Marianne – Lowkey (2025) (single)

Marianne – Lowkey (2025) (single) id

Composição e Letra: Marianne

Produção: Agir, Marianne, Rougeh0tel 

Mistura e masterização: Cripta

Letra:

Sou lowkey todos os dias mas eu não dormi

Eu sei que me quer ver no teu mundo aí

Dá-me espaço que eu sou daqui

Não me digas que nunca viste

Não me deixes aqui

Tou bem ativo

Não estou sozinho

Se tiveres que entrar

Eu dou te a key

Eu já te vi

Tu já me viste

Quem me dera que tu viesses

Eu não deixava ninguém entrar

Ninguém entrar

Quem me dera que tu viesses

Eu não deixava ninguém entrar

Ninguém entrar

Ya!

Eu ando louco todos os dias

Eles dizem que eu tou aqui

Ya ya, tou louco todos os dias

Ah!

Ya ya, tou louco todos os dias

Eles dizem que eu tou aqui

Ya ya, mas não sou lowkey

Acredita só o foco é meu aqui

Ya, eu tenho tudo para estar contigo

Se te chamar não me deixes no vácuo

Tu já sabes eu tou intacto

Quem me dera que tu viesses

Eu não deixava ninguém entrar

Ninguém entrar

Quem me dera que tu viesses

Eu não deixava ninguém entrar

Ninguém entrar

Ya!

DISCO VOADOR: Jazznewbloodtapes #38

DISCO VOADOR: Jazznewbloodtapes #38

JazznewbloodTAPES é um projecto de Patricia Pascal criado a partir da plataforma Jazznewblood que desde 2015 suporta e promove novos talentos do Jazz Europeu com enfase na cena Londrina/UK.

É um projecto em formato radiofónico/podcast que visa dar visibilidade a novos nomes em inicio de carreira, nova musica divulgada na cena Jazzista contemporânea e outras musica inspiradas no Jazz a surgir em UK e pelo mundo fora.

O programa é transmitido mensalmente, desde 2020, em lingua Inglesa na Radio AlHara na Palestina, na Radio Resonance em Uk, na Radio Pacoul em França e em lingua Portuguesa na Radio Nacional de Cabo Verde. 

Está também disponível em streaming em todas as principais plataformas de podcasts como Apple podcasts e Amazon podcasts, etc. Destacamos o facto deste podcast ter ganho posições no Top 50 da Apple podcast charts, na categoria de Musica comentada em mais de 27 Paises. #1 Portugal, #1 Chile, #1 Bosnia and Herzegovina, #2 Antigua and Barbuda, #4 Spain, #5 Italy, #5 Cameron, #6 Mexico, #6 South Africa,#6 Vietnam, #9 Netherlands, #10 Côte d’Ivoire.

Patricia Pascal

(patriciapascal.com)

Portuguesa, de mãe Cabo Verdiana, está radicada em Londres desde 2007 e desenvolve trabalho na Industria da musica em todo o mundo desde 2001. É manager de Carmen Souza, desde o inicio da sua carreira, e de Theo Pascal para além de ser formada em Live Arts Management pela London Metropolitan University. Paralelamente á gestão da carreira de Souza e Pascal desde 2015 tem vindo a investir na sua paixão por fotografia e promoção de novos talentos através do seu projecto Jazznewblood.org.

Este projecto inclui, entre várias iniciativas, um Showcase anual parte do London Jazz Festival e uma editora digital que

lança musica gravada ao vivo por jovens talentos do Jazz em inicio de carreira.

Durante o London Jazz Festival, faz também a curadoria do Festival WledJazz focado em projectos liderados por Instrumentistas. Uma parceria com a sala Woolwich Works em Londres.

Recentemente passou também a fazer parte da equipa por trás da conceituada organização Inglesa – Tomorrow´s Warriors.

Em Portugal é co-fundadora e residente Internacional no Espaço/studio – thisissessions.com

Links:

Jazznewblood.org/jazznewbloodtapes

Patriciapascal.com

Trovador Urbano #67

Trovador Urbano #67

Autor:

David Calderon

(episódio de 16 de Setembro) 

Trovador Urbano

Presentador:  David Calderón

Inicio emisiones:  Año 1994

Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)

Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am

Tipo: Directo

Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!

Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com

País: Madrid (España)

Caustic – Should I Dream (2025) (single)

Caustic – Should I Dream (2025) (single) id

Disco de estreia de Caustic, Babe chama-se “Cheap Moralisms” e é editado pela Lux Records 

No dia 5 de setembro, chega às plataformas digitais Cheap Moralisms, o disco de estreia dos Caustic, Babe!. 

A banda nasce da urgência de transformar em música as tensões de uma juventude que se move entre precariedade, ansiedade e a busca incessante de um lugar no mundo. Com raízes firmes no legado conimbricense de rock n’ roll cru e sem concessões, os Caustic, Babe! partem de influências do punk e do pós-punk para criar um som que não pede licença, mas que exige ser ouvido — alto, direto, urgente.

Cheap Moralisms é uma descarga elétrica de emoções contraditórias: raiva, angústia e medo, mas também amor, libertação e esperança. Um reflexo da condição disforme de uma geração que nunca foi preparada para viver num mundo em ruínas, mas que insiste em encontrar caminhos de reinvenção e resistência — uma catarse feita de guitarras, suor e sinceridade, sempre com a certeza de que, mesmo no fim do mundo, há espaço para sonhar.

Ao longo das suas seis faixas, o disco constrói-se como um retrato multifacetado da juventude contemporânea. Em So Loud, revela-se o peso das pressões externas e a contradição entre a revolta e a necessidade de pertença, enquanto Trainspotting desenha a busca incessante entre dois desconhecidos que se procuram pela cidade através da idealização da relação perfeita. Já I’ll Be Back reflete a experiência de quem emigra em busca de futuro, confrontando-se com a nostalgia do regresso impossível, e XXX Generation assume-se como uma crítica sarcástica a uma geração consumista, entregue ao escapismo e a dinâmicas disfuncionais que se mascaram de festa. O álbum encontra ainda espaço para homenagear as raízes conimbricenses com Sonic Life, versão de um tema dos Wipeout Beat que serviu de inspiração ao processo criativo da banda. E em Should I Dream, single de apresentação, expõe-se o paradoxo de criar num mundo que insiste em roubar a esperança, onde a urgência artística se confunde com a sua própria irrelevância.

Em palco, os Caustic, Babe! já passaram por espaços e eventos como o Rock ao Luar, Salão Brazil e o Verão a Dois Tempos. No dia 4 de Outubro, a banda actua no Gliding Barnacles, na Figueira da Foz. 

A banda é formada por Hugo Umbelino (voz e bateria), Cordeiro (voz e guitarra), Carlos “Xuxo” Neves (baixo), Filipe Fidalgo (saxofone e vozes) e Maria (voz e sintetizadores). As letras são de Hugo Umbelino, com mistura assinada por Carlos Neves, Miguel Cordeiro e Filipe Fidalgo e masterização de Filipe Fidalgo.

Memória de Elefante (15/09/25)

Memória de Elefante (15/09/25)
 
Memória de Elefante rubrica semanal de 15/09/25 a 21/09/25
Autor: Francesco Valente
 
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
 
Tracklist:
 

  1. Barry White – September When I First Met You (1978)
  2. Arrow – It’s Love (1976)
  3. Jimi Hendrix – Third stone from the sun (1967)
  4. Lalgudi G.Jayaraman – Brovabharama (2006)
  5. Naresh Sohal – Oriental Journey (1990)
  6. César Camargo Mariano – Reza (1965)
  7. Jóhannsson Flight from the City (2016)
  8. Nils Frahm – Black Notes (2020)
  9. Pino Palladino, Blake Mills – Just Wrong (2021)

1 Álbum 100 Palavras #111: César Camargo Mariano, “Sambalanço Trio Vol. 2” (1965)

1 Álbum 100 Palavras #111: César Camargo Mariano, “Sambalanço Trio Vol. 2” (1965)

Um podcast de Francesco Valente: 

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta! 

“Sambalanço Trio Vol. 2” (1965), liderado por César Camargo Mariano ao piano, com Humberto Clayber (contrabaixo) e Airto Moreira (bateria), é um marco do samba-jazz brasileiro. O trio, que já havia impressionado com o primeiro álbum, aqui refina ainda mais a fusão entre a sofisticação harmónica do jazz moderno e a pulsação viva do samba. As interpretações são cheias de swing, improviso e virtuosismo coletivo, revelando a modernidade da música instrumental brasileira nos anos 60. O disco combina standards e composições originais, projetando o trio como referência fundamental no cenário do samba-jazz e precursor de novas linguagens musicais no Brasil.

Prazeres Interrompidos #403: W. S. Merwin – Lamento por Uma Pedra (2025)

Prazeres Interrompidos #403: W. S. Merwin – Lamento por Uma Pedra (2025)

Prazeres Interrompidos

Autor: Octavio Nuno 

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

W. S. Merwin – Lamento por Uma Pedra (2025)

Nesta antologia da poesia de W.S. Merwin, Jorge Sousa Braga traduziu e selecionou um conjunto de poemas que nos revelam a mestria do poeta norte-americano em pleno: defensor acérrimo da consciência ecológica, apaixonado da cultura oriental e um cultor de uma poesia nova e descomplexada, este é um trabalho de um dos mais inovadores poetas das últimas décadas.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #68

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #68

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Barry Atschul – Long Tall Sunshine

Giovanni Guidi – Buenos Aires

Dave Liebman – Lazy Bird

Sonny Rollins Without a song

Art Pepper – Straight No Chaser

Kenny Barron – Blue Monk

Charlie Haden Hank Jones – Goin Home

Charles Mingus – Better Git It In Your Soul 

Ledisi – My Baby Just Cares For Me

Catman Plays The Blues #186

Catman Plays The Blues #186

Autor:

Manuel Pais 

Regressamos esta semana às novidades discográficas apreciando os novos trabalhos de Geoff Arsenault e Buddy Guy.

Manifesto Sonoro #68

Manifesto Sonoro #68

Autor: Carlos Cleto

Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de musica nacional ou em língua portuguesa, com a realização e produção de Carlos Cleto.

Porque  todos  os  manifestos  são importantes  nestes  dias aqui  segue  o alinhamento  do  mais recente:

Os Manifestantes desta semana foram:

Bernardo – Tom Zé, Mon Chéri

Da Chick – Cartoon

Marta Hugon feat. Samuel Úria – Insane

Rita Cruz feat Dino d’Santiago – Cuidado

Cachupa Psicadélica – Dônet Casada Côcada Quêjada

Ganso – Nem Sonhar

Ra-Fa-El – Caught by chance

Beautify Junkyards – Dancers Reward

mARCIANO – MEUMORIAL (My Spectral Guise Remix)

Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo – Embaraço total

Três tristes tigres – Exodus (feat. A garota não)

Rodrigo Leão & Scott Matthew – That’s Life

A Naifa – esta depressão que me anima

Belle Chase Hotel – São Paulo 451

Rita Braga – Illegal Planet

O Mau Olhado – 4Feira (single) (2025)

O Mau Olhado – 4Feira (single) (2025) id

O Mau Olhado lança single “#4 feira”

e prepara estreia em álbum

Apresentação de Os Cães Ladram ao vivo:
26 de setembro, Maus Hábitos, Porto (21h)

O Mau Olhado, projeto do músico portuense João Cardoso, apresenta o single “#4 feira”, um tema que transforma a rotina em poesia sonora. Inspirado num dia comum, a composição reflete a tensão entre luz e sombra, entre o quarto fechado e a rua aberta. A viagem sonora é marcada por escalas orientais e contrastes que oscilam entre intensidade e clareza. O tema, tal como o videoclipe que o acompanha, é um retrato íntimo e universal de um quotidiano que ganha nova vida através da música.
 
Este lançamento antecipa a chegada do primeiro álbum de longa duração, “Os Cães Ladram”, disponível a partir de 26 de setembro. O disco reúne o percurso já trilhado nas ruas do Porto e em palcos por todo o país, entre temas inéditos e composições que já conquistaram ouvintes em concertos. Gravado e produzido inteiramente por João Cardoso, o álbum será apresentado em diferentes formatos — de atuações a solo a formações em trio — sempre com a mesma energia crua e imprevisível.
 
A estreia de Os Cães Ladram será celebrada em concerto de apresentação no Maus Hábitos, Porto, às 21h do dia do lançamento.

O Mau Olhado nasceu nas ruas do Porto como uma one man band instrumental em que João Cardoso, armado com guitarra, loopstation e percussões, constrói camadas sonoras onde convivem jazz, fado, flamenco, música latina e ritmos balcânicos. O improviso e a espontaneidade são marcas registadas dos seus concertos, capazes de transformar qualquer espaço numa viagem coletiva.

Com dois EPs editados — Advogado do Diabo e II (tiragem limitada de 200 cópias) — o músico transporta agora essa linguagem singular para o seu primeiro longa-duração, afirmando-se como um dos músicos mais originais a emergir da cena independente portuguesa.

Lavoisier – O Mundo Bem Monstro (single) (2025)

Lavoisier – O Mundo Bem Monstro (single) (2025) 

Lavoisier lançam O Mundo Bem Monstro, tema que antecipa disco construído com  dez poetas contemporâneos

A cantiga não só é uma arma, como pode ser uma prece. O Mundo Bem Monstro é o single de avanço do novo disco dos Lavoisier, banda de Patrícia Relvas e Roberto Afonso, que neste trabalho juntam três músicos à sua banda: o baterista Diogo Sousa, o baixista Ricardo Dias Gomes e o guitarrista Pedro Branco. Para o longa duração, com lançamento previsto para outubro, desafiaram dez poetas contemporâneos a escreverem poemas inéditos para que fossem musicados e tornados também canção. Para que se desse a voz e o passo marcial da música ao que há de visceral, mas também de contemplativo, na poesia.

O poema de O Mundo Bem Monstro foi escrito por Raquel Nobre Guerra, poeta e tradutora que reside entre Lisboa e o Alentejo, autora dos livros Groto Sato (2012), prémio Primeira Obra do PEN Clube Português e Prémios Novos da Culturgest/ CGD; SMS de Amor e Ódio (2013); Saudação a Álvaro de Campos (plaquete, 2014); Senhor Roubado (2016), semi finalista do Prémio Oceanos em 2017. 

Este primeiro single reflete sobre o mundo como lugar opressor e confinado, na perspetiva de alguém que procura não ser turista da própria vida, mas antes a liberdade de se sentir em casa na sua pele. Os Lavoisier mantém a sua identidade musical, sem possibilidade – ou intenção – de atribuição de rótulo, viajando pelas mais diversas latitudes e mantendo o apego à música tradicional portuguesa, apesar deste disco acentuar a personalidade elétrica, que sempre existiu na guitarra de Roberto Afonso, dos Lavoisier. 

Esta não é a primeira vez que os Lavoisier se dedicam inteiramente à poesia, já que em 2019 lançaram Viagem a um Reino Maravilhoso, em que musicaram poemas do incontornável poeta Miguel Torga.

Os Lavoisier atuam sexta-feira, 5 de setembro, na Feira do Livro do Porto, às 19:00. 

Ficha Técnica:
Patrícia Relvas,  Voz
Roberto Afonso, Guitarra eléctrica, acústica, efeitos e campaniças.
Pedro Branco, Guitarra elétrica.
Ricardo Dias Gomes – Baixo
Mário João Santos, Adufe.
Poema de Raquel Nobre Guerra
Mix e Master de Martín Scian
Produção de Lavoisier