Slimmy – How Long Can A Fool Go Wrong (featuring Nuno Norte) (2023) (single)
Slimmy – How Long Can A Fool Go Wrong (featuring Nuno Norte) (2023) (single)
Slimmy está a apresentar o mais recente single a ser retirado do álbum “Close Enough to be Seen, Far Enough Away to be Safe”: o novo tema conta com a participação de Nuno Norte.
“How Long can a Fool go Wrong” foi gravado e produzido durante a pandemia com o produtor Mike More, segundo Slimmy o tema fala de “por quanto mais tempo continuaremos a ser loucos ao tentar alcançar os nossos próprios sonhos e não os que nos impingem, seguindo o nosso caminho e não o que nos tentam dizer que é melhor, lutando para sermos nós próprios até ao fim.”
Conta com a participação do carismático e poderoso Nuno Norte, não só amigo de há mais de 25 anos, mas também uma das primeiras influências de Slimmy, com a sua banda Parkinson, que revolucionou o rock na cidade do Porto para toda a geração que cresceu nos anos 90.
Slimmy tem atuado pelo país a apresentar o 5º disco de originais depois de completar 20 anos de carreira. O título do novo álbum foi inspirado numa passagem do livro “Hollywood” de Charles Bukowski, em especial num momento em Venice Beach em que o escritor descreve as ondas do mar dessa forma: close enough to be seen, far enough away to be safe. Slimmy adoptou esta frase como uma analogia à sua vida, o “estar presente e visível, mas longe de tudo e (quase) todos”.
AGENDA: 24 FEVEREIRO | MAFRA 27 MAIO | PORTO 14 JULHO | ANGRA DO HEROÍSMO
DISCOGRAFIA: 2007 – Beatsound Loverboy 2008 – Slimmy Unplugged 2010 – Be Someone Else 2013 – Freestyle Heart 2016 – Left in the dust EP 2017 – beatsound loverboy remastered + B sides 2019 – I’m not crazy, I’m in Love 2021 – 20 Years, The Best (Of) is Yet To Come 2022 – Close Enough to be Seen, Far Enough Away to be Safe
Lançamentos de Janeiro 2023
Búfalo Sentado – Revolução (2023) (single)
Búfalo Sentado – Revolução (2023) (single)
O Búfalo Sentado é uma criatura mutante, especiaria sonora de raiz indecifrável. Um coletivo humanimal que faz da música abrigo e rebelião. O Búfalo Sentado tem vindo a forjar uma sonoridade muito particular, enchendo de vida temas que sobressaem pela sua originalidade. A música é um fermentado de World, Folk, Afro, Rock, temperado com uma mão cheia de poesia abstrata, orgânica, à procura de sentidos. O som é orgânico, biológico, respira na vibração fundamental, a que permite plantar as sementes da imaginação e incitar a revolta do espírito.
Ao longo do tempo, vários músicos vieram a dar corpo, suor, alma e coração para que esta criatura de grande porte continuasse sentada, seguindo caminho. Fundado inicialmente por Miguel Soares, que ancorou um coletivo que se foi desdobrando em várias formações, o Búfalo Sentado tem tido uma vida irregular que se avizinha mais estável com a edição do primeiro disco – Folklore Terrestre. Depois de uns anos a cozinhar o repertório em diversos palcos, com formações distintas (duo, trio, quarteto, sexteto), o coletivo decidiu assumir o projeto de forma definitiva com a gravação do primeiro disco.
O disco foi sustentado por um núcleo de 6 músicos e um conjunto de 5 convidados: Miguel Soares – guitarra acústica, voz e composição / Daniel Neto – guitarras elétricas / Xico Santos – baixo elétrico e contrabaixo / Diogo Andrade – bateria / David Menezes – percussões / Carolina Varela – vozes / Eva Parmenter – concertina / Braima Galissa – kora / Li Cheong – guqin, bansuri / Francisco Andrade – saxofone tenor.
Bem haja
Miguel Soares
April Marmara – Who Know Where The Love Goes (2023) (single)
April Marmara – Who Know Where The Love Goes (2023) (single)
April Marmara – Who Know Where The Love Goes (2023) (single)
Beatriz Diniz, conhecida como a cantora e compositora April Marmara, apresenta o seu novo single “Who Knows Where the Love Goes” em antecipação a um novo disco de longa-duração com edição a 14 de abril de 2023 pelo selo da nova Lay Down Recordings.
“Who Knows Where the Love Goes” é a primeira canção a ser relevada do segundo disco de April Marmara, um single de música folk que nos transporta de imediato para um universo de inquieta quietude.
A canção abre-nos à ambiguidade de uma artista que observa, de forma atenta, a passagem do tempo, mas que de forma alguma se senta passivamente à sua margem, sem interagir com ele.
Tendo um cariz quase cinematográfico a música de April Marmara, este single não poderia deixar de ser acompanhado por um etéreo videoclipe, com uma fotografia e cenografia bastante impactantes. O vídeo foi realizado por Martim Braz Teixeira.
O seu segundo e futuro LP, “Still Life”, será lançado pela Lay Down Recordings e é um mergulho profundo no isolamento, na solidão, na qualidade das relações humanas e, acima de tudo, na relação de alguém com a natureza e seu próprio lugar neste mundo. É um avanço definitivo em relação ao trabalho de estreia de April Marmara, “New Home” (2018), tanto espiritual quanto artisticamente.
“Who Knows Where the Love Goes” já está disponível em todas as plataformas.
April Marmara é o solitário projeto folk cantado e composto pela Beatriz Diniz, artista lisboeta. Com uma invulgar serenidade nos dedos e na pose, e com um registo vocal cuidado e arrepiante, April Marmara apresenta-nos as suas negras canções de amor.
São canções sem espinhas ou gorduras desnecessárias que ora lembram as noites de vendaval vistas pela janela do quarto, ora lembram os passeios ao sabor da brisa das pálidas manhãs de outono. Imagens e mais imagens, que Beatriz Diniz canta sem qualquer pudor. Uma coragem fora de série, que é friamente catapultada para os ouvidos de quem ouve, e reconhece a nostalgia, a solidão e a universalidade de quem escreve canções folk assim. Sim, tudo isto é folk, e é como folk deve ser, solitário, bem cantado, e que podia não ter língua nem terra.
Who Knows Where The Love Goes
In a town far from the city, a couple met! But their love was forbidden! As their age grew older, their love grew with them too “ But soon they asked them selves! ‘where does this love goes?’
Well who knows where the love goes? Who knows where the love goes?
Shortly the woman cried each night as the man Would never write her back! And soon she found another loving man! After fifty years her husband died of age And their children kept her safe! It was then she heard a call saying
Well who knows where the love goes? Who knows where the love goes?
Carmen Souza – Interconnectedness (2023) (álbum + entrevista)
A Radio Olisipo entrevista Carmen Souza e publica a entrevista no dia em que sai o seu último álbum “Interconnectedness” em Portugal. Boa escuta!
Interconnectedness is the name of Carmen Souza’s 10th album. Interconnectedness is about humanity and the way we are all Interconnected. The pandemic challenged and questioned values, morals, humanity, and everything is still so uncertain and vulnerable, this music exposes exactly that vulnerability. Interconnectedness was recorded and produced by Carmen Souza and Theo Pascal between Lisbon and London with different formations, morphing into another chapter of this duo musical partnership. “As with every album that we have made throughout all these years, the music always evolves to other perspectives and meanings as it is performed in the many stages of the world, so I look forward to seeing what this music has in store and to accompanying its evolution.”
Rogério Godinho – SOS Planet (2023) (single)
Música “SOS Planet” alerta para os desafios ambientais.
No dia 20 de Janeiro, será lançado “SOS Planet” em todas as plataformas digitais, o segundo single do novo Álbum de originais de Rogério Godinho, “We Change”.
Num disco cantado em inglês, o músico e “ex-engenheiro” do ambiente considerou que deveria contribuir com a sua arte para alertar as pessoas para a urgência que existe em que se tomem decisões efectivas para travar a iminente destruição da Terra. Uma abordagem errada na gestão dos recursos naturais, assim como a poluição, nas suas mais diversas formas, têm conduzido a alterações climáticas que, consequentemente, geram desequilíbrios difíceis de travar.
Não tendo sido antes, o momento de agir é AGORA!
Já é possível fazer a pré-compra do CD físico e digital, no site oficial do músico, para não ter de esperar pelo lançamento do próximo single nas plataformas digitais.
Ficha técnica de SOS Planet: Música: Rogério Godinho Letra: Sam Azura Arranjo: Rogério Godinho, Francisco Sales Produção Musical: Francisco Sales Piano, voz: Rogério Godinho Guitarra Elétrica: Francisco Sales Mistura e Masterização: Mo Hausler
Imagem original da capa: Jorge de Sá Design Gráfico: Rogério Godinho, Crisálida Agency, Tiago Alves Sponsor: Fundo Cultural da Sociedade Portuguesa de Autores
Bio Rogério Godinho é um artista multifacetado – pianista, cantor e compositor, cuja formação passou pela Universidade de Évora, Lemmensinstituut (Bélgica) e no Hot Club de Portugal, que tem na fotografia, nas filmagens e na poesia outras manifestações do seu universo artístico, como criador. O seu passado como engenheiro do ambiente
Nos seus trabalhos e espectáculos procura sempre que haja uma forte ligação entre a mensagem e a música, servindo um conceito e uma estética que vai definindo.
O seu novo álbum “We Change”, que começou a ser divulgado a 9 de Dezembro de 2022, com o single “Reset”, surge da necessidade que sentiu em ter a sua mensagem entendida para além da Língua Portuguesa, quebrando fronteiras numa arte em que, na realidade, estas não devem existir. Este disco é a prova que não devem, também, existir limites na criação, dado que cada pessoa tem em si muitas “outras personalidades” e facetas, devendo manifestá-las quando assim lhe fizer sentido.
Em 2015, editou o seu primeiro trabalho discográfico – “ETERNO REGRESSO”, num estilo distinto, também com música original por si composta e uma narrativa subjacente, em que transpareciam algumas das suas influências: o Fado, o Jazz e a Música Popular Brasileira (MPB), com muitos elementos clássicos também presentes. Tratou-se de um conceito maioritariamente intimista, onde a palavra, a imagem e a música são indissociáveis.
Em 2017 editou uma música que compôs em homenagem a Bernardo Sassetti, artista que muito admirava, a que chamou “Para Sassetti”.
Mais recentemente, editou a sua composição “Évora, Cidade do Mundo”, que fez parte do documentário do realizador Jorge de Sá, dedicado à distinção de Évora como cidade Património Mundial, por parte da UNESCO.
A ligação da sua música à obra de Fernando Pessoa tem despertado interesse junto da “comunidade pessoana”, nomeadamente, através da Casa Fernando Pessoa, onde já actuou por diversas vezes.
A partir da edição do seu primeiro disco, “Eterno Regresso”, teve a oportunidade de ver o seu trabalho apresentado nomeadamente na Antena 1, RTP, Rádio Amália, Rádio Nacional Española e Rádio Clásica, ambas pertencentes à rTVE, de Espanha.
One Time Child – Bitten Lips (2022) (single)
One Time Child – Bitten Lips (2022) (single)
Miguel Oliveira – guitar, vocals Rui Silva – guitars Hugo Pereira – drums Rodolfo Cardoso – guitars, bass, drums Darina Lokhvytska – bass Maria Oliveira – style, make-up, visual design Dresses THE SOURCE by Maria Oliveira Sergio Carmona – video production Beatriz Lachowski – model Gonçalo Espinola – model
Produced, recorded, mixed and mastered by Rodolfo Cardoso Location – Metier Boutique Hotel Porto by Convo hotels Mostrar menos
The Invisible Age – Home (2022) (single)
The Invisible Age – Home (2022) ID
O single “Home” é o primeiro do novo álbum da banda, que irá sair em Março 2023 com o título “Sixth Effect”.
Ficha técnica
Luiz Alberto Moura, voz, guitarra, synths, programações, violão (@herrmoura) Marcelo Caldas, baixo, synths (@mcaldas) Iuri Freiberger, bateria, programações (@iurifreiberger) Adolfo Luxúria Canibal, voz em ‘É Preciso Ficar Submerso'(@adolfomoraisdemacedo) Marisa Brito, voz em ‘Good Riddance’ (@cantamarisa) Pedro Veríssimo, voz em ‘Magic Trick’ (@pedroverissimo_o) Rodrigo Lopes, guitarra em ‘Distractions’ (@mister_lopes) Melvin Ribeiro, baixo em ‘The One With No Name’ (@melvinw) Carlos Mallmann, trombones (tenor e baixo) (@mallmanntrombone) Renato Dallago, trompete (@renato.trumpet)
Todas as músicas por Luiz Alberto Moura, exceto Magic Trick e Home, letras baseadas nos poemas ‘O Grande Truque’ e ‘Morada’ de Raphael Katyara (@katyara) e É Preciso Ficar Submerso, poema de Alberto Pucheu (@albertopucheu)
Produzido por Iuri Freiberger
Gravado em vários quartos em diversas partes do mundo (@earth)
Vozes gravadas no Estúdio Camaleão, Lisboa, Portugal (camaleao.eu)
Metais e voz de Pedro Veríssimo gravados no Estúdio Marquise 51, Porto Alegre, Brasil (@marquise51)
Mixado e masterizado por Ignácio Sodré, Coletivo Produtora, São Paulo, Brasil (@iguimix)
Blunder – KI__YOU (2023) (EP)
BLUNDER, o jovem músico português que tem começado a fazer barulho na cena Pop Punk/ Alt Rock, acaba de lançar o seu EP de estreia KI__YOU.
O disco é composto por 4 faixas únicas produzidas por Rykord, contando ainda com a participação de um dos mais notáveis produtores e guitarristas portugueses, FRANKIEONTHEGUITAR, no single “Survive”.
Em KI__YOU, BLUNDER explora temas como o desgosto amoroso, conflito entre necessidades emocionais e indisponibilidade emocional, e a procura de validação externa, que se traduzem em vozes sentidas, acompanhadas por guitarras e baixos pesados, baterias energéticas e até instrumentos de orquestra. O projeto combina influencias de punk, rock, pop e trap, resultando numa sonoridade marcada por familiaridade e experimentalismo.
O nome do EP joga com as palavras KISS e KILL, referenciando a ambiguidade associada aos sentimentos fortes que vêm com a paixão, que muitas vezes podem coexistir e alternar entre prazer e dor.
O design da capa ficou a cargo de Flávio Ferreira.
Metamito prepara-se para editar o seu primeiro disco, homónimo. Lança o novo videoclip “Transmutação” e anuncia as primeiras datas de apresentação: 21 de Janeiro no Centro Cultural Malaposta em Lisboa, 16 de Fevereiro no Mais Hábitos no Porto e 28 de Abril na Sala 6 no Barreiro.
O single é acompanhado de um vídeo de animação, realizado pelo próprio, com recurso a tecnologia de inteligência artificial. Uma abordagem experimental e fresca a uma ferramenta fascinante que permitiu o artista criar um universo visual surrealista a par do mundo sonoro que nos traz “Transmutação”. Isto foi conseguido através da geração de cerca de 50 000 imagens que se moldam ao longo do tempo, criando uma ilusão de continuidade.
DISCO METAMITO
O disco de estreia homónimo de Metamito é editado dia 20 de Janeiro.
“Vem despertar do Sono, e lembrar que o Sonho é a Realidade”. É com este verso que Metamito abre o seu primeiro álbum e estas palavras surgem como uma mão que se estende e convida o ouvinte a entrar numa viagem aos confins da sua mente. Este é um disco que pede para ser ouvido numa boa escuta, de olhos fechados e atentos, como quem visita um museu no seu subconsciente.
São 9 faixas onde Metamito cristaliza a sua estética e identidade, ambas muito próprias, com canções que nos remetem para viagens espirituais e psicadélicas. São cantados os mistérios da Vida e do Ser, interpretados de forma tendencialmente idealista e mística, como já nos tem habituado.
Situando-se algures entre o psych-pop e o psych-folk, a produção é extremamente densa e detalhada, criando um universo sonoro que permite a descoberta de novos pormenores mesmo após várias audições. Quanto à instrumentação, ouve-se uma mistura de elementos orgânicos e tradicionais como guitarras clássicas e portuguesas ou piano e percussões com elementos sintéticos e modernos como sintetizadores e beats eletrónicos. Há uma profunda exploração do espaço e profundidade com recurso a variados efeitos, e uma voz doce e subtil liga todos estes elementos.
Toda a composição, execução, gravação e produção são de António Miguel Serra (Metamito). A mistura ficou ao encargo de Pedro Ferreira, no HAUS, e a masterização de João Alves, no Sweet Mastering Studio.
BIOGRAFIA METAMITO
Metamito é um projeto musical que visa diluir a fronteira entre o sonho e a realidade. Fruto da imaginação de António Miguel, músico multi-instrumentista e produtor da zona de Sintra, tem vindo a ser descrito por alguns como um dos mais inovadores e promissores projetos do panorama musical português.
É um projeto totalmente independente, desde a criação até à distribuição, o que se reflecte na sua expressão musical autêntica e livre. Com uma sonoridade “dreamy” e “neo-psicadélica”, aborda temas como o mito, a mística, o amor, a verdade e a vida mas o seu som é diversificado e em constante mutação por isso é difícil de o fechar numa caixa. Existem travos de dream pop, rock psicadélico e world music, entre muitos outros.
Em 2019 lançou independentemente o seu primeiro EP Reflexo. Em 2020 saiu “Pandora”, single de pop alternativo, mais sintetizado e dançável do que os seus registos anteriores.
Inspira-se em artistas como Tash Sultana, Noiserv, FKJ ou binkbeats para apresentar as suas músicas em formato “one man band”, tocando diversos instrumentos, com uma Loopstation como “cérebro” do espetáculo. O seu maior recurso é a guitarra e a voz mas recorre também a sintetizadores e efeitos variados. Todas as camadas são criadas no momento e cada concerto é sempre diferente do anterior, havendo bastante espaço para improvisação e viagem.
Já pisou vários palcos em Portugal e Espanha. Em 2020 foi o vencedor do concurso Music Unlock by SBSR, tendo assegurado a sua presença no cartaz da edição seguinte do Festival Super Bock Super Rock.
Malú Garcia – Caminhos (2023) (álbum)
MALÚ GARCIA APRESENTA O ÁLBUM DE ESTREIA “CAMINHOS”
Malú Garcia lança o seu álbum de estreia “Caminhos”, escolhendo a versatilidade para se definir como artista. Um álbum muito desejado, tendo a violinista trabalhado nos temas durante os últimos dois anos. Músicas cheias de ritmos contagiantes, de influências e amplitudes que vão do Jazz até à World Music, com incursões por estilos muito diversos, como, por exemplo, a Morna, o Tango, o Swing, o Samba e, até mesmo, o Fado.
Malú Garcia começou os seus estudos de violino aos 8 anos e, recentemente, sentiu necessidade e curiosidade de ir em busca de novos estilos, novas formas de tocar, novos ritmos e este disco é o resultado vivo dessa incursão. Com um percurso fascinante, a violinista já atuou tanto em performances clássicas com a orquestra Gulbenkian, como em performances pop, ao lado de Carlão, Capitão Fausto, entre outros artistas.
Uma das fortes características do projeto musical de Malú Garcia é a diversidade de estilos num só álbum, influências que advêm da sua paixão pela música e da sua busca incessante por novas culturas, sons e ritmos, tornando a sua música numa linguagem verdadeiramente universal.
O primeiro concerto do lançamento do primeiro álbum de originais de Malú Garcia, “Caminhos”, está agendado para dia 20 de janeiro, às 21.30h, no Auditório Carlos Paredes, em Lisboa. Promete ser um concerto intimista, cheio de ritmos contagiantes, com a cumplicidade dos músicos Sebastian Scheriff, Pedro Baião, Rui Poço e Ricardo Marques. Os bilhetes vão estar disponíveis na Ticketline, Palácio Baldaya e Quiosque Grão Vasco.
Segundo Malú Garcia, “”Caminhos” é o começo, é fruto do início desta caminhada que sonhei e que quero continuar a percorrer. Sou violinista, de base clássica, mas a música é o que me define, sem barreiras algumas, e pretendo levar um pouco desta cultura universal e dos sons que me movem, me influenciam e me emocionam até todas as pessoas, de norte a sul. Quero que ouçam a minha música, que a sintam e que percorram no seu interior paisagens tão bonitas quanto as que eu imagino ao interpretá-las.”
Constituição: Malú Garcia – Violino Rui Poço – Guitarra Portuguesa Ricardo Marques – Contrabaixo Pedro Baião – Piano Sebastian Scheriff – Percussão
Créditos Fotografias: Tomás Monteiro
Meu General – Idiota Moderno (2022) (álbum)
Chama-se Idiota Moderno e é o mais recente álbum de Meu General. Três anos depois de Jogo Sujo o Rock N’ Roll está de volta. Idiota Moderno traz-nos um desfilar de canções diretas e sem subterfúgios que provam que o Rock em Português ainda está para durar.
Nove canções que demonstram uma continuidade e também inovação no som de Meu General. Canções como Saiu de Casa… e foi e Escuro abrem portas para uma sonoridade densa e intensa. Gravado e misturado por Bruno M. Silva no BMS Music Productions e por Meu General no Nineteen Room.
Masterizado por Rodolfo Cardoso. Idiota Moderno vê edição em CD e Cassete e está pronto para ser ouvido. Edição digital a cargo da Farol Música em todas as plataformas a partir do dia 4 de Novembro.