Carmen Souza – Kuadru Pintadu” (2022) (single)

https://soundcloud.com/user-376867927/carmen-souza-kuadru-pintadu-2022-single/s-TgalbKzWFlP?si=3731efe1173c432793e1c0251e6b51be&utm_source=clipboard&utm_medium=text&utm_campaign=social_sharing

Carmen Souza – Kuadru Pintadu (2022) (single)

New single “Kuadru Pintadu” is out!

ABOUT this song:
“I do not believe that we are all a blank canvas when we are born.
I think that we are born with energetic and genetic information embedded in our beings. Our lives are the most beautiful paintings, and as we go through this journey we give ourselves and we receive from others.
The strokes of paint in our lives are what make us unique and give us a sense of belonging.” Carmen Souza

Musica – @theopascalmusic | Lyrics – Carmen Souza
feat Carmen Souza, Theo Pascal, @marcosmendesalves and @Indiapascal

Tiago Vilhena – Canções Mundanas (2022) (álbum)

TIAGO VILHENA EDITA CANÇÕES MUNDANAS DIA 7 DE OUTUBRO
 
Canções Mundanas é um conjunto de músicas que foram compostas e executadas por Tiago Vilhena que, ao sabor da corrente, toma um rumo folclórico e alternativo revelando uma personalidade de cantautor.
 
É o segundo álbum de Tiago Vilhena em nome próprio, terceiro álbum a solo contando com o seu passado como George Marvinson. Durante os últimos 2 anos aproveitou o isolamento para compor todas as músicas que conseguisse e o álbum que sairá dia 7 de Outubro é o resultado disso.
 
Com influências demasiado variadas para justificar serem referidas, cria uma atmosfera sem nação, ainda que petisque costumes portugueses. Em 8 temas, fala-se de vontades, delírios, frustrações, ambições, paixões e personalidades. Nestas, emanando uma aura colorida, o artista convida-nos a aligeirar os problemas e a agradecer os sucessos sem que nos tenhamos de tornar despreocupados pelo que requer dedicação. A vida é uma construção e assim é a música também.
 
Mais uma vez, e como é comum com o artista, houve uma reinvenção da sua essência musical. Tiago Vilhena apresenta-se desta vez com músicas divertidas, esperançosas, coloridas e que dão vontade de dançar. O ritmo é a chave das novas canções e a boa disposição é nítida e contagiante.
 
Canções Mundanas revela-se um disco composto por músicas construídas com atenção ao detalhe. Com pormenores e arranjos que concretizam uma obra onde o pilar é a canção, o ligante é o instrumento e a estética é a emoção. O formato pop está presente quando escutamos o álbum, quer nas estruturas, melodias ou significados e assim se revela um trabalho coeso, animado e apaixonado.
 
Tiago Vilhena é um músico português, vive em Lisboa e foi parte de projetos como Savanna e George Marvinson. Hoje apresenta-se com o nome Tiago Vilhena e canta na sua língua de nascença.
 
Spotify: https://open.spotify.com/artist/4LNwjlVorhFaH23ASPzKTA?si=0PG1Z99aQ-S6Y2YrWBQYzg
Instagram: https://www.instagram.com/tiagovilhena/
Facebook: https://www.facebook.com/GeorgeMarvinson

Pete Astor – Time On Earth (2022) (álbum)

Pete Astor – Time On Earth (2022) (single)

PETE ASTOR EDITA TIME ON EARTH DIA 7 DE OUTUBRO


 
“The master of less is more.”
The Guardian
 
DISCO TIME ON EARTH
 
Nos meus 50 anos percebi que o passado se torna lentamente num lugar maior que o futuro. Como sempre, o futuro é para onde vou mas agora o passado e tudo o que vem com ele está empilhado atrás de mim. E, com o passar do tempo na terra, mais e mais dos meus contemporâneos começaram a desaparecer do planeta.
 
Fiz 11 álbuns de material novo desde 1987. Eu dou-me conta que tudo o que eu achava que importava, que contava a verdadeira história, está nesses discos. Já passou 5 anos desde o meu último disco de música nova. Talvez mais do que antes, houve muito tempo nos últimos anos para pensar e refletir. Como qualquer trabalho, Time On Earth é uma tentativa de dar sentido à vida fazendo um trabalho sobre ela.
 
Como antigo editor do NME e do Q, o jornalista Danny Kelly escreveu recentemente ao entrevistar The Loft: ‘a lifetime of listening to them has led me to believe that Pete Astor’s songs would have always found a way to reach an audience. If he’d been a Californian baby boomer, he’s have ended up in the Capitol Records building in Los Angeles, laying down late-night grooves with the Wrecking Crew for a largely-neglected, slightly gloomy, pop album that’d now be worth a fortune. If he’d been born into post-War Britain, earnest girls in sweaters would’ve fallen in love with him, and his songs, in Embassy-fogged folk clubs.’ É claro que eu amo essa citação. E acredito que Time On Earth é a maioria dessas coisas. Mas então eu diria isso, não é?
 
Time on Earth tem canções que foram escritas em resposta direta à perda e luto (“Undertaker”, “Fine and Dandy”); canções que lutam por diferentes tipos de crença (“New Religion”, “Time on Earth”, “Miracle on the High Street”); histórias de ambas as extremidades do ciclo de vida (“Sixth Form Rock Boys”, “English Weather”). E algumas ainda buscam a satisfação do coração. (“Stay Lonely”, “Grey Garden”, “Soft Switch”).
 
Tive a sorte de poder fazer a música com a ajuda do multi-instrumentista Ian Button (Wreckless Eric, Death in Vegas, Papernut Cambridge) na bateria, o baixista Andy Lewis (Spearmint, Paul Weller e DJ no lendário Blow Up Club e Soho Radio), o guitarrista de longa data Neil Scott (Everything But the Girl, Denim) e por último, mas não menos importante, Sean Read (Dexys, Edwyn Collins, Rockingbirds) que gravou e produziu o álbum no seu Famous Times Studios . Como seria de esperar, estou convencido de que é o melhor disco que fiz.
 
BIOGRAFIA
 
Pete Astor é músico, escritor e educador. Ele liderou os grupos da Creation Records The Loft e The Weather Prophets, compôs músicas e lançou discos que ajudaram a definir o som da editora e o emergente género indie. Passou para uma longa carreira a solo na qual escreveu, gravou e lançou música em várias editoras, incluindo Matador, Heavenly, Warp, EMI e Fortuna Pop. Ele é professor sénior de música na Universidade de Westminster. Para além das extensas tours, ele também faz discos com David Sheppard na banda Ellis Island Sound e lança o seu trabalho de spoken word The Attendant na sua editora Faux Lux com a ajuda de Ian Button. Desde 2017, Astor assinou contrato com a Tapete Records, lar de Robert Forster, Lloyd Cole e Comet Gain, entre muitos outros grandes artistas.
 
http://www.peteastor.com/
https://www.instagram.com/peteastor/
https://www.facebook.com/pete.astor
https://twitter.com/astorpete
https://open.spotify.com/artist/3hOyXm00iqGbv7BvoPyGbn
https://soundcloud.com/pete-astor
https://peteastor1.bandcamp.com/

Mirza Lauchand – “Dear God” (2022)(single)

Mirza Lauchand – “Dear God” (2022)(single).

O seu passado é embebido no gospel e no soul. A reminisciência a Marvin Gaye, a irreverência de James Brown vão aparecer
mais tarde ou cedo e isso transforma-o num quase
produto perfeito. Encontrou a espiritualidade em Gospel Collectiv, onde a potencialidade da sua voz é um estandarte de bandeira. Ali reencontrou a música negra que deixara em terras africanas, o sonho e o caminho certo. Passou a olhar nos olhos de plateias cheias em palcos como Cinema São Jorge, CCB ou Aula Magna. Ou em festivais como Rock in Rio, Belém Art Fest ou ainda na Bélgica, no Festival de
Gent. A bênção do gospel também lhe deu novas sensações, quando se juntou em 2012 também aos Soul Gospel e com eles fizeram o musical Oh Happy Days no Teatro Villaret, em Lisboa.

A caminhada fez-se também com microfones ao lado de Bernardo Sasseti, Dengaz, L1NK, Legendary Tiger Man, NBC, Matay ou com Selma Uamusse.

Prehistoricos – Repeat/Tones (2022) (single)

Repeat/Tones é a música de estreia de prehistoricos

O single Repeat/Tones, como toda a sonoridade da banda, gira em torno do jazz, do funk e do rock. Esta música é o avanço do primeiro EP da banda que será lançado no dia 14 de Outubro.
Repeat/Tones fala-nos como todas as músicas devem ser uma viagem por sentimentos e sonoridades. De uma forma artística, é a maneira que o grupo tem de dizer que não é necessário repetir os padrões habituais – levando a que uma música seja mais um que uma repetição de tons – e que dentro de uma música podem ser criados vários momentos e transmitir várias sensações e permitir diversas emoções.
O EP “7488” é um código de acesso às ideias, às memórias e às influências de cada músico.

Construído para viajar no tempo sem sair da sala de estar e com tempo, como um bom velho whisky, saboreando a surpresa de cada nota e progressão a cada trago que é dado pelo ouvinte.
O álbum, que terá uma edição física e digital, já está disponível em pré-venda no site da editora tuff.pt. Todas as cópias, adquiridas antecipadamente, serão enviadas em primeira mão no dia 11 de Outubro.
No dia 15 de Outubro será a festa de apresentação do projecto e do EP na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa.

O single Repeat/Tones, como toda a sonoridade da banda, gira em torno do jazz, do funk e do rock. Esta música é o avanço do primeiro EP da banda que será lançado no dia 14 de Outubro.
Repeat/Tones fala-nos como todas as músicas devem ser uma viagem por sentimentos e sonoridades. De uma forma artística, é a maneira que o grupo tem de dizer que não é necessário repetir os padrões habituais – levando a que uma música seja mais um que uma repetição de tons – e que dentro de uma música podem ser criados vários momentos e transmitir várias sensações e permitir diversas emoções.
O EP “7488” é um código de acesso às ideias, às memórias e às influências de cada músico. Construído para viajar no tempo sem sair da sala de estar e com tempo, como um bom velho whisky, saboreando a surpresa de cada nota e progressão a cada trago que é dado pelo ouvinte.


O álbum, que terá uma edição física e digital, já está disponível em pré-venda no site da editora tuff.pt. Todas as cópias, adquiridas antecipadamente, serão enviadas em primeira mão no dia 11 de Outubro.
No dia 15 de Outubro será a festa de apresentação do projecto e do EP na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa.

Ana Lua Caiano – Cheguei Tarde A Ontem (2022) (EP)

Ana Lua Caiano – cantora, compositora, letrista e produtora – começou a compor as seis músicas que viriam a fazer parte do seu primeiro EP, Cheguei Tarde A Ontem, em 2020, em plena pandemia. Durante
o isolamento provocado pelo Covid-19, em Março de 2020, Ana Lua Caiano viu-se no seu quarto com um sintetizador, um bombo tradicional e diversos “objetos do dia-a-dia” (copos, chaves, cadeiras, etc). Com
isto, Ana Lua Caiano começou a explorar a junção da música tradicional portuguesa, com a música eletrónica e os “sons do dia-a-dia”.

Desde Março de 2022, Ana Lua Caiano tem apresentado essas seis músicas ao vivo em formato de one woman show, tendo atuado em mais de 15 palcos em todo o país passando pela MusicBox, Festival Impulso, MEO Sudoeste, entre outros. Assim, Cheguei Tarde A Ontem, depois de já ter passado por vários palcos, chega finalmente em formato digital e físico com selo da Chinfrim Discos.

O EP revela-nos um conjunto de seis músicas ritmadas, fortes e energéticas que fazem uso de elementos que remetem para a tradição portuguesa, como coros, harmonias e cânones, bem como elementos que remetem para a música experimental e eletrónica como sintetizadores, sons retirados do quotidiano e beat-machines. As seis músicas do EP, refletem sobre a sociedade atual abordando temas como amores tóxicos, pressa, medo de morrer, poder, entre outros.
Aos três singles que Ana Lua Caiano lançou ao longo deste ano – Nem Mal Me Queres, Sai Da frente, Vou Passar e Cheguei Tarde A Ontem – juntam-se agora as músicas Um Menos Um, Que O Sangue Circule e
Olha Maria que mantêm ironia, a força e o ritmo característicos das músicas da artista.

Cheguei Tarde A Ontem é um EP que pretende trazer a herança da música tradicional portuguesa para o mundo moderno, eletrónico e tecnológico, reunindo de forma natural flautas, sintetizadores, guitarras clássicas, sons de máquinas e beat-machines. Ana Lua Caiano com este disco criou um universo próprio em que todos os elementos, vindos de mundos musicais diferentes, se unem de forma simbiótica.

A acompanhar todas as músicas do EP, juntam-se vídeos realizados por Joana Caiano. Estes vídeos irão estrear ao longo das próximas semanas.
O concerto de apresentação do EP Cheguei Tarde a Ontem de Ana Lua Caiano será no B’Leza, em Lisboa, a 6 de Outubro – Jhon Douglas fará a abertura do espectáculo. Este concerto irá ser realizado no formato
habitual da artista de one woman show, em que com um sintetizador, uma loop station, um microfone, um bombo e vários instrumentos percussivos, sozinha em palco e em direto, Ana Lua Caiano concilia a música eletrónica com a música tradicional portuguesa e os “sons do dia-a-dia” através da sobreposição de loops.

Depois do lançamento do EP, a artista já tem diversos concertos marcados até ao final do ano passando por palcos e festivais como Sons do Património, WOMEX 22, Oficinas do Convento, GrETUA e Blue House.

Ficha técnica música
Composição e letra: Ana Lua Caiano
Produção: Ana Lua Caiano,
Guilherme Simões,
Rodrigo Domingos
Voz: Ana Lua Caiano
Coros: Ana Lua Caiano
Percussão: Ana Lua Caiano,
Guilherme Simões
Sintetizadores e teclado:
Ana Lua Caiano, Rodrigo Domingos
Flauta: Beatriz Lerer Castelo
Guitarra Clássica: André Mendes
Arranjos vozes: Ana Lua Caiano,
Bernardo Ramos
Gravação: Guilherme Simões,
Rodrigo Domingos, Bernardo Ramos
Mistura: Guilherme Simões
Masterização: Bernardo Ramos
Ficha técnica capa EP
Fotografia: Joana Caiano
Ficha técnica fotografias
Fotografias: Nuno Conceição e Valentina Vagena.

TRACKLIST:

  1. Um Menos Um
  2. Nem Mal Me Queres
  3. Que O Sangue Circule
  4. Sai Da Frente, Vou Passar
  5. Olha Maria
  6. Cheguei Tarde A Ontem

Ana Lua Caiano – Cheguei Tarde A Ontem (2022) (single)

Ana Lua Caiano – cantora, compositora, letrista e produtora – começou a compor as seis músicas que viriam a fazer parte do seu primeiro EP, Cheguei Tarde A Ontem, em 2020, em plena pandemia. Durante
o isolamento provocado pelo Covid-19, em Março de 2020, Ana Lua Caiano viu-se no seu quarto com um sintetizador, um bombo tradicional e diversos “objetos do dia-a-dia” (copos, chaves, cadeiras, etc). Com
isto, Ana Lua Caiano começou a explorar a junção da música tradicional portuguesa, com a música eletrónica e os “sons do dia-a-dia”.

Desde Março de 2022, Ana Lua Caiano tem apresentado essas seis músicas ao vivo em formato de one woman show, tendo atuado em mais de 15 palcos em todo o país passando pela MusicBox, Festival Impulso, MEO Sudoeste, entre outros. Assim, Cheguei Tarde A Ontem, depois de já ter passado por vários palcos, chega finalmente em formato digital e físico com selo da Chinfrim Discos.

O EP revela-nos um conjunto de seis músicas ritmadas, fortes e energéticas que fazem uso de elementos que remetem para a tradição portuguesa, como coros, harmonias e cânones, bem como elementos que remetem para a música experimental e eletrónica como sintetizadores, sons retirados do quotidiano e beat-machines. As seis músicas do EP, refletem sobre a sociedade atual abordando temas como amores tóxicos, pressa, medo de morrer, poder, entre outros.
Aos três singles que Ana Lua Caiano lançou ao longo deste ano – Nem Mal Me Queres, Sai Da frente, Vou Passar e Cheguei Tarde A Ontem – juntam-se agora as músicas Um Menos Um, Que O Sangue Circule e
Olha Maria que mantêm ironia, a força e o ritmo característicos das músicas da artista.

Cheguei Tarde A Ontem é um EP que pretende trazer a herança da música tradicional portuguesa para o mundo moderno, eletrónico e tecnológico, reunindo de forma natural flautas, sintetizadores, guitarras clássicas, sons de máquinas e beat-machines. Ana Lua Caiano com este disco criou um universo próprio em que todos os elementos, vindos de mundos musicais diferentes, se unem de forma simbiótica.

A acompanhar todas as músicas do EP, juntam-se vídeos realizados por Joana Caiano. Estes vídeos irão estrear ao longo das próximas semanas.
O concerto de apresentação do EP Cheguei Tarde a Ontem de Ana Lua Caiano será no B’Leza, em Lisboa, a 6 de Outubro – Jhon Douglas fará a abertura do espectáculo. Este concerto irá ser realizado no formato
habitual da artista de one woman show, em que com um sintetizador, uma loop station, um microfone, um bombo e vários instrumentos percussivos, sozinha em palco e em direto, Ana Lua Caiano concilia a música eletrónica com a música tradicional portuguesa e os “sons do dia-a-dia” através da sobreposição de loops.

Depois do lançamento do EP, a artista já tem diversos concertos marcados até ao final do ano passando por palcos e festivais como Sons do Património, WOMEX 22, Oficinas do Convento, GrETUA e Blue House.

Ficha técnica música
Composição e letra: Ana Lua Caiano
Produção: Ana Lua Caiano,
Guilherme Simões,
Rodrigo Domingos
Voz: Ana Lua Caiano
Coros: Ana Lua Caiano
Percussão: Ana Lua Caiano,
Guilherme Simões
Sintetizadores e teclado:
Ana Lua Caiano, Rodrigo Domingos
Flauta: Beatriz Lerer Castelo
Guitarra Clássica: André Mendes
Arranjos vozes: Ana Lua Caiano,
Bernardo Ramos
Gravação: Guilherme Simões,
Rodrigo Domingos, Bernardo Ramos
Mistura: Guilherme Simões
Masterização: Bernardo Ramos
Ficha técnica capa EP
Fotografia: Joana Caiano
Ficha técnica fotografias
Fotografias: Nuno Conceição e Valentina Vagena.

Manuel Linhares – Dança macabra (2022) (single)

Manuel Linhares lança novo single “Dança Macabra” e anuncia novo disco Suspenso em tour com a participação especial de David Binney

Depois de Traces of Cities (2013) e Boundaries (2019), o cantor Manuel Linhares lança este novo álbum Suspenso. Um trabalho apoiado pela DGARTES, lançado pelo carimbo Porta-Jazz e que conta com um extraordinário elenco de músicos nacionais e internacionais que trabalharam parcialmente à distância, procurando desafiar os limites físicos impostos por esta pandemia. Suspenso conta com a produção e participação do músico e multi-instrumentista brasileiro António Loureiro, que compôs e escreveu a letra de “Oxigénio”, que juntou à banda de Manuel Linhares – Paulo Barros no piano e José Carlos Barbosa no contrabaixo – a participação especial do Coreto Porta-Jazz, do saxofonista americano David Binney ou dos brasileiros Frederico Heliodoro, Rubinho Antunes e ainda Alexandre Andrés. Um elenco internacional que contou ainda com um arranjo do conceituado pianista argentino Guillermo Klein e com a letra “Dança Macabra” da rapper e letrista Capicua.

Manuel Linhares – Marcha Lenta (2022) (single)

Manuel Linhares- Voz, Composição e Letra
António Loureiro- Produção Musical, Arranjo, Baixo Eléctrico e Bateria
Paulo Barros- Piano
Alexandre Andrés- Flauta Transversal
Rubinho Antunes- Flughel
José Pedro Coelho- Saxofone Tenor
Andreia Santos- Trombone
Daniel Dias- Trombone

Video:

Marta Ramos e Manuel Linhares – Direcção de Arte
Bruno Lopes e Tiago Carvalho – Imagem e Montagem

Agradecimentos:
Hotelier
Porta-Jazz
Gira Sol Azul

Apoio:
DGartes

Booking:
13_31 Booking

manuellinhares.com
manuellinhares.bandcamp.com
facebook @manuellinharesmusic
Instagram @linhares_manel

Rainhas do Autoengano – Tinder (2022) (live)

As Rainhas do AutoEngano tem novo single Tinder que vai sair em breve nas plataformas digitais. 

Próximos concertos:
14 de outubro – Teatro Municipal de Bragança

The Invisible Age – The Hell Is Everywhere (2022) (single)

Nascida das cinzas (que teimam em não esfriar) de uma banda de post-rock, a
vontade de voltar aos refrões e canções pop juntou Luiz Alberto Moura (vocais e
guitarras) e Marcelo Caldas (baixo), conhecidos de longa amizade que atravessou
o oceano e que veio do Brasil para Portugal, na The Invisible Age. O nome remete
aos enfrentamentos e questionamentos que a idade vem trazendo, à passagem do
tempo inequívoca que, apesar de pesar, não abala a vontade de produzir canções
que vão além do próprio corpo e da própria mente. Com o primeiro disco gravado
em cinco dias – após ter sido exaustivamente ensaiado durante a pior parte da
pandemia de Covid 19 – em Leiria, nos estúdios da Casota Collective e na casa onde
os Silence 4 deram os primeiros passos, os dois resolveram expandir os horizontes,
em busca de uma coesão que ainda estava por vir. Mudaram a formação, trouxeram
mais músicos conectados com os novos caminhos pretendidos pela banda e
renasceram. Algo que ficaria num cruzamento entre a simplicidade e a beleza de
arranjos ousados, com ambiências que remetem ao infinito, ao inesgotável, em um
disco a ser gravado neste momento e que remete aos melhores momentos de
Tindersticks, Nick Cave and the Bad Seeds, Portishead, The Cure, entre outros,
motivados agora pela introspecção e pelo que de ‘invisível’ tem a vida e que
passamos por ele todos os dias e não nos percebemos. São mudanças internas que
se refletem em composições que se explicam em si mesmas, e que quase deixam
as guitarras de lado, pedindo passagem para instrumentos e arranjos que ficam
escondidos nas fronteiras preguiçosas e rígidas do ‘rock n’ roll’. A ‘nova’ The Invisible
Age é um convite para o entendimento da vida dentro de canções que a desafiam,
as relações, as contradições e os passos atrás e para frente nesta curta caminhada
que fazemos.


Contatos:
• E-mail
theinvisibleageband@gmail.com
• Spotify
https://open.spotify.com/artist/26LJy7fgfFkH1Ps0AasBgJ?si=hFc73Qy7SxaJYo
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• Bandcamp
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• Instagram
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Ines Apenas & Avalanche – Batata Frita (2022) (single)

O teu date não corresponde às expectativas? Os astros não estão alinhados? Não há nada para falar? A solução é ‘Batata Frita’, o terceiro single de avanço do álbum de estreia da AVALANCHE, escrito para a despedida do Verão, com todos os dilemas a que um millennial tem direito.

‘Batata Frita’ junta a escrita e voz de INÊS APENAS, as teclas de Tom Maciel e produção de NED FLANGER, num combo de virtuosismo musical. Com toques de neo-soul e R’n’B, a complexidade da harmonia contrasta com a descontração dos versos, com linhas como “Tá tudo OK, menos o teu signo”. O lançamento vem acompanhado por um visual produzido pela equipa AVALANCHE, que conta um episódio de uma consulta astrológica eficaz, em formato fast-food.

‘Batata Frita’ sucede ao irreverente ‘Contigo’, que junta as vozes de iolanda e SOLUNA à produção de Luar, e ‘Assim’, o colorido e fresco primeiro single do projeto – escrito, produzido e interpretado por Choro, Inês Lucas, iolanda e Matheus Paraizo. Estas canções vão fazer parte de “Volume I”, álbum com lançamento previsto para o final deste ano, que envolve 18 artistas e um total de 10 músicas, descritas como um “best of” daquilo que foram as quatro primeiras edições de Writing Camps Avalanche, em parceria com os Great Dane Studios.

A AVALANCHE assume-se como um entusiasmado coletivo de músicos, focado em criar espaços para a música feita em colaboração e a união de talentos ímpares, com o objetivo de criar arte porque sim