia contam-se os discos “Keter” (2016), “Hemisphaeria” (2019) e dʊl’mjə̯. No final de 2021 lança “Orduak”, um disco que foi aclamado pela crítica nacional e internacional. Dullmea já se apresentou ao vivo nos Países Baixos, Portugal, Espanha, Brasil, Alemanha, Dinamarca e Reino Unido. Compõe música para teatro.
“Lloc Comú” vai ser apresentado em formato de instalação sonora no Lisboa Incomum de 10 a 17 de Abril; e na Biblioteca Municipal de Felgueiras, de 13 de Maio a 3 de Junho.
Mais informação: www.dullmea.com https://dullmea.bandcamp.com/album/lloc-com
April Marmara – Still Life (2023) (álbum)
April Marmara, lança o seu novo disco no próximo dia 14 de abril. Deste “Still Life”, que tem o selo da nova editora Lay Down Recordings, já são conhecidos os temas “Who Knows Where the Love Goes”, “Shell” e “Dead Flowers”.
Estas 3 canções já nos introduziram e abriram um pouco da porta deste novo LP de April Marmara, mostraram-nos à ambiguidade de uma artista que observa, de forma atenta, a passagem do tempo, mas que de forma alguma se senta passivamente à sua margem, sem interagir com ele.
“ O ‘Still Life’ é um álbum escrito com tempo. São canções escritas sobre a contemplação da natureza, a sensibilidade da passagem do tempo e sobre as histórias que vou descobrindo e escrevendo. São também sobre o exílio e os meus pensamentos. Foi durante as gravações deste álbum que me apercebi do poder, da energia que é fazer música e do buraco enorme que esta preenche na minha vida. “Still Life” é a minha afirmação como artista. É um álbum que embarca tantas pessoas que o ajudaram a remar em frente e que o suportam.” Nas palavras de April Marmara.
Este novo álbum é um mergulho profundo no isolamento, na solidão, na qualidade das relações humanas e, acima de tudo, na relação de alguém com a natureza e seu próprio lugar neste mundo. É um amadurecimento em relação ao trabalho de estreia “New Home” (2018), tanto a nível espiritual quanto artístico. “Still Life” é uma coleção de 8 faixas repletas de paisagens sonoras cinematográficas e letras pictóricas. Ao ouvir somos imediatamente convidados a entrar num calmo transe, que ganha forma nos riffs hipnóticos da guitarra, apenas para ser ocasionalmente interrompido pelo conforto de uma bela melodia de violoncelo ou clarinete. E, claro, a qualidade sempre estranha e única da voz de Beatriz Diniz.
Todas as 8 canções foram criadas pela própria April Marmara e os arranjos foram escritos e produzidos em colaboração com Afonso Cabral (You Can’t Win Charlie Brown; Bruno Pernadas; Minta & The Brook Trout). O álbum foi mixado por Eduardo Vinhas entre os Estúdios da Estrela e os Namouche em Lisboa. Os toques finais vieram do Canadá com masterização de Philip Shaw Bova (Angel Olsen; Andy Shauf; Bahamas).
April Marmara expande continuamente os limites do significado da música folk, misturando influências de artistas folk ingleses como Nick Drake ou Vashti Bunyan com heróis do folk português como Fausto Bordalo Dias. Com uma gama de instrumentos globalmente diversos como a guitarra acústica, o adufe (percussão tradicional portuguesa), e até as tablas e harmónio indianos.
“Still Life” é editado a 14 de abril pela Lay Down Recordings. Disponível em todas as plataformas de streaming e numa impressionante edição em vinil nessa mesma data.
Yamandu Costa E Martín Sued & Orquestra Assintomática – Suíte Ameríndia (2023)(single)
Suíte Ameríndia é composta de 3 movimentos, o primeiro homenageia a cultura cubana, o segundo movimento se encaminha mais para América Central, e o terceiro homenageia o litoral Argentino, por isso esse nome: uma mistura de América do Sul e Caribe. Nessa versão, com a super participação de Martín Sued & Orquestra Assintomática. Suíte Ameríndia: I. La Brisa II. Galope III. La Reunión Composição: Yamandu Costa Arranjo e orquestração: Martín Sued Violão de 7 cordas | 7 strings guitar: Yamandu Costa