Mamashemade aliás Sheylla B apresenta novo álbum “É pra amanhã” com saída dia 03 de Março 2023.
Um segundo EP produzido pela sua label SheO, que é uma introspeção e reflexão à procrastinação um apelo à necessidade de viver o momento presente.
Deixar para amanhã o que se pode fazer hoje, ter tempo para recomeçar, esperar, festejar, encontrar-se, meditar etc…
Mamashemade vive inspirada por temas que para ela são símbolos de liberdade, inovação e audácia artística, exemplo do tema “É pra amanhã”, um título escolhido em homenagem ao cantor António Variações que representou e inspirou toda uma geração do Portugal pós-salazarismo.
Outros temas estão em destaque como “Hipnótico Rio” uma poesia entre dois rios, dois amores o Sena e o Tejo, ou “Music” que se inspira de um dos temas mais impactantes da artista cantora Sade. O clip vídeo do tema “É pra amanhã”, está em preparação, com saída prevista par fim de março.
O álbum está disponível no site bandcamp somente, pelo momento. Mamashemade opta por uma divulgação independente a fim de alimentar e apoiar a criação artística e independente. Contamos com o vosso apoio, Boa escuta!
The Invisible Age – Magic Trick (2023) (single)
The Invisible Age Magic Trick
‘Magic Trick’ é o segundo single de ‘Sixth Effect’, novo disco da The Invisible Age, com lançamento previsto para o dia 17 de março. A faixa marca novamente a colaboração entre a banda e o amigo de longa data Raphael Katyara, com a adaptação do poema ‘Morada’ para o inglês.’Magic Trick’ também conta com a participação de Pedro Veríssimo, vocalista da já extinta banda brasileira Tom Bloch, e filho do escritor Luís Fernando Veríssimo.
Magic Trick tem Luiz Alberto na voz, violão, guitarra e synths; Marcelo Caldas no baixo; Iuri Freiberger na bateria e produção; Pedro Veríssimo na voz; Carlos Mallmann nos trombones; e Renato Dallago no trompete. A mixagem e masterização ficaram por conta de Ignacio Sodré.
Metais e voz de Pedro Veríssimo gravados no Estúdio Marquise 51, Porto Alegre, Brasil.
Distribuição One Level Up
Colectivo Gira Sol Azul – Dar Corda As Palavras (2023) (single)
“Dar corda às palavras pala ellas estarem a dançar” é o 2º single do disco Tangerina do Colectivo Gira Sol Azul, conta com a colaboração especial de Marcos Cavaleiro na bateria e Xosé Miguelez no sax tenor e vem acompanhado de um videoclipe concebido por Maria Mónica.
É um tema inteiramente instrumental pois nem de propósito serve para “Dar corda às palavras para ellas estarem a dançar”. Inspirado num beat de um velhinho Casio SA-20, e a querer vagamente pedir emprestado o balanço ao som dos Depeche Mode, cresce assente em riffs rock acompanhados de sopros que culminam num intrincado e contundente solo de trompete. Ao vivo, o tema tem sido debitado com igual energia e impele o público a abanar cabeças e até a levantar-se para dançar.
Inspirado no universo dos mais novos mas decididamente dirigido a todas as idades, Tangerina sucede Pequenos Piratas (2018), disco de estreia do Colectivo Gira Sol Azul liderado por Ana Bento e Bruno Pinto, e é uma viagem pelo universo da palavra feita, ora prosa ora poesia num “tom de menino pequeno que está a falar com a sua mãe”, pela infância e suas memórias, o questionamento do mundo que nos rodeia, o deslumbramento da descoberta e experimentação.
A Invenção do Dia Claro de Almada Negreiros foi o ponto de partida para Tangerina, onde é recuperada a metáfora da tangerina que rola de um cesto até ao mar e descobre o mundo, e com ela também todos partem à descoberta de novos lugares. Inventar o que já foi inventado é premissa deste disco que, emprestando vida e sons a palavras, em 12 faixas compostas e arranjadas por Ana Bento e Bruno Pinto, apresenta um lado rock/pop como identidade aglomeradora, mas cujas composições são muito influenciadas quer pela harmonia jazz, música erudita ou música étnica. Esta fusão de estilos é uma característica permanente nos vários trabalhos que Ana Bento e Bruno Pinto têm desenvolvido enquanto dupla de músicos.
A viagem de Tangerina começou em forma de oficina que esteve em cena na Casa da Música (Porto) ao longo de dois anos, mas com a sensação de que a viagem ainda ia a meio, Ana Bento e Bruno Pinto lançaram-se numa nova etapa com desenhos de novos arranjos sobre alguma música que já tinham criado e incluiram temas novos. Foi nessa altura que desafiaram a encenadora e coreógrafa Joana Providência a entrar na viagem e juntos exploraram novas possibilidades de apresentação do trabalho que estreou em 2020 no Teatro Viriato (Viseu) em forma de concerto onde, para além de palavras e de música, também integraram outras linguagens como vídeo, sombras e um maior cuidado com as movimentações dos corpos em palco. As apresentações ao vivo são marcadas pela ideia de viagem quer pela dramaturgia que integra textos de Almada Negreiros e letras de canções de Bruno Pinto, quer pela cenografia de Patrícia Costa na qual imensas malas de viagem antigas são também manipuladas de forma coreográfica.
O disco Tangerina é editado dia 10 de Março, inclui a participação de Luísa Antunes (violoncelo), Marcos Cavaleiro (bateria e percussão) e Xosé Miguelez (sax tenor) mas em palco, ao vivo, é uma família que dá voz ao disco: Ana Bento na voz, Bruno Pinto na guitarra e os quatro filhos (Olívia no baixo e voz, Jasmim no trompete, teclado e voz, Artur na bateria e voz e Úrsula no violoncelo, teclado e voz). Raquel Balsa assina o design gráfico a partir de ilustrações da família e o booklet que este inclui, para além das letras das músicas, apresenta aos ouvintes desafios criativos inspirados neste universo.
O Colectivo Gira Sol Azul deixa o convite aberto para se fazer parte desta festa ao vivo e se deixar contagiar pela alegria e pelo sabor doce e fresco de Tangerina, onde o público é convidado a participar quer ao nível musical, cantando refrões, dançando e até mesmo provar tangerinas. Para já estão anunciadas apresentações em Viseu (18 de Março no Carmo81) e Porto (7 de Abril no m.O.u.C.o.).
André Carvalho – Tagumi (2023) (single)
“Palavras intraduzíveis, uma inesgotável fonte de inspiração que dá corpo à sequela do primeiro álbum do meu trio”. É desta forma que André Carvalho, contrabaixista e compositor, define o seu novo álbum Lost in Translation – Vol. II.
SINGLE “TAGUMI”
“Tagumi” é o primeiro single do novo álbum de André Carvalho. De origem Haúça, língua falada no coração de África, “Tagumi” é uma palavra intraduzível que significa “descansar a cabeça sobre uma mão ou joelho num acto de reflexão ou introspecção ou simplesmente de descanso”. A Carvalho junta-se os habituais elementos do seu trio: José Soares (saxofone) e André Matos (guitarra).
“Quando escrevi este tema, imaginei um ambiente contemplativo, introspectivo e calmo, próprio de quem está a descansar a cabeça, desligando-se por momentos do mundo exterior, ouvindo e perscrutando a sua voz interna.” O tempo é muito elástico, criando silêncios entre uma ideia melódica que se vai repetindo e mutando ao longo do desenrolar do tema, tocada ora pelo contrabaixo ora pela guitarra. Por sua vez, o saxofone expressa-se de uma forma textural e contrapontística, ou com sons guturais ou com pequenas contra melodias.
O primeiro single encontra-se disponível em todas as principais plataformas de streaming. O vídeo que acompanha o lançamento do single foi realizado por Pedro Caldeira, com direcção de fotografia de João Hasselberg e assistência de Martim Torres. O som, tanto do vídeo como de todo o novo álbum esteve a cargo do engenheiro de som Tiago de Sousa.
Bela Ensemble – Bela Ensemble (2023) (entrevista + Álbum)
A AUTÊNTICA MÚSICA URBANA PORTUGUESA QUE BROTA DA CULTURA VIVA DA CIDADE DE LISBOA.
Os Bela Ensemble nasceram em Alfama, no seio de uma das casas mais representativas da tradição musical desse pitoresco bairro de Lisboa. Uma casa que transpira tradição, mas que também é uma vitrina da Alfama contemporânea, habituada a conviver, desde sempre, com culturas e gentes de todos os cantos do mundo.
Fados com letras de poetas antigos como Henrique Rego, Gabriel de Oliveira, João Dias, entre outros, são aqui cuidadosamente revestidos com uma roupagem musical arrojada e contemporânea. Autêntica música urbana portuguesa que brota da cultura viva da cidade de Lisboa.
Nesse processo criativo e musical, a carga emocional e poética da tradição é o veículo perfeito para o arrojo de novos arranjos, para a desconstrução rítmica, a fim de alcançar o ponto de convergência entre a tradição e a experimentação.
Assim, o Bela Ensemble aposta numa mistura cuidada de ritmos e balanços oriundos de outras latitudes, com especial influência de géneros das músicas do mundo como o flamenco, a música afro-latina, sobretudo de Cuba e do Peru, o samba de raiz brasileiro, o rock, o metal e a música progressiva.
Carlos Mil-Homens (Percussão) João Penedo (Contrabaixo) Otto Pereira (Violino) Ana Margarida (Voz) Rafael Brides (Guitarra de Sete Cordas).
L – Blues – A Preto E Branco (2023) (single)
Os L-Blues editam o seu quarto disco intitulado euphemismo. “Chegamos a 2022 convictos que as coisas positivas que conseguimos nos dois últimos anos de negativismo, incerteza e dificuldade só nos fortaleceu e inspirou-nos a compor as novas músicas para este novo disco. Seguimos a preto e branco nesta vida de dúvidas, pois somos iludidos por reflexos que outrora nos magoaram devido ao nosso instinto de seguirmos em frente. Tornámos a nossa música num eufemismo para as nossas vidas.”
É um disco composto por 6 temas, gravado no estúdio da Mobydick Records com a produção do Budda Guedes, músico e produtor de bandas como Budda Power Blues, Trio Pagú, Mundo Cão, Budda Power Blues & Maria João, Vitor Bacalhau, etc. A masterização realizada por Frederico Cristiano no Mastering Sessions. O Artwork da capa foi da autoria da artista Beatriz Ferraz. O disco “euphemismo” tem distribuição mundial, em todas as plataformas digitais e em formato físico, com a edição em CD que podem adquirir através das redes sociais da banda, bem como nas principais lojas de discos.
Os L-Blues tem na sua formação:
Ana Neto: Voz Bruno Lopes: Guitarras Céu Neiva: Piano, Fender Rhodes, Hammond e Guitarra Elétrica Diogo Silva: Baixo Jorge Braga: Bateria
Mutu – Terra Dos Cegos (2023) (single) ID
SINGLE “TERRA DE CEGOS”
“Em terra de cegos, quem tem olho é rei” – o provérbio popular que dá nome e corpo a este single dos mutu representa sucintamente a mensagem deste tema: numa sociedade cada vez mais seccionada por classes, o “peixe graúdo come o miúdo”.
O sonho da conquista da liberdade pelo dinheiro leva o “peixe miúdo” pela corrente dos contratos laborais cada vez mais exigentes, tanto a nível de carga horária como mental e/ou física. Apresentamos, hoje, um nível de desgaste pós-laboral sem precedentes, que nos deixa inertes perante todas as outras dimensões da nossa existência: negligenciamos a família, amigos, passatempos e sonhos pela eterna busca do conforto financeiro, que tende a tardar ou a nunca chegar.
Encurralados nas leis do capital, procuramos um pouco de conforto nos nossos mundos virtuais, nos dispositivos, nas compras, nas coisas vazias que nunca nos chegam a preencher.
O personagem do videoclipe “Terra de Cegos” encontra-se neste estado de instr
Luto – Pés (2023) (EP)
“Pés” é o primeiro volume de canções de luto.
Depois do lançamento dos singles Positive Vibez (summer hit) e trintas, luto apresenta-se com um EP de 5 faixas, um escape musical por entre o pop, o indie e o psicadélico.
“Pés” nasce da vontade de fazer música sem complicações, sem cabeça, na simplicidade nua e crua da canção. são hits de verão no pico do inverno, recheados de nostalgia moderna, pela normalidade da solidão, das cinturas a alargar, do viver sem pensar no fim. sobre a passagem do tempo e os tempos que passam. pés foi gravado nos estúdios BKK em Lisboa, misturado e masterizado por Fred Severo, e está disponível em todas as plataformas.
Luto é o princípio, meio e fim dele mesmo. projecto a solo de Fred Severo, músico, compositor e produtor em nome não próprio. um meio do duo ELIS NEON, e parte de colaborações com as As Docinhas, Beiro, xtinto, Maudito, Lindsay Lucas, Uest ou Leexo. projectos defuntos incluem Moe’s Implosion, O Bisonte ou miss titan.
Luto – Trintas (20239 (single)
“trintas” é o novo single de luto, uma canção sobre a passagem do tempo e os tempos que passam. 3 minutos de nostalgia moderna, pela normalidade da solidão, das cinturas a alargar, do viver sem pensar no fim.
o teledisco foi realizado pelo próprio, uma viagem pela rotoscopia e psicadelismo minimal.
“trintas” antecipa o lançamento do primeiro EP de luto, “pés”, a sair no dia 28 de fevereiro
SPITZ & NOXIN – KANNIBAL (2023) (single)
SPITZ & NOXIN – KANNIBAL (2023) (single)
Os artistas nortenhos, apresentaram uma colaboração que promete marcar o rap tuga em 2023- Kannibal, uma faixa de rap com vibes macabras.
Kannibal é uma música violenta e agressiva que combina os skills de Spitz e Noxin como rappers e conta com uma produção do mesmo. Apresenta caraterísticas dark e expõe uma sonoridade intensa e perturbadora, que mostra a face mais obscura da humanidade.. O instrumental, fruto de uma produção de Noxin, procurou capturar a essência da história e das relações entre os personagens, uma jornada épica conduzida através da tensão e da energia do filme.
Este tema é inspirado no filme “Silêncio dos Inocentes” e no confronto entre os personagens principais, Dr. Hannibal Lecter e a agente especial Clarice Starling. A própria capa do tema, com o design de José Cunha (em anexo) , consegue passar uma primeira impressão muito clara sobre a essência da música, sendo este destaque visual um elemento importante, que contribui para a experiência do ouvinte.
O videoclip realizado e editado pelo próprio Noxin, contou com a captura das imagens por Telmo Lopes, a escolha do preto e branco encalça a atmosfera sombria que este transmite, onde todos os efeitos visuais complementam essa tensão.
Kannibal foi lançada através do seguinte link:
Sobre Spitz e Noxin
Spitz é uma artista com uma perspetiva única sobre o rap, onde a fusão com o cinema de terror dá vida às suas letras, prova disso é o seu álbum Infâmia. Por outro lado, Noxin cruza o limiar onde o metal e o rap se misturam, e essa influência é evidente nas suas produções. Ele é influenciado pelo mundo da eletrónica e concebe uma atmosfera sci-fi nas músicas, concedendo-lhe uma abordagem única e inovadora no rap português.
@noxinpt: https://www.instagram.com/noxinpt/
@a_spitz_: https://www.instagram.com/a_spitz_
Dj Shalaby #8
DJ SHALABY – Mixtape #8
Nubian, Egyptian, Sudanese etc music from the upper nile
Ana Cris – A Sombra De Um Sol Posto (2023) (single)
No dia 3 de Março Ana Cris revela novo single, “À sombra de um sol posto”. Este será o segundo tema retirado do álbum, “E no princípio era o sentir”, que será editado no final do mês de Março. Ana Cris em Fevereiro já tinha dado a conhecer o primeiro singe, “Ana Menina”.
“À sombra de um sol posto” foi composto em agosto de 2020 e canta aquela força estranha, que aparece sempre nos momentos em que nos sentimos mais perdidos, atados ou que não sentimos a fluidez da vida e nos encontramos num voo sarapantado dentro de uma caixinha pequenina. Mas quando ela aparece, renascemos. Esta canção evidencia duas energias. De um lado estão os que teimam em dormitar. Do outro, os incrédulos, que preferem acordar e expandir-se em consciência, empreendendo no seu desenvolvimento pessoal. E quando esse é o objetivo, ninguém os poderá deter. – Ana Cris