African Roots #87

African Roots #87

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

Tracklist:

1 – Akeikoi – Midjo Peya

2 – Max Cilla – La Flûte Des Mornes

3 – Mokoomba – Nzara Hapana

4 – Tony Allen – Selfish Gene

5 – Onom Agemo & The Disco Jumpers – Trudy The Monster

6 – Remi Kabaka – Aqueba Masaaba

7 – Honny & The Bees Band – Psychedelic Woman

8 – Orchestra Gold – Maribayassa

9 – Bebe Manga – Lokognolo

10 – Gyedu-Blay Ambolley – Ochoko Bila

11 – Harari – Thiba Kamoo

12 – Putumayo – Vevede

13 – Rim Kwaku Obeng – I’m Not Going to Let You Go

14 – Pamela Badjogo – Koule

Who Plays Sessions #10 (#197)

Who Plays Sessions #10 (#197)

Autor:
Who

Prazeres Interrompidos #410: LAO TSÉ – O Livro das Cinco Mil Palavras (2025)

Prazeres Interrompidos #410: LAO TSÉ – O Livro das Cinco Mil Palavras (2025)

Prazeres Interrompidos

Autor: Octavio Nuno 

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Dos vários clássicos da filosofia chinesa, só os Analectos de Confúcio podem rivalizar com este Tao Te Ching, ou sendo mais rigorosos, O Livro das Cinco Mil Palavras. Fruto de um estudo de anos e uma dedicação ímpar à cultura oriental, Joaquim Palma devolve-nos este muito conhecido texto como se fosse editado pela primeira vez: com o seu título mais preciso, dividido nos pequenos blocos de prosa, não numerados, que estavam pensados inicialmente. Uma joia da literatura mundial.

Adriana Santhi – Pouso (2025) (single)

Adriana Santhi – Pouso (2025) (single) 

Adriana Santhi lança primeiro EP, Pouso, com sonoridade sensível e atmosférica

Projeto traduz o processo de reencontro da artista com sua voz criativa e emocional

A cantora e compositora Adriana Santhi apresenta seu primeiro trabalho autoral completo: o EP Pouso. O projeto revela um momento de introspecção e amadurecimento criativo da artista luso-brasileira radicada no Rio de Janeiro, e chega às plataformas digitais nesta sexta-feira, 26 de setembro. 

“Pouso é o início de um caminho e, ao mesmo tempo, a sensação de chegada. Depois de um tempo de silêncio, rascunhos e buscas, encontrei um lugar para aterrissar as ideias que estavam no ar. É o meu primeiro EP, mas também uma metáfora sobre me permitir parar, respirar e transformar sentimentos em música”, explica Adriana.

Com produção musical de CARLO (Iglu Estúdio), o projeto transita entre o neo-soul, o R&B e atmosferas da nova MPB, criando paisagens sonoras que mesclam delicadeza e potência. As composições nasceram de fragmentos do cotidiano — anotações soltas, notas de voz, sensações — conectadas por um fio condutor que atravessa todo o EP: a ideia de travessia e recomeço.

A faixa que dá nome ao EP simboliza o desejo de aterrissar em um lugar escolhido pela própria artista, e não num destino imposto. “Tá na hora de lavar a alma, deixar a água chegar devagar”, canta Adriana, evocando o elemento da água como símbolo de movimento e cura, presente em toda sua poética. A letra fala também sobre escuta interna, direção e autocuidado: “Minha rosa dos ventos só tem uma direção”, diz em um dos versos.

O EP reúne canções bilíngues, com letras em português e inglês, e amplia as referências da artista, que cita inspirações que vão de paisagens naturais ao soul contemporâneo. Ao longo das faixas, Adriana constrói um universo íntimo e ao mesmo tempo expansivo, que convida o ouvinte a mergulhar em processos de transformação com leveza, verdade e coragem.

“Mais do que um conjunto de músicas, Pouso é um registro de um momento muito verdadeiro da minha vida. Espero que, ao ouvir, cada pessoa também possa sentir esse pouso dentro de si”, finaliza.

Sobre Adriana Santhi
Adriana Santhi é cantora, compositora e DJ luso-brasileira. Nascida em Luxemburgo, filha de pai brasileiro e mãe portuguesa, cresceu entre Bruxelas, Madrid e Rio de Janeiro, onde vive atualmente. Com influências do R&B, neo soul, jazz e música urbana, sua obra mistura poesia bilíngue, estética refinada e vivências profundas marcadas por migração, espiritualidade e saúde mental. Em 2025, lança seu primeiro EP autoral, consolidando-se como uma das vozes mais sensíveis e autênticas da nova cena alternativa.

Joana Banza – Longe (2025) (single) id

Joana Banza – Longe (2025) (single) id

Longe é uma canção pop com influências R&B e fala sobre distância emocional e desapego. A letra é direta e confessional, sobre perceber que uma relação não tem futuro e assumir isso sem dramas.

Sortido Rico #1

Sortido Rico #1

Autor:

Pedro Belchior Nunes 

Sortido Rico é uma viagem sonora pelas diversas margens da música popular, das electrónicas ao kraut, do jazz à world music, passando pelo impopular da pop. Com curadoria e apresentação de Pedro Belchior Nunes. 

Tracklist:

Se Ba Ho – Orchestre Poly Rythmo de Cotonou

Sahra – Tootard

Atwitas – Tamikrest

Shouei – Yasmine Hamdan

Buje Buje – Orlando Julius and the Heliocentrics

Bafon – Moonlight Benjamin

Ladra – Juçara Marçal

Blinta Madiallo – Francis Bebey

Tala Tannam – Mdou Moctar

You Ain’t Gonna Know Me Cause You Think You Know Me – Louis Moholo Octet

Bêtes Féroces – Orchestre Tout Puissant Marcel Duchamp

Pagão – Au Luar (2025) (single) id

Pagão – Au Luar (2025) (single) id

Au Luar/Cala-te e Engole são as últimas amostras da estreia homónima de Pagão.

Reflexo da vertigem própria do amor e da perda, os universos sonoros de Pagão fragmentam-se como os seus estados de alma: Au Luar é luminosa, leve e apaixonada, dançada em homenagens a clássicos do house, hip-hop ou até do indie; Cala-te e Engole é uma experiência industrial e noise angustiante, um mergulho na escuridão urbana com o peso da perda e do refúgio da dor.

Depois de Queimar a Bandeira, Sou Eu e agora deste duplo single, Pagão é editado a 31 de Outubro pela Maternidade

Rei Bruxo – Entra Lucky (2025) (single)

Rei Bruxo – Entra Lucky (2025) (single)

O coletivo REI BRUXO apresenta no dia 24 de setembro o álbum-livro “O Quarto Fechado”: designação que escolheram para caracterizar este objeto que é simultaneamente um álbum de música e um livro com uma história, personagens, ilustrações e letras.

REI BRUXO é um coletivo fundado em 2017 por três criadores: Ricardo Pinto (guitarra, teclas), Sofia Faria Fernandes (voz) e Marcelo Rúben Aires (bateria) dedicam-se à exploração e fusão de sonoridades e recursos musicais, técnicos e tímbricos menos comuns para criar um repertório provocador, contemporâneo e instigador de novas reflexões sobre o mundo atual e as suas problemáticas. Música para desassossegar.

A música do novo trabalho – ainda que fiel ao som que REI BRUXO consolidou em lançamentos anteriores – é um exercício arrojado de experimentação e fluidez, revelando uma miríade de inspirações que vão desde o rock progressivo à música eletrónica, passando pelo jazz, grunge, hip-hop, MPB, stoner, experimental, noise, hardcore, etc.

O texto d’ O Quarto Fechado nasce de histórias, parágrafos e passagens do homónimo terceiro andamento da Trilogia de Nova Iorque, de Paul Auster. As personagens, lugares, situações e acontecimentos falam-nos de isolamento e invisibilidade e mostram-nos como “seria impossível uma fuga do mundo, uma vez que não há nenhum outro mundo” (Byung-Chul Han).

REI BRUXO apresentam O Quarto Fechado no dia 4 de outubro, no CAAA (Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura), Guimarães; e atuam no dia 25 de outubro, no Porto Prog Night, no Auditório CCOP, Porto.

Esta obra foi inteiramente criada e produzida pela banda, com o apoio à criação da Direcção-Geral das Artes.

A edição física já está disponível para pré-encomenda no Bandcamp da banda: https://reibruxo.bandcamp.com/album/o-quarto-fechado 

Taz Rizza – Groove Society Radio Session #2

Taz Rizza – Groove Society Radio Session #2

Este episódio mergulha fundo no lado pesado de graves e no estilo sound system do dub reggae moderno. Dando continuidade à jornada pelo roots reggae da Sessão 1, Taz Rizza apresenta um DJ set ao vivo repleto de riddims que fazem o chão tremer e sons influenciados pelo dub, feitos para a dança. Estilo puramente sound system: denso, cru e cheio de energia.

(This episode dives deep into the bass-heavy, sound system side of modern dub reggae. Following Session 1’s roots reggae journey, Taz Rizza brings a live DJ mix packed with floor-shaking riddims, and dub-influenced sounds designed for the dance. Strictly sound system style; weighty, raw, and full of energy.)

Tracklist

  1. Möbius & Bless – Camino
  2. Dub Dynasty – Ever Powering Medicine
  3. Marcus Gad – Tempo
  4. Riddim Activist – I N I Nah
  5. Chaos in the CBD – Mania Madness
  6. Dubancholik – Lo End Dub
  7. Green Lion Crew – Green Brain
  8. Aba-Ariginals – Aba Ariginals
  9. Roman Stewart – No Dub in the City
  10. Full Dub – Wave Spiritual
  11. Daba Makourejah – Bamba
  12. BassTrooperz – Argo Navis
  13. Skream – Dutch Flowerz
  14. Chronixx – Dela Move
  15. Kanka – Fantasia
  16. Cali P – Herbist

Trovador Urbano #70

Trovador Urbano #70

Autor:

David Calderon

(episódio de 07 De Outubro 2025)

Trovador Urbano

Presentador:  David Calderón

Inicio emisiones:  Año 1994

Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)

Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am

Tipo: Directo

Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!

Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com

País: Madrid (España)

Bona Parte – Shards Of Glass (2025) (single)

Bona Parte – Shards Of Glass (2025) (single) 

Os BonaParte apresentam os seus dois singles “The Darkness” e “Black Demon”

Ambos os singles fazem-nos viajar por um universo musical misterioso, dinâmico e energético. No qual as guitarras distorcidas e a bateria complementam-se numa dança rítmica, que sumarizam do melhor modo possível a plenitude de influências deste grupo.

O local predileto de gravação é o 28.40 Studios, no qual o projeto é misturado e produzido por Francisco Santos e Ricardo Faneco, e posteriormente masterizado no Mister Master Studios por Rui Dias. Saiu em primeira instância o tema “The Darkness”, na compilação “A Outra Margem” da editora Anti-Demos-Cracia, que conta com 33 projetos musicais do Seixal.

Após o lançamento do “The Darkness”, em Abril, o segundo single “Black Demon” é lançado na compilação digital “50 Anos 25 Abril” no mesmo dia a que remete o título em questão. Está ainda previsto o lançamento de outro tema da banda – Que será anunciado no decorrer do tempo.

As origens deste projeto remontam a 2017/2018. Período o qual foi iniciado o processo de composição de alguns temas por Tomás Bonaparte. Por motivos profissionais e pandémicos o processo atrasou-se. Com uma nova oportunidade em vista, em 2023 reúne-se com Guilherme Reis para complementar a sua visão e pô-la em prática. Criando os “BonaParte” neste processo.

Formados em 2023, os BonaParte são uma banda da Margem Sul do Tejo (Seixal) de Hard Rock / Heavy Metal que contam com Tomás Bonaparte (Voz, Guitarra) e Guilherme Reis (Bateria).

Rui Taipa – Quando Eu Me For (2025) (single) id

Rui Taipa – Quando Eu Me For (2025) (single) id

“Quando eu me for” é uma canção que nasce do dilema de trazer ou não uma criança para um mundo tão catastrófico e em declínio como o nosso.
Meses depois de a ter escrito, a Alice estava a caminho.
Que esta seja uma nota de esperança e um lembrete de que o bem vai sempre vencer o mal.
Que o amor e a união vão sempre vencer o ódio e a tirania
Que o futuro do nosso planeta reside no exemplo que deixamos às crianças.

Rui Taipa, cantor e compositor nascido nos anos 90, já com vários discos apresentados e grande destaque no The Voice Portugal em 2021 e que divide a carreira entre este projeto de cantautor e o de intérprete jazz, apresenta agora uma sonoridade mais crua, com influências da música tradicional portuguesa e indie rock. As suas letras mordazes e uma certa verdade na voz, resultam num espetáculo inquietante, intimista e memorável. “A Gente” e “Pássaros” (último single a ser lançado) marcam o início de uma escrita sobre e para as pessoas.