André Carvalho – Waldeinsamkeit (2023) (single) Lost In Translation Vol.II (2023) (álbum)

ANDRÉ CARVALHO ANUNCIA NOVO DISCO LOST IN TRANSLATION – VOL. II
EDIÇÃO CLEAN FEED RECORDS, DIA 31 DE MARÇO

31 MARÇO/ GRÂNDOLA JAZZ FESTIVAL, GRÂNDOLA
1 ABRIL/ CCB, LISBOA
JULHO/ TBA, BRAGA

SINGLE “WALDEINSAMEKEIT”

Sucedendo a “Tagumi”, “Waldeinsamkeit” é o segundo single do novo álbum do contrabaixista e compositor André Carvalho. De origem Alemã, “Waldeinsamkeit” é uma palavra intraduzível para expressar “o sentimento de estar sozinho na natureza, nomeadamente num bosque”

“Este tema é constituído por uma única melodia, escrita sem harmonia ou ritmo. Uma única melodia que vai sendo tocada pelos vários elementos do trio. Quis que este tema fosse despido, simples e que a melodia fosse suficientemente forte para contar uma história só por si. Uma única melodia, como se se tratasse de uma pessoa sozinha no meio de um bosque. É um ambiente contemplativo, introspectivo e calmo”. O tema começa por uma pequena intro em que os vários músicos criam uma atmosfera quase onírica.

A Carvalho junta-se os habituais elementos do seu trio: José Soares (saxofone) e André Matos (guitarra). O segundo single encontra-se disponível em todas as principais plataformas de streaming. O vídeo que acompanha o lançamento do single foi realizado por Pedro Caldeira, com direcção de fotografia de João Hasselberg e assistência de Martim Torres. O som, tanto do vídeo como de todo o novo álbum esteve a cargo do engenheiro de som Tiago de Sousa. O vídeo capta uma interpretação a solo de “Waldeinsamkeit”.

“Palavras intraduzíveis, uma inesgotável fonte de inspiração que dá corpo à sequela do primeiro álbum do meu trio”. É desta forma que André Carvalho, contrabaixista e compositor, define o seu novo álbum Lost in Translation – Vol. II.

ÁLBUM LOST IN TRANSLATION – VOL. II

Após o muito bem recebido Lost in Translation, André Carvalho prossegue a sua viagem pelo mundo das palavras intraduzíveis com um segundo volume. Carvalho afirma que “certamente já se depararam com conceitos para os quais não temos uma palavra na nossa língua. Não quer isto dizer que não exista numa outra língua e que uma outra cultura tenha criado termo para tal conceito. Aprender tais palavras pode ser uma maneira de nos podermos exprimir melhor, vermos o mundo pelo olhar dos outros e de termos uma consciência maior do mundo exterior e do nosso mundo interior”. Segundo o contrabaixista e compositor, a temática das palavras intraduzíveis, começou como uma mera curiosidade, mas rapidamente se tornou algo fascinante e, por isso, fazia todo o sentido continuar o projecto.

Nesta sequela, Carvalho volta a reunir o trio composto pelo saxofonista José Soares e pelo guitarrista André Matos, seus colaboradores habituais. Eleita “Editora de 2022”, a portuguesa Clean Feed Records será a editora de Lost in Translation – Vol. II, a sair dia 31 de Março de 2023.

Descrito por André Carvalho como um “álbum contemplativo, intimista e ao mesmo tempo cru”, este novo tomo terá 7 composições do líder e uma de André Matos, onde a improvisação, a espontaneidade e a exploração tímbrico-textural estão no centro do som do trio. Retomando a ideia de que aprender palavras intraduzíveis pode ser uma ponte entre culturas, o novo álbum incluirá composições inspiradas em palavras de línguas como o Farsi, Hausa ou Finlandês.

Ao falar sobre Lost in Translation, André retoma uma citação icónica de Wittgenstein: “os limites da minha língua significam os limites do meu mundo”. André diz realmente acreditar nisto e que para si, ao aprendermos novas palavras, a nossa consciência se torna mais sensível aos outros, tornamo-nos mais empáticos e o nosso mundo se torna mais rico.

Com apresentações agendadas no Grândola Jazz Festival (31 de Março), Centro Cultural de Belém (1 de Abril) e Braga (Julho), o novo álbum conta com o apoio da Antena2, Companhia de Actores e Teatro Municipal Amélia Rey Colaço. Gravado, misturado e masterizado por Tiago de Sousa, Carvalho divulgará também vários vídeos do trio realizados por Pedro Caldeira e com direcção de fotografia de João Hasselberg e assistência de Martim Torres.

Carvalho partilha também que, por esta temática ser tão especial para si, que está a trabalhar num documentário com o realizador Pedro Caldeira, onde estarão envolvidos os contributos de vários linguistas, antropólogos, psicólogos, assim como acompanhará o trio desde a sua génese à gravação e apresentação da música.

Site: https://www.andrecarvalhobass.com/
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Bandcamp: https://andrecarvalho.bandcamp.com/

Anibal Zola – Uma Noite De S. João (2023) (single)

ANÍBAL ZOLA APRESENTA NOVO SINGLE E SEGUNDA EDIÇÃO DO DISCO “QUEM SAI AOS SEUS”
CONCERTO DE LANÇAMENTO | 15 ABRIL – AUDITÓRIO CCOP, PORTO
CONVIDADOS ESPECIAIS: FADO BICHA
 

Um ano depois da chegada de “Quem Sai aos Seus”, Aníbal Zola volta a reunir os amigos para uma festa de lançamento da segunda edição desse mesmo disco, muito bem recebido pelo público e crítica. O concerto vai acontecer no dia 15 de Abril no Auditório CCOP, no Porto, às 21h, e vai contar com a participação de Fado Bicha e Armindo Sousa. No concerto em sexteto, o disco será tocado na íntegra com algumas surpresas pelo meio. No final de Março, o contrabaixista e cantautor apresenta o novo single “Uma noite de S. João”: uma música que descreve uma noite de São João real de uma forma fantasiada, exagerando e inventando a verdadeira dimensão dos eventos. O vídeo foi realizado pela Joana Jorge da Ficus Films e representa uma noite desta festa popular vivida por uma pessoa sozinha em sua casa, invertendo a perspetiva aumentada e idealizada que a letra descreve. O personagem deste vídeo foi interpretado pelo ator André Júlio Teixeira.No concerto de 15 de Abril Aníbal Zola estará acompanhado pelos músicos: 
André Mariano (Bateria, percussões, Guitarra portuguesa e vozes)
Juan de la Fuente (Percussões)
Romain Valentino (Guitarra clássica e eléctrica, cavaquinho e vozes)
Ivo Pinho (Clarinete)
Klénio Barros (Trombone).

Leo Middea – Borboleta Efeito (2023) (single)

Leo Middea – Borboleta Efeito (2023) (single) ID

“Gente” é o novo disco de Leo Middea a sair em maio!

O quinto disco do carioca já tem 2 singles de avanço: “Se eu te disser que quero um beijo” e “ Você quer mais o quê?”. Em breve, o terceiro single será disponibilizado em todas as plataformas digitais.

Leo Middea é do subúrbio carioca, leve e solar, aos 27 anos já rodou o mundo ao lado do seu violão e atualmente está radicado em Lisboa, capital portuguesa onde gravou os seus últimos dois trabalhos: “Vicentina” e “Beleza Isolar” (2020). Quem o vê em cima do palco logo se surpreende pela energia e presença incessante do começo ao fim. Com o primeiro disco na mão “Dois” (2014), Leo aos 18 anos de idade, iniciou a sua jornada musical e acabou em Buenos Aires realizando cerca de 23 shows pela Argentina no ano de 2015. Já com o seu segundo disco “A Dança do Mundo” (2016) esteve presente em diversas seleções de melhores discos do ano e obteve resenhas positivas pela imprensa brasileira e portuguesa. O trabalho ganhou espaço também na final do FENAC – Festival Nacional da Canção (BR), com a composição “Meu Público”.

A impossibilidade nunca tomou conta do carioca, “Vicentina” (2020) chega com produção de Paulo Novaes, arranjos de Polivalente e participação do cantor português Janeiro. O projeto conseguiu sair do papel após Leo andar pelas ruas a pedir 1 euro por pessoa para juntar o dinheiro necessário para a gravação – o que se tornou também num mini doc que pode ser visto no Youtube. O disco chegou a um milhão de plays no Spotify em apenas 9 meses.

Ao todo, o jovem cantor conta já com 4 cd´s todos lançados de forma digital, nas plataformas de streaming.

Entre temporadas de sucesso pela sua varanda durante a pandemia, concertos esgotados em Londres – London Jazz Café -, Paris, Amsterdão, Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e Vigo, entre tantas outras cidades e quase 8 milhões de streams apenas na plataforma digital Spotify, Leo Middea segue rodopiando na ciranda do mundo em busca de novos encontros e se conectando com cada público que o assiste.

Em Portugal, o jovem músico já atuou um pouco por toda a parte: no Porto ora a solo nos Maus Hábitos, ora a abrir os concertos de Tiago Nacarato ou da brasileira Marina Sena, na Covilhã, em Vila Pouca de Aguiar, em Ovar, em Santarém, Aveiro, V.N Famalicão, Constância, Torres Vedras, Comporta, Aveiro, Santa Maria da Feira, Coimbra, na Ericeira, em Faro (Festival F), na Festa do Avante por duas vezes, no Super Bock em Stock na edição de 2021, em várias salas de Lisboa ( BOTA, Musicbox, B.Leza ou Samambaia), e agora, na última parte do ano na Festa Criola no Castelo de São Jorge, onde assistiram ao seu energético concerto aproximadamente 700 pessoas.

Kikomori – Brainrot (2023) (single)

Kikomori – Brainrot (2023) (single) ID

KIKOMORI LANÇA NOVO SINGLE “BRAINROT”

NOVO EP A SER EDITADO A 28 DE ABRIL

“brainrot” é o novo single do multi-instrumentista kikomori, alter-ego artístico de FredericoMedeiros, músico e produtor natural de Mafra e um dos nomes emergentes da bedroom popportuguesa, um género musical ainda pouco explorado a nível nacional.

O single “brainrot” antecipa o lançamento do segundo EP de originais do artista, “In the Blink of an Eye”, com data de edição agendada para o próximo dia 28 de abril. É um vislumbre para o próximo trabalho do artista que continua a construir numa identidade musical onde R&B, city pop, hip-hop e música de videojogos coabitam em igual medida, culminando num dos resultados mais idiossincráticos da pop electrónica produzida actualmente a nível nacional.

É uma canção upbeat mas melancólica, nas palavras de kikomori: “Nos tempos em que vivemos, é muito fácil perdermo-nos neste enorme mar de informação e de opiniões ao qual estamos sujeitos desde que acordamos até nos irmos deitar. É fácil adiar problemas e perder horas a fio ao fazer “scroll”. Ao mesmo tempo, é-nos essencial utilizar todas estas ferramentas digitais para nos tornarmos “alguém”. Com esta canção eu queria retratar o contraste entre esta obrigação de se estar no mundo digital, e o quão desgastante e cansativo é viver assim.”

“brainrot” é um tema produzido, escrito e misturado por kikomori, com masterização de VítorTeixeira.

O EP de estreia (editado em 2022) intitulado “Game Over”, já acumulou mais de 2 milhões de streams no Spotify e um dos seus singles foi inclusivamente destacado pelo produtor norte-americano Mark Ronson numa playlist de Spotify semanal curada pelo próprio.

Quem é kikomori?

kikomori é o alter-ego artístico de Frederico Medeiros, multi-instrumentista e produtor musical natural de Mafra (Lisboa).

A música foi rápida a atravessar-se na vida de Frederico, aos 10 anos de idade entra na Escola Artística de Música do Conservatório Nacional para aprender piano, mais tarde passa também pelo Hot Clube em Lisboa e forma-se em jazz e piano. Mais recentemente acaba o curso de “Advanced Diploma in Music Production and Sound Engineering” na Abbey Road Institute em Amesterdão (Países Baixos).

Em 2020 é destacado na colectânea dos Novos Talentos FNAC e edita o seu EP de estreia enquanto kikomori em 2022, “Game Over”, que já conta com mais de 2 milhões de audições no Spotify.

Hoje em dia produz centenas de projetos musicais nacionais e estrangeiros, mas no seu projeto a solo explora territórios musicais entre o bedroom pop, city pop, R&B e hip-hop.

O Gajo – Não Lugar (2023) (álbum)

O Gajo – Não Lugar (2023) (álbum)

“NÃO LUGAR”:
Quando procuramos algo não paramos, mantemo-nos em movimento e o que nos define é a transição e não os lugares por onde passamos. “Não Lugar” é o nome do novo disco do GAJO e representa mais um ciclo de exploração da Viola Campaniça. O Quarto ciclo.
Desta feita, com momentos tão diversos como as colaborações com a Korá Guineense de Braima Galissá, o Sitar Indiano de Saturnia, a Viola Braguesa de Vasco Casais (OMIRI), a Viola Ressonadora Brasileira de Ricardo Vignini, o Saz Eléctrico Turco de Thomas Attar Bellier ou ainda a voz de Kátia Leonardo.
Uma viagem por 4 continentes a bordo de uma viola Campaniça aventureira.

TEXTO 1º single “Tarântula”:
A aranha Tarântula terá tido origem na cidade de Taranto, em Itália, e a sua picada inocula no ser humano uma toxina que pode provocar uma manifestação de delírio convulsivo. É Inspirada nesses movimentos rápidos que surge a dança da tarantella, característica dessa região.
A música do GAJO “Tarântula” é mexida, ritmada e assim como a picada da Tarântula, pretende provocar movimentos no corpo de quem a ouvir.

“Não Lugar” é o nome deste novo trabalho que tem data marcada para edição no dia 24 de Março de 2023.

SITE COM FOTOS, VIDEOS E OUTRAS COISAS:
https://ogajo.net/

Paula Lovely & Foggy – Ketja Pina Mon Amour (2023) (single)

Paula Lovely & Foggy – Ketja Pina Mon Amour (2023) (single)

EN

“Ketja Pina Mon Amour”,  is a semi-serious dance on the edge of addiction, above insomnia, above boredom, in a permanently in bloom, shocking pink world. Spring sometimes catches us off guard. Often from behind. 

PT

“Ketja Pina Mon Amour” é uma dança semi-séria no limite da dependência, acima da insónia, acima do tédio, num mundo rosa chocante permanentemente em flor. A Primavera, por vezes, apanha-nos desprevenidos. Muitas vezes por trás.

Mallina – Astrologia (2023) (single) ID

Mallina – Astrologia (2023) (single) ID

“Astrologia” é o novo single da Mallina, novo talento do panorama da pop emergente em Portugal e que agenda a edição do seu EP de estreia para setembro 2023.

Muito inspirada pela cultura pop atual, Mallina produziu este tema com DØR (Miguel Ferrador) e que desvenda um pouco do universo que a artista criou para o seu primeiro EP, um mundo onde se dança e se canta alto as ânsias de uma geração a crescer e a quem escapa o controlo de muitas das coisas que lhe acontecem.

“Escrevi a ASTROLOGIA como uma forma validar ‘o não te culpes por aquilo que não controlas’, quer seja em relacionamentos (no caso da música) ou outra coisa qualquer.” Afirma a cantora ao referir-se à mensagem do seu novo single.

A sonoridade da canção é propositadamente um meltingpot das influências da artista, um beat de pop latino, com melodias características da pop anglo-saxónica mas também com ideias de fado. “A ideia era fazer uma música que ficasse na cabeça das pessoas, mas que trouxesse algo de novo ao que já se ouve em Portugal, com letras engraçadas numa pop de fácil audição e que certamente as pessoas queiram dançar”, refere Mallina ao falar da sonoridade de “ASTROLOGIA”.

O EP de estreia da artista chega-nos em setembro e até lá serão conhecidos novos temas da artista.

Quem é Mallina?

Nasceu e cresceu entre o litoral do Alentejo e o Algarve e desde pequena que é conhecida entre a família como Moça Malina (mulher de força, feitio e raça forte). Sempre sentiu algo fora deste planeta quando via alguém em palco ou quando assistia a um espetáculo e hoje em dia percebe porque é que isso acontece. A música é um sonho para Mallina.

No entanto a relação com a música não foi uma coisa imediata. Só depois de sair da universidade é que decidiu explorar esse mundo e tirar um curso de produção musical. Desde essa altura que o seu foco é o de criar uma identidade artística e fazer música que goste, mas com que as pessoas também se identifiquem.

Hoje, a música faz parte do seu dia-a-dia, quer seja a fazê-la ou a ouvi-la. Faz música pop influenciada por vários ritmos, entre eles os de Ana Moura, Bárbara Bandeira, Doce, D’Alva, Dalida, Madonna, Bad Bunny, Kali Uchis, Katy Perry, Charli XCX e Tove Lo. Mas não se enganem, apesar de ter todas estas referências, quer fazer as coisas à sua maneira. 

Enquanto produz as suas músicas gosta de se imergir em cultura pop, música, moda, cinema. Tem sempre uma história para contar, um cenário imaginado e uma performance que, espera, que faça qualquer um fechar os olhos e dançar. Preocupa-se muito com identidade visual e em dar imagem ao que cria, quer ser uma artista que se reinventa nas suas eras e que traz sempre algo de novo, com um conceito disruptivo.

Festival Micro Clima – Entrevista Com Francisco Cambim (15-03-23)

O Festival Micro Clima é um dos projetos da programação anual da Associação Micro Clima. Nasceu em 2017 pela mão de um conjunto de amigos em redor da SMUP – Sociedade Musical União Paredense e desde então tem sido acarinhado, crescendo a cada edição com a participação de vários artistas musicais e plásticos. A ideia é oferecer ao público um programa heterogéneo, não se limitando a um só género musical ou corrente artística. Os dois dias de festival pretendem ser assim uma celebração da transdisciplinaridade e do multiculturalismo, convidando o público, de diferentes gerações, culturas e geografias, a partilhar um ambiente acolhedor e plural. Nas suas edições anteriores, o Festival Micro Clima recebeu artistas como Conjunto Corona, B Fachada, Ena Pá 2000, Sensible Soccers, Bonga, Luís Severo, Jasmim, Rapaz Ego, Bone Slim, Filipe Karlsson, Tito Paris, Álcool Club, entre outros.
 
Abraçar novos talentos é uma das motivações deste festival, rodeado de um núcleo musical e artístico muito efervescente e consciente do paradigma artístico atual, juntando assim artistas de referência com uma nova geração. A prova disso é o cartaz que o Festival Micro Clima apresenta em 2023, com artistas consagrados como Pongo, EU.CLIDES, Ganso ou Progressivu e artistas emergentes como Soluna, Extrazen, Atalaia Airlines e M3DUSA. Mas não ficamos pela música e, como é costume, as artes visuais também marcam presença. Os artistas João Campolargo Teixeira e João Madureira apresentam uma instalação inédita e Eugénia Burnay, Margarida Conceição, Ricardo Oliveira e Luísa Tudela são os artistas escolhidos para a intervenção artística plástica que marca as casas-de-banho do nosso festival. Mariana Tudela e Pedro Fernandes voltam a ser os artistas responsáveis pela cenografia do nosso palco, que ano após ano não deixa de surpreender e de ser um símbolo distintivo do Festival Micro Clima. 
 
O Festival Micro Clima tem também como objetivo romper com a ideia de uma oferta cultural para a dita “periferia” da capital, trazendo uma programação diversificada e de qualidade, e promovendo novas centralidades, através do desenvolvimento de laços afetivos com o território e com a comunidade.
 
Informações
 
Local: SMUP – Sociedade Musical União Paredense
Morada: R. Marquês de Pombal, 319 2775-265 Parede, Cascais
 
Bilhetes
 
Passe geral (venda limitada, dá acesso aos dois dias de festival) – 35€
Bilhete diário – 20€
Os bilhetes estão disponíveis para compra online em See Tickets e de forma presencial na secretaria da SMUP (2ª a 6ª das 15:00 às 19:00, encerra nos feriados).
 
Nota importante: as condições de acesso ao evento estão sujeitas às medidas definidas pela DGS que se encontrem em vigor nas datas do festival.
 
https://www.instagram.com/micro.clima/
https://www.facebook.com/o.microclima

Daniel Catarino – Berço De Ouro (2023) (single)

Daniel Catarino – Berço De Ouro (2023) (single)

SINGLE “BERÇO DE OURO”
 
“Berço de Ouro” é o tema de avanço para Megafauna, o novo álbum de Daniel Catarino.
 
Para além da base constituída por Molarinho no baixo e Xinês na bateria, também participam neste tema e respectivo vídeo o coro formado por Angelina Nogueira e Rebecca Moradalizadeh.
 
DISCO MEGAFAUNA
 
Observar o mundo de perto com olhos de satélite
 
Megafauna é o primeiro disco da Trilogia Bioma, em que o artista alentejano migrado no Porto se propõe a ligar metaforicamente as diferentes formas de vida com as especificidades humanas. O álbum surge 2 anos depois do EP Isolamento Voluntário?, e 4 anos após o LP Sangue Quente Sangue Frio. Desde 2018 que Catarino se apresenta ao vivo em power trio, e o formato vê agora a sua sonoridade impressa neste novo registo, com mais rock para reforçar a acutilância das palavras.
 
O novo disco de Daniel Catarino aborda dúvidas existenciais sem propor qualquer resposta e se questiona sobre quem se acha no direito de ter certezas. É um disco de cantautor, mas com os amplificadores bem altos.
 
A fauna proposta no título do álbum surge representada logo no primeiro tema, “Manequim”, e propaga-se por “Fado do Caixão” e “Olho do Tubarão”, que retratam os humanos pela forma como tratam os animais e os seus habitats, entre porcos a que só é reconhecido valor pelo sabor dos seus cadáveres, repastos de peixes em extinção, cães e gatos maltratados, e um tubarão que chora plástico.
 
Se “Fodidos” e “Até o Mais Honesto é Guloso” abordam a política social na era das opiniões debitadas em instrumentos de plástico, também há entradas a pés juntos no osso da precariedade artística em “Sonhos Sem Objectivos” e “Berço de Ouro”, que soltam lágrimas de raiva e uivos de ironia por não vivermos o mundo que sonhámos.
 
Embora os temas sejam largamente universais, “Teias de Aranha” fecha o disco com desabafos pessoais, narrando hipóteses perdidas, arrependimentos mal resolvidos e o amor enquanto força (des)motivadora.
 
Musicalmente, é rock. São canções rock despretensiosas, interpretadas maioritariamente no formato power trio que apresenta ao vivo, com momentos de psicadelia não conformada. É possível que não seja disco de deixar a rodar enquanto se escreve uma tese de mestrado ou se lava a loiça. Há malhas de guitarra que entram para furar os ouvidos, as letras tanto dão coices como carícias, o baixo dança de crista em riste, a bateria evoca pentagramas. Se os tipos do grunge não tivessem morrido, talvez soassem assim agora. É rock, com a honestidade que se lhe deve quando se tenta observar a vida de perto com olhos de satélite. Só dúvidas, zero respostas.
 
Megafauna é lançado em vinil, CD e nas plataformas digitais a 5 de Maio, pela editora portuense Saliva Diva. Foi produzido pelo próprio com Ricardo Cabral e Manuel Molarinho (Baleia Baleia Baleia) no entretanto gentrificado Quarto Escuro, no Porto.
 
Com a base rítmica fornecida por Molarinho (baixo) e Xinês (bateria), o disco conta com as participações de Francisco Lima (Conferência Inferno), Rodrigo Pedreira (Duas Semicolcheias Invertidas), e o coro formado por Angelina Nogueira e Rebecca Moradalizadeh. A masterização ficou a cargo de Joel Figueiredo (Omitir) e a arte gráfica foi criada por Cristina Viana.
 
Os concertos de apresentação confirmados são: 18 de Março no CAEP em Portalegre, 29 de Abril no GentriFest no Porto, 24 de Junho no Maus Hábitos em Vila Real e 20 de Agosto nas Festas de São Fecundo em Abrantes.
 
https://danielcatarino.bandcamp.com
https://www.instagram.com/catarinod
https://www.facebook.com/catarinodaniel
https://salivadiva.bandcamp.com

Beak Scenatrio – The Gull, The Whale And The Gale (2023)(single)

O novo single dos Beak Scenatrio já se encontra nas plataformas digitais!

“The Gull, the Whale and the Gale” é o novo single dos Beak Scenatrio.  Inspirado por um poema de Banjo Paterson, o trio cria uma espécie de banda sonora instrumental, impulsionada por batidas funky e linhas de baixo hipnóticas, enquanto sons ecléticos de guitarra elétrica, banhados em wha wha e delays, adicionam um toque de psicodelia moderna à fundação de groove.

O novo single da banda formada por Abel Beja na guitarra/composição (Primitive Reason), João Sousa na bateria (Lusitanian Ghosts) e Pedro Pinto no contrabaixo (The Voice) já se encontra nas plataformas digitais.

Já se encontra disponível online o vídeo oficial de “The Gull, the Whale and the Gale”, o mais recente single dos Beak Scenatrio.  O clipe, inspirado no poema de Banjo Patterson, “The grey gull sat on a floating whale”, retrata a história de uma gaivota que conta a sua história sobre a tempestade e o vendaval que encontrou enquanto voava pelo Mar do Norte.

A faixa animada e divertida do trio instrumental Lisboeta liderado por Abel Beja (guitarrista/compositor e membro de longa data dos Primitive Reason) é impulsionada pelas batidas saltitantes de João Sousa (bateria) e as linhas graves hipnóticas de Pedro Pinto (contrabaixo) enquanto guitarras elétricas ecléticas, banhadas em wha wha e delays, adicionam um toque de psicodelia moderna à base orientada pelo groove.
 
O videoclipe oficial já está disponível no canal dos Beak Scenatrio no YouTube:
 https://youtu.be/HM5Edg2l4LE

Rogério Godinho – We Change (2023) (single)

Rogério Godinho – We Change (2023) (single)

FICHA TÉCNICA:

Letra, música, arranjo, piano, voz: Rogério Godinho
Violinos: Pedro Lopes, Daniel Bolito
Violoncelo: César Gonçalves
Viola de arco: Joana Tavares
Contrabaixo: Miguel Menezes
Flugelhorn – Pedro Monteiro
Flauta transversal: Carlos Teixeira
Clarinete: Miguel Costa
Trombone: Eduardo Lála
Produção musical do album: Francisco Sales
Mistura e Masterização: Mo Hausler
Imagem original da capa: Jorge de Sá 
Design gráfico: Rogério Godinho, Crisálida Agency, Tiago Alves

Nile Valley – Floating Lines (2023) (álbum) ID

ARTISTA: Nile Valley
TÍTULO: floating lines
DATA DE LANÇAMENTO: 9 de Março de 2023
RESUMO: O álbum é composto por seis canções, que abordam temas como liberdade, nostalgia, recomeços e sensações recorrentes no dia-a-dia.
Neste disco, de caráter leve e contemplativo, mas enérgico e dançante, alguns pensamentos são expostos, sob um ponto de vista sereno e otimista.
“linhas flutuantes” que se movem por uma ampla e abstrata paisagem, com espaço e tempo infinitos para decorar e redecorar, expressando o que queremos e não sabemos dizer, e que podem representar um lugar mais leve e livre. Interligam-se ideias do Soul moderno e referências desde o Jazz, ao R&B, passando pelo Hip-Hop e música eletrónica, com produção inteiramente a cargo da banda, criando um ambiente sonoro muito próprio.

BIOGRAFIA: Projeto fundado no Porto, no ativo desde 2022, formado por Teresinha Sarmento (voz e eletrónica), Ricardo Martins (baixo e fx) e João Pedro Almeida (bateria e eletrónica). Uma voz, um baixo, e a electrónica, fundem-se num amplo espaço para explorar. A banda lançou os singles “new beginning” em Julho de 2022, ano em que iniciou também os primeiros concertos, e mais recentemente “lighter than thoughts”. Lança dia 9 de Março de 2023 o primeiro álbum “floating lines” pela editora Saliva Diva e prepara a agenda de concertos de lançamento do disco (25 de Março: Citynizer- Ribeira, Porto; 14 de Abril: Maus Hábitos, Vila Real)