Esta canção nasceu numa noite de solidão. Aquela que às vezes sentimos nos ossos. Mesmo quando temos tanta gente perto, mesmo quando estamos à mesa com quem nos quer bem. É como se estivéssemos numa dimensão paralela de onde vemos melhor, de onde medimos melhor os lugares onde estamos: o trabalho, as relações mais estreitas, o envolvimento e compromisso com a nossa própria vida. É bom não recearmos descobrir as camadas de quem somos. E depois voltar à tona e respirar como quem ganha mais espaço nos pulmões. E depois dançar, dançar… dançar
Que no fundo é o que esta música propõe. O voto de gratidão para os mesmos do costume, que metem estes videos de pé com o maior profissionalismo e amor: Pedro Estêvão Semedo, Mário Guilherme, Raquel Moreira, Sónia Margarido. Obrigada também ao Raimundo Cosme e à Ena Sadicovic, pelos personagens, ao Bobby Baq pelo Argumento, à Iza da Costa pela paciência e tempo, à Maria João Frade pela Casa da Avenida, ao José Luis Palma pela ajuda, à Tom & Jelly e Los Manolos por providenciarem em tantas frentes.
A garota não – Prédio mais alto
Letra: Cátia Mazari Oliveira Música: Cátia mazari Oliveira e Fred Pinto Ferreira Arranjos e Produção: A garota não, Fred Pinto Ferreira e Sérgio Mendes Álbum: 2 de Abril
Vídeo Com: Raimundo Cosme Realização: Pedro E. Semedo (www.instagram.com/pedroesemedo) Argumento: Bobby Baq Direção de Fotografia: Raquel Moreira e Mário Guilherme Assistente de Câmara: Manuel Lino e André Areias Edição: Pedro E. Semedo Produção: Tom & Jelly, Los Manolos Assistente de Produção: Sónia Margarido Rapariga: Ena Sadikovic
Agradecimento especial: Iza da Costa, Maria João Frade, Casa da Avenida, Quinta das Pites, José Luís Palma
Créditos instrumentais: AGN guitarra e voz Sérgio Mendes guitarras Fred Pinto Ferreira palmas, bateria, synths e piano
Letra:
Prédio mais alto
já caminho descalço para ninguém me ouvir para ninguém me sentir lá no rés do chão moro no último andar do Prédio mais alto da nossa rua
já não aguento esse amor de perdição estou tão cansado… o espelho tem razão moro sozinho nimbado no prédio mais triste da nossa rua
esse amor, não bate certo dói que mata a céu aberto já não sei como tocar-te tudo em nós agora parte e eu já não sei…
Edição de Autor.
Muana – Um Monge na Cidade (2022) (álbum)
Muana – Um Monge Na Cidade (àlbum) (2022)
Muana em dialeto Xisena – umas das muitas línguas nativas de Moçambique – quer dizer o mais novo. Neste caso, o mais novo de 4 irmãos. Nascido em Moçambique na cidade da Beira em 1967, filho de uma professora primária e de um empresário madeirense, vivi até aos 4 anos numa pequena vila, literalmente, no meio da selva – Inhaminga. Posteriormente mudei-me para Maputo (Lourenço Marques) onde fiquei até aos 10 anos. Um período fundamental na formação da minha personalidade e no desenvolvimento de uma consciência profunda de liberdade, que tem acompanhado toda a minha atitude de vida. Com 10 anos mudei-me definitivamente para Portugal. Com 14 aprendi a tocar guitarra através do meu irmão 4 anos mais velho. Mantivemos uma parceria musical durante muito anos. Sempre me senti um cabo de alta vibração, um vórtice de energia que traz ventos de criatividade e agitação. Aos 16 anos tive a minha primeira experiência com bandas de garagem, seguindo-se uma segunda experiência com 18 anos. Em ambos os casos deu-se um rompimento abrupto com esses projetos, visto um e outro dedicarem-se apenas aos covers. Já na altura o meu mundo era diferente, era o mundo da descoberta dos originais. Não há muitos exemplos de músicos a iniciarem a sua carreira com 54 anos e talvez seja este elemento, completamente fora da caixa, que faz toda a diferença. A música que crio atualmente é apenas a consequência lógica de toda a minha vivência.
Greek Lungs – Nihilis Tales: In Aplós (2022) (EP)
Greek Lungs – Nihilis Tales- In Aplós (EP) (2022)
Greek Lungs lança o seu primeiro EP “NihilisTales: in aplós”, no dia 29 de setembro
Greek Lungs é uma projeto musical criado em 2016 nas ruas de Lisboa, e conhecida pelos pequenos bares de open mic. Greek Lungs apresenta o seu primeiro EP em 2022 com “NihilisTales: in Aplós”, que sairá digitalmente no dia 29 de setembro!!!
«NihilisTales» explora a filosofia niilista: a crença de que tudo no mundo é desprovido de valor objetivo intrínseco e, por isso, igualmente desprovido de sentido. O EP utiliza o rock clássico e o liricismo surrealista, para explorar a vivência niilista, nos seus diferentes parâmetros sociais.
Podem ver o single “Jim Morrison” já em todas as plataformas digitais, ou podem carregar na imagem seguinte.
Lançamentos de Setembro de 2022
Lançamentos Setembro 2022
A Radio Olisipo recebe diariamente solicitações de músicos que pretendem divulgar suas obras.
A cada mês publicamos uma seleção em formato de playlist, com temas de álbuns, new releases e singles em destaque.
Aqui apresentamos a playlist dos destaques do mês de Junho 2022. O menu é variado e recheado de vários sabores sonoros.
“LX REVOLVER, a rubrica cultural italo-lisboeta de Rádio Olisipo. Com Simone Faresin e Calboni edições.”
Rubrica cultural italo-lisboeta. Promoção da criatividade made in Lisbon, entrevistas, agenda cultural, leituras e muita música italiana, portuguesa e do mundo.
Programa criado e apresentado por Simone Faresin e editado por Francesco Foggy Pintaudi. Em colaboração com a editora Calboni edições.
Simone Faresin (938 731 524) Italiano, criativo, dinamizador cultural, mora em Lisboa desde o Natal 2011, é um Lisbon Lover convencido e conseguiu trazer o seu amor pelas artes criando eventos, juntando artistas e dando vida a realidades como o ArtCasa (2013-2016) o coletivo Rosa d’Eventos, o Coletivo imprevisto e o projeto Maputo Criativa (em Maputo, Moçambique 2016-2018) e a atual oásis urbana e galeria de arte Secret Garden LX na Graça. @secretgarden_lx Escritor, apresenta ao longo do programa textos inéditos e outros do seu primeiro livro Fora do Ar edito com a Calboni edições em Lisboa.
FOGGY, Francesco Pintaudi Italiano, em Lisboa desde o 2016, musico e produtor. Lançou no início do ano o seu primeiro album, músicas e vídeos nas principais plataformas on-line. @Francesco Pintaudi @foggy_project Ajuda na realização do programa e com os contactos de músicos e produtores independentes em Lisboa.
LX REVOLVER #2
Tracklist
Lx Revolver #1
LX REVOLVER #1
“LX REVOLVER, a rubrica cultural italo-lisboeta de Rádio Olisipo. Com Simone Faresin e Calboni edições.”
Rubrica cultural italo-lisboeta. Promoção da criatividade made in Lisbon, entrevistas, agenda cultural, leituras e muita música italiana, portuguesa e do mundo.
Programa criado e apresentado por Simone Faresin e editado por Francesco Foggy Pintaudi. Em colaboração com a editora Calboni edições.
Simone Faresin (938 731 524) Italiano, criativo, dinamizador cultural, mora em Lisboa desde o Natal 2011, é um Lisbon Lover convencido e conseguiu trazer o seu amor pelas artes criando eventos, juntando artistas e dando vida a realidades como o ArtCasa (2013-2016) o coletivo Rosa d’Eventos, o Coletivo imprevisto e o projeto Maputo Criativa (em Maputo, Moçambique 2016-2018) e a atual oásis urbana e galeria de arte Secret Garden LX na Graça. @secretgarden_lx Escritor, apresenta ao longo do programa textos inéditos e outros do seu primeiro livro Fora do Ar edito com a Calboni edições em Lisboa.
FOGGY, Francesco Pintaudi Italiano, em Lisboa desde o 2016, musico e produtor. Lançou no início do ano o seu primeiro album, músicas e vídeos nas principais plataformas on-line. @Francesco Pintaudi @foggy_project Ajuda na realização do programa e com os contactos de músicos e produtores independentes em Lisboa.
LX REVOLVER #1
Músicas e textos.
Foggy – No escurinho (2020) Jovanotti – Coraggio (2006) Levante – Non me ne frega niente (2017) Frankie Hi-Nrg – Rivoluzione (2000) Max Gazzè – La Vita com’è (2016) Pasquale Imperatore – Parlami (2021) Vasco Rossi – Idea 77 (1999) Mahmood – Barrio (2020) Carmen Consoli – Narciso (2000) Coma_Cose – Postconcerto (2018) Moullinex & Sara Tavares – Minina di céu eletrónico (2021) Oma Nata – Sozinho (2016)
Leituras: Textos inéditos de Lisboa em fatias / Lisbona a fette
Luizga, iZem – “Txaísmo” (Feat. Txana Tuin Hunikuin & Oreia) – From Elis Records (single) (2022)
“Uma canção que escrevi durante minhas jornadas à Floresta Amazônica, no trabalho que tenho desenvolvido com uma comunidade indígena do Acre, o povo hunikuin. Conta um pouco do maravilhamento e da alegria por essa partilha, essa parceria. É um reggae astral celebration vibes gostoso pra meter na pistinha / na playlist / nos fones
Essa gravação, conta com dois convidados muito especiais o Oreia, meu iconoclasta-rapper-gangsta-da-roça-preferido e o Txana Tuin Hunikuin, artista e liderança do povo hunikuin, cantor e compositor do KAYATIBU, banda de haux-rock-indígena com quem estou produzindo um álbum”.
(Luíz Gabriel Lopes).
João Pires – Guarida (2022) (álbum)
João Pires – Guarida (2022)(álbum)
Jangada
Cina
Polianas
Intro Guarida
Guarida
Rascunho
Caê
Aragem Mazurka n 2
Quietude / Tantas coisas por dizer
Ficha técnica:
João Pires – Guitarras André Xina – Programação eletrónica / Mbira Juninho Ibituruna- Percussões, programação
Francesco Valente – Baixo elétrico
Produzido por André Xina Direção Artística: Juninho Ibituruna Master: Ivo Costa
Descrição:
João Pires, compositor e guitarrista português, tem na pegada da viola um universo, dos mais interessantes que se pode encontrar num instrumentista lusófono. Acaba de lançar o terceiro álbum a solo, intitulado “Guarida”, já disponível em todas as plataformas digitais.
No dia 22 de Setembro o disco será apresentado pela primeira vez ao vivo, pelas 21h00, na Biblioteca de Marvila. Neste espetáculo, para além da sua guitarra, João Pires vai fazer-se acompanhar de André Xina (Xafu, Imidiwan) na programação electrónica e Juninho Ibituruna nas percussões. Os bilhetes encontram-se já disponíveis em https://shotgun.live/.
O longa duração, composto por nove temas inéditos, que contou já com dois singles de avanço, “Jangada” e “CAÊ”, é composto por um repertório instrumental baseado no diálogo da sua guitarra com paisagens electrónicas e ritmos afro-lusofonos. Uma viagem onde se fazem sentir as suas raizes da Beira-Alta, as andanças nas ruas do fado, as viagens pela Espanha Andaluza, África, e claro, o Brasil. A apresentação do disco Guarida tem uma vertente visual forte que combinado com a música cria uma experiência sensorial única.
“Passei boa parte de 2021 a trabalhar num álbum novo. Será o terceiro álbum a solo e o sexto da minha discografia. Tem tempo que queria registar uma obra voltada para o instrumento que me tem acompanhado ao longo da vida: a viola! A pandemia acabou por ser um portal, pois deu-me o tempo e o espaço. Permitiu-me mergulhar em rascunhos que fui acumulando ao longo de viagens, reflexões, emoções, vivências e encontrar um argumento honesto que contasse uma história através destas canções. Foi um processo maravilhoso, que me trouxe ânimo e abrigo enquanto o mundo tendia a arder lá fora. Entre retiros na Beira Alta com a família e em casas de amigos fui gravando os temas a pouco e pouco. Junto comigo nesta empreitada musical, o Juninho e o Xina, que trouxeram o universo deles eletro-acústico tão peculiar.” partilha João Pires.
Com o lançamento deste novo trabalho, é lançado também um novo videoclipe do tema Aragem (Mazurka n°2), que está a partir de hoje também disponível no canal de YouTube do músico.
O músico vive entre Portugal e o Brasil, uma vida dedicada ao instrumento, à composição e aos grupos Coladera (PT/BR) e Cordel (PT). Já colaborou e compôs para muitos e respeitados artistas, entre eles, Salvador Sobral, Sara Tavares, Aline Frazão, Jazzanova, Dino Santiago, Buba Espinho, Pedro Moutinho… Mestre da guitarra, conta com mais de 10 anos de carreira e já se apresentou nos mais importantes palcos internacionais, como Montreux Jazz Festival, Brasil Summerfest (EUA), Bimhuis (Países Baixos), Cantos da Maré (Espanha), Budapest Ritmo (Hungria) e Global Copenhagen (Dinamarca), e os nacionais como a Casa da Música no Porto ou no Festival de Músicas do Mundo em Sines.
José Tornada – Love Hope Desire Fear (2022) (álbum)
José Tornada lança o seu primeiro longa duração “Love, Hope, Desire and Fear”. Uma viagem de auto-descoberta que através do piano, cordas e spoken word, narra a história de amor, perda e solidão de uma mulher de 70 anos.
Tendo como ponto de partida o piano, e influências de artistas como Ryuichi Sakamoto e Philip Glass, o disco conta também com a participação do violinista norte-americano Nathaniel Wolkstein e da poetisa alemã Roses Sabra, cuja voz dá corpo à história que envolve o album. O texto e a voz foram elementos preponderantes na composição do disco, pois para José Tornada houve o objectivo de humanizar e dar coesão ao disco como se de uma peça única se tratasse. Além do autor passar por vários estilos musicais – oscilando entre o piano a solo, neo-classico orquestrado, minimal e ambiente – todas as faixas têm uma linha fluente que as liga, sendo um trabalho que pode ser ouvido do ínicio ao fim como uma faixa continua.
Através da simplicidade melódica, de peças com métrica de “canção” e do uso de voz, poesia e sintetizadores, Love, Hope, Desire and Fear pretende quebrar a barreira e o preconceito que existem em relação à música clássica tradicional e erúdita.
O disco é editado dia 30 de Setembro.
BIOGRAFIA JOSÉ TORNADA
Pianista, compositor e produtor, José Tornada descobre o seu interesse pela música e melodia desde muito cedo. É através dos jogos de consola japoneses dos anos 90 e de Claude Debussy que começa a explorar o piano e a reproduzir pequenos trechos melódicos dos mesmos.
Aos 19 anos desiste do curso de arquitectura e muda-se para Londres para perseguir uma carreira na música. Lá dá os seus primeiros concertos e faz as primeiras composições para filmes e televisão. Warner Bros, BBC, FOX, MTV, AXN, VH1 e CBS são algumas das produtoras que fazem parte do portfólio de Tornada. É também em Londres que edita os primeiros discos através da Urban Outfitters UK, Rimeout Records Japan e na Optimus Discos Portugal.
De volta a Portugal, é com o projecto de indie/rock Los Waves que José Tornada pisa os primeiros palcos (CCB, Paredes de Coura, Alive, Sudoeste, Aula Magna) e produz os primeiros projectos de pop/electrónica Violent Shakes e Wildkin. Só passado uma década de carreira musical é que José Tornada volta a redescobrir o interesse pela música clássica e instrumental, voltando ao ponto de partida, a simplicidade melódica da sua infância. É com esta premissa, a de explorar a música no seu estado mais simples e puro, que se isola na ruralidade do Alentejo durante um ano para compor o seu primeiro álbum de música clássica.
A viver num pré-fabricado de 15m2, rodeado de ovelhas, começa a construir a sua identidade e a sua interpretação do que é a música clássica contemporânea: influenciado pelas bandas sonoras de jogos e animes da sua infância, pela cadência de Carlos Paredes e os acordes de Radiohead descobertos na adolescência e pela experiência de produção e composição adquirida em idade adulta. As influências e experiências de um passado recente (Indie/Rock/Electronica) trazem ao seu trabalho uma sensibilidade pop mantendo a profundidade e a simplicidade na composição, arranjo e produção.
Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de musica nacional ou em língua portuguesa, com a realização e produção de Carlos Cleto.
ara os mais curiosos o alinhamento desta semana é:
Ana Lua Caiano – Sai da Frente, Vou Passar Fado Bicha – ESTOURADA (com Symone de la Dragma e passarumacaco) Claudia Pascoal – Eh Para a Frente, Eh Para tras Pluto – A Vida dos Outros Três Tristes Tigres – estado de espírito Mão Morta Novelos da Paixão Tiguerman – Do Come Home (Xinobi & Moullinex Remix) Branko – ‘OOO’ DJ Dolores & Orchestra Santa Massa – Contraditório Paraguaii – All My Feelings Fall In Love The Lemon Lovers – Cosmic Lovers The Lemon Lovers – pills Gala Drop – Samba da Maconha
Gonçalo e Pronto – Caju (2022) (single)
Gonçalo e Pronto – “Caju” (2022)(single)
Caju Gonçalo e Pronto 2022 Guardo o sabor a caju Que como pela manhã Podia ser outro fruto Mas seco ajuda o jejum Acalma a barriga Que já vai vã… Sabes-me a fruto-vermelho Quente como o verão Ácido quando trincado E doce espremido à mão O caju vem disfarçado Faz o papel de vilão Prolonga o teu sabor frutado Para não me fugir da mão O caju, O caju, O caju… É como Adão e Eva Se Eva trincasse o Adão Imagina quanta era A vontade de Eva por Adão É como Adão e Eva Se Eva trincasse o Adão Imagina como era Poder viver a tentação Fruto-vermelho é riqueza Para qualquer refeição Amora, morango ou framboesa Sempre que agarro a tua mão Quero um sabor salgado, Um fruto seco talvez Que acalme a tensão que guardo Que me sacie de vez Caju, O caju… É a receita divina, Melhor proteína pela manhã É a receita divina, Melhor proteína pela manhã É como Adão e Eva Se Eva trincasse o Adão Imagina quanta era A vontade de Eva por Adão É como Adão e Eva Se Eva trincasse o Adão Imagina como era Poder viver a tentação É como Adão e Eva Se Eva trincasse o Adão Imagina quanta era A vontade de Eva por Adão É como Adão e Eva Se Eva trincasse o Adão Imagina como era Poder viver a tentação Só a maçã não chega, Só a maçã não chega, Só a maçã não chega, A maçã não chega, Só a maçã não chega, A maçã não chega…
Also – No Good (2022) (single)
Also – “No Good” (2022)(single)
ALSO lançam novo single “No Good” com Irati e El Guito
Os ALSO, dupla pop e R&B formada por Sofia Costa e Alex Sweeney, editam hoje o novo single “No Good”. Com a participação do cantor moçambicano Irati e produção de El Guito e Alex Sweeney, o tema surge depois do EP de estreia, “Day Dreaming”, e do single “From My Heart”, lançados em 2022.
Sofia Costa é cantora, começou a ter aulas de canto aos 15 anos e frequenta a licenciatura em Jazz e Música Moderna na Universidade Lusíada, em Lisboa. Em 2021, participou no programa “The Voice Portugal” e chegou à fase das Batalhas, na equipa do músico Diogo Piçarra.
Alex Sweeney começou a ter aulas de guitarra aos 8 anos e formou-se em Jazz e Música Moderna, também na Universidade Lusíada de Lisboa. Atualmente, acompanha artistas como Luís Braz Teixeira, Luís Fernandes e Clara.
Os ALSO surgiram em 2020, com o single “Ready”, e contabilizam mais de 25 mil streams no Spotify. Recentemente, atuaram nas Festas do Mar, em Cascais, e estão previstos mais concertos e singles até ao final do ano.