This week, Dan Storper and Rosalie Howarth explore cool combinations of electronic effects with traditional melodies heard that can be heard in the clubs and lounges of Europe, Africa, Asia and Australia
Episode: 25.41 Air Dates: October 6th – October 12th
Featuring:
Jazzamor – Nuit Magique (from the albums “Travel…(In Order Not To Arrive)” & “Euro Groove” on Blue Flame Records / Putumayo)
The Cat Empire – Two Shoes (from the album “Two Shoes (Special Edition)” on Indica Records / EMI)
Gabriel Rios – Unrock (from the albums “Ghostboy” & “A New Groove” on Megadisc Recordings / Putumayo)
Roy Paci & Aretuska – Superreggae Stereomambo (from the album “Parola D’Onore” on V2 Music)
2raumwohnung – Ich Weis Warum (from the albums “In Wirklich” & “World Groove” on BMG / Putumayo)
Emo – In the Back of the Car (from the albums “Brazilectro – Latin Flavored Club Tunes Session 7” & “A New Groove” on Audiopharm / Putumayo)
Les Nubians – J’Veaux D’La Musique (from the album “One Step Forward” on Omtown)
Jehro – Everything (from the album “Jehro / A New Groove” on Superfruit / Putumayo)
Carlinhos Brown – Lagoinha (from the album “Brazilian Groove” on Putumayo)
Habana Abierta – La Novia de Superman (from the album “Boomerang” on Calle 54 Records / EMI)
MC Solaar – Hasta La Vista (from the album “Cinquieme As” on East West France)
Mo’ Horizons – Remember Tomorrow (from the album “Asian Groove” on Putumayo)
Issa Bagayogo – Saye Mogo Bana Sadrum (from the album “African Groove” on Putumayo)
Yerba Buena – Whachuwannado (from the album “Yerba Buena” on Fun Machine)
Memória de Elefante (13/10/25)
Memória de Elefante (13/10/25)
Memória de Elefante rubrica semanal de 13/10/25 a 19/10/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Tracklist:
01. Tchaikovsky – The Seasons – October (Autumn Song) – Vladimir Tropp
02. Nusrat Fateh Ali Khan & Party – Biba Sada Dil Morr De (2013)
03. Nikhil Banerjee – 03. Gat (Fast Tintal) (1992)
04. Fela Kuti – 05 Witchcraft (1969)
05. Roy Hargrove – The Stroke (2003)
06. Luiz Bonfá – 10. Sun Flower (1973)
07. Esperanza Spalding – Formwela 1 (2021)
08. Vinicius de Moraes e Baden Powell – Canto de Ossanha (1966)
09. Peter Tosh – Mystic Man (1979)
1 Álbum 100 Palavras #115: Peter Tosh – Mystic Man (1979)
1 Álbum 100 Palavras #115: Peter Tosh – Mystic Man (1979)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Mystic Man” (1979) é o quarto álbum solo de Peter Tosh, ex-integrante dos Wailers, e um dos seus trabalhos mais espirituais e politicamente carregados. Gravado após Bush Doctor, o disco reforça a identidade rasta de Tosh, abordando temas como pureza espiritual, resistência e crítica ao consumismo ocidental. Canções como “Mystic Man”, “Recruiting Soldiers” e “Jah Seh No” unem mensagens conscientes a grooves de reggae densos e precisos. A produção é refinada, com metais e teclados que ampliam a atmosfera mística. Tosh afirma-se aqui como profeta rebelde, equilibrando espiritualidade e combate político com profunda musicalidade e convicção.
Prazeres Interrompidos #411: Aldous Huxley – Admirável Mundo Novo (1932)
Prazeres Interrompidos #411: Aldous Huxley – Admirável Mundo Novo (1932)
Prazeres Interrompidos
Autor: Octavio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Admirável Mundo Novo é uma parábola fantástica sobre a desumanização dos seres humanos. Na utopia negativa descrita no livro, o Homem foi subjugado pelas suas invenções. A ciência, a tecnologia e a organização social deixaram de estar ao serviço do Homem; tornaram-se os seus amos. Desde a publicação deste livro, o mundo rumou a passos tão largos na direcção errada que, se eu escrevesse hoje a mesma obra, a acção não distaria seiscentos anos do presente, mas somente duzentos. O preço da liberdade, e até da simples humanidade, é a vigilância eterna.
Inclui um prefácio de Manuel Portela e a carta enviada pelo autor a George Orwell, aquando da publicação de 1984.
Afrika Gumbe, Marcelo Lobato – Uma vida Só (DJ Negrlha Remix) (2025) (single)
Afrika Gumbe, Marcelo Lobato – Uma vida Só (DJ Negrlha Remix) (2025) (single)
Afrika Gumbe lança remix de “Uma Vida Só” com DJ Negralha Nova versão celebra a parceria histórica entre os irmãos Lobato, Pedro Leão e DJ Negralha em uma experimentação sonora que funde beats eletrônicos às raízes afro-brasileiras, em co-produção com ALVARES
A faixa “Uma Vida Só”, do Afrika Gumbe, ganha uma nova roupagem pelas mãos do DJ Negralha, em lançamento marcado para o dia 3 de outubro nas plataformas digitais. A releitura é mais um capítulo da trajetória do grupo, que desde sua origem carrega o espírito da mistura e da liberdade artística. Ouça Uma Vida Só Remix por DJ Negralha nas plataformas digitais.
Marcelo Lobato, um dos fundadores do projeto, destaca que a primeira versão de “Uma Vida Só”, lançada pelo O Rappa, partiu de uma base instrumental programada, à qual se somaram letra de Marcos Lobato e um refrão que reflete sobre a dualidade da existência: “temos uma vida apenas para viver, mas somos também personagens solitários”, define o artista.
A faixa original apresenta uma pegada tecnopop e já carrega uma estética híbrida, com synths, loops de cordas em pizzicato, marimba, guitarras africanas e percussões em polirritmia. A versão remixada por DJ Negralha ao lado de ALVARES intensifica esse espírito experimental, incorporando novas camadas rítmicas, texturas e batidas eletrônicas que amplificam a mensagem da canção — sem perder sua essência reflexiva e dançante.
A parceria com Negralha não é novidade para os irmãos Lobato. Desde os tempos d’O Rappa, o DJ foi figura central na identidade sonora da banda. Inicialmente escolhido por meio de um concurso nacional de DJs, Negralha passou a integrar oficialmente o grupo, tornando-se um dos nomes mais importantes da fusão entre música eletrônica, reggae, rap e MPB no Brasil.
O remix de “Uma Vida Só” transita entre passado e futuro, entre a introspecção e a pista de dança, sempre com identidade e liberdade criativa.
Sobre Marcelo Lobato
Marcelo Lobato é músico, compositor e produtor, conhecido por sua trajetória marcante como tecladista, percussionista e vocalista d’O Rappa. Atualmente, Marcelo é fundador da banda Afrika Gumbe e se dedica ao seu projeto solo, explorando novas possibilidades sonoras e transitando entre diferentes influências com uma abordagem experimental. Seu último EP, Carregador de Piano, mostrou um olhar autoral e intimista, evidenciando sua versatilidade. Agora, com o lançamento de O Corte, Marcelo reafirma sua identidade musical e sua capacidade de transformar reflexões profundas em experiências sonoras envolventes.
Ricardo Reis Soares – Qualquer Coisa (2025) (single)
Ricardo Reis Soares – Qualquer Coisa (2025) (single)
Ricardo Reis Soares nasceu em Braga e vive em Lisboa. Muito novo teve aulas de piano e mais tarde descobriu na guitarra uma confidente ouvinte das suas histórias. Passou pela Academia Valentim de Carvalho e estudou jazz no Hot Clube de Portugal.
Músico, compositor, traz para as suas canções a sua interpretação do mundo através da sensibilidade de quem o escuta devagar, o olha através dos detalhes e conta histórias através de seus personagens. O quotidiano, as coisas mais simples do dia a dia, têm sido o que mais o inspira a compor e a escrever.
O seu primeiro EP “contra tempo” conta com Miguel Marôco na produção e vai ser editado no dia 28 de Novembro. Ao vivo apresenta-se tanto a solo como com banda constituída por Sílvia Ferreira no piano/teclados, João Curado no baixo elétrico e Miguel Curado na bateria. Tem já concerto confirmado para dia 24 de outubro no Bota, em Lisboa.
O EP “contra tempo” é composto por seis canções originais escritas em português. Pode ser compreendido como um EP de apresentação, o qual revela a forma como o cantautor vive o dia a dia através da sua escrita. Este tem vindo a perceber que o que mais o identifica talvez seja a profundidade com que vê e entende as coisas mais simples e superficiais do quotidiano. Muito influenciado com a escrita poética de autores como José Saramago ou pelas imagens e cores que os romances e a música de Chico Buarque lhe pintam os dias, este conjunto de canções retratam histórias reais quanto mais não seja a partir do momento em que estas lhe vão surgindo inspiradas em alguma constatação ou interpretação da realidade. Em termos de estilo musical, as canções podem ser caracterizadas como indie/pop, singer-songwriter, talvez com influência do jazz, sua formação e estilo que também aprecia e consome.
“Qualquer coisa” é o quarto single partilhado pelo cantautor. Trata-se da canção mais recente das incluídas no EP e fala sobre amor, este tema que tem tanto de inevitável como de inexplicável. A forma como se entrelaça no dia a dia das pessoas, as infinitas formas de se manifestar e a importância que tem para a existência de vida faz do amor o maior dos sentimentos. A canção é uma tentativa de recolher e descrever precisamente o instante em que este é percecionado. O videoclipe com letra foi realizado por Vitor Martins. Este tem vindo a trabalhar em vídeo e imagem ao longo da concretização do EP e conta com Margarida Soares como assistente de produção. Neste vídeo é referenciado o processo criativo do compositor e da importância prestada à palavra cantada.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #64
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #64
Autor: Danilo Di Termini
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Miguel Zenon & Luis Perdomo – Como Fue Aki Takase & Daniel Erdmann – Isn’t it romantic? Julian Lage – Day & Age Curtis Amy – Katanga Paolo Fresu – Appuntamento sul treno Clifford Brown – Parisian Thoroughfare Lynne Arriale – Home Arcana – Gone Tomorrow J Dilla – Oblighetto
Catman Plays The Blues #189
Catman Plays The Blues #189
Autor:
Manuel Pais
Esta semana ficamos a conhecer novos discos do extraordinário cantor Robert Finley e da não menos fantástica guitarrista e também cantora Rory Block-
Fatspoon – Pensei Ser Sensei (feat. Edu Mundo) (2025) (single)
Fatspoon – Pensei Ser Sensei (feat. Edu Mundo) (2025) (single)
Banda: Fatspoon Álbum: Pensei Ser Sensei Editora: Self-released Composto por: Miguel Pinto Produzido por: André Indiana
Formados em 2018, os Fatspoon são um coletivo em constante mudança de músicos baseados no Porto. No dia 26 de setembro, lançam Pensei Ser Sensei em vinil — uma coleção que junta temas lançados ao longo dos últimos anos com material novo.
Produzido por Miguel Pinto e André Indiana, o álbum foi gravado entre 2021 e 2023 nos A.I. Studios de Indiana. Enraizado numa fusão de jazz, funk e rock alternativo, os Fatspoon apresentam, ao longo de oito temas, um soberbo trabalho instrumental. Este é o sucessor de Mushgrooves (2020), o EP de estreia, e inclui letras escritas ou interpretadas por Jake Miagra, David Bruno, Bruna Moreira e Tiago Nacarato, com vozes de Edu Mundo (Fogo Fogo, Cordel) e Helena Neto (Expensive Soul), as mais recentes adições ao grupo.
O lado A começa com “How I Feel”, feat. Jake Miagra — uma faixa com ecos de blues, D’Angelo e pés a bater no chão. Segue-se “Erótico & Sensual”, marcada pelos vocais inconfundíveis de David Bruno. Temas como “Domingo Não Estou” e “Feira” completam a primeira metade com instrumentação precisa e letras que se podem agarrar com as mãos.
O lado B assume um tom mais aéreo e sonhador. O instrumental “Lúdio”, “Tecer” feat. Tiago Nacarato e “Pensei Ser Sensei” feat. Edu Mundo flutuam até ao tema final, “Stride [Live]”, uma progressão de oito minutos que introduz os instrumentos aos poucos e termina com um trio de sopros que, num bar de jazz, tocariam noite fora.
Habituais nas jam sessions do Mr. Bean’s — um espaço de referência na cena musical portuense —, os Fatspoon continuam a reinventar-se e têm já dois novos álbuns em desenvolvimento. Para já, Pensei Ser Sensei traz um sabor novo à música portuguesa — nos temas que contém e nos artistas que nele participaram.
Os Fatspoon são:
Miguel Pinto – Baixo
Gonçalo Palmas – Keyboards Zandré Dinis – Bateria
Zé Nuno – Guitarra
Pedro Nadais – Guitarra
Edu Mundo – Vocais e Percussão Helena Neto – Vocais
Mariana Guimarães – Nem mais um (2025) (single) id
Mariana Guimarães – Nem mais um (2025) (single) id
“Nem mais um” é uma música que fala de quando se escolhe deixar ir, mesmo quando o amor persiste. É luto mas também libertação.
Chega dia 26 de Setembro às plataformas digitais.
Filipe da Graça – Skaters Waltz (2025) (single) id
Filipe da Graça – Skaters Waltz (2025) (single) id
Filipe da Graça, tesouro escondido do panorama indie rock português, é o canvas onde o cantautor multi-instrumentalista e colorista de filmes Filipe Fernandes navega o seu próprio universo. Habitado por guitarras shoegaze e baladas country-folk que andam de mãos dadas, URLOP é o álbum de regresso a casa de Filipe da Graça.
Natural do Algarve, viajou e viveu por diferentes países onde trabalhou e colaborou com um leque de artistas como A.R. Kane, Gökçe Kilinçer, Luís Severo, Filipe Sambado, Michał Jan e Lull. Nascidas em Londres, fruto da união criativa com Sam Cockerton, as canções de URLOP seguem Filipe da Graça até Gdynia, onde são moldadas pela paisagem báltica. Resultado desta viagem geográfica e emocional, URLOP aterra em Lisboa com bagagem nova, sem deixar para trás a identidade lo-fi de sempre.
Urlop parte da escrita e produção colaborativas com o meu soulmate Sam Cockerton, violinista natural de Nutley no Reino Unido. Gravado essencialmente em Londres, foi concluído na cidade portuária de Gdnyia na Polónia, durante o período mais intenso da pandemia. A cidade assumiu um papel fundamental no processo criativo, contrabalançando o seu legado inóspito pós-soviético com a beleza onírica das florestas onde cisnes brancos e javalis caminham pelas praias nevadas do Báltico.
Joaquim Rosa – Não choro (2025) (single) id
Joaquim Rosa – Não choro (2025) (single) id
Joaquim Rosa é um cantautor e guitarrista português nascido em Évora. O seu trabalho percorre territórios entre o pop alternativo, o folk, o blues e o rock soft, criando canções de forte carga emocional e intimista. As letras abordam temas como a saúde mental, as relações humanas e a solidão, convidando o público a uma viagem introspectiva. Em 2025 iniciou o lançamento do seu primeiro álbum, Introspectivo, revelado faixa a faixa e acompanhado por um imaginário visual coeso. Ao vivo, apresenta-se em formato a solo ou com banda completa, sempre com foco na autenticidade e na proximidade com o público.
“Não Choro”
Joaquim Rosa continua a revelar o seu álbum de estreia Introspectivo com o lançamento do novo single “Não Choro”, disponível em todas as plataformas digitais a partir do dia 3 de outubro de 2025.
Depois de “Planos” e “Indecisão”, que conquistaram público e crítica pelo tom honesto e intimista, Joaquim apresenta agora uma canção que aborda o conforto na solidão após o desamor, recusando ceder ao desespero de estar sozinho. Com uma atmosfera marcada pela melancolia mas também pela força interior, “Não Choro” reafirma a identidade de Joaquim enquanto cronista das emoções humanas. Gravado no Next Level Studios, o tema contou com baixo por Francisco Lopes, bateria por Francisco Marques, guitarras pelo próprio Joaquim Rosa e teclado por Daniel Jamil. A mistura e masterização ficaram igualmente a cargo da equipa do Next Level Studios. O lançamento de “Não Choro” será acompanhado por uma forte presença nas redes sociais, com promoção contínua durante pelo menos um mês após a estreia, reforçando o compromisso de Joaquim Rosa em chegar a novos públicos e consolidar o seu percurso no panorama da música portuguesa.