Francisco Sales – Grito no Silêncio (2022)(single)

Francisco Sales – “Grito No Silêncio” (2022)(single)

Grito No Silêncio é a expressão que corta, o acto que interrompe, o alerta que nos acorda. Francisco Sales oferece o seu virtuoso guitarrismo como a tela que Beatriz Nunes e Pedro Pires usam para pintar com as suas vozes um poético e abstrato quadro em que cada um de nós poderá ver o que as suas emoções ditarem. Este é o novo single de Fogo na Água, álbum com que o músico e compositor Francisco Sales assinala nova fase na sua carreira. 
 
Neste terceiro álbum – com que sucede ao muito aclamado Miles Away de 2017 -, o guitarrista investiu quatro anos de trabalho e apresenta-se a explorar a sonoridade de diferentes instrumentos – não apenas as guitarras elétrica e acústica, mas também a de 12 cordas ou a icónica guitarra metálica conhecida por dobro – para erguer um muito emocional conjunto de peças que evocam ideias de força, luta e resiliência, navegando igualmente por algumas noções contrastantes já apontadas no título: o fogo e água, a terra e o ar, elementos primordiais que aqui se traduzem em música altamente evocativa e em que a identidade funda portuguesa é explorada.

O músico que em Inglaterra trabalhou de perto com os Incognito de Jean Paul Maunick, agora chamou Beatriz Nunes, aclamada cantora de jazz que chegou a integrar os Madredeus, para pela primeira vez adicionar vozes a composições de sua autoria. Garante Francisco que Beatriz representa a sua própria alma. Neste trabalho que o próprio compositor descreve como sendo mais cinematográfico e em que garante ter-se reinventado como compositor, a produção foi divida com Tiago Gomes.

Equinócio – Dentro De Mim (2022) (single)

Equinôcio – “Dentro De Mim” (2022) (single)

“Dentro de Mim” e “Moreno” antecipam EP de estreia dos Equinōcio

Beatriz Capote e Diogo Santos formam os Equinōcio. Criado em Aveiro, o grupo surge em sessões de improviso, em 2019, e edita, este ano, os primeiros temas originais, numa fusão de folk, jazz, pop e worldmusic. Um projeto que representa opostos próximos, como outono e primavera, morte e nascimento, a flor e a folha caída.

Beatriz Capote, cantora e violinista, nasceu em Aveiro e começou a formação musical no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian da cidade. Estudou no Porto, em Itália e formou-se mestre em Ensino de Música, também em Aveiro. Desde 2020, apresenta-se como vocalista e teclista dos Perpétua. Em banda, colabora com artistas como himalion e a cantora de jazz Jacinta.

Diogo Santos, pianista e compositor, nasceu na Guarda e mudou-se com 2 anos de idade para Leiria, onde iniciou os estudos musicais. Licenciou-se e tirou mestrado em Música, na Universidade de Aveiro. Em 2020, criou o projeto Philip, com arranjos clássicos de canções pop, ao piano, contabilizando mais de 7 milhões de streams no Spotify.

Em 2022, os Equinōcio lançam “Dentro de Mim”, single de estreia com videoclip realizado por Tiago Iúri, e “Moreno”, com a participação da flautista Isabel Azevedo.
 
O EP de estreia dos Equinōcio tem lançamento previsto
para o último trimestre de 2022.

Desidério Lázaro feat. Mimi Froes – Eclipse (2022) (single)

Desiderio Lázaro feat. Mimi Froes – “Eclipse” (2022) (single)

Desidério Lázaro, nome incontornável no panorama do jazz português, apresenta o seu 9º álbum, “Oblivion”, a ser lançado em Setembro de 2022. “Eclipse” (YouTube) é o título do 4º e último single e acaba de ser lançado em todas as plataformas digitais.

Após os singles “Morning Hum”, “Supernova” e “Rebound”, Desidério Lázaro apresenta-nos o quarto e último single do seu novo álbum “Oblivion”, que tem data de edição agendada para o próximo mês de Setembro. “Eclipse” é a nova faixa revelada e está disponível em todas as plataformas digitais.

“Eclipse” é uma canção com letra (a única não instrumental a constar no disco) e tem poema e interpretação da artista emergente Mimi Froes. Trata-se de uma reflexão acerca da solidão e dos efeitos nocivos do enclausuramento imposto durante a pandemia. A escrita de Mimi Froes é despretensiosa e honesta, capturando com leveza um assunto que revela sempre alguma gravidade emocional. A interpretação da cantora é doce e simultaneamente vigorosa, o que confere a esta jovem artista um leque de recursos invejável em termos interpretativos.

“Oblivion”, 9º álbum em nome próprio do autor algarvio, surge como álbum conclusivo da tetralogia iniciada com “Samsara” (2012), seguida de “Moving” (2018) e “Homegrown” (2019), cuja temática dominante foi sempre uma reflexão filosófica sobre a condição humana e respetivas emoções, e será editado pelo selo AsUR, de forma independente.

Neste álbum e consequentes concertos, Desidério Lázaro faz-se acompanhar do aclamado guitarrista Mário Delgado e dos sempre sólidos Cícero Lee no baixo e Carlos Miguel na bateria. Fizeram também parte deste disco os guitarristas Ricardo Pinheiro e Eduardo Faustino, assim como a cantora Mimi Froes.

Dia 2 de Outubro terá lugar o concerto de estreia do álbum “Oblivion” na sala lisboeta, o Espaço Espelho d’Água.

Don Plok – Kambará Anga (2021) (álbum)

Don Plok – “Kambara’ Anga” (2021)(álbum)

released July 17, 2020

All tracks written & produced by Pablo Carpignano between 2015 – 2020, except “Axêxê” (Original Sample from Gabriel S. Carvalho), “Mi Mai“, produced with Daniela Nanclares (voice). “Puro Estracto” was produced with Agustín Jarkowsky (Jarki).

Featuring:
Miriam Gomes: vocals & lyrics in “N’goni Vá”.
Daniela Nanclares: vocals & lyrics in “Mi Mai“.
Agustín Jarkowski: Guitars and Theremin in “Puro Estracto“ and Guitar in Axêxê.
Vocal sample in Annica dub: S. N. Goenka
Marco Barbieri: Synth on “La Pelona”
Santiago Aragón: Trumpet on “African Midi”

Recorded in Nogal Estudio (Buenos Aires) by Jerónimo Escajal & Parador Machado x Pablo Carpignano.
Mixed by Jerónimo Escajal y Pablo Carpignano in Nogal Estudio (Buenos Aires).
Mastering by Jerónimo Escajal.

Artwork by Alejandro Sordi
www.instagram.com/alejandro_sordi/

Executive production by Pablo Carpignano & Folcore Records
Folcore Records website: folcore.org
license

all rights reserved

Big House #2

Big House #2

“Some instrumentals I’ve produced all over the years, some of those are recent some are more dated. The musical genres of the instrumentals are varied, I usually switch from Hip Hop to Dancehall and more recently Afrobeat and every time I switch genre, I really like to carry on my artiste background, my personal taste and choices and my musical references as well” (Big House).

Gabriele Casagrande (Big House), nasceu artisticamente cedo frequentando cursos de música e ao mesmo tempo tocando violão clássico. Mais tarde estudou guitarra elétrica e bateria, tocando em vários grupos musicais. Por volta de 2010 começou a se apaixonar pelo hip hop, escrevendo os primeiros textos rimados e desenvolvendo métricas e fluxo.

Por volta de 2012, por necessidade musical, começa a compor os primeiros instrumentais como autodidata. Em 2013, passa a integrar o coletivo Família Birrette e abre o home studio BHL Records, localizado próximo a Trento, em Trentino-Alto Adige, onde grava as primeiras demos do grupo e vários projetos musicais. Simultaneamente à actividade do atelier, inicia-se a dedicação à arte de DJing e seleção musical durante as noites musicais, uma paixão que ainda o acompanha.

Em 2014 muda-se para Milão para iniciar seus estudos em Engenharia de Áudio e Tecnologia Musical na Accademia del Suono. Em 2017 mudou-se para Manchester para terminar seus estudos e se formou na Futureworks University (UCLan) com o título Bachelor of Science with Honours in Audio Engineering and Production.

A sonoridade musical do Big House é caracterizada pelo uso de sintetizadores e samplers, misturados com o uso de bateria acústica e breakbeats, fundindo o período boom-bap com a nova escola de sons. O produtor está aberto a novas experiências musicais, derivadas do estudo e pesquisa de um som pessoal.

bighouseisthetruth@gmail.com

Miguel Feraso Cabral – Indo Por Ali Longe (2022)(single)

Miguel Feraso Cabral – “Indo Por Ali Longe” (2022)(single)

Single “Indo Por Ali Longe”, 16 setembro 2022 – Rudimentol Records

Miguel Feraso Cabral: guitarras eléctricas, percussões, bateria, electrónicas; composição, gravação e misturas.

Texto descritivo:


Após uma viagem de alguns anos pela música experimental, onde abordou técnicas de gravação alternativas com instrumentos alterados ou inventados por ele próprio, actuou ao vivo com regularidade (ZdB, Jazz em Agosto – Gulbenkian, Festival Alkantara, Music Box…) e editou diversos álbuns (pela AnAnAnA e pela sua editora Rudimentol), Miguel Feraso Cabral toma agora a guitarra eléctrica como o seu principal instrumento melódico.

Em meados de 2017 começou a fazer apresentações improvisadas ao vivo (Sofar Sounds Lisbon, O Povo, Zaratan, Café Tati, SMUP…) num formato a solo com guitarra eléctrica e electrónicas, explorando composições instrumentais em tempo real sobre loops e recolhendo material sonoro para, posteriormente, trabalhar no estúdio caseiro.
Sobre essas gravações assentam os temas deste projecto; são executadas manobras de corte e costura e adicionadas camadas de percussões caseiras, bateria, electrónicas lo-fi, gravações que ficaram na gaveta – e mais guitarras. A música é enérgica, cinematográfica e, por vezes, melancólica.

Em 2018, acerca de uma maquete de ‘Indo Por Ali Longe’, a Vice comentava: “Há uma alma lusa que os Dead Combo recriam da melhor forma. Miguel Feraso Cabral também está no bom caminho.”

Outros links:
http://miguelferaso.com/music/
https://open.spotify.com/artist/77zTgadch7DoGZHv6Ok5xK
https://miguelferasocabral.bandcamp.com/
https://soundcloud.com/miguel-feraso-cabral

Ayom – Vagabundo (2022) (single)

Ayom – “Vagabundo” (2022) (single)

A canção é costurada a partir da harmônica fusão de ritmos que fazem da Ayom uma das melhores representantes da world music atual, com suas influências da música brasileira, mediterrânea e de países africanos como Angola e Cabo Verde. Desta vez, a Ayom integra ao acordeon e à percussão a sonoridade da música tradicional argentina e uruguaia com suas murgas e os atabaques do candombe. O perfil diverso dos integrantes da banda ganha a influência de mais uma nacionalidade, a argentina. O pianista Fabrizio Mocata, músico de destaque na cena internacional do tango, faz uma participação especial nesta faixa, adicionando um toque de requinte e uma pitada extra de drama. 

Do Brasil, país de origem da vocalista Jabu Morales, vem uma inovação praticamente exclusiva da música brasileira: a baixaria do violão de sete cordas, uma linguagem de contracantos graves muito utilizada no samba e no choro. 

Vagabundo foi gravada para o primeiro disco do grupo Ayom, que conquistou grande reconhecimento da crítica internacional. Foi premiado como melhor disco do ano de 2021 pela revista inglesa Songlines e como melhor álbum de world music pela alemã German Record Critics Association. A ideia de lançar esta faixa somente agora é nostálgica: ela  relembra as boas sensações deixadas pelo primeiro álbum, ao mesmo tempo em que desperta no público a expectativa para o segundo disco da Ayom, previsto para o fim do ano de 2022. Vagabundo chega, assim, como um beijo de despedida de um ciclo; suave, ligeiro e cálido. 

Participação especial de Fabrizio Mocata no piano
Produção: Amplifica Music

Mamashemade – “Margarida” (2022) (single)

Mamashemade – “Margarida”(2022) (single):

O novo single ‘Margarida’ de Mamashemade está disponível em todas as plataformas digitais a partir de 14 de setembro.

Margarida é um tema pop intimista que mistura ritmos brasileiros e orientais, com melancolia portuguesa.

O título aborda a questão da maturidade e da inocência, evocando reflexões sobre a transição da infância para a vida adulta.

Margarida é a primeira música de uma série de singles que serão lançados no final de 2022.

Uma autoprodução de Mamashemade que publica através da sua editora independente SHEO music.

Nanook o Vagabundo – “Olhos que não vêem” (2022) (single)

Nanook o Vagabundo – “Olhos que não vêem” (2022) (single)

Olá!
Encontra-se já disponível em todas as plataformas digitais o novo single de Nanook o vagabundo, “Olhos que não vêem”

Neste novo single pode-se encontrar a fusão de riffs de guitarra acústica com uma sonoridade tribal impulsionada pelos sons do didgeridoo e baterias.
A voz de Nanook leva-nos para uma letra introspectiva, marca com que o autor já nos habituou.   


“Olhos que não vêem” é acompanhado por um vídeo single realizado por Eduardo Ramos.

Link Youtube
https://www.youtube.com/watch?v=jN9kiEPtezI&feature=youtu.be

website
https://nanookmusic.wixsite.com/nanook/

Carlos Cleto – Manifesto Sonoro #2

Manifesto Sonoro #2

Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de musica nacional ou em língua portuguesa, com a realização e produção de Carlos Cleto.

ara os mais curiosos o alinhamento desta semana é:

Hause Plants – Fake Friends
Dela Marmy – Flying Fishes
First Breath After Coma — Shoes For Man With No Feet
First Breath After Coma – Feathers and Wax
Nice Weather For Ducks – 2012
As Docinhas – SLAP
WRAYGUNN – DON´T YOU WANNA DANCE
Bunny kills bunny – waste
Sean Riley & The Slowriders – Every Time
Golden Slumbers – Pure
vaarwell – consume (poolsideconvo remix)
Moullinex & GPU Panic – Pacifico
Flembaz – Lucky 7

Carlos Cleto – Manifesto Sonoro #1

Manifesto Sonoro #1

Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de musica nacional ou em língua portuguesa, com a realização e produção de Carlos Cleto.

Tracklist:

Them Flying Monkeys – All You Need
The Weatherman – It Took Me So Long feat. emmy Curl
Sean Riley & The Legendary Tigerman – Roachie II
Sean Riley & The Legendary Tigerman – One Day
HUMMANA – CARGA (Burden)
BANDUA – CEIFA [Frente Bolivarista]
Ditch Days – PRIVATE EYES
Ditch Days – Even If You Know (feat. Terry vs. Tori)
Quadra – Sideral
Noalla – The Seed Inside
BARRY WHITE GONE WRONG – Heaven and Hell
Barry White Gone Wrong – CHILL PILL
RAY – This is Love
Marvel Lima – Prata
Da Weasel – God Bless Johnny

Marco Guerzoni & Dado Lucani – “Acchiappasogni” (2022) (single)

Marco Guerzoni & Dado Lucani – “Acchiappasogni” (2022) (single)

L acchiappasogni é frutto di una bella amicizia e collaborazione fra il cantante Marco Guerzoni, Dado Lucani, Stefano Iascone( iasko)
alla produzione.

Dado racconta “Marco aveva registrato delle parti di lui cantando un piccola melodia in 7 e l’aveva chiamata, 7 piccoli indiani.
Da lí nasce la voglia di Dado di provare a inserire un testo e abbozzare un ritornello.
Il tutto é stato registrato a Barcellona e dopo vari anni Stefano Iascone, del gruppo Cacao Mental, amico di Dado, decide di provare a produrre qualcosa e da lí, prende corpo il brano e tutta la sua struttura…
Il pezzo parla di una persona che nn riconosce se sta dormendo e sognando o sta vivendo una realtá parallela, nell incapacità di prender sonno.