O Meu Disco É Melhor Que O Teu (2a temporada)EP#9 João Espadinha “Em Terra Alheia Sei Onde Ficar”

Sucessor de “Kill The Boy”, de 2018, “Em Terra Alheia Sei Onde Ficar” traz-nos uma aproximação do autor ao universo das canções, mas sem nunca virar as costas à matriz jazzística que marca o seu percurso artístico.

Encontrar lugares comuns entre diferentes contextos musicais, nomeadamente resgatar o espaço que a canção (ainda) tem no universo do jazz, e o espaço que a improvisação pode ter no universo das canções. Estes são alguns dos desafios a que o compositor e guitarrista se propõe neste novo trabalho.

O resultado final combina eléctrico e acústico, escrito e improvisado, cantado e instrumental, num universo musical onde cada um tem o seu lugar, mesmo em terra alheia.

Venham connosco visitar esta terra, a nova terra de João Espadinha… em mais um… O Meu Disco É Melhor Que O Teu.

Senhora do Ó – José Embala o Menino (2022) (single)

1o Single do novo Álbum PELE – Lançamento 6 Janeiro 2023

JOSÉ EMBALA O MENINO – Senhora do Ó I Arranjo, Vozes
Filipa Vieira I Fotografia
Ana Santos I Maquilhagem Andreia João I Capa
Misturado e produzido por Senhora do Ó
(Sintra 2022)
Masterizado por Clara Araújo na Arda Recorders (Porto 2022).

SENHORA DO Ó, é o projeto solo da cantora sintrense Andreia João, adufeira, compositora, arranjadora e produtora musical desde 2012. Uma fusão entre o sagrado e o profano, inspirado inicialmente no repertório da tradição oral portuguesa. Uma busca da voz interior independente da lírica. Entre outras experiências, Andreia gravou os coros do último disco de Isabel Silvestre, participou numa faixa do último disco do produtor Júlio Pereira, e mais recentemente com Kumpania Algazarra. É a cantora/performer da banda nacional NOIDZ, e reforçou o coro do artista Roberto Leal nos últimos 12 anos da sua carreira. Em breve, ao lado de Gonçalo Sarmento no seu projeto ULULO.

INFLUÊNCIAS, vão desde as paisagens sonoras e emocionais ligadas ao Fado, passando pela Lusofonia e todas as suas cores, com base cativa no repertório de tradição oral e nos cantos polifónicos ancestrais, que praticou com o grupo de Mulheres – CRAMOL. As Culturas xamânicas
em todo o mundo são fontes de enorme inspiração, assim como produtores e músicos que conseguem fundir sons orgânicos e
eletrónicos e bases tradicionais com ferramentas contemporâneas.

PELE, será o título do 3o álbum digital com previsão de lançamento no último trimestre de 2023. A data de lançamento digital do primeiro single é dia 6 de janeiro, e será uma versão do embalo tradicional JOSÉ EMBALA O MENINO, oriunda de Monsanto, Idanha-a-Nova, canção do repertório oral habitualmente cantada a solo, sem polifonia. Seguir-se-ão caminhos e plásticas mais despidas e orgânicas, onde a intenção é apenas a de deixar sair as canções sem grandes artefactos, para deixar uma nova pele mostrar-se sem grandes pudores. E desta vez, canções com histórias descodificadas muitas delas em português, às quais se juntarão vários músicos convidados.

senhora.info@gmail.com
https://linktr.ee/Senhora

Ruca Rebordão Feat Luiz Caracol – Minha Terra (2022) (single)

O terceiro single “Minha Terra” descreve a forma de estar e viver num lugar ideal, livre igualitário, justo. Um texto sempre atual, um sonho que guia a construção do álbum “Mestiço Atlântico” que estará disponível no mercado digital no início de 2023.

“Minha Terra” – letra de José Fialho Gouveia, e conta com a participação especial de Luiz Caracol – composição da música, voz e guitarras.

A produção do tema e do disco é de Ciro Bertini, que também participa como músico convidado em diferentes temas e composições em parceria com Ruca Rebordão.

Singles já editados do álbum “Mestiço Atlântico”
• “Vale Santiago” (2020) com interpretação de Rão Kyao na flauta de bambu, Tony Pinto nas guitarras, Gustavo Roriz no baixo eléctrico, Ciro Bertini no Acordeão, Ivo Costa na bateria e Ruca Rebordão na percussão e voz; (2021) – todos os instrumentos e voz de Ruca Rebordão.

Ficha técnica de “Minha Terra” – Ruca Rebordão
Música – Luiz Caracol
Letra – José Fialho Gouveia
Percussão e co-produção – Ruca Rebordão
Voz, Guitarras, Cavaquinho e Baixo – Luiz Caracol
Flautas – Ciro Bertini
Coros – Luiz Caracol e Ciro Bertini
Produção – Ciro Bertini
Mistura e masterização – Ivo Costa

Gravado nos estúdios: Pimenta Preta, Ruma

Emanuel – Rave Modernism One (2022)(EP)

Emanuel / Rave Modernism One EP
CITIZEN:KANE’s meets Jaroška on this split EP

Marco Guerra invited Lithuania based Deividas Jaroška for Maquiavel’s sixth release and the result is a four track Split EP with one original from each and a remix of the other’s original track.
The track “Emanuel” opens the EP and points straight to the dancefloor. Marco Guerra aka CITIZEN:KANE created a direct, muscular track with that acid flavour we’re already used to listening to in his music.
Jaroška signs the remix of “Emanuel” and the sweat on the dance floor rises to a dizzying speed. A track where the underground culture is very present, be prepared for this bomb!
The third track is an original by Jaroška featuring VNNNV. “Rave Modernism One” is a track that enters the amen driven downtempo universe, with a complex production full of details.
The EP ends with CITIZEN:KANE’s remix for “Rave Modernism One”, in a deep house approach that appeals to introspection and shoegazing.

CITIZEN:KANE & Jaroška – Emanuel / Rave Modernism One [Split EP]

Tracklist:

  1. CITIZEN:KANE – Emanuel
  2. CITIZEN:KANE – Emanuel (Jaroskavibes Remix)
  3. Jaroška (Feat. VNNNV) – Rave Modernism One
  4. Jaroška (Feat. VNNNV) – Rave Modernism One (CITIZEN:KANE Remix)

Composition, production, mix (track 1): Marco Guerra
Composition, production, mix (track 3): Deividas Jaroška w/ VNNNV
Remix track 2: Deividas Jaroška
Remix track 4: Marco Guerra
Artwork: Frutaria & Filhos
Mastering: Bruno Pereira
Maquiavel #006. 2022 . Digital only

:::: Release date: 09.12.2022 ::::

Foggy – Hold Tight (feat. JoLy, Gino Soccio Cover)(2022) (single)

Foggy – Hold Tight (feat. JoLy, Gino Soccio Cover)(2022) (single)

“Hold Tight”
Feat. JoLy
https://www.instagram.com/joly.bmore/

Gino Soccio Cover (from 1981)

Video by Contra Campo:
https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=j2gXk0ySFnI&t=96s

Ruca Rebordão – O Dundo (2022) (single)

Percussionista e compositor com mais de 30 anos de carreira como músico profissional com base em Portugal. É natural de Angola, emigrou jovem para o Brasil, residiu na Austrália e USA. Atualmente vive em Portugal. Iniciou a sua paixão pela percussão ainda em Angola, mas foi já no Brasil que tomou contacto mais aprofundado sobre instrumentos e ritmos brasileiros. Estudou na Escola de Artes e Ofícios no Rio de Janeiro, na Juventude Musical Portuguesa em Lisboa e na Universidade de Sydney na área de World Music.

As suas influências são muito variadas, oriundas quer da sua experiência de vida pessoal quer do contacto com músicos de todo o planeta, mas África Austral, Países Mediterrânicos, Brasil e Cuba
são as mais marcantes na sua musicalidade e composições. Gravou e/ou tocou com inúmeros artistas quer a nível nacional quer internacional, entre eles: Sadao Watanabe (Japão – onde realizou tournés durante oito anos consecutivos); Rão Kyao, Madredeus, Teresa Salgueiro, Paulo de Carvalho, António Chaínho, JP Simões, João Gil, Mariza, Sergio Godinho, Paulo de Carvalho, Vitorino, Camané, Luiz Caracol, Joana Amendoeira, Ana Laíns, Silvana Peres, Maria João entre muitos outros (Portugal); Anna Maria Jopek (Polónia); Susan Palma-Nidel, Melody Gardot, Tommy Campbel, Steve Thornton, Leo Travessa, Melissa Meell (USA); Ivan Lins, Martinho da Vila, Toquinho, Fafá de Belém, Fred Martins, Flávia Bittencourt, Daniela Mercury (Brasil); Alejandro Sanz, Rosana (Espanha); Karl Seglem (Noruega); entre outros. Membro e/ou fundador de bandas como Palmares (Austrália), A Fúria do Açúcar (banda Pop de grande sucesso em Portugal), N’Goma Makamba (Grupo de percussão tradicional de Angola),
Orquestra Salpicante, D’Alambre, Couple Coffee e Takatum. Em 2011 formou o duo Samadhi com
Rão Kyao e gravaram o álbum de estreia “Pure Light”. Participa igualmente no projecto solo de Rão
Kyao há 18 anos tendo já gravado 8 álbuns do flautista português.

Ruca já gravou mais de 180 álbuns e 8 Dvd ́s ao vivo. Tocou nos melhores teatros e salas de espectáculo de várias capitais mundiais e cidades importantes de cada país. Para além disso, foi professor de vários workshops e master classes para alunos de percussão no Japão e em escolas e conservatórios em Portugal. Foi também o convidado especial no Festival de Percussão e Bateria
no Lavra em 2010.
Mais recentemente tem também desenvolvido projectos que interligam música, dança e teatro,
destacando:
Espande! (2015) no Museu do Papel em Paços de Brandão com direcção de Madalena Victorino;
“Roda Atlântica” (2016) com coreografia de Marta Coutinho; “
Bule-Bule – Novas Danças Tradicionais” (desde 2016 em apresentações várias); Tour na Argentina (2019) no âmbito da troca e mostra cultural com o projecto Bule-Bule e Luiz Caracol em Santa Fé, Rosário,Tostado e Buenos Aires; Espetáculo comunitário “Afluentes” com Marta Silva e Marta Coutinho em Mangualde, Fornos de Algodres, Nelas e Gouveia, 2022; Grupo Takatum, actualmente com três espectáculos em carteira.


Atualmente toca em diferentes projectos musicais (Rão Kyao, Nancy Vieira, Trio Orfeu, Susan
Palma-Nidel, Joana Amendoeira, Silvana Peres, Bule-Bule e Takatum). Lançou em 2020
Santiago”, o primeiro single do seu próprio álbum a editar em 2023. Em outubro de 2020 lançou
mais um single de sua autoria “O Dundo”, onde homenageia a sua cidade natal em Angola.

www.rucarebordao.com

Ruca Rebordão – Vale Santiago (2022) (single)

Percussionista e compositor com mais de 30 anos de carreira como músico profissional com base em Portugal. É natural de Angola, emigrou jovem para o Brasil, residiu na Austrália e USA. Atualmente vive em Portugal. Iniciou a sua paixão pela percussão ainda em Angola, mas foi já no Brasil que tomou contacto mais aprofundado sobre instrumentos e ritmos brasileiros. Estudou na Escola de Artes e Ofícios no Rio de Janeiro, na Juventude Musical Portuguesa em Lisboa e na Universidade de Sydney na área de World Music.
As suas influências são muito variadas, oriundas quer da sua experiência de vida pessoal quer do contacto com músicos de todo o planeta, mas África Austral, Países Mediterrânicos, Brasil e Cuba
são as mais marcantes na sua musicalidade e composições. Gravou e/ou tocou com inúmeros artistas quer a nível nacional quer internacional, entre eles: Sadao Watanabe (Japão – onde realizou tournés durante oito anos consecutivos); Rão Kyao, Madredeus, Teresa Salgueiro, Paulo de Carvalho, António Chaínho, JP Simões, João Gil, Mariza, Sergio Godinho, Paulo de Carvalho, Vitorino, Camané, Luiz Caracol, Joana Amendoeira, Ana Laíns, Silvana Peres, Maria João entre muitos outros (Portugal); Anna Maria Jopek (Polónia); Susan Palma-Nidel, Melody Gardot, Tommy Campbel, Steve Thornton, Leo Travessa, Melissa Meell (USA); Ivan Lins, Martinho da Vila, Toquinho, Fafá de Belém, Fred Martins, Flávia Bittencourt, Daniela Mercury (Brasil); Alejandro Sanz, Rosana (Espanha); Karl Seglem (Noruega); entre outros. Membro e/ou fundador de bandas como Palmares (Austrália), A Fúria do Açúcar (banda Pop de grande sucesso em Portugal), N’Goma Makamba (Grupo de percussão tradicional de Angola), Orquestra Salpicante, D’Alambre, Couple Coffee e Takatum. Em 2011 formou o duo Samadhi com Rão Kyao e gravaram o álbum de estreia “Pure Light”. Participa igualmente no projecto solo de RãoKyao há 18 anos tendo já gravado 8 álbuns do flautista português.

Ruca já gravou mais de 180 álbuns e 8 Dvd ́s ao vivo. Tocou nos melhores teatros e salas de espectáculo de várias capitais mundiais e cidades importantes de cada país. Para além disso, foi professor de vários workshops e master classes para alunos de percussão no Japão e em escolas e conservatórios em Portugal. Foi também o convidado especial no Festival de Percussão e Bateria
no Lavra em 2010.
Mais recentemente tem também desenvolvido projectos que interligam música, dança e teatro, destacando:
Espande! (2015) no Museu do Papel em Paços de Brandão com direcção de Madalena Victorino; “Roda Atlântica” (2016) com coreografia de Marta Coutinho; “Bule-Bule – Novas Danças
Tradicionais” (desde 2016 em apresentações várias); Tour na Argentina (2019) no âmbito da troca e mostra cultural com o projecto Bule-Bule e Luiz Caracol em Santa Fé, Rosário,Tostado e Buenos Aires; Espetáculo comunitário “Afluentes” com Marta Silva e Marta Coutinho em Mangualde, Fornos de Algodres, Nelas e Gouveia, 2022; Grupo Takatum, actualmente com três espectáculos em carteira.
Atualmente toca em diferentes projectos musicais (Rão Kyao, Nancy Vieira, Trio Orfeu, Susan Palma-Nidel, Joana Amendoeira, Silvana Peres, Bule-Bule e Takatum). Lançou em 2020 Santiago”, o primeiro single do seu próprio álbum a editar em 2023. Em outubro de 2020 lançou mais um single de sua autoria “O Dundo”, onde homenageia a sua cidade natal em Angola.

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Gabriel De Rose – Cenas (2022) (single)

https://soundcloud.com/user-376867927/gabriel-de-rose-cenas-2022-single/s-GzTFfhJ3y5m?si=befb8cd11d584a31ab642fecef146e25&utm_source=clipboard&utm_medium=text&utm_campaign=social_sharing

Depois do lançamento como single de estreia, chega agora o videoclip de “Cenas”, que traz Gabriel De Rose de volta ao ringue de wrestling, uma das paixões do artista. O tema integra a banda sonora da novela “Sangue Oculto”, da SIC, e já ultrapassa os 15 mil streams nas plataformas digitais.

Gabriel De Rose, filho de pais italianos, nasceu na África do Sul e cresceu no Algarve. Com 18 anos, entra na Berklee College of Music, em Boston, onde é premiado com uma bolsa de mérito. Conheceu músicos como Charlie Puth, Meghan Trainor e teve aulas de composição com John Mayer. Mais tarde, continuou os estudos em Londres.

Em 2019, foi finalista e alcançou o 2.º lugar no programa “The Voice Portugal”, conquistando jurados e o público. Em 2022, apresenta “Cenas”, o single de estreia criado em conjunto com LEFT. e Mikkel Solnado. Em janeiro de 2023, apresenta o segundo single, “Ninguém”, que faz parte do EP de estreia, previsto para o próximo ano.

Fabrizio Piepoli – Maresia (2022) (álbum)

Un emozionante viaggio in musica nel terzo disco del compositore pugliese. ‘Maresia’ esplora fado, cultura arbëreshë, tarantella e Mediterraneo.
Il mio canto è sogno e Maresia: il nuovo album di Fabrizio Piepoli.

«In portoghese la parola “Maresia” significa la spuma di mare che si vaporizza nell’aria quando il vento sferza la cresta delle onde. È il sudore del mare che gioca a rincorrersi. È una corsa a braccia spalancate che ha in sé l’incedere terzinato della tarantella e comunica un senso di espansione, di apertura alare, di gioia oceanica. Maresia è l’incessante mescolarsi di lingue, storie, genti del passato, del presente, del futuro. Il mio canto è sogno e maresia».

Più che una presentazione, più che un manifesto programmatico di composizione e ispirazione, le parole di Fabrizio Piepoli sono poesia, percorsi, visioni. Il suo nuovo album Maresia (Zero Nove Nove – Self/Believe) è un itinerario mediterraneo, un progetto in cui emerge definitivamente la sua poliedricità di polistrumentista e compositore, di autore e studioso delle tradizioni musicali del Mediterraneo, e di ammaliante interprete. Dieci brani che rappresentano perfettamente gli orizzonti musicali di Piepoli – noto in particolare per la sua militanza con La Cantiga de la Serena, Raiz e Radicanto, oltre che per le sue numerose collaborazioni – il quale dichiara: «Sono canti di una storia fluida che ogni volta racconta qualcosa di nuovo. Ho raccolto tra le mie mani suoni, parole, gesti e memorie, le ho lanciate in aria e mi sono ricadute addosso, mischiate.

Il mio passato, quello che ancora continua a parlarmi, lo inseguo e si disintegra, si mescola ad altri elementi come voci nelle stradine di un mercato e poi di nuovo riappare, a dirmi cose che ancora non so».
Maresia esplora la musica popolare e d’autore pugliese e del Sud Italia con un’attitudine mediterranea e una minuziosa ricerca del suono, da sempre segni distintivi del musicista barese. La voce di Fabrizio Piepoli è un universo fluido, dallo stile fortemente melismatico. È una voce di tenore leggero capace di toccare i suoni gravi del registro baritonale e di estendersi a quelli acuti di mezzo-soprano. Una vocalità sofisticata che gioca continuamente con la propria identità, col maschile e il femminile, l’Oriente e l’Occidente. La chitarra battente tipica della tradizione del Sud Italia, l’oud arabo, il saz turco, filtrati spesso attraverso effetti e loop machines, sono gli strumenti che accompagnano il canto di Piepoli, il racconto appassionato delle sue radici, per dare vita a un nuovo sound: la TARABTELLA, l’incontro fra tarantella pugliese e il tarab della melodia araba, la gioia della danza e l’estasi dell’ascolto. L’incedere terzinato della tarantella, la reinvenzione di Marisa Sannia e Amalia Rodriguez, il dialogo tra tarantella garganica e fado portoghese, lo studio dei cantori di Carpino e l’amore per gli strumenti tradizionali arabi e turchi, la tradizione arbëreshë e i canti di migrazione: tutto ciò anima e muove un disco prezioso, un cammino di melodie e filigrana.
Le lingue come gli strumenti musicali sono creature permeabili. La necessità del racconto e della narrazione spinge loro a mutare, ad adattarsi, a evolversi. La musica di Piepoli va alla ricerca di questi innesti sonori, indispensabili per esprimere la sua visione personale. Maresia è il simbolo dei destini incrociati di genti, storie, lingue e canti che hanno mosso e fecondato la storia, rendendola ibrida e caleidoscopica. Un passato che transita nel presente e ispira il futuro.

Maresia:

  1. Maresia
  2. Melagranada ruja
  3. Ave Maria fadista
  4. Stella d’ori
  5. Ninna nanna di Carpino 06. Sair
  6. Occhi de monachella 08. Qifti
  7. L’America
  8. Tetuán

Fabrizio Piepoli: voice, chitarra battente, oud, saz, classic guitar, bass, shruti box, dayereh, daff, sajat, moorchang.

Links:
www.fabriziopiepolimusic.com
www.facebook.com/fabriziopiepoliofficial

www.instagram.com/fabriziopiepoliofficial

Recorded, mixed and mastered by Fabrizio Piepoli Additional mixing and mastering by Guglielmo Dimidri Photo: Gabriele Vitale 

Artwork: Giulio Rugge

Distribuzione digitale: Believe
Distribuzione fisica: Self (Italia), Inouïe (Francia), Xango Music (Benelux)

Produced by Zero Nove Nove www.zeronovenove.com www.facebook.com/zeronovenove099 www.instagram.com/zeronovenove

DISCO VOADOR: Zé Lencastre – Jazz e Música Improvisada #8

Fleuma – Lena (2022) (single)

Compor temas originais maioritariamente cantados em português foi o mote para a criação do projecto FLEUMA no início de 2020. Todos os temas são compostos em banda pelos três elementos criando assim um som inusitado, sem rótulos e que é moldado por múltiplas influências. Os FLEUMA são compostos pelos músicos Bruno Santos (bateria), Miguel Marafuz (voz e baixo) e Samuel Marques (guitarra e vozes),
Após várias paragens forçadas nos últimos dois anos, a vontade e a determinação de compor motivou a banda a reunir vários temas para se apresentar ao vivo em dois concertos em Maio e Outubro de 2022.
Até ao final do ano estarão a gravar mais três temas que irão acompanhar o single de estreia já lançado – LENA – preparando assim o seu primeiro EP.

Lançamento do single “LENA”
Em 12 Outubro de 2022 a banda lançou oficialmente o seu single de estreia “LENA” que transporta para a música a sua permanente observação do quotidiano, das pessoas, das cidades e do mundo. Um retrato do crescimento e formação da pessoa, das escolhas, das relações, dos amigos e das prioridades que nos definem e vão construindo a nossa personalidade. Este single, gravado e misturado na Audiospace Maia por Miguel Oliveira é também acompanhado por vídeo produzido por Rui M. Costa disponível no canal de Youtube da banda.

FLEUMA NA INTERNET

www.fleumamusic.bancamp.com
www.youtube.com/channel/UCKy-BYlqLwzoSNj3zg74zLw www.instagram.com/fleumaonline
www.fleumaonline.com

BOOKING
fleuma@fleumaonline.com | Samuel Marques | 918 591 948

Henrique – Up All Night (2022) (single)

Henrique é um artista pop independente com o sonho de alcançar sucesso internacional.

Natural do distrito de Coimbra, desde pequeno explorou as mais diversas áreas artísticas como forma de expressão, tanto nas artes plásticas como nas artes performativas. Consciente de que a escrita é a sua melhor ferramenta para comunicar e compreender as suas emoções, começou a compor e produzir temas originais que tem vindo a lançar nas plataformas digitais.

Além de cantor e compositor, é ator e bailarino, com formação em teatro musical. Um dos seus grandes objectivos é poder representar Portugal no Festival Eurovisão da canção.

Contatos
Para mais informações:

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