Kicu – Ardeu (2023) (single)

O primeiro EP de KICU
“O Acordar da Sesta”: Dormir é bom mas há que saber acordar

O artista emergente KICU lança o seu primeiro EP “O Acordar da Sesta”, com o single de destaque “ARDEU”. Esta canção, que encerra a narrativa do disco, pinta um cenário quase apocalíptico através de melodias inspiradas em música de intervenção e de uma produção eletrónica. A faixa recorre ao sample do poema “Rega tu esse Jardim”, que serviu de ponto de partida para todo o EP.

ARDEU pode ser ouvida aqui: https://on.soundcloud.com/T7Mmn

Ouvir o EP 

A data de lançamento está marcada para dia 2 de Março, às 00h00 nas plataformas de streaming.
Pre-save: distrokid.com/kicu/OAcordarDaSesta

“O Acordar da Sesta” é um EP que se apresenta como um conceito estético e sonoro envolvido na causa ambiental. Escrito maioritariamente em 2020 e sem uma narrativa linear, o disco é uma forma de apresentar o mundo aos olhos de KICU: bonito, assustador e caótico. Passando por temáticas de aquecimento global, fake news e violações de direitos humanos, este EP é a afirmação de KICU enquanto artista independente, que parte de uma base eletrónica para explorar diferentes sonoridades portuguesas.

Dannii – Continuo Aqui (2023) (single)

“Depois de dois anos sem lançar canções, Dannii está de regresso com o tema “Continuo Aqui” que diz ser o início de uma história pessoal que precisava de contar. É a primeira de 4 músicas que sairão no decorrer da primeira metade do ano e fará uma tour acústica pelas lojas Fnac para apresentar o EP. A canção saiu dia 10/02 para todas as plataformas digitais e fala sobre amarmos tanto alguém que aceitamos uma relação mesmo sabendo que as coisas não são recíprocas.”

“galvanizArte comprimento de onda” – Entrevista Com Pedro Jardim (03/03/2023)

“galvanizArte comprimento de Onda” – Entrevista com Pedro Jardim (03/03/2023)

“Uma exposição a desvendar silenciosa, imersiva e participativamente”

Os estudos, esculturas e instalações que compõem a exposição são o resultado de um projecto de pesquisa escultórica, desenvolvido em regime de residência nas instalações de uma suinicultura desactivada, num encadeado de períodos intensivos ao longo de 6 meses.

Desvendar o potencial expressivo da ondulação das chapas de aço galvanizado e aluimínio, que desde há décadas vinham servindo de cobertura aos diversos pavilhões, foi o desafio que esteve na génese de uma aprofundada exploração de um material “menor”, de função meramente utilitária, e aparentemente inerte.

Os movimentos intrínsecos às Ondas, e às suas variações de comprimento e curvatura, revelaram, desde as primeiras experiências de corte, manipulação e justaposição, um vasto potencial, provavelmente nunca explorado, e galvanizaram literalmente a missão interpretativa e criativa do explorador.

“galanizArte” assume-se também como expressão de alarme perante a insustentabilidade de haver ainda Humanos sujeitos a sobreviver coartados em bairros de lata ondulada”.

Em exposição de 4 a 19 de Março de 2023 das 19h às 23h. Inauguração 4 de Março das 17h às 23h.

Beatriz Villar – Viragem (2023) (EP)

No dia 18 de Fevereiro de 2023, Beatriz Villar apresentou pela primeira vez o EP Viragem, no Convento São Francisco, em Coimbra. 
A jovem cantora foi convidada para integrar o ciclo “Santos de casa fazem milagres” (II), dedicado a artistas e projetos na área musical originários ou com vincada ligação a Coimbra.

Nele, irá transmitir a sua visão do Fado de Coimbra, onde o papel da mulher ja não é de mera ouvinte. Coimbra, cidade que a inspira, é também ela uma mulher que respira tradição e música. Os que por ela passam, levam-na para a vida. Quem não a ama, não vive. E na busca de mostrar esse encantamento, Beatriz Villar abraçou esta ideia com a juventude, visão, sofisticação e coragem necessárias para levar a cabo um projeto que ambiciona revolucionar o Fado que habita em Coimbra.
Com Diogo Mendes, na Guitarra Portuguesa, João Ferreira na Viola, Daniel Chichorro no Baixo, Ricardo Mingatos na Percurssão, Maria Sá Silva na Harpa e Vânia Couto, Rita Dias, Inês Martins, Mafalda Duarte, no Coro.

Mário Costa – Chromosome (2023) (álbum)

MÁRIO COSTA APRESENTA O NOVO DISCO “CHROMOSOME”


“I love it. The more I Iisten to it, the more I love it. The compositions are very inspiring. No unnecessary notes. Four masters who play with an amazing interaction. Each musician gives what is needed and is handed what he needs, like in an ideal, perfect democracy. I can feelthe pleasure they had playing together. Magic. ” – Enrico Rava (trompetista jazz).

O baterista e compositor Mário Costa está a lançar o novo álbum “Chromosome” que vai ser apresentado ao vivo no dia 24 de Fevereiro, no Festival Antena 2, no Centro Cultural de Belém, seguindo depois para Braga no dia 25 onde vai atuar no espaço Maison 826, e seguirá depois para Paris no dia 26 onde vai apresentar “Chromosome” na Galerie Paul Fort.

 Em 2018, com a edição de Oxy Patina, iniciou uma muito elogiada carreira enquanto líder e compositor, acompanhado por duas figuras incontornáveis do jazz europeu: Benoît Delbecq e Marc Ducret. A estreia em nome próprio, além de inúmeras críticas internacionais, recebeu a classificação máxima pela revista Jazz.pt, que lhe atribuiu os títulos de “melhor disco do ano” e “músico de jazz nacional do ano”. O segundo capítulo desta aventura mais autoral, lançado agora em Fevereiro pela editora Cleanfeed, e com o apoio da Fundação GDA, tem o título de “Chromosome”, numa referência directa à composição de Mário Costa, pensada especificamente para o ADN de cada um dos músicos que agora o acompanha.

É esse sentimento, de temas preparados com o cuidado para permitir a cada elemento a exploração das suas qualidades, que engrandece o brilhantismo de um disco tão cativante quanto inesperado nos seus nove temas. Se lembrarmos que a trompete de Cuong Vu costuma ser escutada em projectos de Bill Frisell, Pat Metheny, David Bowie ou Laurie Anderson, que o contrabaixo de Bruno Chevillon surge amiúde ao lado de Louis Sclavis, Michel Portal ou Daniel Humair, e que o piano de Benoît Delbecq, além dos projectos próprios, tem tocado com gente tão díspar e especial quanto Evan Parker, Mark Turner ou Mary Halvorson, fica-se com uma pálida ideia do encontro que aqui acontece. Mas porque esta música é muito mais do que a soma das partes e porque cada composição funciona como uma passadeira vermelha que Mário Costa estende a cada um dos seus cúmplices, é também muito mais aquilo que, qual milagre, se revela na união destes quatro músicos. E, por isso, tudo fica por dizer. Só a música pode falar pelo deslumbramento e pela explosão de criatividade que se liberta de “Chromosome”.

Cave Story – Sing Something For Us Now (2023) (single)

CAVE STORY
Sing Something for Us Now – novo single

Novo LP ‘Wide Wall, Tree Tall’ com edição prevista a dia 31 Março.

Clica para ver Sing Something For Us Now

“Art is for anyone, it’s just not for everyone”.
A frase é de Jerry Saltz, aclamado crítico de arte do New York Times, mas parece condensar a mensagem do single que marca o regresso dos Cave Story.

E é de arte quando falamos de Sing Something For Us Now, a sólida introdução ao terceiro álbum da banda das Caldas da Rainha – ‘Wide Wall, Tree Tall’ – cuja edição está marcada para Março. Nela, Gonçalo Formiga, Bia Diniz, Ricardo Mendes e Zé Maldito fazem-se personagens da sua própria história e levam-nos numa viagem pela vertigem quotidiana de quem é e quer vingar enquanto artista. Para isso, armam-se do mais refinado humor, de guitarras enérgicas na conta certa, de teclados que não os deixam – nem nos deixam – desistir e, claro, do tom satírico que já lhes reconhecemos.

No novo vídeo, com realização e edição de Zé Maldito, as letras são desenhadas a Bic Cristal. Mas Sing Something For Us Now não é escrita normal. É sim uma declaração ousada onde a expressão das pequenas frustrações, desilusões, expectativas e preconceitos em relação a uma carreira nas artes está ombro a ombro com a celebração da paixão e desejo de criar, apesar de todos os reveses.

Se no disco de estreia “West” (2016) colocaram em dialética as linguagens do rock e da pop num equilíbrio minucioso e em “Punk Academics” (2018) empunharam a cartilha que dá nome ao álbum, em 2023, os Cave Story estão definitivamente apostados em explorar os termos pelos quais definem a sua identidade artística.

Fazem-no dizendo: “cantem connosco, juntem-se às guitarras, abanem a cabeça ligeiramente para a frente e para os lados, sintam-se em casa.”
É isso mesmo que vamos fazer porque os Cave Story estão de volta!
Sing Something For Us Now está disponível nas plataformas digitais.

Nile Valley – Lighter Than Thoughts (2023) (single)

ARTISTA: Nile Valley
TÍTULO: lighter than thoughts
DATA DE LANÇAMENTO: 16 de fevereiro em todas as plataformas digitais (12h no YouTube e Bandcamp, 18h restantes plataformas digitais)

RESUMO: “lighter than thoughts” é o segundo single da banda , e apresenta-se de caráter leve e contemplativo, mas dançante e enérgico. Estão presentes ideias como liberdade, nostalgia e a natureza . É um dia bom, numa paisagem nostálgica daquilo que nos faz sentir bem e nem sabemos muito bem o que é, dentro das inquietações constantes de um mundo que por sua vez parece cada vez menos bom.

BIOGRAFIA: Nile Valley é um trio do Porto, no ativo desde 2022, formado por Teresinha Sarmento (voz, eletrónica), João Pedro Almeida (eletrónica, bateria) e Ricardo Martins (baixo, fx). No mesmo ano, a banda estreia o seu primeiro single “new beginning” e faz as suas primeiras atuações ao vivo.
O projeto tem por base a vontade de explorar sonoridades modernas do nu- soul, nu-jazz e hip-hop, e concretiza-se na composição e produção de um disco de registo muito próprio, num espectro híbrido entre o acústico e o eletrónico.

INFO DO LANÇAMENTO: lighter than thoughts é o segundo single da banda, depois de new beginning, e antecede o disco de estreia “floating lines”, com saída prevista para 9 de Março de 2023.
A gravação e produção foi inteiramente feita pela banda, e a masterização ficou a cargo do Miguel Tenreiro . A capa foi feita pelo João Pedro Almeida e o visualizer pelo Olho de Peixes. O tema estará disponível em todas as plataformas digitais no dia 16 de Fevereiro, e será editado pela Saliva Diva.

Manifesto Sonoro #14 Best Of 2022

Aqui vai o Manifesto #14 programa de rádio que celebra os melhores trabalhos de 2022 da música nacional, em língua portuguesa ou de músicos radicados em Portugal.

Tracklist:

Emmy Curl – Where Do You Go -(Lhasa de Sela cover)
You Can’t Win, Charlie Brown – Magnólia
A Garota Não e Luca Argel – Países que ninguém invade
Ana Lua Caiano – Um Menos Um
Tim Bernardes – Mistificar
Surma – Islet
Club Makumba – Baía das Negras
Chica – Nada Quer Dizer Nada
Lisbon Poetry Orchestra – Projecto de Sucessão⧸Rêve Oublié (feat. A Garota Não)
João Espadinha (feat. Primeira Dama) – A Revolta
Sean Riley com The Legendary Tigerman – Roachie II
Tracy Vandal & John Mercy – Far From Any Road
JP Simões e Miramar – Thelma
Golden Slumbers – New Messiah
Bandua – Ceifa [Frente Bolivarista edit]

Lançamentos de Fevereiro 2023

A Radio Olisipo recebe diariamente solicitações de músicos que pretendem divulgar suas obras.

A cada mês publicamos uma seleção em formato de playlist, com temas de álbuns, new releases e singles em destaque.

Aqui apresentamos a playlist dos destaques do mês de Fevereiro de 2023. O menu é variado e recheado de vários sabores sonoros.

Boa escuta!

Slimmy – How Long Can A Fool Go Wrong (featuring Nuno Norte) (2023) (single)
Moon In Motion – Petroleum (2022) (álbum)
Malotira – Kalinifta (2023) (EP)
Mário Costa – CHROMOSOME (2023) (single)
Leonor Baldaque – Few Dates of Love (2023) (single)
ALSO- Happy Birthday (2023) (single)
O Gajo – Tarântula (2023) (single)
Ningue Ningue – Pera veer meu amigo (2023) (álbum)
EVACIGANA – Anáguas (2023) (single)
Y.azz – Late Night (2023) (single)
Bruno de Almeida – Cinema Imaginado (Volume 2)(2023) (álbum) – 01. Fear City
Kateryna Avdysh – Hrytsyu (2023) (single)
INÊS APENAS – Fim do Mundo (2023) (single)
Colectivo Gira Sol Azul – Tangerina (2023) (álbum) – 06. estou a espera de ser grande
Ana Lua Caiano – Mão na Mão (2023) (single)
Marta Lima – Murmurio (2023) (EP) – 02. Murmurio
MEMA. – Ligas (2023) (single)
Rogério Godinho – Neighbours Of My Fear (2023) (single)
KIKO & THE BLUES REFUGEES – Doktor Doom (2023) (single)
Kimi Djabate – Dindin (2023) – 03. Alidonke
T3D Bunny (feat. Marian Yanchik) – N1C3 L34P (2023) (single)
Re_Imaginar Banda Monte Cara (2022) (EP) – 02. Sol Di Manhã
Cidadela – Fragmento (2023) (single)

Cidadela – Fragmento (2023) (single)

Cidadela lançam primeiro single, “Fragmento”

Banda portuguesa segue estilo rock alternativo e vai lançar o primeiro álbum no final do ano.

Lisboa, 13 de fevereiro de 2023: A banda Cidadela lançou no início deste mês o seu primeiro single, “Fragmento”. O projeto nasceu em 2021 e o single é marcado pela inspiração em diferentes bandas e artistas de rock alternativo.

Assinado a quatro mãos, “Fragmento” é o novo tema do grupo português Cidadela, composto por quatro elementos que tocaram juntos de forma casual nos últimos anos. A composição do single parte da vontade de partilhar palavras, emoções e memórias, refletindo as experiências dos músicos Rui Sequeira na voz e guitarra, Tiago Fernandes no baixo, Rui David na bateria e David Tomás na guitarra.
“Os últimos anos foram tempos de reclusão sobre nós mesmos, com muitas dúvidas sobre o presente, nostalgia pelo passado e ânsia pelo futuro. A música sempre fez parte do nosso dia a dia e na composição de ‘Fragmento’ encontrámos uma forma de dar sentido a todas as questões vividas. É um tema que fala, sobretudo, da espera por algo incerto, da saudade do que ainda nem vivemos e do pesar de podermos nunca chegar a viver”, afirmam os músicos da banda.
Partindo de sons de violino interpretados com as guitarras, o tema destaca uma dimensão dramática conseguida através da conjugação de todos os instrumentos, da voz à percussão, passando pelas cordas e pedais de efeitos.
Estão previstos vários concertos de apresentação do projeto, em datas a anunciar, pelo país. “Fragmento” já está disponível em todas as plataformas digitais e fará parte do álbum de estreia da banda, a lançar no final do ano.

Spotify:https://open.spotify.com/album/7q2qxTqWxh7MtHOlWowbMk?si=_YLEOP5KT5uU-4 3YcsAROA&nd=1

Apple Music: https://music.apple.com/us/album/fragmento-single/1667811661 YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=gi6Tme9WW68

Bandcamp: https://cidadela.bandcamp.com/track/fragmento

Re Imaginar Banda Monte Cara (2022) (EP)

Re Imaginar Banda Monte Cara (2022) (EP)

A semente da cultura africana em Portugal

Re Imaginar Banda Monte Cara (2022) (EP)

A semente da cultura africana em Portugal.

Em 1976, o lendário Bana abre as portas do clube Monte Cara, o primeiro espaço cultural africano em Portugal. Monte Cara foi ainda uma editora, que à época lançou incríveis discos cabo-verdianos, e produtora responsável por levar a Lisboa artistas como Celina Pereira, Cesária Évora, Fantcha, Paulino Vieira e Tito Paris. Com o espírito da época e as possibilidades infinitas do século XXI, renasce uma banda com a mais pura alma cabo-verdiana e inigualável swing. Um jazz-funaná com veia pop, pronto para as pistas de dança e reluzente nos registos históricos da nova lusofonia.

Em 1976, Bana inaugura em Lisboa o primeiro espaço dedicado à cultura de Cabo Verde, na Rua do Sol ao Rato, a que deu o nome de um monumento natural da ilha de São Vicente: Monte Cara

Monte Caratornou-se no primeiro espaço cultural africano em Portugal: um ponto de encontro, um clube cocturno; uma escola e laboratório musical, onde cantores e instrumentistas tinham a oportunidade de aperfeiçoar o seu talento; uma editora responsável pelo lançamento de alguns dos melhores discos da música de Cabo Verde

Foi um espaço de reencontro para os músicos que chegavam a Lisboa com o desejo de apresentarem o melhor das sonoridades e tradições das suas ilhas, assumindo um papel indelével na popularização da cultura dos países africanos de língua oficial portuguesa. Acolheu, ainda jovens, vários músicos e cantores das ilhas – nomes hoje consagrados como Armando Tito, Celina Pereira, Cesária Évora, Fantcha, Paulino Vieira, Tito Paris, Toy Vieira, entre muitos outros.

Leonel Almeidana voz, Zé António na guitarra, Toy Paris na bateria e Manuel Paris no baixo fazem agora renascer a mítica banda Monte Cara– que tanto prazer deu a quem dançava e aa escutava nessas noites dos anos 70 e 80.

O EP tem novas versões de temas emblemáticos, com a produção musical de TitoParis e que conta ainda com a participação especial de Toy Vieira nos teclados.

T3D Bunny (feat. Marian Yanchyk) – N1C3 L34P (2023) (single)

T3d Bunny e Marian Yanchyk dedicam tema a Mariupol – Ucrânia
“O artista tem responsabilidade moral naquilo que cria” – é o mote de “T3d Bunny”, entidade artística que surgiu em 2020 sob o formato de A.R.G.

Foi a 24 de Fevereiro que o impensável se materializou no romper da madrugada entre clarões vermelhos e nuvens de enxofre a vir de terra – Mariupol, entre outras cidades ucranianas, foram das primeiras imagens da desumanidade dantesca, um cenário impensável a um mundo chamado civilizado, que chegou no clarim da manhã a todas as capitais europeias.

Passado um ano, “T3d Bunny” convidou Marian Yanchyk, violinista Ucraniano, com residência atual em Lisboa, para juntos honrarem não só Mariupol, como todas as vítimas da guerra, opressão, censura, preconceito, fanatismo e violência, que todos os dias nos surgem em todos os espaços noticiosos.

“N!C3 L34P” (Nice Leap) é a faixa produzida pelo “T3d Bunny” com a participação muito especial do violinista, Marian Yanchyk, tornando o seu instrumento como a voz principal da peça.

Segundo os dois artistas, o tema não aufere de letra, pois consideram o mesmo, “como reminiscências da língua universal, antes do homem ter o desaire de Babel e as tribos se dividirem”.

Assim deixam que a melodia e a voz arqueada do violino se tornem oradores principais desta homenagem, e sejam o grito rouco pela paz e pela liberdade de um povo que tem sido abafado por bombas, mísseis, explosões e tiros de metralhadora, numa assinatura temporal infernal…
“Que o mar que banha Mariupol, se expresse com uma raiva de amor, que mesmo na tempestade mais violenta apresenta maior humanidade que o agressor, pois de manhã presenteia as praias com a candura das brancas espumas, filhas da tempestade da véspera”