Gustavito ft. Pererê – Flor de Justica (2022) (single)

“Flor de Justiça” é o quarto single do álbum do Pena de Pavão de Krishna, bloco de carnaval que faz em Belo Horizonte uma abordagem crítica e espiritualista da festa. A canção foi escrita por Gustavito Amaral em 2015, quando aconteceu em Mariana o maior crime ambiental da história de Minas Gerais, com o rompimento de uma enorme barragem de rejeitos de mineração, afetando dezenas de municípios e localidades, poluindo rios e contaminando animais. A faixa conta com o convidado especial Sérgio Pererê, que é uma grande referência musical para o grupo. O lançamento aponta para o carnaval 2023 quando o Pavão irá abordar a temática “tira o pé da minha serra”, saindo em defesa deum tombamento da Serra do Curral, que possa impedir que os projetos de mineração avancem na região que circunda a capital mineira.

A letra da canção retrata toda a indignação perante a destruição da natureza pelo ser humano, em busca do lucro sem escrúpulos. O rompimento da barragem é visto também como uma rebelião da natureza, quando o homem tenta esconder a quantidade gigante de lixo que produz e chama atenção como um alerta para a urgência de preservação da natureza no Brasil, em especial no estado de Minas Gerais. Em Minas está a maior quantidade de nascentes de água mineral pura do país, e essas reservas vem sendo ameaçadas pela mineração historicamente na região que desde os tempos coloniais ficou conhecida como fonte de minérios e pedras preciosas. O fato é que a água é que deve ser vista como a grande riqueza e a preservação das montanhas é fundamental para a permanência das nascentes.

Em especial na região da capital Belo Horizonte, existe um conjunto de serras conhecidas como “quadrilátero ferrífero”, que consiste em 4 serras abundantes em minério de ferro. O minério de ferro armazenado na estrutura dessas montanhas funciona na verdade como filtros que purificam a água, e é por isso que nessa região se encontram tantas nascentes puríssimas. A campanha para a preservação da Serra do Curral será o tema do cortejo de carnaval do Bloco em 2023 e busca trazer visibilidade para a urgência em pautar a preservação e o tombamento que pode proteger o que resta dessas fontes naturais de água pura.

O primeiro álbum do Pena de Pavão de Krishna será lançado no pré-carnaval em 2023, quando o bloco comemora 10 anos de existência. Será também um momento marcante pois será a volta do carnaval após 2 anos sem a festa ocorrer por causa da pandemia. O disco conta com a participação dos músicos da banda do bloco: Túlio Ribeiro, Manuel Andrade, Raphael Sales, Leopoldina Azevedo, Maíra Leonel, Kripalu Das e Gustavito Amaral, sendo este último responsável pela direção musical do trabalho. A produção e comunicação fica a cargo de Andrezza Coutinho e Irene do Carmo. O projeto foi viabilizado pela Lei Municipal de Cultura de Belo Horizonte e tem patrocínio da Diefra Engenharia.

Blurry Lines – Connected Dots (2022) (single)

Connecting Dots é o primeiro single dos Blurry Lines, um prelúdio singelo e breve, um pequeno chamado aos ouvidos mais atentos, para estarem atentos à obra que virá deste talentoso Duo.

Blurry Lines nasce de uma forte cumplicidade musical entre Eilidh Saunière e Vincent D’Elia. A dupla instalada em Paris cruza fronteiras e vibra uma suave melodia de inspiração celta que se entrelaça com ritmos brasileiros – sem perder uma pitada de sons eletrônicos.
Blurry Lines nos contempla com uma experiência musical muito intimista e original.

Uma curiosidade é que, além do projeto Blurry lines, os dois são excelentes contra-baixistas da Orquestra Filarmônica de Paris.

Blurry Lines propõe trazer sua multiplicidade de estilos como uma bela mensagem de inclusão em um mundo que precisa de mais amor e compaixão.

O primeiro álbum do Blurry Lines está a caminho, assinado pela Stone Milk Records, Paris. Fiquem de olho, que vem muita coisa boa.

Jacaranda – “Wolves & Gasoline” (2022) (single)

Jacarandá – “Wolves & Gasoline” (2022)(single)

Jacaranda- lançamento do nosso novo single e videoclipe “Wolves & Gasoline”

Concerto e presentaçao do vídeo clip 12 de novembro as 18.30, no espaço da PENHA SCO.
Wolves & Gasoline – Escrito e gravado por Jacarandá
Mixado e Masterizado por Mathieu Morin (BEMO Studio)
O videoclipe resulta da segunda colaboração da banda com o realizador Sebastian Bolenius, cujas dinâmicas narrativas e criatividade visual sobressaem uma vez mais.
A canção é uma celebração do poder e da mística do feminino. Para encarnar a “mulher de espírito livre” da letra tivemos o prazer de trabalhar com a coreógrafa e performer Andresa Soares, destemida e misteriosa no meio do assombroso cenário de um cemitério de automóveis.
Sediada em Lisboa Jacaranda e formada por Alban Hall (voz, harmónica, flauta, percussões), Gonçalo Zagalo(baixo, percussões) e Philippe Lenzini (guitarra, percussões).

Lançando a sua primeiro EP em 2019 “Jacaranda”, 2022 o Primeiro video single\video clip “Home” e agora “Wolves e Gazoline” como single e video clip.
As suas performances ao vivo são experiências cruas e imersivas, onde a música e as palavras, cantadas ou declamadas, celebram a alegria de viver e as lutas dos nossos tempos.


“Muy poco se sabe de este power trio proveniente de Lisboa, más que su pasión por Hendrix, por el blues del Delta actualizado y por el hill country blues, se ha plasmado en un EP debut formidable, cuatro temas producidos por Philippe Lenzini y publicados en 2019 en formato digital. Alban Hall, Gonçalo Zagalo y Philippe Lenzini forman Jacarandá, un proyecto realmente entusiasta y digno de seguimiento. El boogie de John Lee Hooker y la intensidad de Junior Kimbrough se abren caso a través de riffs psicodélicos de alto voltaje. Absolutamente recomendable, nos encantaría tener más noticias suyas pronto en forma de un LP. “ Extremasound blog Espania


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Jaco – Ser Feliz (2022) (single)

Ser feliz de novo é o novo single do Sereno Manifesto, eis um bolero brasileiro, que flerta com um tango mariachi , experimentando as fronteiras e as perspectivas do cancioneiro popular mais genuíno. “

Jaco abre caminho para Sereno Manifesto, seu primeiro álbum solo previsto para abril de 2023. 

Fundador da Stone Milk Records, Thiago de Almeida, aka Jaco, é uma personagem única; artisticamente complexa, cheia de mitos e tangentes, artista-epifania a nos mostrar a coragem da arte. 

Depois de surgir com La Macchina Volante e Coruja Project, traços de uma jornada musical marcada por aparições imprevisíveis, ditadas talvez por sua alternativa vocações de filósofo e cineasta.

Com composições encontradas no repertório da premiada cantora Lívia Nestrovski, onde aparece ao lado de compositores como Tom Jobim, Milton Nascimento, Kurt Weill, Lô Borges, Djavan, entre outros;

Entre a produção e realização de diversos curtas e videoclips, Jaco figura também em participações como no excitante Piedra Solar , de Francesco Valente, ao lado de Marco Susano e Aline Frazão. 

Jaco compõe atualmente para séries e curtas francesas, e tem músicas em filmes de José Oliveira (Os conselhos da noite), Gal Oppido (Cross), e para uma dezena de curtas-metragens premiados. 

Link do vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=QvqcfN9zF4E

Cantodiscanto – “Pandemusica” (2022) (álbum)

Cantodiscanto – “Pandemusica” (2022) (álbum)

Guido Sodo e Marcello Sacco visitaram a Radio Olisipo durante os dias da Womex em Lisboa. Durant esta interessante conversa, Guido Sodo apresenta o último álbum da banda italiana Cantodiscanto, com título “Pandemusica”.

Esta conversa é interessante para saber mais sobre a produção do álbum durante a pandemia, sobre as colaborações e os músicos que participaram neste trabalho discográfico que revela também uma interessante conexão entre Nápoles, a música do sul de Itália e a música portuguesa.

Marcello Sacco, escritor, participa neste disco na parte das letras e comenta ao longo da entrevista sobre a sua participação nesta obra discográfica.

As conexões com a literatura, com a música e a cultura italiana e portuguesa são várias e interessantes nesta entrevista, ao longo da qual poderemos também ouvir o disco na integra. Boa escuta!

Stone Milk

Stone Milk Records é uma Label multimídia sediada em Paris, com a proposta de ampliar o diálogo entre música e cinema, estendendo-se às intersecções entre dança e poesia. Editora oficial de fonogramas originais, a Label é uma produtora transdisciplinar que, junto aos seus artistas, atua na composição e produção de trilhas sonoras, curtas-metragens e videoclipes. Além da criação de um repertório em Vinyl. 

Agradecemos a Stone Milk, que a partir de agora entra nas nossas parcerias internacionais para a divulgação de trabalhos discográficos independentes.

Senhora do Ó feat. Tarwa N-Tiniri e Marjo Smolander – “Peace Evolution” (2022) (single).

PEACE EVOLUTION, decifra uma linha musical que parte de Portugal e se funde com a banda Tuareg, Tarwa N-Tiniri de Marrocos, que acabou tocando e cantando em Tamazight, uma língua Berbere, e também com Marjo Smolander da Finlândia, evocando sons sagrados com a sua Kantele. O cruzamento entre a produtora Senhora do Ó e estes artistas, nasce na comunidade/plataforma europeia Beyond Music, em 2020.

SENHORA DO Ó, é o projeto solo da cantora sintrense Andreia João, adufeira, compositora, arranjadora e produtora musical desde 2012. Uma fusão entre o sagrado e o profano, inspirado inicialmente no repertório da tradição oral portuguesa. Uma busca da voz interior independente da lírica.

TARWA N-TINIRI, é uma banda de seis músicos, e o seu Blues do Deserto tem dado ao grupo de Ouarzazate, Marrocos, fãs crescentes em todo o mundo. A banda começou a jornada musical juntos em 2012, primeiro com uma guitarra caseira chamada Lohtar. Desde então, participaram em variados festivais em Marrocos e compartilharam a sua paixão e o seu amor, por fazerem e tocarem música juntos. Estrearam-se internacionalmente no festival Transform na Noruega em 2018 e depois na França em 2019. Graças a “Simon e Greg gravam o mundo”, Tarwa N-Tiniri lançou assim o seu álbum de estreia intitulado “Azizdeg”. Simon Walls e Greg Bonnier, dois canadenses, viajaram para Marrocos e Ouarzazate e instalaram-se na garagem da banda, onde gravaram o álbum. Alguns meses depois, o álbum foi lançado pela Atty Records, Canadá.

MARJO SMOLANDER, nasceu em Rääkkylä, uma pequena vila no norte de Carelia, na Finlândia. É a mesma aldeia de onde vem o renomado grupo de world music Värttinä. Ela toca o instrumento tradicional finlandês chamado Kantele. Depois de se mudar de sua nativa Rääkkylä, estudou música folclórica, música do mundo e pedagogia musical. Tem dois mestrados em música folclórica (Sibelius Academy, Finlândia)) e música global (música real de Aarhus, Dinamarca). Em 2006, Marjo, de 19 anos, teve a possibilidade de se apresentar num festival em Dakar, no Senegal. No mesmo festival também se apresentou Ellika Frisel e Solo Cissokho Duo. Esta ocasião tornou-se um ponto de virada na carreira musical de Marjo. Um ano depois, ela voltou ao Senegal para estudar música por cinco meses. Desde então, ela visita regularmente o Senegal e a África Ocidental. Marjo conta histórias irregulares da vida, presença forte com arranjos multifacetados. Vislumbres musicais, por exemplo, de Ismael Lo, Ali Farka Toure e Värttinä podem ser ouvidos. toca o instrumento finlandês Kantele e canta. O seu álbum de estreia foi lançado em janeiro de 2021.

CRÉDITOS
Senhora do Ó I Composição, Arranjo, Letra e Voz em Inglês, Coros, Produção e Mistura
Tarwa N-Tiniri I Composer, Arranger, Tamazight (Berber) Lyrics by Omar Derouich; Lead Voice, Acoustic and Electric Guitar by Hamid ait Ahmed; Bass Guitar by Smail ait Nacer; Congas and Bandir by Ayoub Taoraght; Rythme Guitar by El Mokhtar ait Nacer
Gravado no Studio Room Record – Ousama Taouraght (Marrocos 2021)
Marjo Smolander I Composer, Kantele
Misturado e produzido por Senhora do Ó (Portugal 2021)
Masterizado por Tryambaka (Portugal 2022)
Capa I AnaF
Fotografia Capa I Josh Sorenson (Pexels), Rui Zilhão
Conceito I Andreia João

Folkatomic – Polaris (2022) (álbum)

Folkatomic – Polaris (2022) (álbum)

L’ALBUM D’ESORDIO DI UN NUOVO PROGETTO CHE AFFONDA LE RADICI NELLA MUSICA TRADIZIONALE DEL SUD ITALIA E ATTRAVERSO I SUONI DEL MONDO E DELL’ELETTRONICA.

Il titolo del disco, Polaris, prende il nome dal brano inedito: la stella polare, guida per i naviganti, una luce che fissa la rotta, ma che muta durante il viaggio portando con sé un bagaglio di suoni ed esperienze .

Formatasi lo scorso 2019, la band torinese parte dall’esperienza maturata nel mondo della riproposta delle musiche tradizionali da parte di Franco Montanaro, Oreste Forestieri e Valeria Quarta, e dall’incontro con il chitarrista e producer di musica elettronica Li Bassi. 
Nella sintesi delle esperienze e delle storie che ognuno portava con sé, nasce subito un sound unico e riconoscibile, riconducibile alla commistione fra la musica tradizionale del sud e avantgarde elettronica. I suoni evocativi e arcaici degli strumenti tradizionali, le cadenze ossessive e catartiche delle ritmiche coreutiche, unite ai colori e alla profondità dei suoni elettronici, creano un linguaggio fresco e contemporaneo, ma con forti e robuste radici. Gli strumenti acustici usati nei brani e che interagiscono con l’elettronica, sono strumenti tradizionali del Sud Italia e del mondo: tamburi a cornice, tamburelli, percussioni arabe, latine e africane. Chitarre portoghesi, très cubano, charango, bouzouki greco e mandolino. Flauti arabi, turchi, irlandesi e andini, friscaletti siciliani e flauti armonici, marranzani e percussioni minori.
Le sonorità partono dal Sud Italia per arrivare ad abbracciare un Mediterraneo più grande e al quale il Sud culturalmente appartiene. Folkatomik gioca con diversi linguaggi musicali ispirandosi a luoghi, popoli, vicende e persone di tutto il mondo per creare un meticciato musicale figlio del meticciato culturale di Torino, città natale della band.
L’intento è quello di dialogare attraverso il linguaggio universale della musica popolare, far conoscere a un più ampio pubblico la bellezza dei dialetti e delle sonorità del sud e promuovere le diversità facendole convivere sotto il tetto della musica da festa e da ballo, musiche che da sempre uniscono popoli e generazioni.
Polaris, il titolo del primo album dei Folkatomik, è la Stella Polare, la stella più luminosa e più vicina al Polo Nord celeste, la stella che indica uno dei due punti di rotazione terrestre.
Per i Folkatomik, Polaris è dunque una guida, una luce che fissa la rotta della partenza e che sarà in continuo mutamento.

SOCIAL
FACEBOOK https://www.facebook.com/FolkatomikPage
INSTAGRAM https://www.instagram.com/folkatomika/?hl=it
Contatti etichetta www.italysona.com – info@italysona.com

One Time Child ft. Nastia Balog – Russian Ship (2022) (single)

One Time Child – Russian Ship (2022) (single)

A banda portuguesa One Time Child está a lançar em colaboração com a finalista do The Voice Ucrânia, Nastia Balog (finalista do The Voice Ucrânia). O single “Russian Military Ship” é uma homenagem ao povo ucraniano.
 
A ideia partiu do líder da banda, Miguel Oliveira, cuja família é Ucraniana e que viveu até 2019 em Kiev. Desde o início da invasão da Ucrânia pela Rússia que o músico e a esposa têm-se dedicado a ajudar crianças e mulheres a encontrar refúgio em Portugal. Mais de 100 pessoas já foram ajudadas.
 
“Russian Military Ship” simboliza a luta do povo Ucraniano, em especial a dos heróis da Ilha das Serpentes, contra a tirania e a guerra.
O vídeo do tema foi filmado em Portugal e na Ucrânia e já está a ter destaque naquele país.

Nastia Balog é uma das grandes revelações da música Pop na Ucrânia: depois de ter sido finalista no programa The Voice, venceu outros concursos de talento e atualmente é uma das jovens artistas mais bem sucedidas na Ucrânia.
 
Os One Time Child surgiram em 1999 e em 2006 lançaram o álbum “Frambalnation” que alcançou sucesso em especial com o tema “Ganza na Areia”. Depois de uma pausa na carreira, a banda formada por Miguel Oliveira (voz e guitarra), Rui Silva (guitarra) e Hugo Pereira (bateria) está de regresso em 2022 com uma missão de passar uma mensagem ao mundo através do single “Russian Military Ship” e está já a preparar o novo álbum que deverá ser lançado em 2023.

“Russian Military Ship”

Idi na hui Russian military ship

You can use all your bullets or use just one
Cause one looks good on you
You can bring all your horror into the night
But your tirany will die with you
Mothers cry soldiers die because of you
Human life is cheaper in times of war
You attack we resist not afraid of you
You can hide in your nuclear lie

Do you know who I am
The blood that runs under my skin
You’ll never understand
the beating heart of who I am
I’ve seen I’m now all wise
There is no hell no paradise
The freedom will be mine
And soon you’ll see my glory rise

I believe we believe the sun will shine again
Healing our wounds and pain
And we agree we can see this dark spring will end
And flowers will bloom again
Soon this all will be past ,
The past is knowledge and the future is the source of hope
There is no magic pill,
We call it love and with love we can do what we need

Idi na hui Russian military ship

Нездоланная рідна моя

Palankalama – Lama Pela Anca (2022) (álbum)

Palankalama apresentam o novo álbum “Lama pela Anca”
Uma incursão sonora sobre influências folk, jazz e rock.

Concerto de Apresentação | 6 Novembro – Auditório CCOP, Porto (Aniversário da Editora Saliva Diva).

Os Palankalama estão de regresso com o terceiro disco de originais, “Lama Pela Anca”, editado pela Saliva Diva. O projeto de música instrumental da cidade do Porto criou uma trilha sonora com música “pescada” num rio turvo, navegado na deriva criativa de um período histórico convulso e confuso da humanidade, ao qual não puderam ficar alheios.

A banda é constituída por Afonso Passos na bateria e percussão, Aníbal Beirão no contrabaixo, Pedro João no cavaquinho, bandolim, viola braguesa, guitarra eléctrica e Ricardo Nogueira na guitarra e viola braguesa. Têm atuado em vários Festivais nacionais e internacionais: desde o Bons Sons, Paredes de Coura- Jazz na relva, até a concertos na Hungria, Espanha, entre outros.

A música dos Palankalama pode ser traduzida como uma longa citação de lugares geográficos, reais e imaginários, e uma exploração dos universos musicais sugestivos do cinema, ou da música popular. É um trabalho sobre paisagens sonoras, quase familiares, onde se procura que o lado plástico e abstrato da música funcione como uma janela para lugares de desvio e de ficção.

Depois de um período de experimentação em torno do cavaquinho português, resultante no LP “Boca de Raia” (2018), prosseguem um trabalho no qual procuram cimentar a linguagem musical do grupo, e assumir o espaço e ferramentas possibilitadas pelo trabalho em estúdio, mas captando a energia do grupo a tocar em simultâneo. A exploração do universo dos instrumentos populares portugueses continua a ser uma forte fonte de criatividade às quais se fundem outras sonoridades.

O single e vídeo de apresentação, “Chulaná” retrata o tom festivo da música com recurso à fotografia e à imagem estática. Partindo de imagens fixas, montadas numa animação de ritmo assimétrico, retrata o enredo sem princípio nem fim de uma festa da qual sobram vagas memórias. É um trabalho com direção partilhada entre a banda e Sarah Gelinski, que comandou também a edição do vídeo.

Segundo os elementos da banda, “este álbum é para nós um testemunho da nossa teimosia e dedicação a várias correntes musicais de quadrantes distintos. “Lama pela Anca” é um esforço coletivo e uma manifestação das influências que povoam o nosso imaginário musical conjunto.”

Hossam Hilal – Stranger (2022) (álbum)

Released June 1, 2022

By Hilal records

Written and produced by Hossam Hilal

Mastered by Jason Kohnen

Artwork by A.Hafez

Hossam Hilal is an Egyptian experimental producer, multi-instrumentalist, song-writer and sound engineer. His work merges oriental elements with the psychedelic and ambient.
hossamhilal.com

Palankalama – Chulaná (2022) (single)

Os Palankalama estão de regresso com o terceiro disco de originais, “Lama Pela Anca”, editado pela Saliva Diva.
O projeto de música instrumental da cidade do Porto constituído por Afonso Passos na bateria e percussão, Aníbal Beirão no contrabaixo, Pedro João no cavaquinho, bandolim, viola braguesa, guitarra elétrica, e Ricardo Nogueira na guitarra e viola braguesa vai apresentar o novo disco no dia 6 de Novembro, no Auditório CCOP no Porto.
Os Palankalama têm atuado em vários Festivais nacionais e internacionais: desde o Bons Sons, Paredes de Coura- Jazz na relva, até a concertos na Hungria, Espanha, entre outros.

O single “Chulaná” é a primeira amostra do novo disco: https://youtu.be/mYcZg2rzYu0