Fatspoon – Erótico & Sensual (feat. David Bruno) (2023)(single)

Erótico e Sensual é o tema que junta Fatspoon a David Bruno!

Da analogia da confecção de comida à criação de música surge Fatspoon.
“A criação de musica é um processo com bastantes semelhanças ao da preparação de comida, desde a escolha de ingredientes ao tempo de maturar, ou à forma como é servido.”

Fatspoon lançam novo single com David Bruno, “Erótico e Sensual” que nos traz a irreverência do artista convidado e a sonoridade jazz característica da banda, num alternativo indie bastante sensual, passemos a redundância. 

Fatspoon teve a típica génese de uma banda de amigos que partilhava o gosto por música instrumental (2018). Depois de definida a identidade da banda, o processo criativo passou a ser mais conceptual, baseado nas maquetes compostas por Miguel Pinto (baixo). Posteriormente polidas na sala de ensaio por Gonçalo Palmas (teclado) e Zandré Dinis (bateria), foi complementado por Pedro Nadais (guitarra) e Tiago Pinto (guitarra). Em 2020, a banda editou somente em formato físico, um disco de música instrumental.

Por influência de André Indiana (2021), que é o produtor do novo álbum, esta visão instrumental alargou passando a contemplar canções e letras. Desta necessidade nasce a sinergia com Edu Mundo (Fogo Fogo, Cordel), e da mesma forma se acolheu o contributo vocal da Helena Neto (Expensive Soul). 

Esta base acabou por definir o processo de produção do novo álbum, que se divide em temas que individualmente pediam contribuições específicas. Foram beber à irreverência de David Bruno, ao “tropicalismo” de Tiago Nacarato, aos conceitos de Edu Mundo e à entrega de Jake Miagra. Da mesma maneira incorporam a energia de Helena Neto, o timbre de Bruna Moreira e a perícia de Zé Nuno. 

O álbum desenvolvido ao longo dos últimos dois anos será composto por oito faixas, sendo duas destas instrumentais. Para além das participações já mencionadas, conta ainda com um quarteto de cordas, um solo de Hammond de João Salcedo e uma secção de sopros composta por Samuel Silva, João Seco e João Sousa (Marta Ren).

Neste momento, março de 2023, conhecem-se dois singles de Fatspoon. “James Jamon” lançado em 2020 e “Erótico & Sensual” em colaboração com David Bruno, lançado recentemente.
Fatspoon trazem-nos ainda um novo single antes do lançamento do seu segundo conjunto de canções, que sairá em meados de maio de 2023.

Lindu Mona – Kalunga (2023) (álbum)

Firmino Pascoal aka Lindu Mona lançou no dia 31 Janeiro o seu Novo álbum como Lindu Mona de seu nome «Kalunga» nas plataformas digitais e na Loja da Zoomusica em Vinil. Este disco conta com o apoio á edição fonográfica por parte da GDA.
Lindu Mona nasce no conceito musical criado por Firmino Pascoal nos finais dos anos 80 para dar a conhecer e evoluir temas de influências étnicas de Angola misturadas com electrónica, jazz e blues. Com Lindu Mona, o regresso a África é Espiritual e Físico. Assim sendo, na sua música sentimos os Pássaros e os filhos da Floresta, o tambor e os Passos de Dança, os Nzumbi (almas dum Outro Mundo), o dialecto e os Instrumentos de música tradicional como o Kissange.
Em Maio de 2021, Lindu Mona juntamente com a Mainha Irene e o Dj e Engenheiro de Som Pedro Cardoso iniciaram esta viagem ancestral e espiritual da música angolana. Com fortes inspirações do álbum outrora trabalhado por Lindu Mona – Bantu – a sonoridade de Kalunga remete-nos para uma experiência cultural afro-brasileira, que arrebata pelo trabalho da percussão e pelas harmonias que a acompanham. Neste sentido, Kalunga é uma viagem discográfica a Angola marcada pelos batimentos da percussão de Tiago Tocha, das guitarras do Dasoul e Rui Pais, dos baixos ritmados do Diogo Antunes e Jorge Silva e do canto de Tristany, Trista e Ritta Tristany que casa com as melodias do Dj Pedro Cardoso. Ao piano contamos com o João Oliveira e Octávio Salles no saxofone.
Pode-se dizer também que a homenagem à Natureza Africana que Lindu Mona profetiza nos seus temas reflete-se não só nas composições rítmicas como também na forte presença sonora da fauna e flora, que nos transporta à imensidão e grandeza de Kalunga. Kalunga tem origem a partir do quimbundo de Angola que significa “mar”. Durante a escravatura, para se referirem aos negros no Brasil, os brancos chamavam Calungas aos escravos trazidos de Angola. Por outro lado, os negros utilizavam este nome para se referirem ao Deus dos brancos, pois consideravam-no vago como a imensidão do mar. Para Lindu Mona, Kalunga é o lugar tanto físico quanto espiritual onde o mar, a imensidão e a grandeza se encontram. Kalunga é Terra, Kalunga é casa.  

Para mais informações:

https://www.instagram.com/lindumona/ 

https://www.youtube.com/@lindumonaoficial5341 

https://zoomusica.pt/artistas/lindu-mona/kalunga-press/

April Marmara – Dead Flowers (2023) (single)

April Marmara – Dead Flowers (2023) (single)

APRIL MARMARA ESTREIA NOVO SINGLE “DEAD FLORWERS”

NOVO DISCO “STILL LIFE” EDITADO A 14 DE ABRIL

Beatriz Diniz, conhecida como a cantora e compositora April Marmara, apresenta o seu novo single “Dead Flowers” em antecipação ao novo disco de longa-duração, “Still Life” com edição a 14 de abril e com o selo da nova editora Lay Down Recordings.

”Dead Flowers” é a terceira canção a ser relevada do segundo disco de April Marmara, depois de “Who Knows Where The Love Goes” e “Shell” é uma canção que acrescenta ao universo de quieta inquietude que a artista está a criar para este disco, sempre com uma sonoridade marcadamente folk.  

Tendo um cariz muito cinematográfico a música de April Marmara, este single é também acompanhado por um vídeo. Realizado por Martim Braz Teixeira e que nos mostra imagens das gravações do disco “Still Life” em Lisboa.

O seu segundo e futuro LP, “Still Life”, será lançado pela Lay Down Recordings e é um mergulho profundo no isolamento, na solidão, na qualidade das relações humanas e, acima de tudo, na relação de alguém com a natureza e seu próprio lugar neste mundo. É um avanço definitivo em relação ao trabalho de estreia de April Marmara, “New Home” (2018), tanto espiritual quanto artisticamente.

”Dead Flowers” já está disponível em todas as plataformas.

Conheça April Marmara:

April Marmara é o solitário projeto folk cantado e composto pela Beatriz Diniz, artista lisboeta. Com uma invulgar serenidade nos dedos e na pose, e com um registo vocal cuidado e arrepiante, April Marmara apresenta-nos as suas negras canções de amor. 

São canções sem espinhas ou gorduras desnecessárias que ora lembram as noites de vendaval vistas pela janela do quarto, ora lembram os passeios ao sabor da brisa das pálidas manhãs de outono. Imagens e mais imagens, que Beatriz Diniz canta sem qualquer pudor. Uma coragem fora de série, que é friamente catapultada para os ouvidos de quem ouve, e reconhece a nostalgia, a solidão e a universalidade de quem escreve canções folk assim. Sim, tudo isto é folk, e é como folk deve ser, solitário, bem cantado, e que podia não ter língua nem terra.

Evacigana – Fiasco (2023) (álbum)

Fiasco – Resultado desfavorável, desastroso ou negativo.
 
Depois da fortuna, como é que se lida com o fiasco? No caso de EVACIGANA, faz-se o primeiro disco. Os polos do som da banda alargam-se. Se outrora o rock piscava o olho à pop, agora a relação é assumida e feliz. Mas não se pense que um dos noivos se aprumou muito… As canções simplificaram-se, mas a meiguice e acessibilidade das mesmas encontra-se bem embrulhada por um papel rugoso e áspero. Oiça-se, por exemplo, o início vertiginoso de “Dobra”, tema que abre o álbum. Um choque epiléptico de guitarras e bateria, num riff punk que nos arrasta desenfreadamente e implode num apaziguador verso shoegaze, até se transformar num refrão orelhudo e pegajoso, que teima em descolar. Em contraste, “Anáguas”, o primeiro single do disco, é pop que se desdobra numa colorida sequência de guitarras cintilantes, conduzidas por uma secção rítmica a pulsar, num jogo de espaços permanente onde as duas vozes guiam as melodias a um auge de euforia caleidoscópica. É no meio destas contradições e aparente desconforto, que ao longo dos dez temas que compõem Fiasco, os EVACIGANA continuam a vincar ainda mais a sua peculiar identidade e colorida paleta sonora.
 
Fiasco é editado a 24 de Março de 2023, foi misturado por Guilherme Gonçalves (Keep Razors Sharp, Cabrita, The Legendary Tigerman) e masterizado por Clara Araújo na Arda Recorders. Vai ser apresentado ao vivo no dia 14 de Março na Galeria Zé dos Bois em Lisboa (abertura de PILE) e dia 23 de Março no Spacy Bar/ Disco nas Caldas da Rainha (com HETTA).
 
BIOGRAFIA
 
Nascidos em 2018, os EVACIGANA praticam uma entusiasmante e colorida mistura de rock alternativo, pop e post-hardcore efervescente (como aquele que se fazia na viragem do milénio), cheia de ganchos orelhudos, riffs em zig-zag e fortes contrastes sonoros. A banda lisboeta conta, até agora, com EVACIGANA, demo auto intitulada lançada em 2019 e produzida pelos próprios e Fortuna, o primeiro EP, produzido e misturado por Nuno Monteiro (Monday, Memória de Peixe, Filho da Mãe), e editado em 2020, que os levou a actuar em salas como Bang Venue, Texas Bar, Side B e SHE, em festivais como o Emergente e lhes garantiu lugar na compilação Novos Talentos Fnac 2021.
 
https://www.facebook.com/evaciganamusica/
https://www.instagram.com/evaciganamusica/
https://evacigana.bandcamp.com/
https://open.spotify.com/artist/5F4jwmBaorol71jC2zwIXm

ARS NOVA NAPOLI Feat. SIMONA BOO – Canta Amigo Canta (2023) (live)

Transcrição do Vocal (ID) de Marcello (cantor de Arsénio Nova Napoli)

Olá a todos,
Sou Marcello de Ars Nova Napoli, cumprimento em primeiro lugar a Radio Olisipo que divulga o nosso trabalho. Gravamos esta música num concerto em Nápoles, depois de ter ouvido “Canta, Amigo Canta”, cantada por Dona Rosa. O meu sonho era o de conseguir encontrar um dia a Dona Rosa, para cantar esta música com ela, assim que quem tenha notícias sobre ela, que nos meta em contacto: seria um sonho de verdade! Esta musica cantada por ela é maravilhosa, connosco nesta versão canta Simona Boo, uma voz extraordinária que vem de Nápoles.

Muito obrigado por divulgar a nossa versão,
Um abraço a toda Lisboa!

O Destino Do Clã – O Destino Do Clã (2023) (álbum)

O Destino Do Clã – O Destino Do Clã (2023) (álbum)

Salve querida galerinha do som, das pickups, das playlists, do rádio
espero todos bem!

Passando pra compartilhar sobre o lançamento de um disco novo
que estou fazendo em parceria com os queridos Nanan & Gustavito.

Chama-se “O Destino Do Clã” e é um álbum totalmente acústico
produzido por nós 3 numa residência artística que aconteceu em 2021, na Lapinha da Serra (Minas Gerais)

E agora finalmente lançado pela nossa label artesanal & independente olherinha records, com distribuição da Tratore.

Tem 9 faixas inéditas e uma capa linda com ilustração da Josefina Bustillo.

Boa escuta!

beijos
é nois
viva o som

Ana Cris – E No Princípio Era O Sentir (2023) (álbum)

O álbum de estreia de Ana Cris é lançado dia 24 de Março
“’E no princípio era o sentir’ pretende unir os caminhos que tenho percorrido numa busca trans-orgânica entre campos populares e eruditos, mergulhando na natureza das canções e danças, nas suas origens evolutivas partilhadas no Oceano Atlântico entre a milonga, o tango ou o fandango, entre a ópera, o fado e o jazz, a partir de composições próprias, criando-se uma verdadeira catarse e purga emocional.
“Os temas do álbum trazem à tona o que calei. Acaso o que temos para dizer não serão meras memórias, dados e programas que se repetem? E, se assim for, cantando, não as libertaremos? Talvez só assim seremos, alguma vez, livres de verdade.” – Ana Cris
https://www.delacris.com/ www.facebook.com/delacrismusica https://open.spotify.com/artist/45QUUm10xdyRhNPhZ48EVQ https://linktr.ee/anacrisss
www.youtube.com/@delacris3870

Concerto de apresentação de “E no princípio era o sentir” acontece dia 28 de Abril pelas 21h30 no Auditório Municipal de Vila do Conde. Concerto apoiado pela Antena 2, SPA – Fundo Cultural, House of Owl – Styling e Pés e Cabeceira Interiores. Ana Cris será acompanhada por Marco Figueiredo ao piano; Eduardo Sinatra na percussão/bateria; Gileno Santana no trompete; Mariana Barbosa na dança e ainda pela interprete de Língua Gestual Portuguesa, Margarida Silva.

Outros concertos:
14 de Abril pelas 21h30 na Casa das Artes do Porto

ANA CRIS | biografia
Ana Cris conta com uma trajetória de mais de 15 anos de concertos por emblemáticas salas nacionais e internacionais como Casa das Artes de Famalicão, Cine-Teatro Garret da Póvoa de Varzim, Grande Auditório Gulbenkian, Auditório Municipal e Salão Nobre do Teatro de Vila do Conde, Casino de Espinho, Museu de Arte Contemporânea de Vigo, Auditório Martín Códax de Vigo, Centro Galego de Arte Contemporânea e Cidade da Cultura, em Santiago de Compostela, Palácio (Palau) da Música Catalã de Barcelona, entre outras e Festivais internacionais do panorama da World Music, sempre acompanhada por uma equipa de músicos detentores de currículos impactantes. A artista assume, com esta nova proposta, levar a palco a expressão, emoção, riqueza e cor da canção e do som da Música Tradicional do Mundo, com o cunho pessoal da sua passagem pela Música erudita, pela lírica e pela música contemporânea, experimental e vanguardista, ampliando e estendendo a sua experiência musical à World Music, desenvolvendo, agora, as suas ideias artísticas e criativas.

Cavalo 55 – A White Building (2023) (single)

Cavalo55 returns with new song ‘A White Building’, backed by a live version of ‘Dumb’ recorded during his opening slot with Myriam Gendron at ZDB in Lisbon.
Listen to the single here

Cavalo55 returns with ‘A White Building’ which arrives off the back of debut single Hi’s&Lo’s and an extremely productive last couple of years in which he has played extensively with various bands around Portugal (his current home base), recorded and released a handful of live sessions (leading to his first radio plays), serving as an early showcase for his forthcoming debut EP set for release this Spring (2023), and work extensively on his first set of songs under his own moniker.

Cavalo55 is the musical project of very well-travelled Simone Carugati, a multi- instrumentalist, folk singer-songwriter.

Listen / Connect:
Bandcamp Soundcloud
YouTube
Instagram
Facebook
Pinehouse Concerts Live Session
Contacts:
Label: dm@streetmissionrecords.net

Cavalo 55 – A White Building (2023) (ID)

A White Building:

When the music stops
the crowd fades away
the big stage that I’ve been dreamin’ of
was made of haze
The first time that I walked in
your tiny house
I never thought that we’d be together
such a long time

Bloomin’ as the wind
southern skies of white and blue
that day I truly thought
that I could be the one for you
and all your childhood stories
and the creatures in your head
that’s what I miss the most
of those tiny house days

but what got in the way
of our sweetest restless days
did we just overthink it
paranoia made us change

now this big white room
has no fantasies or clues
just a boring cabaret
of end October days

bloomin’ as the wind
southern skies of white and blue
that day I truly thought
that I could be the one for you
and all your childhood stories
and the creatures in your head
that’s what I miss the most
of those tiny house days

at first I was just another rider
but then you took it
somewhere higher

at first I was just another rider
but then you took it
somewhere higher

at first I was just another rider
but then you took it
somewhere higher

at first I was just another rider
but then you took it
somewhere higher

somewhere higher
somewhere higher
somewhere higher

bloomin’ as the wind
southern skies of white and blue
that day I truly thought
that I could be the one for you
now you can find me in a gutter
with these old country songs
I might as well sail the seas
with a hot jazz pirate band

Credits:

Simone Carugati (Cavalo55) – Vocals & Guitars
Gabriel Alterio – Drums
Louis Pavlo – Keyboards
Catarina Falcão, Tiago Saga – Backing Vocals

Produced: Simone Carugati, Hugo Valverde, Tiago Saga
Mixing: Hugo Valverde
Mastering: Hugo Valverde

L-Capitan – Soturna (2023) (single)

SINGLE “SOTURNA”

SOTURNA, uma melodia que ecoou na minha cabeça durante muitos anos. Experimentei dar-lhe vida com diversos instrumentos, mas foi quando decidi experimentar com guitarra portuguesa que percebi a paixão que acabava de começar entre nós. Escura, iluminada apenas com a luz das chamas de um fogo que a embrenha num ritmo sensual, é assim que defino SOTURNA e foi dessa forma que foi pintada no videoclipe pelo Subestimado. A música que serve de mote ao EP e que deu origem a todo o processo de criação do mesmo.

BIOGRAFIA L-CAPITAN (LUÍS FERNANDES)

L-CAPITAN (Luís Fernandes) estreou-se no mundo da música em tenra idade. Aos 8 anos começou a aprender guitarra clássica na escola de Música Nossa Senhora do Cabo. Mais tarde, viajou por caminhos mais distorcidos com a guitarra elétrica, entre vários projectos foi vocalista e guitarrista dos já extintos YAGMAR. Produziu e colaborou com vários artístas entre os quais os Angolanos – Elenco da Paz e Yuri da Cunha, em Espanha com a rapper ELVIRUS e na India com Kali. Enveredou pelas 12 cordas da guitarra de Lisboa em 2022. Um caminho árduo nestes 9 meses de curta aprendizagem, mas que promete dar frutos onde os seus 27 anos de guitarra não o deixam desistir.

https://www.instagram.com/lcapitan88/
https://www.youtube.com/@l-capitan
https://open.spotify.com/artist/5OwIa1YJuitMfdseslD3zq?si=yODpzKjSQTCDCAlRJKKM5g

Fleuma – Cantos Da Noite (2023) (single)

Single “Cantos da Noite”
Depois do lançamento em Outubro de 2022 do primeiro single dos FLEUMA (“Lena”), o trio do Porto lança agora o single “Cantos da Noite” que nos traz uma brisa noturna em tons quentes que nasce numa inóspita paisagem alentejana. Um tema que esperou pela entrada da primavera, pelo calor e que nos acompanha em períodos relaxados de final de dia. O tema foi gravado na Audiospace Maia e nos estúdios Aldeia do Monte e misturado por Miguel Oliveira.

Sobre os FLEUMA
Compor temas originais maioritariamente cantados em português foi o mote para a criação do projecto FLEUMA no início de 2020. Todos os temas são compostos em banda pelos três elementos criando assim um som inusitado, sem rótulos e que é moldado por múltiplas influências. Os FLEUMA são compostos pelos músicos Bruno Santos (bateria), Miguel Marafuz (voz e baixo) e Samuel Marques (guitarra e vozes),
Em 2022, ano em que lançaram os seu primeiro single “LENA”, realizaram ainda em Maio e Outubro dois concertos em que colheram um feedback muito positivo do público.

Em 2023 irão lançar o segundo single “Cantos da Noite” em Março e o terceiro single “Recomeços” em Abril. A estes temas irá juntar-se um quarto, actualmente em fase de mistura, que farão parte do primeiro EP da banda.

FLEUMA NA INTERNET
www.fleumamusic.bancamp.com
www.youtube.com/channel/UCKy-BYlqLwzoSNj3zg74zLw www.instagram.com/fleumaonline
www.fleumaonline.com

BOOKING
fleuma@fleumaonline.com | Samuel Marques | 918 591 948

Vasco Ribeiro & Os Clandestinos – Primavera (2023)(single)

A PRIMAVERA
chega a 20 de Março por
Vasco Ribeiro & Os Clandestinos, segundo single do álbum
a estrear “Formas de Estar”.

Primavera
Uma ode celebrativa a esta maravilhosa estação e
a comparação desta, até certo ponto, com um estereótipo de
mulher primaveril.

Bossa ligeira, única do gênero no álbum “Formas de Estar” – Que se quer dinâmico e versátil, variando pelos mais diversos estados de humor e géneros musicais, ao alcance das nossas mais díspares formas de estar.

Lançamentos de Março 2023

Lançamentos Março De 2023

A Radio Olisipo recebe diariamente solicitações de músicos que pretendem divulgar suas obras.

A cada mês publicamos uma seleção em formato de playlist, com temas de álbuns, new releases e singles em destaque.

Aqui apresentamos a playlist dos destaques do mês de Março de 2023. O menu é variado e recheado de vários sabores sonoros.

Boa escuta!

Tracklist:

Nile Valley – Lighter Than Thoughts (2023) (single)
Cave Story – Sing Something For Us Now (2023) (single)
Mário Costa – Chromosome (2023) (álbum)
Beatriz Villar – Viragem (2023) (EP)
Dannii – Continuo Aqui (2023) (single)
Kicu – Ardeu (2023) (single)
SPITZ & NOXIN – KANNIBAL (2023) (single)
Luto – Trintas (20239 (single)
Mutu – Terra Dos Cegos (2023) (single)
Ana Cris – A Sombra De Um Sol Posto (2023) (single)
L – Blues – A Preto E Branco (2023) (single)
André Carvalho – Tagumi (2023) (single)
The Invisible Age – Magic Trick (2023) (single)
Colectivo Gira Sol Azul – Dar Corda As Palavras (2023) (single)
Bela Ensemble – Bela Ensemble (2023) (álbum)
Mamashemade – É Pra Amanhã (2023) (single)
Rogério Godinho – We Change (2023) (single)
Beak Scenatrio – The Gull, The Whale And The Gale (2023) (single)
Daniel Catarino – Berço De Ouro (2023) (single)
Mallina – Astrologia (2023) (single)
Paula Lovely & Foggy – Ketja Pina Mon Amour (2023) (single)
O Gajo – Não Lugar (2023) (álbum)
Kikomori – Brainrot (2023) (single)
Leo Middea – Borboleta Efeito (2023) (single)
André Carvalho – Waldeinsamkeit (2023) (single)