African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
Tracklist:
1 – Akeikoi – Midjo Peya
2 – Max Cilla – La Flûte Des Mornes
3 – Mokoomba – Nzara Hapana
4 – Tony Allen – Selfish Gene
5 – Onom Agemo & The Disco Jumpers – Trudy The Monster
6 – Remi Kabaka – Aqueba Masaaba
7 – Honny & The Bees Band – Psychedelic Woman
8 – Orchestra Gold – Maribayassa
9 – Bebe Manga – Lokognolo
10 – Gyedu-Blay Ambolley – Ochoko Bila
11 – Harari – Thiba Kamoo
12 – Putumayo – Vevede
13 – Rim Kwaku Obeng – I’m Not Going to Let You Go
14 – Pamela Badjogo – Koule
Who Plays Sessions #10 (#197)
Who Plays Sessions #10 (#197)
Autor: Who
Prazeres Interrompidos #410: LAO TSÉ – O Livro das Cinco Mil Palavras (2025)
Prazeres Interrompidos #410: LAO TSÉ – O Livro das Cinco Mil Palavras (2025)
Prazeres Interrompidos
Autor: Octavio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Dos vários clássicos da filosofia chinesa, só os Analectos de Confúcio podem rivalizar com este Tao Te Ching, ou sendo mais rigorosos, O Livro das Cinco Mil Palavras. Fruto de um estudo de anos e uma dedicação ímpar à cultura oriental, Joaquim Palma devolve-nos este muito conhecido texto como se fosse editado pela primeira vez: com o seu título mais preciso, dividido nos pequenos blocos de prosa, não numerados, que estavam pensados inicialmente. Uma joia da literatura mundial.
Adriana Santhi – Pouso (2025) (single)
Adriana Santhi – Pouso (2025) (single)
Adriana Santhi lança primeiro EP, Pouso, com sonoridade sensível e atmosférica
Projeto traduz o processo de reencontro da artista com sua voz criativa e emocional
A cantora e compositora Adriana Santhi apresenta seu primeiro trabalho autoral completo: o EP Pouso. O projeto revela um momento de introspecção e amadurecimento criativo da artista luso-brasileira radicada no Rio de Janeiro, e chega às plataformas digitais nesta sexta-feira, 26 de setembro.
“Pouso é o início de um caminho e, ao mesmo tempo, a sensação de chegada. Depois de um tempo de silêncio, rascunhos e buscas, encontrei um lugar para aterrissar as ideias que estavam no ar. É o meu primeiro EP, mas também uma metáfora sobre me permitir parar, respirar e transformar sentimentos em música”, explica Adriana.
Com produção musical de CARLO (Iglu Estúdio), o projeto transita entre o neo-soul, o R&B e atmosferas da nova MPB, criando paisagens sonoras que mesclam delicadeza e potência. As composições nasceram de fragmentos do cotidiano — anotações soltas, notas de voz, sensações — conectadas por um fio condutor que atravessa todo o EP: a ideia de travessia e recomeço.
A faixa que dá nome ao EP simboliza o desejo de aterrissar em um lugar escolhido pela própria artista, e não num destino imposto. “Tá na hora de lavar a alma, deixar a água chegar devagar”, canta Adriana, evocando o elemento da água como símbolo de movimento e cura, presente em toda sua poética. A letra fala também sobre escuta interna, direção e autocuidado: “Minha rosa dos ventos só tem uma direção”, diz em um dos versos.
O EP reúne canções bilíngues, com letras em português e inglês, e amplia as referências da artista, que cita inspirações que vão de paisagens naturais ao soul contemporâneo. Ao longo das faixas, Adriana constrói um universo íntimo e ao mesmo tempo expansivo, que convida o ouvinte a mergulhar em processos de transformação com leveza, verdade e coragem.
“Mais do que um conjunto de músicas, Pouso é um registro de um momento muito verdadeiro da minha vida. Espero que, ao ouvir, cada pessoa também possa sentir esse pouso dentro de si”, finaliza.
Sobre Adriana Santhi Adriana Santhi é cantora, compositora e DJ luso-brasileira. Nascida em Luxemburgo, filha de pai brasileiro e mãe portuguesa, cresceu entre Bruxelas, Madrid e Rio de Janeiro, onde vive atualmente. Com influências do R&B, neo soul, jazz e música urbana, sua obra mistura poesia bilíngue, estética refinada e vivências profundas marcadas por migração, espiritualidade e saúde mental. Em 2025, lança seu primeiro EP autoral, consolidando-se como uma das vozes mais sensíveis e autênticas da nova cena alternativa.
Joana Banza – Longe (2025) (single) id
Joana Banza – Longe (2025) (single) id
Longe é uma canção pop com influências R&B e fala sobre distância emocional e desapego. A letra é direta e confessional, sobre perceber que uma relação não tem futuro e assumir isso sem dramas.
Sortido Rico #1
Sortido Rico #1
Autor:
Pedro Belchior Nunes
Sortido Rico é uma viagem sonora pelas diversas margens da música popular, das electrónicas ao kraut, do jazz à world music, passando pelo impopular da pop. Com curadoria e apresentação de Pedro Belchior Nunes.
Tracklist:
Se Ba Ho – Orchestre Poly Rythmo de Cotonou
Sahra – Tootard
Atwitas – Tamikrest
Shouei – Yasmine Hamdan
Buje Buje – Orlando Julius and the Heliocentrics
Bafon – Moonlight Benjamin
Ladra – Juçara Marçal
Blinta Madiallo – Francis Bebey
Tala Tannam – Mdou Moctar
You Ain’t Gonna Know Me Cause You Think You Know Me – Louis Moholo Octet
Bêtes Féroces – Orchestre Tout Puissant Marcel Duchamp
Pagão – Au Luar (2025) (single) id
Pagão – Au Luar (2025) (single) id
Au Luar/Cala-te e Engole são as últimas amostras da estreia homónima de Pagão.
Reflexo da vertigem própria do amor e da perda, os universos sonoros de Pagão fragmentam-se como os seus estados de alma: Au Luar é luminosa, leve e apaixonada, dançada em homenagens a clássicos do house, hip-hop ou até do indie; Cala-te e Engole é uma experiência industrial e noise angustiante, um mergulho na escuridão urbana com o peso da perda e do refúgio da dor.
Depois de Queimar a Bandeira, Sou Eu e agora deste duplo single, Pagão é editado a 31 de Outubro pela Maternidade
Rei Bruxo – Entra Lucky (2025) (single)
Rei Bruxo – Entra Lucky (2025) (single)
O coletivo REI BRUXO apresenta no dia 24 de setembro o álbum-livro “O Quarto Fechado”: designação que escolheram para caracterizar este objeto que é simultaneamente um álbum de música e um livro com uma história, personagens, ilustrações e letras.
REI BRUXO é um coletivo fundado em 2017 por três criadores: Ricardo Pinto (guitarra, teclas), Sofia Faria Fernandes (voz) e Marcelo Rúben Aires (bateria) dedicam-se à exploração e fusão de sonoridades e recursos musicais, técnicos e tímbricos menos comuns para criar um repertório provocador, contemporâneo e instigador de novas reflexões sobre o mundo atual e as suas problemáticas. Música para desassossegar.
A música do novo trabalho – ainda que fiel ao som que REI BRUXO consolidou em lançamentos anteriores – é um exercício arrojado de experimentação e fluidez, revelando uma miríade de inspirações que vão desde o rock progressivo à música eletrónica, passando pelo jazz, grunge, hip-hop, MPB, stoner, experimental, noise, hardcore, etc.
O texto d’ O Quarto Fechado nasce de histórias, parágrafos e passagens do homónimo terceiro andamento da Trilogia de Nova Iorque, de Paul Auster. As personagens, lugares, situações e acontecimentos falam-nos de isolamento e invisibilidade e mostram-nos como “seria impossível uma fuga do mundo, uma vez que não há nenhum outro mundo” (Byung-Chul Han).
REI BRUXO apresentam O Quarto Fechado no dia 4 de outubro, no CAAA (Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura), Guimarães; e atuam no dia 25 de outubro, no Porto Prog Night, no Auditório CCOP, Porto.
Esta obra foi inteiramente criada e produzida pela banda, com o apoio à criação da Direcção-Geral das Artes.
A edição física já está disponível para pré-encomenda no Bandcamp da banda: https://reibruxo.bandcamp.com/album/o-quarto-fechado
Taz Rizza – Groove Society Radio Session #2
Taz Rizza – Groove Society Radio Session #2
Este episódio mergulha fundo no lado pesado de graves e no estilo sound system do dub reggae moderno. Dando continuidade à jornada pelo roots reggae da Sessão 1, Taz Rizza apresenta um DJ set ao vivo repleto de riddims que fazem o chão tremer e sons influenciados pelo dub, feitos para a dança. Estilo puramente sound system: denso, cru e cheio de energia.
(This episode dives deep into the bass-heavy, sound system side of modern dub reggae. Following Session 1’s roots reggae journey, Taz Rizza brings a live DJ mix packed with floor-shaking riddims, and dub-influenced sounds designed for the dance. Strictly sound system style; weighty, raw, and full of energy.)
Tracklist
Möbius & Bless – Camino
Dub Dynasty – Ever Powering Medicine
Marcus Gad – Tempo
Riddim Activist – I N I Nah
Chaos in the CBD – Mania Madness
Dubancholik – Lo End Dub
Green Lion Crew – Green Brain
Aba-Ariginals – Aba Ariginals
Roman Stewart – No Dub in the City
Full Dub – Wave Spiritual
Daba Makourejah – Bamba
BassTrooperz – Argo Navis
Skream – Dutch Flowerz
Chronixx – Dela Move
Kanka – Fantasia
Cali P – Herbist
Trovador Urbano #70
Trovador Urbano #70
Autor:
David Calderon
(episódio de 07 De Outubro 2025)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
Bona Parte – Shards Of Glass (2025) (single)
Bona Parte – Shards Of Glass (2025) (single)
Os BonaParte apresentam os seus dois singles “The Darkness” e “Black Demon”
Ambos os singles fazem-nos viajar por um universo musical misterioso, dinâmico e energético. No qual as guitarras distorcidas e a bateria complementam-se numa dança rítmica, que sumarizam do melhor modo possível a plenitude de influências deste grupo.
O local predileto de gravação é o 28.40 Studios, no qual o projeto é misturado e produzido por Francisco Santos e Ricardo Faneco, e posteriormente masterizado no Mister Master Studios por Rui Dias. Saiu em primeira instância o tema “The Darkness”, na compilação “A Outra Margem” da editora Anti-Demos-Cracia, que conta com 33 projetos musicais do Seixal.
Após o lançamento do “The Darkness”, em Abril, o segundo single “Black Demon” é lançado na compilação digital “50 Anos 25 Abril” no mesmo dia a que remete o título em questão. Está ainda previsto o lançamento de outro tema da banda – Que será anunciado no decorrer do tempo.
As origens deste projeto remontam a 2017/2018. Período o qual foi iniciado o processo de composição de alguns temas por Tomás Bonaparte. Por motivos profissionais e pandémicos o processo atrasou-se. Com uma nova oportunidade em vista, em 2023 reúne-se com Guilherme Reis para complementar a sua visão e pô-la em prática. Criando os “BonaParte” neste processo.
Formados em 2023, os BonaParte são uma banda da Margem Sul do Tejo (Seixal) de Hard Rock / Heavy Metal que contam com Tomás Bonaparte (Voz, Guitarra) e Guilherme Reis (Bateria).
Rui Taipa – Quando Eu Me For (2025) (single) id
Rui Taipa – Quando Eu Me For (2025) (single) id
“Quando eu me for” é uma canção que nasce do dilema de trazer ou não uma criança para um mundo tão catastrófico e em declínio como o nosso. Meses depois de a ter escrito, a Alice estava a caminho. Que esta seja uma nota de esperança e um lembrete de que o bem vai sempre vencer o mal. Que o amor e a união vão sempre vencer o ódio e a tirania Que o futuro do nosso planeta reside no exemplo que deixamos às crianças.
Rui Taipa, cantor e compositor nascido nos anos 90, já com vários discos apresentados e grande destaque no The Voice Portugal em 2021 e que divide a carreira entre este projeto de cantautor e o de intérprete jazz, apresenta agora uma sonoridade mais crua, com influências da música tradicional portuguesa e indie rock. As suas letras mordazes e uma certa verdade na voz, resultam num espetáculo inquietante, intimista e memorável. “A Gente” e “Pássaros” (último single a ser lançado) marcam o início de uma escrita sobre e para as pessoas.